Ola Galera!

Agora morando na Terra Santa  tive a oportunidade de Dirigir, gravar,  Editar ou seja criar um programa dentro do Santo Sepulcro em Jerusalem. e quero apresentar aqui no meu blog para vc, conhecer, amar e divulgar esta grande graca.

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O que ‘e essencial nesta vida ‘e poder ajudar as pessoas.

Tamu Junto!

Enilda Rocha

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Ola galera tudo bem?
Quero partilhar com vc um alegria, pois no ano de 1993 eu deixei minha cidade, minha familia, meu emprego, minha escola, ou seja eu entreguei minha vida a Jesus na Comunidade Cancao Nova, Sai de Belo Horizonte no dia 28 de janeiro de 1993, com o coracao cheio de esperancas e alegria por poder atender um chamado de Deus de me consagrar a Ele.
E hoje no ano de 2009 em celebro meu 17º compromisso de vida consagrada a Deus na Cancao Nova, e neste ano celebro num lugar muito especial ao meu coracao, pois estou morando na Terra Santa e celebro na cidade de Tiberiades, nas margens do Mar da Galileia, isto mesmo o lugar onde Jesus chamou os seus primeiros discipulos, e com certeza Ele mais uma vez confirmou o meu chamado, de viver a minha vida inteira, eternamente sendo consagrada a Ele.
Foi maravilhoso e vc pode constatar isto neste video que postei para vc.
Quero contar a vc algo muito legal, ‘e que Deus continua a chamar as pessoas para viverem consagrados a Ele, talvez neste exato momento ele esteja te chamando a servi-lo, seja numa comunidade como o meu caso, ou na familia, ou no mundo social, ou seja Deus chama sempre.
Deixe aqui seu comentario, talvez vc esteja vivendo tanta coisa que nunca parou para pensar neste Deus que nos chama a todo momento, vou rezar para vc, para que escute e diga o seu sim a Deus.
Que Deus te abencoe.
Tamu junto!
Enilda Rocha

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Ei galera, gostei muito deste texto do pessoal do site do escritor, e resolvi apresenta-lo para vc, mesmo porque a cada dia se torna mais e mais importante nos adentrarmos no mundo dos meios de comunicacao.

hoje temos ao nosso dispor tantos Mobile, ou seja isto exige qu enossa mensagem seja cada dia mais direta e clara, ou seja muito bem pensada, escrita e realizada no video.

Tamu junto.

Diretrizes para Escrever um Roteiro.

Seria possível para um mestre-de-obras construir uma casa sem compreender a planta do arquiteto? Provavelmente, não.

Da mesma maneira, o pessoal-chave da equipe de produção deve ter uma compreensão básica do roteiro, antes de poder realizar o programa ou o seu video.

Um guia completo sobre como escrever roteiros, para os diferentes tipos de programa de televisão, está além do nosso escopo.  Ao mesmo tempo, esta é uma das áreas onde “conhecimento é poder”, e quanto mais você souber sobre roteirização, maiores serão as suas chances de obter sucesso, profissionalmente.

Ao chegar ao final deste módulo, você deverá conhecer todos os elementos estruturais importantes e ter os conhecimentos básicos e necessários para escrever um roteiro. (Num módulo anterior, já vimos que, muitos profissionais bem sucedidos de produção, iniciaram suas carreiras escrevendo roteiros).

Há muitos anos, um dos meus alunos de produção de TV estava jantando em um restaurante em Miami quando viu David Brinkley - um dos mais experientes e respeitados âncoras de todos os tempos - na mesa ao lado. O estudante foi até lá e se apresentou ao Sr. Brinkley, dizendo que o seu grande sonho era ser telejornalista.

“Sr. Brinkley, que conselho o senhor me daria para ter sucesso na profissão? “

Sr. Brinkley largou o garfo, pensou e respondeu, “Três coisas: Aprenda a escrever. Aprenda a escrever. E, aprenda a escrever.”

Embora você possa aprender o básico sobre como escrever aqui ou num bom livro, a única maneira de se desenvolver e se tornar um bom escritor é escrevendo.

Escrevendo muito!

A maioria dos escritores de sucesso passa anos escrevendo, até conseguir se firmar no mercado - e viver do que escreve. Num certo sentido, os fracassos iniciais não se tratam de fracassos, mas pré-requisitos para o sucesso.

Por isso, não desespere, se os seus primeiros trabalhos não forem premiados pela Academia Nacional ou com um Prêmio Pulitzer. Lembre-se apenas que a lista de escritores profissionais que passaram anos se aperfeiçoando e se desenvolvendo - sem desistir ou se entregar ao desespero e à frustração - é tão grande quanto a própria lista de escritores bem sucedidos.

