A UNICEF financia o aborto de meninas na África

Arquivado em: Aborto — Prof. Felipe Aquino at 8:26 pm on quinta-feira, maio 15, 2008

O Instituto Católico para a Família e os Direitos Humanos (C – FAM) denunciou que a UNICEF (Fundo da ONU para a Infância) financia uma organização sulafricana que induz as meninas a manter um comportamento sexul e homossexual e a praticar abortos sem o consentimento de seus pais.
A organização abortista denominada “Lovelife” (Amor e Vida) assegura em sua página na Internet que a UNICEF  é a que “maiores fundos provê” para a realização desses programas.
Segundo a C-FAM “a organização parece muito ansiosa para empurrar as meninas para o aborto, já que lhes indica as clinicas abortivas como a Marie Stopes International, (MSI), totalmente grátis, entre outras coisas”.
Mediante a a campanha “Lovelife” difunde entre as meninas idéias como estas:
“Vocês têm direito a consultar a conselheiros em matéria sexual. Têm direito a praticar um aborto. Se as pessoas não querem ajudá-las, não desanimem. Sigam tentando. Vocês não necessitam de permissão de niguém para fazer um aborto”.
Além disso, a organização afirma que as meninas podem fazer um aborto pois é um procedimento descrito como uma “sucção benévola” e as exortam a conversar com um trabalhador da saúde ou um conselheiro… alguém em quem podem confiar”, mas não com seus pais.
Logo após praticar um aborto, “Lovelife” recomenda aos namorados “celebrar juntos” e ter relações sexuais “pouco  a pouco”, pois, segundo eles, a menina sentirá logo uma “sensação de alívio”.
Sobre a homossexualidade, com a pergunta ingênua “Por que permitir que as partes humanas limitem o amor?”, a organização sugere às crianças e adolescentes a prática da homossexulidade. E, em lugar de preveni-los da AIDS,  e da transmissão de doenças venéreas, asseguram que o preservativo é uma proteção segura, “a melhor coisa para o sexo”.
Por seu “árduo trabalho” com crianças sulafricanas, “Lovelife” ganhou a estima das Nações Unidas e sobretudo da UNICEFE. Em um recente comunicado, a organização abortista indicou que foi a única selecionadas pela ONU para ser sinalizada como modelo na reunião oficial sobre a ONU em Nova York. (Fonte: Wáshington,  28/01/02 - AICA)

A Palavra que liberta

Arquivado em: Ensinamentos — Prof. Felipe Aquino at 8:07 pm on quinta-feira, maio 15, 2008

