Metanoia

Enilda Rocha,oração, Revolução Jesus, Clipes musicais,Tudo sobre TV.

Fui remanejada!!!

Filed under: Amizade — opoderdoagora at 7:28 pm on Monday, September 22, 2008

Ei Galera, estava meio sumida, mas quero contar a vcs uma coisa, sou da Comunidade Canção Nova e fui remanejada para abrir uma casa da Canção Nova em Nazaré da Galileia, na terra em que Nossa Senhora Nasceu.

Depois com mais tempo partilho com vcs a alegria de poder assumir uma nova missão.

Estou feliz e muito animada, reze por mim, estarei rezando por vcs.

Com alegria!

Tamu junto, até no Oriente….

Enilda Rocha

Amiga!

Filed under: Experiencias, my videos, Dia a Dia... — opoderdoagora at 8:13 pm on Monday, August 11, 2008

 

Hoje me alegro e celebro de todo coração o dia de Santa Clara de Assis, minha Santa de devoção, sempre querida e que tanto me ensina a viver a caridade, a pobreza e o serviço aos irmãos, Clara é para mim o grande exemplo e me lembro de quando eu morava na Missão de Gravatá, no Pernambuco e num tempo de muitas lutas interiores e desejo de mudança e santidade me aparece Santa Clara, me sinalizando a Adoração sempre constante para que eu chegasse a minha meta de santidade e misericordia que tanto me apaixonam o coração, sabe quero ser como esta santa, sempre disposta e disponivel a ajudar as irmãs que conviviam com ela, sempre disposta a adorar o Senhor e se entregar a Ele, sempre disposta a viver com gratuidade o serviço aos mais pobres, a vida dela para mim é apaixonante, em todas as etapas da minha vida ela se paresenta sempre como aquela que sempre me diz:  “Enilda adora o Senhor pois nele esta todas as respostas para suas perguntas e so Ele pode dar o que o seu coração deseja”

Hoje quero me alegrar e demonstrar todo meu amor a ela e agradecer pela sua intercessão na minha vida, Santa Clara minha grande amiga de todas as horas, me ensine a ser uma mulher de Deus , consagrada e fiel sempre.

Trago para vc esta Mensagem do nosso Saudoso PAPA JOÃO PAULO II  NO 750° Aniversario da  morte de SANTA CLARA DE ASSIS.

  No dia 11 de Agosto de 1253 encerrava a sua peregrinação terrena Santa Clara de Assis, discípula de São Francisco e fundadora da vossa Ordem, chamada das Irmãs Pobres ou Clarissas, que hoje conta, nas suas várias ramificações, cerca de novecentos mosteiros espalhados pelos cinco continentes. Depois de 755 anos da sua morte, a recordação desta grande Santa continua a estar muito viva no coração dos fiéis, e portanto é com particular prazer que, nesta ocasião, envio à vossa Família religiosa um cordial pensamento e uma afectuosa saudação. Nesta data jubilar tão significativa, Santa Clara exorta todos a compreender cada vez mais profundamente o valor da vocação, um dom de Deus que devemos fazer frutificar. A este propósito, escrevia no seu Testamento: “Entre os outros benefícios, que recebemos e continuamos a receber todos os dias do nosso Doador, Pai das misericórdias, pelos quais temos o dever de prestar, a Ele que é glorioso, sentidas acções de graças, porque é grande o dom da nossa vocação. E quanto maior e mais perfeita ela é, tanto mais lhe somos devedoras.

Por isso, o Apóstolo admoesta: Conhece bem a tua vocação” (2-4). 2.

Tendo nascido em Assis por volta dos anos de 1193-1194 da nobre família de Favarone de Offreduccio, Santa Clara recebeu, sobretudo da mãe Hortulana, uma sólida educação cristã. Iluminada pela graça divina, deixou-se atrair pela nova forma de vida evangélica começada por São Francisco e pelos seus companheiros, e decidiu, por sua vez, empreender um seguimento de Cristo ainda mais radical. Deixou a casa paterna na noite entre o Domingo de Ramos e a Segunda-Feira Santa de 1211 (ou 1212), seguindo o conselho do mesmo Santo, dirigiu-se para a pequena igreja da Porciúncula, berço da experiência franciscana onde, em frente do altar de Santa Maria se despojou de todas as suas riquezas, para vestir as pobres vestes de penitência em forma de cruz.