Sucesso e genialidade, parafraseando Albert Einstein, (um gênio reconhecido) são 10 por cento de inspiração e 90 por cento de transpiração.

Mas, primeiro, vamos aos conhecimentos básicos.

Lembre-se que escrever para a Mídia Eletrônica é bem diferente do que escrever para a Mídia Impressa. Aqueles que escrevem para Jornais e Revistas desfrutam de vantagens que o Rádio e a TV não oferecem.

Por exemplo, o leitor pode, a qualquer momento, voltar para reler a sentença. Se a frase não for compreendida em um programa de TV, o significado se perde; ou pior, o telespectador fica distraído por algum tempo tentando imaginar o que foi dito.

Com a palavra escrita podemos utilizar divisões de capítulo, parágrafos, sub-títulos, e palavras grifadas por letras em negrito ou itálico para orientar o leitor. E a ortografia, de palavras com o mesmo som, para determinar o seu significado.

As coisas são bem diferentes quando se escreve para o ouvido.

As regras de pontuação nem sempre são seguidas. Vírgulas e reticências são freqüentemente usadas para indicar pausas para o locutor, já que a narração deve ser feita em tom coloquial. Com frequência, se utilizam frases incompletas … da mesma maneira que numa conversa normal.

Embora tal uso seja desaprovado pelo seu professor de Línguas - Inglês ou Português - pois, está em desacordo com a forma padrão de escrita - a consideração principal ao se escrever o texto da narração é a clareza.

A maneira como percebemos a informação verbal também complica as coisas. Quando estamos lendo, nós vemos palavras em grupos ou padrões de pensamento. Isto nos ajuda a entender o significado da frase. Mas, quando ouvimos o que está sendo dito, a informação é percebida palavra por palavra. Para que o significado da frase seja compreendido, devemos reter as primeiras palavras na memória e ir adicionando as palavras subseqüentes …até que a sentença ou pensamento se complete. Se a sentença é muito complexa ou muito longa, o significado da frase se perde ou fica confuso.

Escrevendo para a TV

Roteiros de vídeo têm um estilo próprio. O broadcast style (estilo televisivo) se caracteriza por frases curtas, concisas e diretas.

A voz ativa é preferida à voz passiva; substantivos e verbos são preferidos aos adjetivos; e as palavras específicas são preferidas às palavras gerais. Na televisão, devemos evitar as orações dependentes, no início das sentenças.

E eliminar as palavras desnecessárias. Por exemplo, ao invés de, “neste momento ” prefira “agora”. Ao invés de “curta distância “, use “perto”.

Também utilizamos pontuação extra, especialmente vírgulas, para ajudar na leitura dos textos de narração. As vírgulas sinalizam as pausas, (como já foi dito, um procedimento nem sempre aprovado pelo seu professor de Línguas). Apenas lembre-se o que, e para quem, você está escrevendo quando se sentar no seu computador.

As atribuições - ao contrário do jornal impresso - devem vir no começo da frase, (”Segundo o Ministro da Saúde…”). Na televisão, queremos saber logo de cara “quem foi que disse”.

Comparando as Mídias Eletrônica e Impressa podemos notar diferenças entre os estilos de linguagem… que tipicamente ocorrem. Mas, num esforço de comunicar informações mais rápida e claramente, alguns jornais americanos, tais como USA Today, estão adotando um estilo mais próximo ao do broadcast style.

Uma das melhores referências sobre simplicidade e clareza de escrever é um pequeno livro de 70 páginas escrito por Struck and White, em 1959, chamado “Elements of Style”. As primeiras 27 páginas são especialmente relevantes a este assunto.

Correlacione Áudio e Vídeo

Os telespectadores estão acostumados a ver na tela da TV, imagens relacionadas com o que estão ouvindo - geralmente, sob a forma de diálogo ou narração. Por isso, para não confundir a audiência, correlacione (relacione) som e imagem.

Isto não quer dizer que você deva ser literal. Evite o tipo de comentário “David corre”, que diz o óbvio. Se você pode ver claramente o que está acontecendo na tela, isto irá aborrecer o seu público. Em novelas de Rádio, muitas falas desse tipo são incluídas no diálogo, para informar aos ouvintes sobre o que eles não podem ver. Mas, este não é exatamente o caso da TV.

Idealmente, o diálogo ou narração deve complementar o que está sendo visto.

Sobrecarga de Informação

Com mais que 100 canais de TV e milhões de web pages disponíveis na Internet - para citar apenas dois veículos de comunicação - um dos maiores problemas, hoje em dia, é a sobrecarga de informação.