Jesus conhecia profundamente a Bíblia; a amava e se guiava pelas suas palavras. Na tentação do deserto, quando o demônio investiu contra Ele, três vezes Jesus o rebateu com as palavras da Escritura. “Está escrito!” Nem só de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca do Se¬nhor” (Dt 8,3). E nas três vezes o demônio se afastou; ele recua diante da palavra de Deus porque ela tem poder. A Carta aos Hebreus diz: “Porque a palavra de Deus é viva, eficaz, mais penetrante que uma espada de dois gumes, e penetra até a divisão da alma e do corpo, e das juntas e medulas e discerne os sentimentos e pensamentos do coração. Nenhuma criatura lhe é invisível. Tudo é nu e descoberto aos olhos daquele a quem haveremos de prestar conta” (Hb 4,12-13).
“Por isso também damos graças sem cessar a Deus porque recebestes a palavra de Deus, que de nós ouvistes. Vós a recebestes não como palavra de homens, mas como realmente é: Palavra de Deus, que age eficazmente em vós que crestes” (1 Tess 2,13).
Gostaria de destacar isso “que age eficazmente em vós que crestes”. A santa palavra de Deus opera (realiza o que significa) naquele que crê. Ali ela dá muitos frutos de cura, libertação, conversão, paz, força, ânimo, coragem, discernimento… O Espírito Santo nos ensina essa verdade, pela boca do profeta Isaías: “Tal como a chuva e a neve caem do céu e para lá não voltam sem ter regado a terra, sem a ter fecundado, e feito germinar as plantas, sem dar o grão a semear e o pão a comer, assim acontece à palavra que minha boca profere: não volta sem ter produzido seu efeito, sem ter executado a minha vontade e cumprido a sua missão” (Is 55,10).
A palavra de Deus é transformadora, santificante. “Toda a Escritura é inspirada por Deus, e útil para ensinar, para persuadir, para corrigir e formar na justiça” (2Tm 3,16). Ela é portanto um instrumento indispensável para a nossa santificação. Não conseguiremos ter “os mesmos sentimentos de Cristo” (Fil 2,5) sem ouvir, ler, meditar, estudar e conhecer a sua santa palavra. São Jerônimo, que traduziu a Bíblia do grego para o latim (Vulgata), dizia que “quem não conhece o Evangelho não conhece Jesus Cristo”.
Jesus nos ensina que “a Escritura não pode ser desprezada” (Jo 10,34). Que poder tem a palavra de Deus! Se Jesus a utilizou assim como uma arma espiritual na luta contra o tentador, quanto mais nós precisamos dela! É preciso trazer a Palavra de Deus no coração, para poder “sacá-la”, na hora da tentação, como uma arma espiritual,  como Jesus fez para nos dar o exemplo. São Paulo nos garante que: “tudo o que se escreveu, foi escrito para a nossa instrução, a fim de que pela paciência e consolação que dão as Escrituras, tenhamos esperança” (Rom 15,4). O mesmo diz o livro de Macabeus, para quem a “consolação está nos livros santos, que estão em nossas mãos” (1Mac 12,9), e que encorajavam o povo “lendo a lei e os profetas” (2 Mac 15,9).  São Paulo recomendava a Timóteo que se aplicasse à sua leitura (1Tm 4,13).
Jesus é a própria Palavra de Deus, o Verbo de Deus que se fez carne (Jo 1,1s). No livro do Apocalipse, São João viu o Filho do homem…” e de sua boca saia uma espada afiada, de dois gumes” (Apc 1,16). É o símbolo tradicional da irresistível penetração da palavra de Deus. São Paulo resume todo o poder da palavra de Deus quando escreve a Timóteo: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para ensinar, para persuadir, para corrigir e formar na justiça” (2Tm 3,16).
São Pedro diz que renascemos pela força dessa palavra: “Pois haveis renascidos, não duma semente corruptível, mas pela palavra de Deus, semente incorruptível, viva e eterna”, (1 Pe 1,23); e, como disse o profeta Isaias: “a palavra do Senhor permanece eternamente” (Is 11,6-8).
Quando avisaram a Jesus que a Sua mãe e os seus irmãos queriam vê-lo, o Senhor disse: “Minha mãe e meus irmãos são estes que ouvem a palavra de Deus e a observam” (Lc 8,21). Quando aquela mulher levantou a voz do meio do povo e lhe disse: “Bem-aventurado o ventre que te trouxe, e os peitos que te amamentaram!”, o Senhor respondeu: “Antes bem-aventurados aqueles que ouvem a palavra de Deus e a observam!” (Lc 11,28).
Pela boca do profeta Amós, o Espírito Santo disse: “Eis que vem os dias … em que enviarei fome sobre a terra, não uma fome de pão, nem uma sede de água, mas fome e sede de ouvir a palavra do Senhor” (Am 8,11). Graças a Deus esses dias chegaram !

Livro: A Luta contra a depressão

Arquivado em: Livros do Prof. Felipe — Prof. Felipe Aquino at 8:01 pm on quinta-feira, maio 15, 2008

A luta contra depressão

 

 A depressão tornou-se uma verdadeira epidemia. Mas ela tem cura!

As suas causas mais profundas são de fundo emocional, psicológico ou espiritual, e sobretudo a falta de auto-estima e de um sentido para a própria vida; além das pressões sufocantes deste mundo moderno, competitivo e ameaçador.

Sem desprezar a ajuda da medicina e da psicoterapia, que são valiosas e indispensáveis, este livro apresenta uma terapia espiritual, com base no “abandono em Deus”.

Só em Deus a pessoa encontra o seu grande valor (filho de Deus), o rico e belo sentido de sua vida e a segurança para vencer os problemas.

Jesus Cristo é o Médico das almas.