 Depois de um breve período de busca, chegou ao pequeno mosteiro de São Damião, onde se uniu a ela também a irmã mais pequena, Inês. Aqui, juntaram-se-lhe outras companheiras, desejosas de encarnar o Evangelho numa dimensão contemplativa. Face à determinação com que a nova comunidade monástica seguia as pegadas de Cristo, considerando a pobreza, as fadigas, as tribulações, as humilhações e o desprezo do mundo, motivos de grande alegria espiritual, São Francisco, movido por afecto paterno, escreveu-lhes: “Dado que por inspiração divina vos fizestes filhas e escravas do altíssimo sumo Rei, o Pai celeste, e desposastes o Espírito Santo, escolhendo viver segundo a perfeição do Santo Evangelho, quero e prometo, tanto eu como os meus irmãos, ocupar-me de vós, como deles, com atenção e especial solicitude” (Regra de Santa Clara, cap. VI, 3-4). 3. Clara inseriu estas palavras no capítulo central da sua Regra, reconhecendo nelas não só um dos ensinamentos recebidos do Santo, mas o núcleo fundamental do seu carisma, que se delineia no contexto trinitário e mariano do Evangelho da Anunciação. Com efeito, São Francisco via a vocação das Irmãs Pobres à luz da Virgem Maria, a humilde escrava do Senhor que, cheia do Espírito Santo, se tornou a Mãe de Deus. A humilde serva do Senhor é o protótipo da Igreja, Virgem, Esposa e Mãe.

Clara sentia a sua vocação como uma chamada a viver seguindo o exemplo de Maria, que ofereceu a própria virgindade à acção do Espírito Santo para se tornar Mãe de Cristo e do seu Corpo místico. Sentia-se estreitamente associada à Mãe do Senhor e por isso exortava Santa Inês de Praga, a princesa boémia que se tornou clarissa, do seguinte modo: “Estreita-te à sua dulcíssima Mãe, que gerou um Filho que nem os céus o podiam conter, e apesar disso ela recolheu-o no pequeno claustro do seu santo seio e levou-o no seu ventre virginal” (3ª Carta a Inês de Praga, 18-19).

A figura de Maria acompanhou o caminho vocacional da Santa de Assis até ao fim da sua vida. Segundo um significativo testemunho dado no Processo de canonização, do leito de Clara moribunda aproximou-se Nossa Senhora inclinando o seu rosto sobre ela, cuja vida tinha sido uma imagem radiosa da Sua.

4. Só a escolha exclusiva de Cristo crucificado, que empreendeu com amor fervoroso, explica a decisão com que Santa Clara se encaminhou pela via da “nobilíssima pobreza”, expressão que encerra no seu significado a experiência de despojamento, vivida pelo Filho de Deus na Encarnação. Com a qualificação de “nobilíssima” Clara desejava expressar, de certa forma, a submissão do Filho de Deus, que a enchia de estupefacção: “Esse tão grande Senhor escrevia descendo ao seio da Virgem, quis mostrar-se ao mundo como um homem desprezível, necessitado e pobre, para que os homens que eram muito pobres e indigentes, famintos devido à excessiva penúria do alimento celeste se tornassem n’Ele ricos com a posse do reino celeste” (1ª Carta a Inês, 19-20).

Ela aceitava esta pobreza em toda a experiência terrena de Jesus, de Belém ao Calvário, onde o Senhor “despojado permaneceu na cruz” (Testamento de Santa Clara, 45). Seguir o Filho de Deus, que se fez caminho para nós, exigia que ela só desejasse mergulhar com Cristo na experiência de humildade e de pobreza radicais, que incluíam qualquer aspecto da experiência humana, até ao despojamento da Cruz. A escolha da pobreza era para Santa Clara uma exigência de fidelidade ao Evangelho, a ponto de determinar o pedido ao Papa de um “privilégio da pobreza”, como prerrogativa da forma de vida monástica por ela começada. Inseriu este “privilégio”, defendido com tenacidade durante toda a vida, na Regra que recebeu a confirmação papal nas vésperas da sua morte, com a Bula Solet annuere de 9 de Agosto de 1253, há 750 anos.