Em produção de TV, a meta não é simplesmente descarregar mais informação nos espectadores. Para ter sucesso, devemos atrair a audiência e comunicar claramente as informações selecionadas, de forma interessante e esclarecedora.

A capacidade do ser humano de absorver informação é limitada. Além disso, lembre-se que o espectador típico tem uma série de distrações externas e internas, preconceitos, etc., que são obstáculos ao processo de comunicação. Se o roteiro tem um conteúdo muito denso, com muitos fatos ou se a informação não for apresentada de maneira clara, o espectador ficará confuso, perdido e frustrado - e simplesmente mudará de canal.

Confuso x Chato

Além da quantidade de informação que queremos comunicar, devemos também considerar a velocidade da apresentação. Temos de dar ao espectador a oportunidade de absorver cada idéia, antes de passar para o próximo ponto. Se você vai depressa demais, o público fica perdido; se vai muito devagar, acaba aborrecendo a audiência.

Em vídeos de treinamento, a melhor tática para a apresentação de informações importantes é : primeiro, sinalizar ao espectador que alguma coisa importante irá acontecer. Depois, apresentar a informação, da maneira mais simples e mais clara possível. E, finalmente, reforçar o ponto através da repetição ou com uma ou duas ilustrações.

Em resumo, aqui estão sete regras gerais para escrever para televisão. Algumas delas se aplicam à produção de programas educacionais, outras a produções dramáticas, e outras a ambos os tipos.

Assuma um tom coloquial. Use sentenças curtas e um estilo de abordagem informal.

Envolva a sua audiência emocionalmente; faça com que ela se interesse sobre as pessoas e conteúdo do programa.

Forneça uma estrutura lógica adequada; deixe o espectador saber onde você está querendo chegar, que pontos são conceitos chaves, e quando você vai mudar o assunto.

Após apresentar um ponto importante, faça uma exposição detalhada e ilustrada sobre o assunto.

Não tente incluir muitos assuntos no programa.

Dê à sua audiência uma oportunidade de digerir um conceito antes passar para outro.

Programe a sua apresentação de acordo com a capacidade que o seu público-alvo tem de absorver os conceitos que serão abordados.

A Gramática do Vídeo

Algumas pessoas afirmam que, ao contrário da língua escrita, vídeo e cinema não têm uma gramática - convenções ou estrutura - próprias. Embora vídeo tenha abandonado muito da gramática estabelecida pelo cinema, mesmo nesta era da MTV, ainda podemos usar várias técnicas para estruturar nossas produções.

Em produções dramáticas, efeitos tais como fusão (duas imagens se superpõem, momentâneamente, durante a transição de uma para outra) são freqüentemente um sinal de mudança de tempo ou local. Fade-ins e fade-outs se aplicam tanto para o áudio quanto para o vídeo, e podem ser comparados ao início e final dos capítulos de um livro. O fade-out é um tipo de transição que consiste de dois ou três segundos de uma imagem escurecendo até que tudo fique preto e em silêncio. O fade-in é o inverso.

Fade-ins e fade-outs freqüentemente indicam uma divisão no programa ou uma mudança maior, como por exemplo, uma passagem maior de tempo. (Devemos lembrar, no entanto, que “freqüentemente” não é “sempre”).

Tradicionalmente, teleplays (roteiros de produções dramáticas para TV) e screenplays (roteiros de filmes) começam com fade-ins e terminam com fade-outs.

Termos e Abreviações Usados em Roteiros

E xistem vários termos e abreviações que são freqüentemente usados num roteiro. Primeiro, existem aqueles que descrevem os movimentos de câmera.

Quando a câmera é movida para frente ou para trás, se aproximando ou se afastando fisicamente do objeto filmado, chamamos o movimento de dolly . Quando o movimento é lateral utilizamos o termo truck ou travelling.

Como veremos mais tarde, o zoom é uma versão ótica do movimento de dolly, e tem um efeito visual parecido. Uma anotação no roteiro pode sugerir “câmera zoom-in para um close-up de John,” ou ” câmera zoom-out para mostrar que John não está sozinho.”

Cortes ou takes (tomadas) são transições instantâneas de uma imagem para outra.

Existem, também, termos específicos para designar os Planos. Em termos gramaticais, poderíamos comparar os planos com as sentenças - na medida em que cada plano é uma declaração visual.

cover shot (Plano de conjunto), establishing shot , ou master shot (Plano seqüência) são designações do Plano Geral . Este tipo de plano dá à audiência uma orientação básica sobre a geografia da cena - quem está na cena, onde a cena se passa, etc. - após o que, podemos cortar para planos mais próximos.

