D.Redovino, bispo de Dourados, fala do perigo da lei da homofobia

Filed under: Homossexualidade — Prof. Felipe Aquino at 9:22 pm on Thursday, July 24, 2008

 

 

BRASÍLIA, quinta-feira, 10 de julho de 2008 (ZENIT.org).- A lei da homofobia (PL 122/2006), que tramita no Senado brasileiro, concederia privilégios ao homossexualismo, comenta o bispo de Dourados (Mato Grosso do Sul). 

Segundo Dom Redovino Rizzardo, a lei, destinada a proteger quem opta por atitudes e práticas homossexuais, «não é tão inofensiva como parece». 

«Para defender e amparar pessoas que até agora se sentiram marginalizadas, corre-se o perigo de violentar a quem pensa e age diferente», escreve o bispo, em artigo difundido pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) nessa segunda-feira. 

De acordo com Dom Redovino, se aprovado, «o projeto criará situações constrangedoras para a Igreja Católica que, em seu proceder, procura se pautar pelo Evangelho». 

Assim –comenta o prelado–, «um sacerdote que, em sua homilia, condenar o homossexualismo, poderá ser julgado por “ação constrangedora de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica”. A decisão do reitor de não admitir no seminário um candidato homossexual poderá lhe acarretar de três a cinco anos de reclusão.» 

Pelo que tudo indica –destaca o bispo de Dourados–, «a partir da vigência do decreto de lei, além dos direitos fundamentais garantidos pela Constituição Federal a todos os cidadãos brasileiros, os homossexuais terão privilégios e benesses que derivam de sua opção sexual». 

«Em contrapartida, todos aqueles que não se conformam com comportamentos homossexuais, deverão silenciar ou preparar-se para ocupar uma cela em algum presídio do país», afirma. 

Segundo Dom Redovino, «a lei que pretende conceder privilégios ao homossexualismo, criando a figura penal da “homofobia”, não é tão inofensiva como parece». 

«Se já agora as organizações homossexuais, com o apoio do governo e o aplauso dos meios de comunicação social, conseguem, junto ao Poder Judiciário, indenizações não insignificantes por “danos morais”, ninguém imagina o que poderá acontecer após a aprovação do decreto-lei.»

Fonte:  http://www.zenit.org/article-18987?l=portuguese – 10.07.2008 

 

 

 

STJ analisa processo de União homossexual pela ótica do Direito de família

Filed under: Homossexualidade — Prof. Felipe Aquino at 2:35 am on Tuesday, April 1, 2008

Recebi do Dr. Paul Medeiros Krause, Procurador do Banco do Brasil em Belo Horizonte, a importante informação de que  está na pauta de julgamento desta semana no Superior Tribunal de Justiça o julgamento da questão estável da união de homossexuais. A conclusão da análise na 4ª Turma depende do voto do ministro Massami Uyeda, que pediu vista do processo na última sessão. Esta é a primeira vez que o STJ analisa o caso sob a ótica do Direito de Família. Até então, a união homossexual vem sendo reconhecida pela Corte como sociedade de fato, sob o aspecto patrimonial.

Na Turma, a questão se encontra com dois votos contrários ao conhecimento e um a favor. O recurso discute o caso de um casal formado por um agrônomo brasileiro e um professor canadense. Eles propuseram ação declaratória de união estável na 4ª Vara de Família de São Gonçalo (RJ). Alegam que vivem juntos desde 1988, de forma duradoura, contínua e pública. O objetivo principal do casal era pedir visto permanente para que o estrangeiro pudesse viver no Brasil, a partir do reconhecimento da união. A ação, contudo, foi extinta sem julgamento do mérito pelo Judiciário fluminense.

Podemos nos manifestar junto ao STJ a fim de que vote contra a aplicação das regras de direito de família à união entre homossexuais; pois esta união é contra a moral católica. A família, segundo o desejo de Deus, é somente a união permanente de um homem e uma mulher. A união de homossexuais, para a Igreja,  com o caráter de “familia”, ameaça a verdadeira família e o bem da sociedade.

