Card-Missa-Cinzas“Eis o tempo de conversão”
Comunidade Canção Nova celebra Missa de Cinzas

A Comunidade Canção Nova celebra, no dia 1º de março de 2017, a Santa Missa de Cinzas, rito que marca o início da Quaresma, tempo de penitência e oração para toda a Igreja.

A Missa de Cinzas acontecerá na Catedral Maronita Nossa Senhora do Líbano, com início às 19h30, presidida pelo Pe. Adriano Zandoná.

“As cinzas bentas e colocadas sobre nossas cabeças nos fazem lembrar que nosso corpo corruptível, em Cristo, é refeito de maneira gloriosa para não mais perecer, e ganhar a vida eterna” (Professor Felipe Aquino)

Venha viver a Quaresma com a Canção Nova!

Tome Nota!

Missa de quarta-feira de Cinzas

Data: 1º de março de 2017   Horário: 19h30  Celebrante:   Pe. Adriano Zandoná

Local: Catedral Maronita Nossa Senhora do Líbano
Rua Tamandaré, 355, Liberdade, São Paulo/SP
(metrô São Joaquim)

Informações:

(11) 3382-9800 | eventossp@cancaonova.com

A Catedral Maronita no Brasil celebra a Festa de São Marun.

Domingo dia 19 de fevereiro teremos Santa Missa em honra a São Marun, no Rito Maronita,  que será transmitida pela TV Canção Nova, às 11:30 h.
Rua Tamandaré 355, bairro Liberdade – SP.  Acompanhe pela http://tv.cancaonova.com/.

A Igreja Maronita deve seu nome a um importante mosteiro, São Marun, que recebeu o nome em homenagem ao anacoreta Marun (Maron). Infelizmente, temos poucas informações sobre a vida e as atividades de nosso eremita. O único relato que nos dá alguns pormenores vem-nos de Teodoreto, bispo de Cyr, morto no ano de 458, em sua obra HISTÓRIA RELIGIOSA, escrita por volta do ano de 440. Este grande historiador não nos informa sobre a data de nascimento ou de morte de São Marun. Todavia, graças a ele, sabemos que o monge Marun nasceu no século IV. Depois de renunciar ao mundo, levava, em seu eremitério, muitas vezes ao ar livre, vida ascética das mais austeras.

12366110_913722885371910_6030353653081195172_oA vida monástica na Igreja não se constituiu da noite para o dia; tampouco foi obra de um só homem: A vida monástica existiu desde o começo da Igreja. No fundo, é seguir a Cristo e o esforço constante de viver o Evangelho da maneira mais perfeita. Por isso que a vida monástica é chamada de “caminho da perfeição cristã”. Assim, das origens do cristianismo até nossos dias, encontramos número considerável de monges, eremitas, ascetas, que procuram viver o Evangelho. O monge Marun era apaixonado por Cristo, e tomado de entusiasmo pela perfeição cristã. Para atingir este ideal, renunciou ao mundo e às suas cobiças, e embrenhou-se numa das montanhas da diocese de Cyr, onde habitou nas ruínas de um antigo templo pagão, transformando-o em lugar de oração e meditação. Nessas montanhas, levou vida monástica mais austera que a de seus confrades, monges da região. Sua reputação logo atraiu ao seu redor todos os que, igualmente entusiasmados pela perfeição cristã, procuravam um modelo e um guia espiritual experiente. Destarte, seus discípulos foram muito numerosos e sua escola ascética, das mais prósperas. Muitas pessoas o visitaram no seu eremitério, solicitando a cura tanto das doenças corporais, quanto espirituais, e foram atendidos.

