Nossa Catedral Basílica (recém-pintada) amanheceu pichada com jargões: legalização do aborto; machismo mata.
Quem pratica esse tipo de barbarismo?
Algum grupo de pressão pró-aborto? Enquanto essa gente utiliza o expediente do terrorismo emocional, pichando o templo religioso, milhares de voluntárias da Pastoral da Criança promovem a vida e a esperança, assumindo práticas de saúde preventiva às gestantes, aos nascituros, à mãe, à criança, bem como às pessoas idosas, envolvendo as famílias nas políticas de proteção à vida.
Nossas voluntárias não saem às escondidas para reivindicar a morte de inocentes. Nossas lideranças trabalham incansavelmente à luz do dia visitando as famílias que vivem em condições precárias nos bolsões de pobreza. Nosso objetivo é salvar vidas e não eliminá-las arbitrariamente. Semelhante trabalho de proteção à vida realiza a Pastoral da Pessoa Idosa.
Uma característica de fidelidade ao Mestre é o martírio, o testemunho dos valores contidos no Evangelho de Jesus.
A propósito, a rejeição ao aborto no Brasil aumentou em 17 anos. De acordo com a pesquisa Datafolha no final de 2011, 71% da população afirma que a legislação brasileira sobre o tema deve ficar como está. Somente 7% diz que a prática deveria ser descriminalizada. Desde 1993 a porcentagem dos que defendem que a lei continue como está subiu 17 pontos percentuais (de 54% a 71%). Quem defende a ideia de que o aborto seja permitido em mais situações caiu de 23% para 11%. Os que apoiam a descriminalização caiu de 18% para 7%. Por isso os projetos pró-aborto tramitam há tempo na Câmara e não conseguem adesão dos parlamentares, com medo de perda de votos..
Nosso povo não aceita a imposição do aborto, em nome da bandeira de grupos de pressão feminista ou de outras siglas ideológicas de gênero.
Por falar em siglas, a Liga Brasileira de Lésbicas conseguiu com que Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) retirasse os crucifixos e outros símbolos religiosos das repartições da Justiça do Estado com a justificativa de que o estado é laico.
Grupos de pressão apregoam a tolerância, entretanto, demonstram a sua absoluta intransigência ao marcar uma posição fundamentalista pela eliminação dos símbolos cristãos. Não toleram quem contrarie sua ideologia de gênero. Contradição de complexadas incontroláveis. Ora, o Estado brasileiro é laico, porem, o povo não é ateu. Nosso povo aceita a autonomia das realidades temporais.. Nem o Estado que igrejas a reboque e vice-versa. O povo não pratica nem aceita a imposição do ateísmo.
Nosso povo em sua maioria cristã, praticante ou não, rejeita aqueles/as que insistem em agredir os valores e símbolos que traduzem fé, amor, verdade, vida. Por isso também não aceita uma lei que legalize o aborto provocado livremente.
A “res pubblica” significa a salvaguarda dos bens da coletividade, bens públicos. Entre as várias dimensões dos bens se encontra a liberdade de expressão religiosa. A República brasileira nem se apropria de instituições que professam determinado credo, nem persegue pessoas que professam valores de fé, desde que não prejudique os direitos dos outros e a tranquilidade da ordem pública.

Dom Aldo Pagotto

Arcebispo Metropolitano da Paraíba

Minhas ponderações sobre o artigo:  http://www.istoe.com.br/OS_7_PECADOS_DA_IGREJA_CATOLICA

1º – Primeiro objetivo da matéria: “vender exemplares”. O chamariz no topo da capa da revista para atrair o público.

2º – Segundo objetivo da matéria: “distorcer os fatos e denegrir a Igreja Católica em pleno 12 de Outubro”. A Igreja Católica é Santa e não tem nenhum pecado. Pecadores somos nós. A Igreja Católica é Una, Santa, Católica e Apostólica. O título “Os 7 Pecados da Igreja Católica” é mentiroso, pernicioso e imoral.

3º – Não acredite no teólogo J. B. Libânio. Aparentemente pode parecer coisa boa, pois ele tem o dom da escrita. Mas, nas entrelinhas, sempre tem algo contrário a verdadeira Igreja de Jesus Cristo.

4º – A Igreja não perde fiéis, pois quem é fiel não abandona a Igreja de Cristo.

5º – Com o advento da prosperidade, é normal que as pessoas não procurem o Criador para agradecer o dom da vida. O número de pessoas que se dizem crentes está diminuindo, mas está aumentando o número de pessoas que se dizem doentes, estressados, cansados, fatigados e sem sentido de viver.