Esta  notícia foi extraída do site Consultor Jurídico, de 28 de março de 2008.  O e-mail da Ouvidoria do STJ para manifestações é: ouvidoria@stj.gov.br . 

Fonte: http://conjur.estadao.com.br/static/text/65032,1 

Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br 

Os cristãos e a homossexualidade

Filed under: Homossexualidade — Prof. Felipe Aquino at 2:36 am on Monday, March 17, 2008

Por: Dom Redovino Rizzardo, cs-Bispo de Dourados/MS

Há poucos dias, numa viagem de avião, deparei-me com uma revista de turismo, que descrevia pormenorizadamente o paraíso que é uma ilha da Grécia, procurada por magnatas do mundo inteiro. A certa altura, o articulista se dizia impressionado pelo grande número de casais homossexuais que viu passeando descontraidamente na praia e pelas ruas da cidade, «sem causar - concluía ele - o menor embaraço a ninguém, já que o povo da ilha não parece sofrer tabus ou preconceitos de espécie alguma».

O fato de os habitantes da ilha grega não terem tabus ou preconceitos contra a homos-sexualidade não coincide necessariamente com uma evolução da espécie humana. A grandeza e o êxito da pessoa e da sociedade dependem dos valores que se abraçam ou perseguem e de sua verificação na prática do dia-a-dia. Para que determinados conceitos, parâmetros e comportamentos possam ser aceitos, valorizados e difundidos, precisam respeitar as exigências da razão, da ética e do bom senso.

Fundamentados nesses princípios, não é preciso ser cristão para entender que o relacionamento sexual - e mais ainda o casamento - só pode ser entre homem e mulher. Se não há oposição entre ciência e religião - e se houver, uma delas deve ser descartada -, nesse campo a biologia, a psicologia e a fé sintonizam plenamente entre si: anatomicamente, os órgãos sexuais são diferentes e complementares; e psicologicamente, sabe-se que a realização humana acontece somente no encontro maduro, aberto e confiante com o diferente, ou seja, entre homem e mulher.

Quanto aos cristãos, só podem definir-se como tais os que acolhem a palavra de Deus, mesmo se, na prática da vida, devido à fraqueza humana, nem sempre lhe conseguem ser fiéis. E o que diz a palavra de Deus? Desde as primeiras páginas da Bíblia, ela não deixa nenhuma dúvida a esse respeito: «Deus criou o ser humano à sua imagem e semelhança: homem e mulher os criou» (Gn 1, 27).

Apesar de viver lado a lado com povos para quem a homossexualidade era comum, o povo hebreu jamais abandonou o projeto de Deus, tanto que lhe foi normal acolher a determinação dada por Moisés: «Nenhum homem deverá ter relações com outro homem, pois se trata de uma abominação» (Lv 18, 22).

De sua parte, Jesus, que derrogou algumas normas da Primeira Aliança - «Ouvistes o que foi dito aos antigos; eu, porém, vos digo» (Mt 5, 21-22) -, quanto ao casamento heterossexual, porém, se refaz aos primórdios da criação: «Não lestes que, no princípio, o Criador os fez homem e mulher? Por isso, um homem deixa seus pais, junta-se à sua mulher e os dois se tornam uma só carne» (Mt 19, 4-5).

A mesma linha foi seguida por seus discípulos. Referindo-se aos pagãos, São Paulo escrevia aos romanos: «Visto que eles trocaram a verdade de Deus pela mentira, venerando as criaturas em lugar do Criador, Deus os entregou a paixões vergonhosas. Suas mulheres substituíram as relações naturais por outras antinaturais. O mesmo aconteceu com os homens: deixando a relação natural com a mulher, arderam de paixão uns com os outros, cometendo infâmias entre si e recebendo em si próprios a paga devida a seus extravios» (1, 25-27).