O Plano Geral - WS (wide shot) ou LS (long shot) - não tem impacto visual, na televisão. Devido à resolução, relativamente baixa do sistema NTSC (sistema americano de transmissão de TV a cores) os detalhes importantes ficam difíceis de ver. Filme e HDTV (High Definition TV) ou DTV (Digital TV) não apresentam este tipo de problema.

Este tipo de plano deve durar apenas o tempo necessário para orientar os espectadores sobre as relações espaciais dos elementos importantes em cena. Depois disso, no decorrer do programa é usado, momentaneamente, como lembrete ou para informar à audiência sobre mudanças na cena.

As designações dos planos são encontradas de forma abreviada, na coluna de vídeo dos roteiros de televisão. A abreviação LS é usada para designar Long Shot (Plano Geral). Ocasionalmente, utilizam-se as abreviações XLS (Extreme Long Shot) ou VLS (Very Long Shot).

Aqui estão alguns exemplos de roteiro:

Roteiro de Vídeo - Produção Dramática.
Roteiro de Filme - Produção Dramática .
Roteiro de Comercial.
Roteiro de Noticiário.
Outras designações de planos que você poderá encontrar em roteiros incluem:

MLS - Medium Long Shot ou FS (Full Shot). Enquadra pessoas da cabeça aos pés. O MS corta na cintura.

O MCU (Medium Close Up) corta entre os ombros e a cintura.

O Close Up é perfeito para entrevistas. As mudanças de expressão facial, tão importantes para se compreender uma conversa, são vistas facilmente. Os Close-Ups também são utilizados como takes de apoio para mostrar detalhes importantes de objetos.

XCUs são Extreme Close Ups. O XCU pode mostrar, por exemplo, somente os olhos ou boca de um indivíduo. Com relação a pessoas, este tipo de plano é reservado para as cenas de impacto dramático. Com relação a objetos, o XCU é freqüentemente necessário para revelar detalhes importantes.

Two-shot (tomada de dois) ou three-shot (tomada de três) também abreviados como 2-S e 3-S, designam planos, respectivamente, de duas e três pessoas.

O termo plano subjetivo indica que a audiência (câmera) irá ver o que o personagem vê. Freqüentemente, este tipo de plano é feito com a câmera na mão. A câmera se move - andando ou correndo - seguindo um personagem. Planos de câmera subjetiva adicionam drama e adrenalina às cenas de perseguição.

Os ângulos de câmera também são indicados no roteiro. Incluindo desde a vista aérea (bird’s eye view), ângulo alto, nível do olhar e ângulo baixo. O ângulo oblíquo ou ângulo holandês tem uma inclinação lateral de 25 a 45 graus, o que faz com que as linhas horizontais apareçam diagonais, na tela.

Embora um roteirista, ocasionalmente, sinta necessidade de indicar os planos e ângulos de câmera no roteiro, estas são decisões que competem ao diretor.

Ainda assim, em roteiros de produções dramáticas, você pode encontar os termos câmera mostra para indicar que a câmera percorre uma determinada área na cena; câmera segue que indica que a câmera acompanha uma pessoa ou objeto; contraplano para indicar uma mudança de ângulo de câmera, de quase 180 graus com relação à posição anterior; e câmera abre para indicar um zoom-out ou dolly-out.

Além desses termos básicos, existem várias outras abreviações também utilizadas no roteiro:

EXT e INT são indicações usadas em roteiros de filmes para indicar o caráter das locações - exterior e interior.

SOT (sound on tape), indica que a voz, música, ou som ambiente está numa fita de vídeo.

SOF (sound-on-film)

VTR (video-tape-recorder) gravador de videocassette.

VO (voice over) se refere à narração que acompanha as imagens de um vídeo ou à narração que se ouve num volume mais alto, que o da música ou som ambiente.

OSV (off screen voice). A voz indicada no roteiro pertence a alguém que não está visível.

MIC ou MIKE microfone.

POV (point of view). Roteiros de produções dramáticas freqüentemente, indicam que o plano irá mostrar a cena do ponto de vista de um determinado ator.

OS (over the shoulder). A imagem mostra a parte de trás da cabeça e possivelmente um ombro da pessoa . (Também designados como O/S e X/S )

ANNCR - locutor.

KEY - a superimposição eletrônica de títulos e créditos sobre a imagem de vídeo.

SFX ou F/X se referem a efeitos especiais de áudio (FX) ou vídeo (SFX) que alteram a realidade e são criados durante o processo de produção.

Muito legal este texto espero que vc goste.

Tamu Junto!

Enilda Rocha

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Ola Galera tudo bem.