6º – O índice de rejeição ao catolicismo é fruto de uma campanha maciça da mídia brasileira, de ataque ao Papa Bento XVI, apoiados por teólogos da Teologia da Libertação, tais como Leonardo Boff, J.B. Libânio, Frei Betto, José Maria Vigil e outros.

7º – Acontece que hoje em dia, as pessoas querem pregar o amor livre entre homossexuais, pervertidos sexuais, legalização do aborto etc. Mas a Igreja Católica não abre mão do Depósito da Fé que recebeu de Jesus Cristo e dos Apóstolos. Se algum padre errar terá que prestar contas do seu erro, assim como homens e mulheres prestarão contas de seus atos.

8º – O índice de escândalos na Igreja é ínfimo se comparado com outras instituições. A pedofilia está presente na família, na Igreja, nas escolas etc.

9º – A Igreja é sábia e detém os sacramentos necessários para a nossa salvação. Eu prefiro seguir os ensinamentos da Igreja que tem 2 mil anos, do que tendências e modismos de gente fraca, pois a Igreja Católica tem identidade. Quem está perdendo a identidade é a sociedade brasileira, basta comparar os números de nascimentos e mortes registrados anualmente.

Por Jaques Douglas Bonamigo – jaquesbonamigo@yahoo.com.br

Campo Grande – MS

23. maio 2011 · 1 comment · Categories: Notícias

“O ‘ministro’ da família no governo do Papa, o cardeal Antonelli, me comentava há poucos dias em Zaragoza que a UNESCO tem programado para os próximos 20 anos fazer com que a metade da população mundial seja homossexual. Para isso, através dos mais variados programas, irá implantando a ideologia de gênero, que já está presente em nossas escolas”.

Essa é a teoria da conspiração global sustentada pelo bispo de Córdoba, Demetrio Fernández. Ele a expôs no dia 26 de dezembro, numa homilia pronunciada na eucaristia da Sagrada Família. E, aliás, destaca o cardeal Ennio Antonelli, ministro da Família do Papa, como o autor da “teoria conspiratória” da organização da ONU para a infância.

Demetrio Fernández assegurou que a Igreja “não pretende impor a ninguém sua visão quanto à vida e à família, mas pede que seja respeitada a visão que temos recebido de Deus e que está inscrita na natureza humana”.

Como será realizada essa iniciativa sem precedentes? “Para isso, através dos mais variados programas, irá implantando a ideologia de gênero, que já está presente em nossas escolas”.

“Quer dizer, segundo a ideologia de gênero, que ninguém nasceria homem ou mulher, mas o que escolher posteriormente segundo o seu prazer, e poderá mudar de sexo quando quiser segundo a sua vontade”. E conclui: “Eis aí a última ‘conquista’ de uma cultura que quer romper totalmente com Deus, com o Deus Criador, que fixou em nossa natureza a distinção entre o homem e a mulher”.

O preletor terminou a homilia dizendo que “Não é momento de lamentar-se, mas de conhecer bem quais são os ataques a este bem precioso e de viver com lucidez e com coerência o que temos recebido de Deus, pela lei natural ou por lei revelada”.

Uma homilia que dará muito o que falar, inclusive entre os preletores e os fiéis que assistiram à grande festa-missa da família de Colón celebrada em Madri.
A sexualidade não é “um jogo de prazer”

Na primeira parte de seu longo sermão, o preletor de Córdoba, considerado um dos mais conservadores do episcopado espanhol, fez, também, uma fundamentação teológica e espiritual da família como “Igreja doméstica”, porque “no plano amoroso de Deus, a família constitui um pilar fundamental de nossa vida e de nossa convivência”.

Um plano de Deus no qual, segundo o bispo, “a família consiste na união estável de um homem e uma mulher que se amam e declaram se amar por toda a vida. União santificada pela bênção de Deus no sacramento do matrimônio, cujo vínculo é fonte permanente de graça e é irrompível, quero dizer, indissolúvel. União que pela sua própria natureza está aberta à vida e resulta, normalmente, no nascimento de novos filhos que completam o amor dos pais e que são como a coroa destes”.

Uma contribuição mútua que, a juízo de Demetrio Fernández, se “expressa, inclusive, na doação corporal, na linguagem da sexualidade”. Isso sim, uma sexualidade que não pode ser entendida “como um jogo de prazer” porque, então, “este projeto de Deus sobre o homem se arruína”.

Para o bispo, “o prazer que acompanha a relação sexual não pode converter-se em valor absoluto das relações entre homem e mulher. Quando o único que motivo é o prazer, a satisfação de si próprio, o outro se converte em objeto, e o amor se converte em egoísmo. A sexualidade, então, é a linguagem do egoísmo, do egoísmo mais terrível, porque utiliza o outro para seu próprio proveito”.

