Ministra exige legalizar “aborto como direito” no Brasil

 BRASILIA, 22/09/2008 (ACI).- A ministra de Políticas para a Mulher, Nilcea Freire, demandou ao Supremo Tribunal Federal (STF) não só descriminalizar o aborto de bebês com anencefalia senão reconhecer esta prática como um direito das mulheres.? Freire disse que as mulheres deveriam poder decidir sobre “seu corpo e sua vida“. “Estou absolutamente a favor de que as mulheres bem informadas possam decidir se continuar ou interromper a gravidez”, declarou e acusou aos grupos católicos e pró-vida de difundir discursos “preconceituosos contra a mulher”. A Ministra se declarou “contrária à tutela da mulher por parte do estado, a igreja e de seu marido”.  

Peritos advertem que próxima Reunião sobre jovens é anti-vida e anti-família

MEXICO D.F., 22/09/2008 (ACI).- Peritos em temas de defesa da vida e família advertiram que o próximo Encontro “Juventude e Desenvolvimento” que acontecerá em El Salvador em outubro promoverá os chamados “direitos sexuais e reprodutivos” (leia-se aborto), a anticoncepção, a ideologia de gênero (aprovação da prática homossexual), o aborto e um ataque frontal contra a família e a faculdade dos pais de educar a seus filhos de acordo a suas convicções.Em um artigo titulado “Cume Ibero-americana para produzir ‘homens vazios’”, o mexicano Raúl Espinoza Aguilera explica que o próximo 29 de outubro terá lugar em El Salvador este evento que reunirá os presidentes da América Latina. O perito adverte que em um documento preparatório se respira a controvertida disciplina “Educação da Cidadania” que pretende “deslocar a autoridade paterna”. 

Arcebispo de El Salvador lamenta expulsão de críticos a governo de Chávez

 SAN SALVADOR, 23/09/2008 (ACI).- Em declarações à imprensa local, o Arcebispo de São Salvador, Dom Fernando Sáenz Lacalle, criticou a expulsão da Venezuela de dois membros da organização Human Rights Watch (HRW), logo depois de apresentassem um relatório sobre a difícil situação dos direitos humanos nesse país. Dom Sáenz considerou que a decisão de Chávez de expulsar aos representantes da organização é uma “auto-definição” de um Governo que “não é democrático”. “O mesmo Governo que expulsa a quem o critica, quer dizer que não admite críticas e, portanto, não é democrático”, explicou. O diretor do HRW, José Miguel Vivanco, e o subdiretor da mesma, Daniel Wilkinson, apresentaram a semana passada em Caracas o relatório “Uma Década de Chávez: Intolerância política e oportunidades perdidas para o progresso dos direitos humanos na Venezuela”. 

Mães equatorianas marcharão contra ideologia de gênero em escolas

 GUAIAQUIL, 23/09/2008 (ACI).- O movimento cívico cristão “As Mães Têm Voz” convocou a uma marcha para expressar seu enérgico rechaço “à imposição da ideologia de gênero na educação das crianças e jovens equatorianos” que se derivaria do projeto de Constituição Política impulsionado pelo Governo.As representantes das mães lerão uma carta aberta ao Presidente da República e logo avançarão pela avenida 9 de Outubro até chegar a Governação, onde esperam ser recebidas pelo Governador  de Guaias a quem lhe entregarão a missiva.“Na Coluna dos Próceres se observa uma jovem sustentando a tocha da liberdade, gesto simbólico para estas mães equatorianas que pedirão na carta ao Presidente da República liberdade para escolher a educação de seus filhos e que, de ganhar o ‘sim’ (no referendum do domingo), não se torne efetiva a obrigatoriedade da Educação em Gênero nas escolas e colégios do Equador”, informaram.  