5. O olhar de Clara permaneceu até ao fim fixo no Filho de Deus, de quem contemplava incessantemente os mistérios. O seu olhar era o olhar amante da esposa, repleto do desejo de uma partilha sempre mais plena. Em particular, mergulhava na meditação da Paixão, contemplando o mistério de Cristo, que do alto da Cruz a chamava e atraía. Escrevia assim: “Vós, todos, que passais pela estrada, parai para ver se existe um sofrimento semelhante ao meu; e respondemos, digo a Ele que chama e geme, com uma só voz e um só coração: nunca me abandonará a tua recordação e consome-se em mim a minha alma” (4ª Carta a Inês, 25-26). E exortava: “Portanto, deixa-te arder de modo cada vez mais forte por este fervor de caridade… E brada com todo o ardor do teu desejo e do teu amor: Atrai-me para ti, ó Esposo celeste!” (Ibid., 27.29-32).

Esta comunhão plena com o mistério de Cristo iniciou-a na experiência da habitação trinitária interior, em que a alma assume uma consciência cada vez mais viva da habitação de Deus nela: “Enquanto o céu e todas as outras coisas criadas não podem conter o Criador, ao contrário, a alma fiel, sozinha, é sua morada e estadia, e isto apenas devido à caridade, da qual os ímpios estão privados” (3ª Carta a Inês, 22-23).

Guiada por Clara, a comunidade reunida em São Damião escolheu viver segundo a forma do Santo Evangelho numa dimensão contemplativa claustral, que se distinguia como um “viver comunitariamente em unidade de espírito” Regra de Santa Clara, Prólogo, 5), segundo um “modo de santa unidade” (Ibid., 16). A compreensão particular demonstrada por Clara do valor da unidade na fraternidade parece relacionar-se a uma experiência contemplativa madura do Mistério trinitário. De facto, a contemplação autêntica não leva ao individualismo mas realiza a verdade de ser um só no Pai, no Filho e no Espírito Santo. Clara não só orientou na sua Regra a vida fraterna para os valores de serviço recíproco, de participação, de partilha, mas preocupou-se com que a comunidade estivesse também firmemente edificada na “unidade da caridade e paz intercambiáveis” (cap. IV, 22), e ainda que as irmãs fossem “solícitas em conservar sempre reciprocamente a unidade da caridade intercambiável, que é vínculo da perfeição” (cap. X, 7).

 De facto, estava convencida de que o amor intercambiável edifica a comunidade e origina um crescimento na vocação; por isso, exortava no Testamento: “Amando-vos reciprocamente no amor de Cristo, aquele amor que tendes no coração, mostrai-o fora com as obras, para que as Irmãs, estimuladas por este exemplo, cresçam sempre no amor de Deus e na caridade recíproca” (59-60).

7. Clara compreendeu este valor da unidade também na sua dimensão mais ampla. Por isso, quis que a comunidade claustral estivesse plenamente inserida na Igreja e firmemente ancorada nela com o vínculo da obediência e da submissão filial (cf. Regra, cap. I, XII). Ela tinha total consciência de que a vida das claustrais devia tornar-se espelho para outras Irmãs chamadas a seguir a mesma vocação, assim como testemunho luminoso para todos os habitantes do mundo. Os quarenta anos vividos no âmbito do pequeno mosteiro de São Damião não limitaram os horizontes do seu coração, mas dilataram a sua fé na presença de Deus, realizando a salvação na história.

São conhecidos os dois episódios em que, com a força da sua fé na Eucaristia e com a humildade da oração, Clara obteve a libertação da cidade de Assis e do mosteiro, do perigo de uma destruição iminente.

8. Como não realçar que 750 anos depois da confirmação pontifícia, a Regra de Santa Clara conserva intactos o seu fascínio espiritual e a sua riqueza teológica? A perfeita consonância de valores humanos e cristãos, a sábia harmonia de fervor contemplativo e de rigor evangélico confirmam-na para vós, queridas Clarissas do terceiro milénio, como uma via-mestra que deve ser seguida, sem adaptações nem concessões ao espírito do mundo. Clara dirige a cada uma de vós as palavras que deixou a Inês de Praga: “Tu és verdadeiramente feliz! É-te concedido gozar deste convívio sagrado, para poder aderir com todas as fibras do teu coração Àquele cuja beleza é a admiração incansável das bem-aventuradas multidões do céu” (4ª Carta a Inês, 9).