Para quem não tem a Bíblia como referencial, fica muito mais complicado encontrar o caminho a seguir. Quem deverá ocupar o seu lugar para estabelecer as leis que norteiem o comportamento humano na sociedade? Uma consulta popular? O Senado ou a Câmara dos Deputados? A Presidência da República? A Polícia? O Supremo Tribunal Federal? Sem Deus, não existem verdades, mas opiniões, que podem mudar de pessoa para pessoa, de época em época. A conclusão, então, só poderá ser: «Salve-se quem puder!»
Com isso, não se pretende condenar ao fogo do inferno a quantos optam por atitudes ou comportamentos homossexuais. Todos os que buscam a verdade na sinceridade do coração, se sentem irmãos de São Paulo, que reconhecia com humildade: «O querer está a meu alcance, mas não o fazer o bem. Não faço o bem que quero, mas o mal que não quero» (Rm 7, 19).

Ao invés, porém, de se acomodar em suas fraquezas, ele se jogava em Deus e nele encontrava forças para buscar a cura: «Quem me libertará dessa condição de morte? A graça de Deus, por Jesus Cristo» (Rm 7, 25).
Por ser discípula de Cristo e formada de pessoas humanas, a Igreja aprendeu a absolver sempre a todos os pecadores. Mas jamais poderá absolver o pecado, negando-o ou justificando-o…

Fonte: Diocese de Dourados/MS

Você sabe o que quer dizer a expressão “Gênero”?

Filed under: Homossexualidade — Prof. Felipe Aquino at 2:31 am on Saturday, February 2, 2008

O Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, Presidente do Pró-Vida de Anápolis, escreveu um importante artigo explicando que por trás dessa palavra se esconde uma perigosa ideologia que pode levar `a destruição da família e da sociedade. Por isso, publico o seu artigo, com sua devida autorização. É importante que as pessoas que se preocupam com a família, leiam e meditem sobre este assunto. Faz pensar o que disse Arnaldo Jabor:

“Antigamente a tendência homossexual era proibido no Brasil. Depois, passou a ser tolerado. Hoje é aceito como comportamento normal… Eu vou-me embora, antes que se torne obrigatório.”

Prof. Felipe Aquino - www.cleofas.com.br


“Hoje em dia, muitas vezes a palavra “gênero” aparece em contextos onde esperávamos encontrar a palavra “sexo”. Em vez de se falar de diferença entre os sexos, fala-se de diferença entre os gêneros. Em vez de discriminação por causa de sexo, fala-se em discriminação por causa de gênero.

As pessoas desavisadas podem achar que o termo “gênero” inofensivo. Seria apenas um sinônimo de sexo. No entanto tal palavra esconde toda uma ideologia: a “ideologia de gênero”. Sobre este assunto, a Conferência Episcopal Peruana elaborou um documento “La ideología de género: sus peligros y sus alcances”[1], publicado em abril de 1998,cujo conteúdo pretendo resumir aqui.

A chamada “perspectiva de gênero” resume-se nos seguintes princípios:

1. Não existe um homem natural nem uma mulher natural. O ente humano nasce sexualmente neutro. A sociedade é que constrói os papéis masculinos ou femininos. “Gêneros” são papéis socialmente construídos.

2. Não é a natureza, mas a sociedade que impõe à mulher e ao homem certos comportamentos e certas normas diferentes. Assim, se desde pequena a mulher brinca de boneca e casinha, isso não se deve a um instinto materno (que para as feministas de gênero não existe), mas simplesmente a uma convenção social. Se as mulheres casam-se com homens, e não com outras mulheres, isso não se deve a uma lei da natureza, mas uma construção da sociedade. Se os homens sentem-se na obrigação de trabalhar fora de casa para sustentar a família, enquanto as mulheres sentem necessidade de ficar junto aos filhos, nada disso é natural. São
meros papéis, desempenhados por tradição, mas que poderiam perfeitamente ser trocados.