Prisioneiros se declaram em greve de fome ante confisco de livros religiosos 

HAVANA, 24/09/2008 (ACI).- O Movimento Cristão Liberação (MCL), denunciou que três prisioneiros políticos de consciência se viram obrigados a realizar uma greve de fome, logo que agentes de segurança confiscaram a um deles vários livros religiosos como “As Confissões de Santo Agostinho”.“A saúde destes prisioneiros já de por si precária, agrava-se por esta greve de fome – desde 18 de setembro -, que é provocada deliberadamente, pois as autoridades sabem que frente às humilhações e os maus tratos apelarão a esse recurso para defender sua dignidade”, assinalou o MCL através de um comunicado.  

Aproveitam viagem de bispos para impulsionar lei que viola direitos de pais panamenhos

 PANAMÁ, 25/09/2008 (ACI).- Diversos grupos pró-família denunciaram que os Ministérios de Saúde e Educação aproveitaram a ausência dos bispos católicos – que se encontram de visita “ad limina” no Vaticano – para apresentar ante a Assembléia Nacional um polêmico projeto de lei de saúde sexual e reprodutiva que violaria o direito dos pais de família a decidir sobre a educação sexual de seus filhos. O referido projeto foi elaborado pela Comissão Nacional de Saúde Sexual e Reprodutiva, conformada pelo Ministério de Educação, Ministério de Desenvolvimento Social, Ministério de Saúde e entidades civis. 

Índia: missionária queimada viva por extremistas hindus. Outra religiosa foi violentada

BUBANESHWAR, terça-feira, 26 de agosto de 2008 (ZENIT.org).-
Uma religiosa católica foi queimada viva por grupos de fundamentalistas hindus no distrito de Bargarh, Orissa. Os agressores assaltaram um orfanato do qual a religiosa era responsável. Outra religiosa foi violentada em Bubaneshwar e outros três cristãos morreram asfixiados por causa de incêndios.O terrível atentado contra a missionária leiga queimada viva nesta segunda-feira –informa a agência AsiaNews-it– foi confirmado pelo superitendente da polícia AshokBiswall. Um sacerdote que estava presente no orfanato ficou gravemente ferido e está agora no hospital com profundas queimaduras.Outra religiosa, do Centro Social de Bubaneshwar, foi violentada por grupos de extremistas hindus antes deles incendiarem todo o edifício. A lista de violências contra os cristãos na Índia se alarga. Fontes de Ásia News afirmam que um sacerdote foi ferido e outros dois foram seqüestrados. Na noite entre segunda e terça-feira, na região de Raikia, outras três pessoas morreram por asfixia enquanto suas casas eram queimadas por fundamentalistas hindus. No total, morreram cinco cristãos após as violências desencadeadas depois do assassinato do líder da associação fundamentalista hindu Vishwa Hindu Parishad, Swami Laxanannda Sarawati.

O que você católico acha de tudo isso?

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br

Padre Lemaître e o Big Bang 

Poucos sabem, mas foi um padre, Georges Lemaître (1894-1966), quem propôs a teoria do Big Bang. Em 1927, baseando-se em cálculos com a então recente teoria da relatividade geral, o jesuíta belga enfrentou Einstein e a comunidade científica da época para propor seu modelo cosmológico. É lamentável, portanto, que hoje fundamentalistas combatam a teoria do Big Bang como se fosse contrária ao relato bíblico do Gênesis. Até mesmo porque a exegese católica moderna também não vê problemas de incompatibilidade entre o Big Bang e o relato bíblico. 

O termo Big Bang vem do inglês e significa, ao pé da letra, “grande bum”. Foi criado pelo astrofísico Fred Hoyle, que acreditava no universo estacionário, para ridicularizar a teoria. Acabou dando-lhe o nome. O primeiro a vislumbrar teoricamente a expansão do universo foi o russo Alexandrer Friedman, mas ele morreu logo e seguida e seu trabalho era essencialmente matemático, não físico. Foi o trabalho desenvolvido independentemente pelo padre Lemaître que ganhou destaque. A teoria prevê que o universo surgiu da explosão de um átomo primordial, infinitamente pequeno, quente e denso. Os físicos acreditam que antes do Big Bang não faz sentido falar na noção de tempo e nem de espaço. Depois dele, o cronômetro começou a correr e o universo a se expandir, crescendo sempre e sempre. 