Repleta do fervoroso desejo do Espírito, que implora incessantemente a vinda de Cristo Esposo (cf. Ap 22, 17). Face à necessidade de um renovado compromisso de santidade, santa Clara oferece também um exemplo daquela pedagogia da santidade que, alimentando-se incessantemente na oração, leva a tornar-se contemplativo do Rosto de Deus, abrindo o coração ao Espírito do Senhor, que transforma toda a pessoa, mente, coração e acções, segundo as exigências do Evangelho.

Sou muito grata a Deus por mais esta amizade, é assim que convivo dia a dia com Santa Clara, ela é minha amiga, sempre fiel e companheira, e a amo.

Que Deus e Santa Clara te abençoe sempre.

Tamu Junta!

Enilda Rocha

Dia do Amigo!

Filed under: my videos, Amizade — opoderdoagora at 11:14 pm on Saturday, July 19, 2008


‘O amigo é a metade da minha alma’
Só se aprende o que é amizade vivendo. Amizade significa criar laços. É uma fonte que não retém a água para si, mas a dá espontaneamente.
É renovação para quem dá e para quem recebe. É a descoberta de corações.
É um afeto (afeição, sentimento profundo) que a gente sente por alguém.
Ser e ter amigos é muito bom, é um sentimento que ultrapassa todas as barreiras!
A amizade é concórdia de afetos e obras, implica certa unidade afetiva.
“O amigo é a metade da minha alma” diz o filósofo Giovani Cassiano ao definir um verdadeiro amigo. Alguns filósofos consideram a amizade um valor altíssimo, por isso, foram capazes de dizer: “Sem amizade a vida não é vida!”
“Amizade é a coisa mais necessária na vida!”
Mas a amizade é um milagre nas nossas vidas?
Ela dá um novo sentido à vida. Quando tudo nos parece enfadonho, a presença do amigo quebra a solidão. Cresce a alegria de viver. A amizade torna a vida dos homens infinitamente mais bela e fecunda.
É ânimo novo para a luta. Quando estamos desânimados nada melhor que a compreensão de um amigo. A amizade nos torna solidários. A amizade é um partilhar de vida: preocupações, alegrias, tristezas, sucessos, fracassos… Por essa razão, torna-nos responsáveis. “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas” (Exupéry, autor de “O Pequeno Príncipe”). O amigo sincero fala não tanto o que o outro quer, mas o que ele precisa ouvir. Preocupa-se para que ele ande no caminho certo. E se o nota em perigo adverte-o.
Cria interesses comuns. Acaba com o individualismo. Dar e receber. Cresço com você.
Ela quebra a solidão. “Se tu vens às quatro da tarde, desde às três já sou feliz” (Exupéry).
Faz Crescer. São vidas que se transformam, ideais que se renovam, entusiasmo que volta, caminho que se abre.
Segunda uma irmã e amiga de Comunidade eis ai algumas características da Amizade:
A amizade é um amor de benevolência, reciprocamente conhecido e manifestado; é um encontro de afeto. É uma confiança mútua que supera a prova do tempo, isto é, as dificuldades. É nisso então que se vê se a amizade é autêntica. Os amigos bons desejam ser uma só alma e estarem juntos em todas as situações tanto de vida como de morte.
Podemos dizer que as principais características da amizade são:
A mútua benevolência;
Certa igualdade;
Comunhão de sentimentos;
Comunhão de vida, de amor, de ideais.
Uma amizade verdadeira não se pode estender a muitos porque exige experiência, intimidade e confiança. Pois requer convivência e familiaridade e isso não é possível com muitos. Aristóteles fala: “Quem tem familiaridade com muitos não é amigo de ninguém!”. De forma que a amizade profunda é possível somente entre poucas pessoas.
Uma característica essencial da amizade é a reciprocidade: amar e ser amado.
Toda pessoa humana precisa de um amigo,temos necessidade e amizade, por isto acredito que amizade é sempre dom de Deus, presente de Deus na nossa vida.
“Quem encontrou um amigo encontrou um tesouro e então como diz um Habib amigo meu: quem tem muitos esta rico!
Feliz dia do amigo!
Tamú junto!
Enilda Rocha

PHN ou PHS

Filed under: Dia a Dia... — opoderdoagora at 12:44 pm on Wednesday, July 2, 2008

Ei esta semana vamos viver junto com o Dunga e toda Comunidade Canção Nova o PHN, ou seja Por Hoje Não, vou pecar , afinal é só um dia que preciso deixar o pecado de lado, mesmo porque Deus nos convida até  na oração do Pai nosso a viver um dia de cada vez, apedir o Pão Nosso de cada dia, ou seja a cada dia basta o seu mal, a cada dia basta o seu cuidado, devemos cuidar de cada dia e vive-lo como se fosse o últimod e nossa breve vida.