3. Tais idéias, que são meras construções sociais, servem para justificar o domínio da mulher pelo homem. Assim, a mulher, ingenuamente, “acredita” que seu lugar mais importante é o lar, que nasceu para se mãe, que deve sacrificar-se pelos filhos, que deve ser fiel ao marido… Tais “construções sociais” não têm fundamento, dizem as feministas. Assim, é preciso “desconstruir” tais idéias, conscientizando a mulher de que ela está sendo enganada e explorada.

4. Uma vez liberta de tais “construções sociais”, a mulher vê-se livre
para construir a si mesma: pode livremente optar por ser lésbica, por não ser mãe ou por matar o filho concebido (ou, como se diz, “interromper a gravidez”). Tudo passa a ser permitido.

O marxismo: origem da ideologia de gênero

A ideologia de gênero, que causou enorme discussão na IV Conferência mundial das Nações Unidas sobre a Mulher (Pequim, 1995), tem sua origem em Frederick Engels, amigo inseparável de Karl Marx. Em seu livro “A origem da família, da propriedade e do Estado” (1884), Engels dizia:

“O primeiro antagonismo de classes da história coincide com o desenvolvimento do antagonismo entre o homem e a mulher, unidos em matrimônio monógamo, e a primeira opressão de uma classe por outra, com a do sexo feminino pelo masculino”[2].

Segundo a doutrina marxista, não há conciliação possível entre as classes. Operários e patrões são necessariamente inimigos. Os operários não devem buscar melhorias para sua classe. Devem fazer uma revolução, que terá por fim acabar com as classes. Marx pregava uma tomada do poder pelo proletariado. Depois de algum tempo, o Estado iria desaparecer, não haveria mais classes sociais e tudo seria comum. Seria instaurado o comunismo.

Seguindo a mesma linha, o feminismo atual, com bases no marxismo, não deseja simplesmente melhorias para as mulheres. Deseja eliminar as “classes sexuais”. Diz a feminista radical Shulamith Firestone, em seu livro “The Dialectic of Sex” (A dialética do sexo):

“… assegurar a eliminação das classes sexuais requer que a classe subjugada (as mulheres) faça uma revolução e se apodere do controle da reprodução, que se restaure à mulher a propriedade sobre seus próprios corpos, como também o controle feminino da fertilidade humana, incluindo tanto as novas tecnologias como todas as instituições sociais de nascimento e cuidado de crianças. E assim como a meta final da revolução socialista era não só acabar com o privilégio da classe econômica, mas com a própria distinção entre classes econômicas, a meta definitiva da revolução feminista deve ser igualmente - à diferença do primeiro movimento feminista - não simplesmente acabar com o privilégio masculino, mas com a própria distinção de sexos: as diferenças genitais entre os seres humanos já não importariam culturalmente”.

As feministas de gênero, fiéis à visão marxista, dizem que toda desigualdade é injusta. Que o trabalho exercido pelo homem seja diferente do exercido pela mulher é simplesmente uma injustiça institucionalizada. É preciso acabar com ela. A respeito da mulher que opta por ficar em seu lar cuidando dos filhos, diz a feminista Christina Hoff Sommers:

“Pensamos que nenhuma mulher deveria ter esta opção. Não se deveria autorizar a nenhuma mulher ficar em casa para cuidar de seus filhos. A sociedade deve ser totalmente diferente. As mulheres não devem ter essa opção, porque se essa opção existe, demasiadas mulheres decidirão por ela”[3].

(Até aqui o resumo do documento da Conferência Episcopal Peruana)

Redefinição de família

O feminismo de gênero é inimigo frontal da família, lugar em que os papéis de cada sexo são “socialmente construídos”. Para abolir a família, é mais eficiente conservar seu nome e mudar o seu sentido. Família poderia significar não apenas a união perpétua entre um homem e uma mulher com seus filhos (como nós a conhecemos), mas também, por exemplo, a união de duas lésbicas e mais uma criança gerada por inseminação artificial; ou então dois homossexuais e um filho “adotivo”.