Lemaître teve muita audácia para divulgar seu modelo. A comunidade científica no início do século XX acreditava num universo estacionário, ou seja, parado e sempre do mesmo tamanho. Conforme o modelo cosmológico newtoniano. O próprio Einstein acreditava nisso e diminuiu o trabalho de Lemaître dizendo que “seus cálculos estão corretos, mas seu conhecimento de física é abominável”. Entretanto em 1929, o astrofísico americano Edwin Hubble provou observacionalmente que as galáxias estavam todas se afastando umas das outras. Exatamente como o jesuíta havia previsto,  por meios teóricos, apenas dois anos antes. Esta prova era contundente e o sábio físico alemão voltou atrás. Einstein e Lemaître proferiram várias palestras juntos e numa delas, de pé depois de aplaudir, Einstein disse que aquela era “a mais bela e satisfatória explicação da criação” que ele já ouvira.  

Tendo sua contribuição amplamente reconhecida, Lemaître foi homenageado por muitos órgãos científicos, e também por vários cientistas de renome. Mais do que isso, em 1936 o próprio papa Pio XI o indicou para a Pontifícia Academia de Ciências. E em 1960 recebeu do papa João XXIII o título de Monsenhor. 

Hoje em dia, além da confirmação das observações de Hubble do afastamento das galáxias, há muitas outras provas diretas e indiretas da expansão do universo. As mais importantes são a radiação cósmica de fundo, a quantidade de hidrogênio e hélio detectáveis hoje e o acordo entre as idades das estrelas mais velhas e a prevista para o universo pelo Big Bang, 14 bilhões de anos. Cientificamente não há mais dúvidas quanto ao modelo do Big Bang. Somente alguns detalhes ainda estão em debate, mas que de maneira alguma ameaçam a certeza da teoria, quando vista em um panorama mais amplo. 

Sob vários aspectos não é compreensível que algumas pessoas possam se colocar contra a teoria do Big Bang dizendo que ela contraria o relato bíblico do Gênesis. O reconhecimento pontifício recebido pelo padre Lemaître por causa de seu trabalho não é um atestado a favor da teoria. Entretanto, de certo modo, não pode deixar de ser entendido como uma aprovação do trabalho do jesuíta. Também a exegese moderna não lê no Gênesis um relato literal da criação. Porém, não pode-se deixar levar pelas interpretações puramente materialistas. Estas, se disfarçando de científicas, tentam confundir as pessoas argumentando que não há mais lugar para Deus na criação do mundo. Pelo contrário. Para o crente, fiel ao magistério da Igreja, há sempre um lugar privilegiado para Deus. Deve-se deixar sempre bem claro que a ciência explica o “como” (a teoria do Big Bang), mas não o “porquê” (Deus, para Sua glória e por causa de Seu amor). 

Alexandre Zabot

alexandrezabot@gmail.com

www.astro.ufsc.br/~zabot

Físico, mestre e doutorando em Física pela UFSC

Pedi ao amigo Alexandre Zabot, Mestre e doutorando em Física pela Universidade Federal de Santa Catarina, que escrevesse um breve artigo sobre a Física Quântica, tendo em vista que algumas pessoas a têm usado para tentar justificar doutrinas espirituais, o que não tem cabimento. Segue o artigo do Alexandre, pelo que lhe agradeço muito.  

Prof. Felipe Aquino  

“A mecânica quântica, desde seu surgimento, sempre foi objeto de debates acalorados de físicos e filósofos. Arquitetada sobre conceitos nada comuns para explicar fenômenos físicos tampouco usuais, tem sido aplicada hoje em dia a uma diversidade enorme de assuntos, para espanto de muitos. Está na moda que místicos elaborem suas doutrinas quânticas aplicando jargões de maneira inescrupulosa. Sem o menor pudor, usam a reputação da teoria física para “validar” suas mais vãs filosofias.

