Cientista espanhol: Uso de células tronco embrionárias em humanos não tem futuro

 

MADRI, 10 Jun. 10 / 10:11 am (ACI).- O catedrático de microbiologia da Universidade Complutense de Madrid (Espanha) e ex-presidente do Centro Superior de Investigações Científicas, César Nombela, considerou que a aplicação clínica em tratamentos para humanos das células mãe embrionárias “não tem futuro”.

Conforme assinala a organização espanhola HazteOir.org (HO), para o Dr. Nombela, assinante do Manifesto de Madrid e membro de Cívica (Associação de Investigadores e Profissionais pela Vida), o crescimento das células mãe embrionárias é “muito difícil de controlar e apresenta ainda muitos problemas de compatibilidade com os pacientes”.

“Dos mais de três mil estudos registrados no mundo com células mãe, nenhum só está sendo realizado com células embrionárias. Todos são com células mãe adultas”, precisou.

“Com as embrionárias –continuou– só há alguma iniciativa para recolher linhas celulares das já existentes. A informação que se obteve delas é fascinante, mas há um problema ético de fundo, já que a investigação deve respeitar a vida humana do início embrionário. Em troca a investigação com células mãe da adulta avança a um ritmo vertiginoso e já há numerosas experiências com células mãe hematopoiéticas obtidas da medula óssea ou do cordão umbilical e, inclusive, com células mãe obtidas da gordura”.

O catedrático indicou ademais que “estes procedimentos são muito menos traumáticos,” e já começam a “expor alguns tratamentos para o sistema nervoso central”, por isso alentou a continuar as investigações “sempre com células mãe adultas, já que é a via mais imediata e segura de aplicar e a qual deve constituir uma grande prioridade para os investigadores de todo o mundo”.

Finalmente, Nombela destacou o tratamento com células iPS que “supõem uma tecnologia que permite, por modificação genética, reverter células diferenciadas do adulto a estados pluripotenciais, quer dizer, estados nas que as células se comportem de um modo parecido às células de origem embrionária ou às células adultas com mais troncalidade”.

“Esta tecnologia está avançando a um grande ritmo e está sendo aperfeiçoada com uma velocidade enorme; não obstante, ainda é necessário ser prudente, já que estas células ainda não foram provadas em fase clínica e ainda requerem de uns anos para sua potencial aplicação em tratamentos”, concluiu. 

 

 

A imprensa denunciou que um estudo que pretende usar células tronco adultas para curar a diabetes tipo 1, está paralisado há dois anos em um departamento do Ministério de Saúde. (www.acidigital.com – 22.julho.2008)

Segundo fontes pró-vida, o lobby de quem aposta pelo uso das células tronco embrionárias – cuja obtenção implica a destruição de seres humanos – estaria bloqueando um eventual êxito na investigação com células adultas.O periódico “Gazeta” de Ribeirão Preto informou que o estudo está paralisado na Comissão de Ética em Investigações do Ministério de Saúde em Brasília, que ainda não dá luz verde aos experimentos.

A investigação seria conduzida pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), da Universidade de São Paulo e é uma iniciativa da equipe de transplante de células tronco da FMRP, Hemocentro e o Hospital das Clínicas.Segundo um dos investigadores, o endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, o procedimento que quer provar é revolucionário, econômico e daria maior comodidade aos pacientes de diabetes tipo 1. O tratamento se apóia no uso de células tronco adultas e não embrionárias, que regeneram o pâncreas e impedem que o sistema imunológico as rejeite.

“É uma lástima que tanto se demorem em aprovar um experimento importante como este. Poderia mudar a vida de muitas pessoas “, disse Couri. Atualmente há um tratamento com células tronco, desenvolvido pela Usp de Ribeirão que elimina o uso da insulina, mas utiliza a quimioterapia. Este tratamento “desliga” o sistema imunológico dos pacientes a fim de que o pâncreas não seja afetado, mas também faz que a pessoa seja vulnerável a qualquer tipo de enfermidade. Por outra parte, o paciente padece todos os inconvenientes da quimioterapia, como perda do cabelo, vômitos e mal-estar geral. Este procedimento só pode ser feito em pacientes menores de 12 anos que padeçam a enfermidade por menos de 42 dias.