Eu agora depois de viver e continuar vivendo o PHN dia a dia numa luta contra o pecado estou vivendo o Por Hoje Sim, ou seja a cada dia dizendo sim a Deus e desejando de coração ser uma mulher mais e mais intima de Deus, viver na amizade de Deus, juntos dele a cada dia na mais completa disposição de servir e ama=lo e amando-o faze-lo amado e conhecido.

Ei tamu junto!

com carinho e orações!

Enilda Rocha

recebereis a força do Santo Espirito!!!

Filed under: my videos, Programa Revolução Jesus — opoderdoagora at 12:14 pm on Wednesday, June 4, 2008

Hino da Jornada Mundial da Juventude que acontecerá na Austrália - Sidney 2008

Onde o Tema será: “Ides receber uma força, a do Espírito Santo, que descerá sobre vós e sereis minhas testemunhas” (Act 1, 8).

Ei galera eu vou estar daqui do Brasil acompanhando pela TV Canção Nova esta bela transmissão.

Ai vai o clip para vc já começar a rezar com esta música linda e uma verdadeira oração de adoração ao Senhor Jesus no poder do Espirito Santo.

Tamu Junto!

Enilda Rocha

Eu Adoro!!!

Filed under: my pray, my videos — opoderdoagora at 2:45 pm on Saturday, May 31, 2008

Pensava que adoração era um tempo de cantar, tocar instrumentos e erguer minhas mãos ao Senhor. Esse tempo gasto em Sua presença era grandioso. Não posso negar que Ele realmente habitasse nesses louvores. Porém, quando a música terminava e o período de adoração acabava, era hora de ofertar, ouvir a palavra e viver o resto da semana. Adoração é a nossa  resposta de amor a um Deus que se fez carne e morreu numa cruz por cada um de nós e ainda se fez Pão para permanecer conosco.

Adorar é sentir um amor profundamente dedicado a Jesus.

A adoração é uma resposta ao amor. Se amamos alguém, isso afeta nossos pensamentos, nossas ações, e nossos corações. Atos de adoração são uma resposta a esses efeitos. Se nós realmente adoramos reverentemente ao Senhor, isso afeta muito mais que cantarmos ou a forma com que cantamos. Esse amor enche nossa vida até ao ponto que em que tudo se torna uma expressão desse amor. Podemos adorar ao Senhor com músicas, em dança. Em Romanos 12:1 ensina-nos que oferecer nossos corpos como sacrifícios vivos, santos e agradáveis a Deus é nosso ato espiritual de adoração. Nossa vida inteira deve ser um ato de adoração que renda louvor a Ele. E como a Palavra promete, Deus habita em meio aos louvores de Seu povo. Eu estou preparado para Deus habitar continuamente em minha vida. Eu quero esta graça para mim e é isto que busco a cada dia diante do Santissimo sacramento na Eucaristia Adorada ou celebrada nas Santas Missas.

Eu quero ama-lo e conhece-lo e assim faze-lo amado e conhecido pelas pessoas.

Ei preparei este video para vc começar a declarar seu amor por Jesus. e também essta música que fala da liberdade daqueles que encontram com o próprio Senhor Jesus, meu Deus amado.

 

Hoje livre SouRodrigo Pires/Walmir Alencar

Presença forte em mim, eu posso dizer: habitas aqui
Porque escravo eu fui e hoje eu sou mais livre aos teus pés

Sentido na vida a minh’alma encontrou
Tua mão poderosa veio e me levantou
Agora eu posso declarar
Hoje livre sou

Tenho sede da tua graça, cada dia mais
Sou mais forte e vou mais longe quando aqui estás
Com palavras de amor te adoro, Senhor
Hoje livre sou

Meu tesouro, minha herança, meu Supremo Bem
Nem tribulações nem dor podem nos separar
E jamais irão romper o que o amor selou
Hoje livre sou

 Tamu junto!

Deixe aqui seu comentario estarei rezando por vc.

Enilda Rocha / Comunidade Canção Nova

Michael W. Smith - This Is Your Time - Este é o tempo!