O que poucas pessoas avaliam é: até que ponto é válido transportar conceitos de uma área para outra?A teoria quântica nasceu em 1900, de maneira totalmente imprevista, para explicar um problema de importância subestimada na física. A maneira como os corpos aquecidos irradiam luz. Como a sua lâmpada de filamento em casa, ou o Sol, por exemplo. Seu criador foi um físico alemão, Max Planck. Ele mesmo a considerou “moderninha” demais para seu paladar de físico do século XIX.

Quem deu o primeiro reconhecimento à teoria foi outro físico alemão, mais conhecido, Albert Einstein. Ele aplicou-a para explicar o efeito fotoelétrico e o calor específico dos sólidos. Somente alguns anos depois é que a teoria ganhou corpo e prestígio. Seus aspectos incomuns foram sendo reconhecidos aos poucos.Destes, o mais conhecido é o princípio da incerteza, que foi elaborado por outro físico alemão, Werner Heisenberg. Segundo este princípio, na natureza é impossível medir com precisão infinita, simultaneamente, alguns pares de grandezas físicas. Como a velocidade e a posição de uma partícula, por exemplo. Por isso o nome, princípio da incerteza. Sempre há uma indeterminação intrínseca nas medidas. Isso se deve, segundo Heisenberg, ao fato de que o ato de medir inexoravelmente interfere no objeto medido. O interessante, é que esta indeterminação não se resume à experiência. É preciso, acreditam os físicos, levá-la em conta também na hora de construir a teoria, de elaborar as equações. É curioso que Einstein, apesar de ter sido um dos primeiros a usar a física quântica, tenha se oposto veementemente, sem sucesso, a esta conclusão. A grande revolução da mecânica quântica foi, portanto, acabar com o determinismo da mecânica clássica. 

Mas o objetivo aqui não é discutir física. A idéia é deixar claro algo que, apesar de óbvio, é sempre esquecido. O domínio e a aplicabilidade da mecânica quântica é o mundo da física! Não é lícito tirar um conceito de uma área e aplicar diretamente a outra. É possível fazer uma analogia, usar comparações, claro. Porém, não se pode usar as mesmas construções teóricas da física para fazer “teologia”. Você não pode querer usar a mecânica quântica para explicar Deus, nem nossas almas, ou o mundo espiritual, por exemplo. Ela não foi criada pra isso. Não é neste campo que ela funciona. Ela funciona na física e, por isso mesmo, é lá que ela ganhou respeito.Entretanto, o pior não é usar construções teóricas da mecânica quântica como se fossem teológicas.

O pior é usar a autoridade que ela conquistou no seu domínio, a física, para justificar teorias absurdas. Argumentos do tipo, “já foi provado pela mecânica quântica”, ou “segundo a mecânica quântica” são completamente desprovidos de sentido quando usadas fora da física. O que foi provado pela quântica, foi provado somente para a física. Além do mais, este tipo de afirmação usa uma velha tática maldosa de persuasão, conhecida como “argumentos de autoridade”. Se usa este tipo de construção quando, na verdade, não se consegue provar o que deseja!Vários livros e filmes recentes, além de aplicarem a mecânica quântica fora de seu contexto, a distorcem totalmente, inventando coisas que não existem na teoria. Os mais conhecidos são o livro “O Segredo” e o filme “Quem somos nós”. Enganam o público dizendo que o observador interfere no objeto com o pensamento e que isso é explicado pela mecânica quântica. Um pensamento não é uma interação física com o objeto medido, não é uma medição.

Está, portanto, fora do escopo do princípio da incerteza.Entendo que seja uma conclusão natural que seja válido fazer especulações filosóficas baseadas na mecânica quântica. Tomando o devido cuidado, entretanto, de não aplicar seus conceitos físicos diretamente, mas como analogias, inspirações. Evidentemente que isto não justifica o uso indevido que se tem feito ultimamente por muitas pessoas que distorcem totalmente o que a teoria diz. Aplicam estas distorções diretamente a áreas radialmente diferentes e, maldosamente, iludem os menos precavidos com argumentos de autoridade que não tem valor algum, especialmente fora da física”. 