Ei agora morando em Belem e trabalhando em Jerusalem, estou mais uma vez tendo a oportunidade de criar uns videos bem legais e em diversos idiomas, assim posso compartilhar contigo meu trabalho e tambem a alegria de evangelizar em outros idiomas, depois quero partilhar contigo as fotos dos lugares santos aqui da Terra Santa, minha nova terra de missao.

Que Deus abencoe vc.
God Bless to You.
Che Dio ti benedica.
Enilda Rocha

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Ei Galera, estava meio sumida, mas quero contar a vcs uma coisa, sou da Comunidade Canção Nova e fui remanejada para abrir uma casa da Canção Nova em Nazaré da Galileia, na terra em que Nossa Senhora Nasceu.

Depois com mais tempo partilho com vcs a alegria de poder assumir uma nova missão.

Estou feliz e muito animada, reze por mim, estarei rezando por vcs.

Com alegria!

Tamu junto, até no Oriente….

Enilda Rocha

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Hoje me alegro e celebro de todo coração o dia de Santa Clara de Assis, minha Santa de devoção, sempre querida e que tanto me ensina a viver a caridade, a pobreza e o serviço aos irmãos, Clara é para mim o grande exemplo e me lembro de quando eu morava na Missão de Gravatá, no Pernambuco e num tempo de muitas lutas interiores e desejo de mudança e santidade me aparece Santa Clara, me sinalizando a Adoração sempre constante para que eu chegasse a minha meta de santidade e misericordia que tanto me apaixonam o coração, sabe quero ser como esta santa, sempre disposta e disponivel a ajudar as irmãs que conviviam com ela, sempre disposta a adorar o Senhor e se entregar a Ele, sempre disposta a viver com gratuidade o serviço aos mais pobres, a vida dela para mim é apaixonante, em todas as etapas da minha vida ela se paresenta sempre como aquela que sempre me diz:  “Enilda adora o Senhor pois nele esta todas as respostas para suas perguntas e so Ele pode dar o que o seu coração deseja”

Hoje quero me alegrar e demonstrar todo meu amor a ela e agradecer pela sua intercessão na minha vida, Santa Clara minha grande amiga de todas as horas, me ensine a ser uma mulher de Deus , consagrada e fiel sempre.

Trago para vc esta Mensagem do nosso Saudoso PAPA JOÃO PAULO II  NO 750° Aniversario da  morte de SANTA CLARA DE ASSIS.

  No dia 11 de Agosto de 1253 encerrava a sua peregrinação terrena Santa Clara de Assis, discípula de São Francisco e fundadora da vossa Ordem, chamada das Irmãs Pobres ou Clarissas, que hoje conta, nas suas várias ramificações, cerca de novecentos mosteiros espalhados pelos cinco continentes. Depois de 755 anos da sua morte, a recordação desta grande Santa continua a estar muito viva no coração dos fiéis, e portanto é com particular prazer que, nesta ocasião, envio à vossa Família religiosa um cordial pensamento e uma afectuosa saudação. Nesta data jubilar tão significativa, Santa Clara exorta todos a compreender cada vez mais profundamente o valor da vocação, um dom de Deus que devemos fazer frutificar. A este propósito, escrevia no seu Testamento: “Entre os outros benefícios, que recebemos e continuamos a receber todos os dias do nosso Doador, Pai das misericórdias, pelos quais temos o dever de prestar, a Ele que é glorioso, sentidas acções de graças, porque é grande o dom da nossa vocação. E quanto maior e mais perfeita ela é, tanto mais lhe somos devedoras.

Por isso, o Apóstolo admoesta: Conhece bem a tua vocação” (2-4). 2.

Tendo nascido em Assis por volta dos anos de 1193-1194 da nobre família de Favarone de Offreduccio, Santa Clara recebeu, sobretudo da mãe Hortulana, uma sólida educação cristã. Iluminada pela graça divina, deixou-se atrair pela nova forma de vida evangélica começada por São Francisco e pelos seus companheiros, e decidiu, por sua vez, empreender um seguimento de Cristo ainda mais radical. Deixou a casa paterna na noite entre o Domingo de Ramos e a Segunda-Feira Santa de 1211 (ou 1212), seguindo o conselho do mesmo Santo, dirigiu-se para a pequena igreja da Porciúncula, berço da experiência franciscana onde, em frente do altar de Santa Maria se despojou de todas as suas riquezas, para vestir as pobres vestes de penitência em forma de cruz.