Os dados do Ministério de Saúde indicam que a cada dez segundos morre uma pessoa pelas conseqüências da diabetes, e nesses dez segundos, seis pessoas adquirem a enfermidade.Como sabemos a terapia com células tronco adultas já é utilizado no tratamento de mais de 75 doenças, e não precisa destruir embriões humanos, que são vidas.  

Lamentávelmente ontem o STF aprovou o uso de embriões humanos – que são vidas humanas – para a realização de pesquisas, nas quais os milhares de embriões são destruídos desumanente. A CNBB, a Conferência dos Bispos do Brasil, emitiu uma nota muito clara e oportuna lamentando a decisão do STF. Vale a pena destacar que a CNBB afirma que: 1 – o embrião é uma vida humana que não pode ser destruída; 

 2 – a questão não é apenas religiosa, a embriologia e a biologia confirma que o embrião é um ser humano; 

3 – não há até hoje nenhum protocolo médico que autorize pesquisas científicas com células-tronco obtidas de embriões humanos em pessoas, por causa do alto risco de rejeição e de geração de teratomas [câncer]. 

4 – as células-tronco embrionárias não são o remédio para a cura de todos os males. As células-tronco adultas, retiradas do próprio paciente, já beneficiam mais de 20 mil pessoas com diversos tipos de tratamento de doenças degenerativas. 

Temos que lamentar profundamente que a Instância máxima de decisão judicial da Nação não tenha decidido em sintonia com a voz da Igreja que é a voz de Cristo e do Pai. Jesus disse `a Igreja: “Quem vos ouve a Mim ouve; quem vos rejeita, a Mim rejeita; e quem me rejeita, rejeita Aquele que me enviou” (Lc 10,16). 

Isto nos alerta a educarmos na fé as crianças, os adolescentes e os jovens, catequisando-os segundo o Evangelho de Cristo e de Igreja, para que amanhã, quando assumirem os destinos da Nação, decidam segundo a lei de Cristo.  

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br 

 

 

CNBB lamenta decisão do STF sobre células-tronco 

 

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB lamenta a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que julgou a validade constitucional do artigo 5º e seus parágrafos da Lei de Biossegurança, n. 11.105/2005, que permite aos pesquisadores usarem, em pesquisas científicas e terapêuticas, os embriões criados a partir da fecundação “in vitro” e que estão congelados há mais de três anos em clínicas de fertilização. 

A decisão do STF revelou uma grande divergência sobre a questão em julgamento, o que mostra que há ministros do Supremo que, nesse caso, têm posições éticas semelhantes à da CNBB. Portanto, não se trata de uma questão religiosa, mas de promoção e defesa da vida humana, desde a fecundação, em qualquer circunstância em que esta se encontra. 

Reconhecer que o embrião é um ser humano desde o início do seu ciclo vital significa também constatar a sua extrema vulnerabilidade que exige o empenho nos confrontos de quem é fraco, uma atenção que deve ser garantida pela conduta ética dos cientistas e dos médicos, e de uma oportuna legislação nacional e internacional. 

Sendo uma vida humana, segundo asseguram a embriologia e a biologia, o embrião humano tem direito à proteção do Estado. A circunstância de estar “in vitro” ou no útero materno não diminui e nem aumenta esse direito. É lamentável que o STF não tenha confirmado esse direito cristalino, permitindo que vidas humanas em estado embrionário sejam ceifadas. 

No mundo inteiro, não há até hoje nenhum protocolo médico que autorize pesquisas científicas com células-tronco obtidas de embriões humanos em pessoas, por causa do alto risco de rejeição e de geração de teratomas. 