A recém-aprovada Lei 11.340, de 7 de agosto de 2006, conhecida como “Lei Maria da Penha”, redefine família como “a comunidade formada por indivíduos que são ou se consideram aparentados, unidos por laços naturais, por afinidade ou por vontade expressa” (art. 5*, II). E acrescenta: “As relações pessoais enunciadas neste artigo independem de orientação sexual” (art. 5*, parágrafo único). Essa lei, sancionada como objetivo de coibir a violência contra a mulher, pretende ser o cumprimento da “Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres” (CEDAW), que o Brasil assinou em 1981 e ratificou em 1984. O texto da Convenção nada fala em favor do aborto ou da tendência homoessexual. Mas o Comitê internacional estabelecido para acompanhar o cumprimento da Convenção tem defendido abertamente tais idéias. Curioso é o texto em que o Comitê critica a Bielo-Rússia (também chamada Belarus) pela reintrodução do “Dia das Mães” e do “Prêmio das Mães”:

“Preocupa o Comitê a contínua prevalência dos estereótipos do papel de cada sexo e a reintrodução de símbolos como o ‘Dia das Mães’ e o ‘Prêmio das Mães’, que é visto como um encorajamento aos papéis tradicionais das mulheres. Preocupa também se a introdução da educação dos direitos humanos e de gênero, em oposição a tal estereotipação, está sendo efetivamente implementada.”[4]

Como se vê, a educação sob perspectiva de gênero é indicada pelo Comitê como remédio para a falta cometida pela Bielo-Rússia, de instituir um dia para valorizar a maternidade da mulher, que é apenas um “papel tradicional” a ser eliminado.

Homofobia

Se nada há de natural na complementação homem-mulher, os que criticam a tendência homossexual devem ser punidos como “homofóbicos”. Pelo Projeto de Lei 5003-B, de 2001, aprovado pela Câmara em 23/11/2006, a prática de atos de homossexualidade deixa de ser vício e passa a ser direito humano. Essa proposição, que vai agora à apreciação pelo Senado, cria várias condutas consideradas crimes de “homofobia”. A punição para o reitor de um seminário que não admitir o ingresso de um aluno homossexual está prevista para 3 a 5 anos de reclusão (art. 5*)[5].
Aquele que ousar proibir ou impedir a prática de um ato obsceno (”manifestação de afetividade”) praticado em público por homossexuais receberá idêntica sanção penal (art. 7*). Interessante é como a palavra “gênero” aparece tantas vezes na proposta legislativa. Já em seu artigo1*, ela diz que pretende definir “os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero”.

É preocupante que a “perspectiva de gênero” esteja presente entre os propósitos do segundo governo Lula. À promoção da tendência homossexual é dedicado um caderno de 14 páginas: “Lula presidente: construindo um Brasil sem homofobia: Programa Setorial Cidadania GLBT 2007 / 2010″ .Sem o menor escrúpulo, o presidente se compromete a aprovar a “união civil entre pessoas do mesmo sexo, estendendo aos casais homossexuais os mesmos direitos que os casais heterossexuais possuem. Inclusive o reconhecimento e proteção de suas famílias, garantindo o direito à adoção” (p. 13).[6]

A doutrina cristã sobre a sexualidade

Homens e mulheres são diferentes, mas não são inimigos natos. Ao contrário, são mutuamente complementares. Um precisa do outro e completa-se no outro [7]. Porém, pela ideologia de gênero, esta visão cristã que vê em cada sexo uma vocação e missão específica é taxada de visão “sexista”. O “sexismo” e a “homofobia” são dois inimigos a serem combatidos por essa ideologia. Como se percebe, quem tem coragem para defender a doutrina cristã deve estar pronto para ser perseguido. Anápolis, 6 de janeiro de 2007
Fonte: http://www.providaanapolis.org.br/genero.htm

[1] CONFERENCIA EPISCOPAL PERUANA. Comisión Episcopal de Apostolado
Laical. Comisión ad-hoc de la mujer. La ideología de género: sus
peligros y alcances. Lima, abr. 1998. Disponível em

http://www.vidahumana.org/vidafam/iglesia/genero.html.