 Depois de um breve período de busca, chegou ao pequeno mosteiro de São Damião, onde se uniu a ela também a irmã mais pequena, Inês. Aqui, juntaram-se-lhe outras companheiras, desejosas de encarnar o Evangelho numa dimensão contemplativa. Face à determinação com que a nova comunidade monástica seguia as pegadas de Cristo, considerando a pobreza, as fadigas, as tribulações, as humilhações e o desprezo do mundo, motivos de grande alegria espiritual, São Francisco, movido por afecto paterno, escreveu-lhes: “Dado que por inspiração divina vos fizestes filhas e escravas do altíssimo sumo Rei, o Pai celeste, e desposastes o Espírito Santo, escolhendo viver segundo a perfeição do Santo Evangelho, quero e prometo, tanto eu como os meus irmãos, ocupar-me de vós, como deles, com atenção e especial solicitude” (Regra de Santa Clara, cap. VI, 3-4). 3. Clara inseriu estas palavras no capítulo central da sua Regra, reconhecendo nelas não só um dos ensinamentos recebidos do Santo, mas o núcleo fundamental do seu carisma, que se delineia no contexto trinitário e mariano do Evangelho da Anunciação. Com efeito, São Francisco via a vocação das Irmãs Pobres à luz da Virgem Maria, a humilde escrava do Senhor que, cheia do Espírito Santo, se tornou a Mãe de Deus. A humilde serva do Senhor é o protótipo da Igreja, Virgem, Esposa e Mãe.

Clara sentia a sua vocação como uma chamada a viver seguindo o exemplo de Maria, que ofereceu a própria virgindade à acção do Espírito Santo para se tornar Mãe de Cristo e do seu Corpo místico. Sentia-se estreitamente associada à Mãe do Senhor e por isso exortava Santa Inês de Praga, a princesa boémia que se tornou clarissa, do seguinte modo: “Estreita-te à sua dulcíssima Mãe, que gerou um Filho que nem os céus o podiam conter, e apesar disso ela recolheu-o no pequeno claustro do seu santo seio e levou-o no seu ventre virginal” (3ª Carta a Inês de Praga, 18-19).

A figura de Maria acompanhou o caminho vocacional da Santa de Assis até ao fim da sua vida. Segundo um significativo testemunho dado no Processo de canonização, do leito de Clara moribunda aproximou-se Nossa Senhora inclinando o seu rosto sobre ela, cuja vida tinha sido uma imagem radiosa da Sua.

4. Só a escolha exclusiva de Cristo crucificado, que empreendeu com amor fervoroso, explica a decisão com que Santa Clara se encaminhou pela via da “nobilíssima pobreza”, expressão que encerra no seu significado a experiência de despojamento, vivida pelo Filho de Deus na Encarnação. Com a qualificação de “nobilíssima” Clara desejava expressar, de certa forma, a submissão do Filho de Deus, que a enchia de estupefacção: “Esse tão grande Senhor escrevia descendo ao seio da Virgem, quis mostrar-se ao mundo como um homem desprezível, necessitado e pobre, para que os homens que eram muito pobres e indigentes, famintos devido à excessiva penúria do alimento celeste se tornassem n’Ele ricos com a posse do reino celeste” (1ª Carta a Inês, 19-20).

Ela aceitava esta pobreza em toda a experiência terrena de Jesus, de Belém ao Calvário, onde o Senhor “despojado permaneceu na cruz” (Testamento de Santa Clara, 45). Seguir o Filho de Deus, que se fez caminho para nós, exigia que ela só desejasse mergulhar com Cristo na experiência de humildade e de pobreza radicais, que incluíam qualquer aspecto da experiência humana, até ao despojamento da Cruz. A escolha da pobreza era para Santa Clara uma exigência de fidelidade ao Evangelho, a ponto de determinar o pedido ao Papa de um “privilégio da pobreza”, como prerrogativa da forma de vida monástica por ela começada. Inseriu este “privilégio”, defendido com tenacidade durante toda a vida, na Regra que recebeu a confirmação papal nas vésperas da sua morte, com a Bula Solet annuere de 9 de Agosto de 1253, há 750 anos.

5. O olhar de Clara permaneceu até ao fim fixo no Filho de Deus, de quem contemplava incessantemente os mistérios. O seu olhar era o olhar amante da esposa, repleto do desejo de uma partilha sempre mais plena. Em particular, mergulhava na meditação da Paixão, contemplando o mistério de Cristo, que do alto da Cruz a chamava e atraía. Escrevia assim: “Vós, todos, que passais pela estrada, parai para ver se existe um sofrimento semelhante ao meu; e respondemos, digo a Ele que chama e geme, com uma só voz e um só coração: nunca me abandonará a tua recordação e consome-se em mim a minha alma” (4ª Carta a Inês, 25-26). E exortava: “Portanto, deixa-te arder de modo cada vez mais forte por este fervor de caridade… E brada com todo o ardor do teu desejo e do teu amor: Atrai-me para ti, ó Esposo celeste!” (Ibid., 27.29-32).