Ao contrário do que tem sido veiculado e aceito pela opinião pública, as células-tronco embrionárias não são o remédio para a cura de todos os males. A alternativa mais viável para essas pesquisas científicas é a utilização de células-tronco adultas, retiradas do próprio paciente, que já beneficiam mais de 20 mil pessoas com diversos tipos de tratamento de doenças degenerativas. 

Reafirmamos que o simples fato de estar na presença de um ser humano exige o pleno respeito à sua integridade e dignidade: todo comportamento que possa constituir uma ameaça ou uma ofensa aos direitos fundamentais da pessoa humana, primeiro de todos o direito à vida, é considerado gravemente imoral. 

A CNBB continuará seu trabalho em favor da vida, desde a concepção até o seu declínio natural. 

Brasília, 29 de maio de 2008. 

Dom Geraldo Lyrio RochaArcebispo de MarianaPresidente da CNBB 

Dom Luiz Soares VieiraArcebispo de ManausVice-Presidente da CNBB 

Dom Dimas Lara BarbosaBispo Auxiliar do Rio de JaneiroSecretário-Geral da CNBB 

Tendo em vista a importância e urgência do assunto em defesa da vida humana, coloco abaixo importante documento sobre a votação do STF encaminhado pelo Prof. Hermes Rodrigues Nery, Coordenador da Comissão Diocesana em Defesa da Vida, Movimento Legislação e Vida da Diocese de Taubaté:
 

Caríssimo Prof. Felipe Aquino,

Designado por Dom Carmo João Rhoden (Bispo da Diocese de Taubaté) e Pe. Ethewaldo L. Naufal Júnior (Presidente Executivo da Comissão Diocesana em Defesa da Vida da Diocese de Taubaté), estaremos novamente em Brasília para a difícil missão de evitar que o Supremo Tribunal Federal decrete a morte dos embriões humanos, buscando sensibiizar os Ministros do STF a reconhecer o nascituro como pessoa humana e, portanto, com direito à vida, em nosso País.

A grande imprensa, a opinião pública e parte do mundo acadêmico estão investindo pesado para que não prevaleça a verdade sobre as células-tronco embrionárias. Daí que estaremos apresentando pessoalmente um importante DOCUMENTO em audiência pública, na Câmara dos Deputados, denunciando a fraude científica daqueles que afirmam que os embriões congelados são inviáveis, o que não é verdade, pois comprovamos no documento que será apresentado aos deputados – especialmente pelo testemunho de jovens que foram embriões congelados e hoje vivem saudavelmente.

Estaremos denunciando claramente aos deputados federais a falácia, o engodo, a mentira e os perversos interesses que estão por trás daqueles que querem aprovar no STF o crime contra a vida dos mais indefesos.  

Obs: O  DOCUMENTO -

UMA QUESTÃO DECISIVA PARA A ADIN 3510: OS EMBRIÕES CONGELADOS SÃO INVIÁVEIS?que será apresentado na próxima terça-feira, dia 27 de maio, às 16h30, em audiência pública, no Anexo II, Plenário 12, da Câmara dos Deputados, pode ser lida em nosso site www.cleofas.com.br
Prof. Hermes Rodrigues Nery
Coordenador da Comissão Diocesana em Defesa da Vida
Movimento Legislação e Vida
Diocese de Taubaté

(12) 39712315 – 9155.4328

Dra. Alice Teixeira Ferreira* 

 

Eis a lista de mentiras que se divulgam sobre as células embrionárias: 

1) A Igreja é obscurantista e impede o desenvolvimento da ciência: 

A verdade é que querem acabar com a única instituição que defende o ser humano desde o inicio de sua vida que se dá na concepção até sua morte natural.Que o início da vida humana se dá quando o espermatozóide fecunda o óvulo já foi demonstrado em 1827 por Karl Ernst von Baer. Não é dogma da Igreja, pois somente com o acúmulo de evidencias sobre este FATO é que o Papa Pio IX em 1869 propôs que era dever da Igreja defender o embrião humano desde a concepção. Atualmente os embriologistas acrescentaram mais evidencias de que a fertilização é o inicio do inicio: Dra Magdalena Zernica-Goetz mostrou, em 2002, que a primeira divisão do zigoto não se dá por acaso, “ela já define o nosso destino”. 