Filed under: Viver o Tempo presente — opoderdoagora at 10:48 am on Wednesday, May 14, 2008

Hoje tenho saudades de meu Pai, mas este video me dá uma resposta a esta saudade, e tenho que louvar a agradecer a Deus porque Meu pai teve tempo e soube a proveitar o tempo com nossa ajuda para fazer a opção por Deus antes de partir.

Este video dedico a vc que precisa hoje não deixar passar a chance de fazer a sua opção de Fé em Deus, porque como no caso desta garota e no caso de meu Pai, o tempo foi muito urgente, o tempo é agora, hoje, neste exato momento.

Tamu junto!

Enilda Rocha

Vinde Espírito Santo!!!

Filed under: Experiencias, my videos — opoderdoagora at 1:56 pm on Friday, May 9, 2008

Quero partilhar contigo a nossa necessidade de pedir neste tempo  favorável em que vivemos que é o Tempo de pentecostes, ou seja a descida do Santo Espirito no cenáculo onde juntamente com Maria a mãe de Jesus e os apostolos rezavam e desceu sobre eles o Espírito Santo como linguas de fogo que se repartiam sobre cada um deles. Mas o Espirito Santo não é linguas de fogo, nem vento impetuoso e nem mesmo brisa suave, nem como uma pomba. Mas o Espirito Santo se manifestou nestas formas, mas não podemos esquecer que ele é uma pessoas que nos convida a termos com Ele um relacionamento de intimidade, e crescermos a cada dia nesta intimidade com o Santo Espirito, sendo continuadores da missão de Jesus que sempre viveu uma vida de relacionamentos de intimidade com o Pai e com o Santo Espirito.

Quero convidar vc a pedir, a clamar , a desejar ser uma nova criatura pelo poder do Espirito, a clamar por vida nova, por ressurreição, e somente o Batismo no Espirito Santo pode te dar toda esta graça.

Não deixe passar este tempo favorável, este tempo de salvação, peça insistentemente o Espirito Santo e vc verá que nunca mais será a mesma, mas será renovada, uma nova criatura par aum mundo novo.

Cante com este video que preparei para vc!!!

Tamu Junto!

Enilda Rocha

Um profundo conhecimento de Nosso Senhor Jesus Cristo!!

Filed under: my videos, Viver o Tempo presente — opoderdoagora at 10:27 am on Sunday, April 20, 2008

 

Hoje quero partilhar contigo o meu estudo da Palavra de Deus, onde faço um estudo sitematico do metodo de meu amado Fundador Monsenhor Jonas Abib, ruminando a Palavra de Deus a cada dia, estou fazendo o estudo da 2º carta de São Pedro,uma carta super interessante e hoje meu estudo me falava da linda realidade que meu coração deseja que é conhecer profundamente Nosso Senhor Jesus Cristo e Ama-lo e faze-lo conhecido.

Meu amigo Pedro diz assim que para se conhecer Jesus Cristo é preciso de acreditar primeiramente em Jesus Cristo, porque o poder divino, ou seja o Espirito Santo já nos deu tudo que precisamos para contribuir para a vida e a piedade, fazendo nos conhecer aqule que nos chamou: o próprio Jesus Cristo.

 

E é por Ele que nos somos participantes da  da natureza divina.

Pedro nos dá um conselho valiosissimo, que quero viver a cada dia:

-Esforçai-vos ou seja coloque toda a tua alma, todas as tuas forças, todo seu empenho, o quanto possivel para unir a vossa fé a virtude, a virtude a ciência, a ciência  a temperança, a temperança a paciência , a paciência a piedade, a piedade ao amor fraterno e ao amor fraterno a caridade.

Porque se estas virtudes se acharem em vós abundantemente elas não vós deixarão inativos nem infrutosos no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo.

Portanto meus amados(as), cuidai cada vez mais de assegurar a vossa vocação e eleição.

Porque procedendo assim não tropeçareis jamais e assim será aberta largamente a entrada no Reino Eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

então a ordem do Senhor para nós é: Não desanimarmos jamais, nos esforçar, ir além, desejar ardentemente conhecer Jesus, ama-lo e faze-lo conhecido!

Tamu junto!

Enilda Rocha

Hoje Livre Sou!

Filed under: Amizade — opoderdoagora at 6:16 pm on Friday, April 18, 2008

Enilda Rocha

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