Esta comunhão plena com o mistério de Cristo iniciou-a na experiência da habitação trinitária interior, em que a alma assume uma consciência cada vez mais viva da habitação de Deus nela: “Enquanto o céu e todas as outras coisas criadas não podem conter o Criador, ao contrário, a alma fiel, sozinha, é sua morada e estadia, e isto apenas devido à caridade, da qual os ímpios estão privados” (3ª Carta a Inês, 22-23).

Guiada por Clara, a comunidade reunida em São Damião escolheu viver segundo a forma do Santo Evangelho numa dimensão contemplativa claustral, que se distinguia como um “viver comunitariamente em unidade de espírito” Regra de Santa Clara, Prólogo, 5), segundo um “modo de santa unidade” (Ibid., 16). A compreensão particular demonstrada por Clara do valor da unidade na fraternidade parece relacionar-se a uma experiência contemplativa madura do Mistério trinitário. De facto, a contemplação autêntica não leva ao individualismo mas realiza a verdade de ser um só no Pai, no Filho e no Espírito Santo. Clara não só orientou na sua Regra a vida fraterna para os valores de serviço recíproco, de participação, de partilha, mas preocupou-se com que a comunidade estivesse também firmemente edificada na “unidade da caridade e paz intercambiáveis” (cap. IV, 22), e ainda que as irmãs fossem “solícitas em conservar sempre reciprocamente a unidade da caridade intercambiável, que é vínculo da perfeição” (cap. X, 7).

 De facto, estava convencida de que o amor intercambiável edifica a comunidade e origina um crescimento na vocação; por isso, exortava no Testamento: “Amando-vos reciprocamente no amor de Cristo, aquele amor que tendes no coração, mostrai-o fora com as obras, para que as Irmãs, estimuladas por este exemplo, cresçam sempre no amor de Deus e na caridade recíproca” (59-60).

7. Clara compreendeu este valor da unidade também na sua dimensão mais ampla. Por isso, quis que a comunidade claustral estivesse plenamente inserida na Igreja e firmemente ancorada nela com o vínculo da obediência e da submissão filial (cf. Regra, cap. I, XII). Ela tinha total consciência de que a vida das claustrais devia tornar-se espelho para outras Irmãs chamadas a seguir a mesma vocação, assim como testemunho luminoso para todos os habitantes do mundo. Os quarenta anos vividos no âmbito do pequeno mosteiro de São Damião não limitaram os horizontes do seu coração, mas dilataram a sua fé na presença de Deus, realizando a salvação na história.

São conhecidos os dois episódios em que, com a força da sua fé na Eucaristia e com a humildade da oração, Clara obteve a libertação da cidade de Assis e do mosteiro, do perigo de uma destruição iminente.

8. Como não realçar que 750 anos depois da confirmação pontifícia, a Regra de Santa Clara conserva intactos o seu fascínio espiritual e a sua riqueza teológica? A perfeita consonância de valores humanos e cristãos, a sábia harmonia de fervor contemplativo e de rigor evangélico confirmam-na para vós, queridas Clarissas do terceiro milénio, como uma via-mestra que deve ser seguida, sem adaptações nem concessões ao espírito do mundo. Clara dirige a cada uma de vós as palavras que deixou a Inês de Praga: “Tu és verdadeiramente feliz! É-te concedido gozar deste convívio sagrado, para poder aderir com todas as fibras do teu coração Àquele cuja beleza é a admiração incansável das bem-aventuradas multidões do céu” (4ª Carta a Inês, 9).

Repleta do fervoroso desejo do Espírito, que implora incessantemente a vinda de Cristo Esposo (cf. Ap 22, 17). Face à necessidade de um renovado compromisso de santidade, santa Clara oferece também um exemplo daquela pedagogia da santidade que, alimentando-se incessantemente na oração, leva a tornar-se contemplativo do Rosto de Deus, abrindo o coração ao Espírito do Senhor, que transforma toda a pessoa, mente, coração e acções, segundo as exigências do Evangelho.

Sou muito grata a Deus por mais esta amizade, é assim que convivo dia a dia com Santa Clara, ela é minha amiga, sempre fiel e companheira, e a amo.

Que Deus e Santa Clara te abençoe sempre.

Tamu Junta!