[2] ENGELS, Frederick , The Origin of the Family, Property and the
State, International Publishers, New York , 1972, pp. 65-66.

[3] SOMMERS, Christina Hoff. Who Stole Feminism?, Simon & Shuster , New
York , 1994, p.257.

[4] Concluding Observations of the Committee on the Elimination of
Discrimination Against Women: Belarus .
31/01/2000, n. 361.

[5] Recusar, negar, impedir, preterir, prejudicar, retardar ou excluir,
em qualquer sistema de seleção educacional, recrutamento ou promoção
funcional ou profissional: Pena - reclusão de 3 (três) a 5 (cinco) anos.

[6] Disponível em:

<http://www.lulapresidente.org.br/site/download/militante/cartilha/GLBT_205×265.zip

[7] Cf. CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ. Carta aos Bispos da Igreja
Católica sobre a colaboração do homem e da mulher na Igreja e no mundo.
31 maio 2004.

SOFISMA SOLERTE

Filed under: Homossexualidade — Prof. Felipe Aquino at 4:27 pm on Wednesday, December 12, 2007

Dom Aloísio Roque Oppermann, scjArcebispo Metropolitano de Uberaba, MG Tendo lecionado Biologia por muitos anos (tenho muitos ex-alunos médicos), sempre estive antenado para um assunto de transcendental importância: a tendência homossexual provém de carga genética, ou é fruto de condições ambientais? O estudo do Genoma Humano, um trabalho maiúsculo da ciência moderna, até o momento não descobriu gens portadores dessa tendência sexual. “Tu formaste meus rins, tu me teceste no seio materno” (Sl 139, 13). A conclusão, embora provisória, é de que essa tendência homossexual se desenvolveu na primeira infância. Veio do modo de educar, de experiências fortes nos albores da existência, de manifestações da mãe ou do pai, de coleguinhas que direcionaram as atenções para uma precoce manifestação sexual. Assim temos dois gêneros: o masculino e o feminino. Mas coexistem várias outras tendências de gênero, que podem chegar a seis. Os conhecimentos pedagógicos ainda têm muito a evoluir até chegar a um quadro melhor do que está atualmente. O futuro nos reserva grandes surpresas. Os pais poderão interferir – para o bem – na carga genética dos filhos, definindo as suas escolhas sexuais. Os educadores (os pais na frente), tomarão consciência de sua influência na formação da personalidade, e das suas tendências. O novo ser humano é uma cera, que se deixa moldar com facilidade até os dois anos de vida. Nesta altura as maiores definições estão encerradas.

Pois bem. Tivemos, infelizmente, vários casos de pedofilia entre o clero. Isso é uma grande dor para todos os fiéis. Certos jornalistas sentem especial atração em explorar esses infelizes casos. E aí aparece a sentença definitiva: tudo isso acontece por causa do celibato sacerdotal. A conclusão irrevogável é a queda estrondosa dessa lei iníqua. Com mais um exemplo se quer provar que Jesus induziu a erro a Igreja, quando aconselhou essa maneira de servir ao povo, de maneira integral. Saibam todos que essa lei não cria nenhum pedófilo. O Seminário não cria nenhum pedófilo. Esses tais já entraram “formados” nas nossas fileiras. O que aconteceu é que os educadores foram incapazes de perceber essa tendência, nem a psicologia detectou qualquer fato estranho. Precisamos é de melhores acompanhamentos, e de mais tempo de formação. Fonte: Arquidiocese de Uberaba-MG

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