Ficha Técnica
Editora: Cléofas
ISBN: 978-85-88158-34-4
Ano: 2008
Edição: 11
Número de páginas: 200
Idioma: Português (BR)
Acabamento: Brochura
Formato: 14×21 cm

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A ONU promove o Aborto no Mundo

Arquivado em: Aborto — Prof. Felipe Aquino at 12:48 pm on quinta-feira, maio 15, 2008

O jornalista Riccardo Cascioli, especialista em demografia do jornal italiano «Avvenire», autor de vários livros sobre demografia, assegura que o objetivo do Fundo de População das Nações Unidas -  UNFPA da ONU, é promover o aborto em todo o planeta. (Fonte: ZENIT.org em 16/09/2004). O jornalista confirma que o informe do Fundo sobre as previsões de crescimento demográfico é «totalmente ideológico».
Por outro lado, segundo a organização Vida Humana Internacional (Human Life Intenational), “em 1996, a Santa Sé não  teve mais remédio que negar-se a continuar contribuindo economicamente com a UNICEF - ONU, devido ao fato de que esta agência colabora com a promoção do aborto no mundo” (Fonte: Aci digital).
Nesta entrevista concedida a Zenit, Cascioli, que esteve presente na Conferência da ONU no Cairo, em 1995,  destaca as idéias que se escondem detrás dos projetos e o informe do UNFPA.

Como avalia este informe?
Cascioli: É um informe totalmente ideológico. É incrível que ao descrever o estado da população no mundo não se mencione o principal problema demográfico que hoje experimentamos: ou seja, o rápido envelhecimento da população.
E isto se dá também nos países onde as conseqüências serão ainda mais dramáticas por causa da ausência de segurança social: aposentadorias, serviço de saúde, etc. pelo contrário, o UNFPA segue fazendo propaganda da necessidade de reduzir ainda mais os índices de fertilidade, afirmando que assim se favorece o desenvolvimento.
A realidade demonstra o contrário. Basta pensar que na África, ante uma queda do índice de fertilidade de 6,65 a 4,91 filhos por mulher, nos últimos dez anos a pobreza do continente aumentou em 43%.
A verdade é que o único interesse que demonstra a UNFPA é o de promover o aborto como direito humano fundamental, operação que não conseguiu no Cairo há dez anos, mas que é um objetivo cada vez mais explícito.

Passamos da «bomba demográfica» ao «inverno demográfico». Que passou nestes dez anos, desde Cairo 1994?
Cascioli: A tão temida explosão demográfica foi sempre um argumento instrumental para poder conseguir um consenso universal sobre temas que preocupam certas elites, ou seja, o controle dos nascimentos.
Os demógrafos mais clarividentes, inclusive já há dez anos eram céticos ante estes alarmes, e em todo caso a realidade se encarregou de demonstrar que não tinham fundamento. É verdade que a queda da fertilidade foi mais além de todas as previsões, por motivos que ainda há que investigar adequadamente, mas repito: o drama é que nas agências internacionais não se enfrentam os problemas demográficos reais, preferindo mais promover uma agenda ideológica.
Isso leva a investir ingentes recursos em políticas que não são só inúteis, mas perigosas por dois motivos: tiram fundos das verdadeiras ajudas ao desenvolvimento e agravam a tendência do envelhecimento da população.
Haveria que acrescentar que, sobretudo em algumas regiões, estas políticas criam perigosos desequilíbrios sociais, como é o caso da China, onde há 120 homens por 100 mulheres, quanto que a relação média é de 106-107 homens por 100 mulheres.

A administração americana, que em 1994 se opôs totalmente à Santa Sé, parece apoiar hoje os programas em defesa da vida e da família. Que passou na política americana?
Cascioli: Hoje Bush é acusado pelo UNFPA e as organizações abortistas de matar as mulheres porque tirou seu apoio financeiro à UNFPA.
Na realidade, a decisão da Casa Branca se baseia em dados evidentes que mostram como esta agência da ONU e outras organizações não-governamentais apóiam programas que prevêem o aborto coercivo, sobretudo na China.
Na realidade, Bush não fez mais que aplicar o Programa de Ação aprovado na Conferência do Cairo, que no artigo 8.25 afirma claramente que «o aborto em nenhum caso pode ser considerado como um meio de planejamento familiar».
Hoje temos de nos atentar ao fato de que o dinheiro de nossos impostos vão para promover o aborto, inclusive coercivo, no mundo, com a etiqueta de «ajudas ao desenvolvimento».