Enilda Rocha

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‘O amigo é a metade da minha alma’
Só se aprende o que é amizade vivendo. Amizade significa criar laços. É uma fonte que não retém a água para si, mas a dá espontaneamente.
É renovação para quem dá e para quem recebe. É a descoberta de corações.
É um afeto (afeição, sentimento profundo) que a gente sente por alguém.
Ser e ter amigos é muito bom, é um sentimento que ultrapassa todas as barreiras!
A amizade é concórdia de afetos e obras, implica certa unidade afetiva.
“O amigo é a metade da minha alma” diz o filósofo Giovani Cassiano ao definir um verdadeiro amigo. Alguns filósofos consideram a amizade um valor altíssimo, por isso, foram capazes de dizer: “Sem amizade a vida não é vida!”
“Amizade é a coisa mais necessária na vida!”
Mas a amizade é um milagre nas nossas vidas?
Ela dá um novo sentido à vida. Quando tudo nos parece enfadonho, a presença do amigo quebra a solidão. Cresce a alegria de viver. A amizade torna a vida dos homens infinitamente mais bela e fecunda.
É ânimo novo para a luta. Quando estamos desânimados nada melhor que a compreensão de um amigo. A amizade nos torna solidários. A amizade é um partilhar de vida: preocupações, alegrias, tristezas, sucessos, fracassos… Por essa razão, torna-nos responsáveis. “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas” (Exupéry, autor de “O Pequeno Príncipe”). O amigo sincero fala não tanto o que o outro quer, mas o que ele precisa ouvir. Preocupa-se para que ele ande no caminho certo. E se o nota em perigo adverte-o.
Cria interesses comuns. Acaba com o individualismo. Dar e receber. Cresço com você.
Ela quebra a solidão. “Se tu vens às quatro da tarde, desde às três já sou feliz” (Exupéry).
Faz Crescer. São vidas que se transformam, ideais que se renovam, entusiasmo que volta, caminho que se abre.
Segunda uma irmã e amiga de Comunidade eis ai algumas características da Amizade:
A amizade é um amor de benevolência, reciprocamente conhecido e manifestado; é um encontro de afeto. É uma confiança mútua que supera a prova do tempo, isto é, as dificuldades. É nisso então que se vê se a amizade é autêntica. Os amigos bons desejam ser uma só alma e estarem juntos em todas as situações tanto de vida como de morte.
Podemos dizer que as principais características da amizade são:
A mútua benevolência;
Certa igualdade;
Comunhão de sentimentos;
Comunhão de vida, de amor, de ideais.
Uma amizade verdadeira não se pode estender a muitos porque exige experiência, intimidade e confiança. Pois requer convivência e familiaridade e isso não é possível com muitos. Aristóteles fala: “Quem tem familiaridade com muitos não é amigo de ninguém!”. De forma que a amizade profunda é possível somente entre poucas pessoas.
Uma característica essencial da amizade é a reciprocidade: amar e ser amado.
Toda pessoa humana precisa de um amigo,temos necessidade e amizade, por isto acredito que amizade é sempre dom de Deus, presente de Deus na nossa vida.
“Quem encontrou um amigo encontrou um tesouro e então como diz um Habib amigo meu: quem tem muitos esta rico!
Feliz dia do amigo!
Tamú junto!
Enilda Rocha

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Ei esta semana vamos viver junto com o Dunga e toda Comunidade Canção Nova o PHN, ou seja Por Hoje Não, vou pecar , afinal é só um dia que preciso deixar o pecado de lado, mesmo porque Deus nos convida até  na oração do Pai nosso a viver um dia de cada vez, apedir o Pão Nosso de cada dia, ou seja a cada dia basta o seu mal, a cada dia basta o seu cuidado, devemos cuidar de cada dia e vive-lo como se fosse o últimod e nossa breve vida.

Eu agora depois de viver e continuar vivendo o PHN dia a dia numa luta contra o pecado estou vivendo o Por Hoje Sim, ou seja a cada dia dizendo sim a Deus e desejando de coração ser uma mulher mais e mais intima de Deus, viver na amizade de Deus, juntos dele a cada dia na mais completa disposição de servir e ama=lo e amando-o faze-lo amado e conhecido.

Ei tamu junto!

com carinho e orações!

Enilda Rocha

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Hino da Jornada Mundial da Juventude que acontecerá na Austrália - Sidney 2008

Onde o Tema será: “Ides receber uma força, a do Espírito Santo, que descerá sobre vós e sereis minhas testemunhas” (Act 1, 8).

Ei galera eu vou estar daqui do Brasil acompanhando pela TV Canção Nova esta bela transmissão.

Ai vai o clip para vc já começar a rezar com esta música linda e uma verdadeira oração de adoração ao Senhor Jesus no poder do Espirito Santo.

Tamu Junto!

Enilda Rocha

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