Nature Reviews Molecular Cell Biology, (2005),  vol.6, (12): 919-928.Embriologia e Karl Ernst von Baer na Wipedia.Embriologia Clínica Moore e Persaud.Los quince primeros dias de uma vida humana. Natalia López Moratalla e Maria J. Iraburu Elizalde. EUNSA. 

2) As células embrionárias humanas são pluripotentes e vão salvar vidas. 

A verdade é que estas células não apresentam divisão assimétrica como as células-tronco. Elas são imortalizadas e são semelhantes às células cancerígenas; multiplicam-se rapidamente e quando se diferenciam  logo morrem, não se renovando. Elas não se fixam nos nichos das células-tronco adultas presentes no organismo. Os corpos embrioides injetados são rejeitados imunologicamente e se injetados em animais imunossuprimidos geram câncer de caráter embrinário. Por isto não dispomos de exemplo de uma vida, mesmo de roedores, que tenha sido salva com estas células. Como diz a Dra. Lenise Garcia: “Que vidão terão estas células extraídas do embrião humano: viverão como câncer num camundongo.” 

JL Sherley. Cell Proliferation, (2008), vol.41, Supplement1: 57-64. 

3) As células embrionárias podem transformar-se em todos os tecidos. 

A verdade é que tal afirmação baseia-se no desenvolvimento embrionário, mas tal fato não foi demonstrado até hoje por problema metodológico: não existe uma tecnologia que permita distinguir todos os tipos de  células do organismo humano. Eu trabalho com culturas de células há 20 anos e enfrento este problema corriqueiramente. 

CP McGuckin e N Forraz. . Cell Proliferation, (2008), vol.41, Supplement1: 31-40 

Neste artigo McGuckin demonstra também a pluripotência das células-tronco do sangue de cordão conseguindo observar a sua transformação
em células nervosas. Fato também demonstrado por Prof. Dr. Paul Sanberg.
PNAS, (2007), vol.104: 11869-11870. 

4) As células embrionárias tem como fonte única o embrião que necessita ser estourado para se obter sua massa celular interna. 

A verdade é que existem outras fontes destas células: o líquido amniótico, as espermatogônias e oogônias que a PrimeCell consegue reverter para o estado embrionário e agora as iPCs( induced pluripotent cells, células pluripotentes por indução ) desenvolvidas por Dr. Yamanaka. Outra verdade é que este cientista, que eu conheço pessoalmente, diz que as informações necessárias para obter as iPCs foram obtidas de células embrionárias de CAMUNDONGO. Numa entrevista ele relatou que “numa clínica de reprodução assistida, ao observar num microscópio um embrião humano, tive mudada a minha carreira científica. Quando vi o embrião, de repente compreendi que havia muito pouca diferença entre ele e minhas filhas. Eu pensei, nós não podemos destruir embriões humanos
em pesquisa. Tem de haver uma outra maneira de estudar as células embrionárias”.
                                                 The New York Times, Dec 11,2007 

Dr. Yamanaka obteve as informações sobre os fatores de transcrição que regulam a multiplicação e diferenciação de células-tronco embrionárias estudando embriões de camundongos. 

S. Yamanaka. Cell Proliferation, (2008), vol.41, Supplement1: 51-56. 

No mesmo mês, foi apresentada uma significativa melhora no método de obtenção das células iPC, num encontro sobre células-tronco,
em Nova York, por John Sundsmo, presidente da PrimeGen, Irvine, CA, EUA. De acordo com Sundsmo células de pele, de rim e retina incorporaram partículas de carborno que transportavam em suas superfícies proteínas responsáveis pela transformação destas células em células pluripotentes, mais rapidamente e com eficiência 1000 vezes maior, sem ricos de produzirem cânceres. O processo está sendo patenteado.
 