 Alexandre Zabot

alexandrezabot@gmail.com

Joinville – SCFísico, Mestre em Física, Doutorando em Física pela UFSC 

Jovens defendem Catedral de um grupo feminista, na Argentina

Eis impressionante vídeo de fato recentemente ocorrido na Argentina: http://www.youtube.com/watch?v=FK40LwQfy7c

Na cidade de Neuquén, localizada ao norte da Patagônia, próxima ao Chile, houve de 16 a 18 de agosto de 2008 um “Encuentro Nacional de Mujeres”, de tom feminista. No dia 17, as manifestantes mais radicais, fizeram uma marcha pelo centro da cidade, que a certa altura passaria em frente à Catedral.

Previamente um grupo grande de pessoas, em sua maioria jovens, se colocou no átrio da Catedral para defendê-la de possíveis atentados como os que já haviam ocorridos em manifestações análogas. More »

O debate sobre a teoria da evolução é cada vez mais forte, tanto no âmbito cristão como no estritamente evolucionista, e cientistas, filósofos e teólogos cristãos estão diretamente envolvidos no debate. Mais uma vez uma autoridade da Santa Sé declara que a Igreja aceita a teoria da evolução, desde que guiada por Deus. Desta vez foi o presidente do Conselho Pontifício para a Cultura e também presidente da Comissão Pontifícia para os Bens Culturais da Igreja, arcebispo Gianfranco Ravasi quem se manifestou, no 17 de setembro de 2008 (ZENIT.org). 

Dom Ravasi recordou dois pronunciamentos históricos sobre a evolução do Magistério pontifício: a encíclica Humani Generis, de Pio XII, de 12 de agosto de 1950, e a Mensagem de João Paulo II à Plenária da Academia Pontifícia de Ciências, de 22 de outubro de 1996. Entre outras coisas afirmou que “Não existe «a priori» incompatibilidade entre as teses de Charles Darwin e a Bíblia”,  ao apresentar um Congresso Internacional que será realizado em Roma de 3 a 7 de março, sobre esse assunto: «Evolução biológica: fatos e teorias. Uma avaliação crítica 150 anos depois de ‘A origem das espécies’», de Charles Darwin, e que reunirá em Roma filósofos, teólogos e cientistas de renome internacional. O Congresso busca criar um diálogo entre filosofia, teologia e ciência.D. Gianfrando disse que Darwin «nunca foi condenado, ‘A origem das espécies’ não está no Índice (de livros proibidos), mas sobretudo há pronunciamentos muito significativos com relação à evolução por parte do próprio Magistério eclesial». O Congresso foi organizado conjuntamente pela Pontifícia Universidade Gregoriana (Roma) e pela Universidade de Notre-Dame (Indiana, EUA), sob o patrocínio do Conselho Pontifício para a Cultura, no âmbito do projeto STOQ (Science, Theology and the Ontological Quest – Ciência, Teologia e Pesquisa Ontológica). Este projeto busca criar uma ponte filosófica entre ciência e teologia através de programas de estudo, cursos universitários, ciclos de conferências, publicações científicas, etc. Fazem parte do mesmo universidades pontifícias de Roma e alguns dos maiores cientistas do mundo. D. Gianfranco Ravasi disse que “é necessário um ato de humildade também por parte do teólogo, que deve escutar e aprender; por outro lado, é necessário superar a arrogância de alguns cientistas que esbofeteiam quem tem fé e que consideram a fé e a teologia como uma herança de um paleolítico intelectual.»A Igreja aceita a teoria de evolução se esta for de fato comprovada cientificamente, apenas não abre mão de duas premissas: 1 – se houve a evolução, como tudo indica, esta foi querida  e guiada por Deus até o surgimento do ser humano na terra; 2 – este recebeu de Deus a alma imortal; esta não foi fruto da evolução.  

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br