O preletor de Córdoba salienta, ao continuar, que a relação sexual entre os cônjuges deve estar sempre aberta à vida. “A encíclica Humanae vitae ensina claramente esta doutrina, e – ai de vós! -, se a extorquirmos, dizendo o contrário ou deixando à consciência de cada um que faça o que quiser”.

E, portanto, devemos reconhecer que alguns padres não respeitam essa doutrina da Igreja. “Devemos pedir perdão a Deus porque, neste ponto, nós bispos, sacerdotes ou catequistas, não temos anunciado com fidelidade a doutrina da Igreja, a doutrina que salva e torna os homens felizes”.
“Caminhando rumo à autodestruição”

“No deserto demográfico que padecemos, pelo que o mundo ocidental se lamenta, todos temos nossa parcela de culpa. Não só os legisladores e os políticos por não favorecerem a família verdadeira, mas também os transmissores da verdade evangélica (bispos, sacerdotes, catequistas) por haverem ocultado ou negado a doutrina da Igreja neste ponto”, destacou clamando um “mea culpa” por haver conduzido o mundo a consequências dramáticas e desastrosas.

A prova mais evidente é, segundo o bispo, que a “Espanha tem tido o menor índice de natalidade do mundo e, desde que o aborto foi introduzido, existem mais de um milhão de mortos por este crime abominável. Seguindo este caminho, a Espanha e os países ocidentais, tão orgulhosos de seu progresso, caminham rumo à sua própria destruição”.

Também contribuíram para isso “as facilidades para o divórcio, para a anticoncepção em todas as suas formas, para o aborto – inclusive com a pílula do dia seguinte, repartida gratuitamente como anticoncepcional. São tantos ataques à família, ao projeto amoroso de Deus sobre a família e a vida”.

Fonte: Notícias Gospelprime

http://www.domluizbergonzini.com.br/2011/05/bispo-catolico-afirma-haver-conspiracao.html

A 3ª Vara do Júri de São Paulo deferiu pedido para interrupção de gravidez de feto anencéfalo formulado por A.O.S e seu marido E.J.O.

Da decisão, datada de 8 de abril, consta: “o atestado médico juntado pelos autores, assinado por dois médicos da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, declara que o feto apresenta anencefalia, e que o defeito mencionado é seguramente incompatível com a vida extra-uterina. Caso a gestação venha a prosseguir, todos os dados da literatura médica apontam para a morte do recém-nascido após o parto. Assim, obrigar a mãe e o pai a manterem esse tipo de gravidez se revela desumano”.

De acordo com o alvará, “caberá aos especialistas médicos que acompanham a autora aquilitar quanto à conveniência, oportunidade e segurança da realização do procedimento cirúrgico”.

Fonte:

http://www.aasp.org.br/aasp/imprensa/clipping/cli_noticia.asp?idnot=9785

Um juiz da Alta Corte da Irlanda do Norte revogou uma decisão do órgão regulador de publicidade (ASA na sigla em inglês) que tinha proibido um anúncio de uma igreja por considerá-lo homofóbico.

O anúncio de uma página, publicado pela primeira vez em agosto de 2008 pouco antes da parada gay de Belfast, trazia a manchete “A palavra de Deus contra a Sodomia” e fazia uma convocação para uma manifestação pacífica contra a prática.

Na época, após receber várias reclamações, a ASA decidiu que o anúncio de página inteira não poderia mais ser veiculado daquela forma.

Mas a igreja presbiteriana Sundown Free, que bancou o anúncio, entrou com uma ação judicial contra a decisão.

O juiz da Alta Corte considerou que a decisão da ASA interfere com o direito de expressão da igreja, que estaria coberta por um artigo da Convenção Europeia de Direitos Humanos que assegura a expressão de posições que choquem ou causem ofensas.

O juiz também observou que o anúncio não continha qualquer exortação à violência e deixava claro que qualquer ato de antagonismo contra homossexuais era inaceitável e injustificável.

Sodomia

A igreja argumentou que a ASA interpretou mal a citação do anúncio, tirada do Livro de Levítico e que classifica atos homossexuais como abominação.

De acordo com a igreja, a descrição se aplica a prática da sodomia especificamente, e não a indivíduos específicos.

O reverendo David McIlveen, da igreja Sundown Free, considerou a decisão “histórica”.

“As pessoas podem citar a Bíblia e essa é a liberdade que buscávamos”, disse ele.

Fonte:

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/03/110322_igrejasodomia_rc.shtml