Peter Aldhous NewScientist.com news service 27 February 2008 

Interessante que esta notícia tão importante não foi divulgada entre nós, nem pelos meios de comunicação científicos. 5) Embriões humanos congelados por mais de 3 anos vão para o lixo pois não geram uma pessoa. 

A verdade é que tem embrião humano congelado por até 13 anos que resultou numa criança saudável. São vários os exemplos que podem ser encontrados em http://www.youtube.com/watch?v=Pf9dI3UdWq0  

  Ao descongelar já é possível identificar se as células estão boas. Seestiverem vacuolizadas estão em processo de morte e não serve para nada pois não se obtém culturade células mortas. 

6) Querem comparar o embrião na fase de blastocisto com o pacientedescerebrado do qual se colhe os órgão para transplante. 

A verdade é que o embrião contem o programa completo para gerar não só o cérebro como todos os demais órgãos, o que não ocorre com a morte cerebral que é irreversível. 

7) As lesões de espinha dorsal só tem solução com transplante de células embrionárias humanas. 

A verdade de acordo com Dr. DC Hess e CV Borlongan (Cell Proliferation, 2008, vol. 41(Suppl 1), 194-114) no artigo intitulado Stem Cells and neurological deseases, é que o cisto , a cavidade que se forma no local da lesão, é o grande obstáculo para a solução com transplante de células, seja células embrionárias seja células tronco adultas,. Mesmo se utilizadas as células expandidas sobre um arcabouço não se tem a formação das conecções entre as célula nervosas de maneira correta. O Dr.
Carlos Alberto Moreira do Hospital Albert Einstein, apesar de ser favorável à pesquisa com células embrionárias (por outras razões, diga-se de passagem) e que estuda estas conecções (sinapses) concorda plenamente com este autores (Hess e Borlogan). Trata-se de uma hipótese muito remota de que as células embrionárias humanas servirão para terapia celular.
 

8) Finalmente, durante a conferência, que foi organizada pela Associação Nacional para a Defesa do Direito à Objeção de Consciência (ANDOC) na Academia de Medicina de Granada, a pesquisadora Natália López Moratalla, catedrática de Bioquímica da Universidade de Navarra, afirmou que hoje a pesquisa «derivou decididamente para o emprego das células-tronco ‘adultas’, que são extraídas do próprio organismo e que já estão dando resultados na cura de doentes’». 

Segundo López Moratalla, «existem cerca de 600 protocolos que utilizam células-tronco adultas, e não se apresentou nenhum com células de origem embrionárias». As células adultas «possuem o mesmo potencial de crescimento e diferenciação das células-tronco embrionárias e substituem muito bem as possibilidades biotecnológicas sonhadas para aquelas».«As últimas descobertas sobre as possibilidades terapêuticas das células-tronco adultas, põem em suspeita abertamente as duas grandes ‘promessas’ propiciadas pela nova lei espanhola de biomedicina: o uso e criação de embriões para pesquisa e a chamada clonagem terapêutica. Aos graves problemas éticos já conhecidos (a destruição indiscriminada de milhares de embriões humanos), se unem evidências científicas que questionam cada vez sua utilidade terapêutica», afirmou a pesquisadora.«As células-tronco embrionárias fracassaram. Caiu, pelo peso de sua própria irracionalidade, o uso terapêutico de células provenientes de embriões gerados por fecundação, ou células humanas provenientes da transferência nuclear a óvulos (o que se conhece por clonagem terapêutica)», reiterou. 

Tendo em vista os esclarecimentos acima seria ético que se parasse com esse engodo que sugere que as células embrionárias humanas, obtidas com a morte de embriões humanos, vão fazer paralíticos andar, cego enxergar, etc. 

 

*Dra. Alice Teixeira Ferreira, médica formada na Escola Paulista de Medicina em 1967, Doutorada
em Biologia Molecular em 1971, pos-doc na Research Division da Cleveland Clinic Foundation , EUA, Livre Docente da UNIFESP/EPM.