São Marun morreu no início do século V, e ao que tudo indica, no ano 410. Depois de morrer, seu corpo foi objeto de disputa entre os habitantes de diversas cidades da região, vistos os milagres que fazia. Cada uma queria para si o corpo daquele santo solitário; por fim, os habitantes do lugar mais povoado e o mais forte tornaram para si o corpo; depositaram-no em um templo construído especialmente para ele, e dedicado à sua memória. O santuário não tardou em transformar-se em local de peregrinação para os fiéis vindas de todas as regiões. No ano de 452, o Imperador Marciano mandou construir, para os discípulos deste santo, os monges maronitas, um grande mosteiro. Este mosteiro de São Marun foi o berço da Igreja Maronita.
                                                                             Unidade entre a Igreja de Roma e Igreja Maronita 
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Como se formou a Igreja Maronita?
Depois do Concilio Ecumênico de Calcedônia que foi convocado em 451 e declarou que Nosso Senhor Jesus Cristo é, há um tempo, “Verdadeiro Deus e Verdadeiro Homem”, os monges maronitas se revelaram os mais fortes defensores desta verdadeira doutrina da Igreja. Neste momento, a importância do Mosteiro de São Marun foi se tornando cada vez maior, de modo que o seu superior logo tornou-se, num lapso relativamente curto, chefe da região ao mesmo tempo espiritual e temporal. Também a influência dos monges, discípulos de nosso Santo, sobre os fiéis, tornou-se tão grande que estes se aplicavam a imitar os monges no modo de rezar, trabalhar, comer, jejuar e repousar.

No século VII, no momento em que o mosteiro de São Marun gozava dessa proeminência e testemunhava grande influência, os árabes invadiram o Oriente Médio. Resultou que a Sé patriarcal da Igreja oficial de Antioquia ficou desocupada por quase um século, pois o patriarca se refugiou em Constantinopla, e vaga durante quase quarenta anos. Foi neste período, consideravelmente perturbado pelos acontecimentos, e enquanto a Igreja oficial de Antioquia ‘encontrava-se sem um chefe, que o poderoso mosteiro de São Marun, tendo jurisdição sobre a população das vizinhanças do convento, declarou-se independente, e formou uma verdadeira Igreja, à testa da qual encontramos, no século VIII, um patriarca: “Patriarca de Antioquia e de todo o Oriente”. Até agora, a Igreja Maronita é considerada “comunidade monástica”.

892356_913709018706630_7248779835449930309_oA Igreja de Antioquia foi fundada por São Pedro, chefe dos Apóstolos, antes de ir a Roma. Por isso, só o patriarca maronita tem a prerrogativa de acrescentar a seu nome o de “Pedro”, em honra de São Pedro que foi o primeiro patriarca de Antioquia. Esta Igreja Antioquia tem a honra de ter como língua litúrgica o aramaico, a língua falada por Jesus Cristo, como tem a honra de ter sido a única Igreja Oriental que ficou sempre Católica Apostólica Romana, ligada ao Papa.

Em 423, após o litoral fenício-libanês ter sido cristianizado pelos Apóstolos, depois da ressurreição de Nosso Senhor, a montanha libanesa, que ficou até esta data pagã, foi evangelizada pelo discípulo de São Marun, o monge Abraão de Cyr, que foi nomeado pelos historiadores “Apóstolo do Líbano”. Batizou o povo desta região; e podemos dizer que a montanha libanesa, a partir desta data, foi cristianizada e, mesmo, “maronitizada”. É bem verdade que o Líbano, terra e povo, existia bem antes da chegada dos maronitas. Mas o Líbano atual, território e povo, não existiria, se os maronitas não estivessem lá. Pos isso que se diz muitas vezes, e com justiça, que “O Líbano e a Maronidade são duas realidades gêmeas”.
Isto demonstra o insistente apego dos maronitas pelas montanhas libanesas e a resistência tenaz que testemunharam ao longo dos séculos para defender o Líbano, seu país e a fortaleza de sua fé, sua identidade, e sua liberdade. O centro desta Igreja está no Líbano onde fica a Residência do Patriarcado Maronita. Nesta TERRA SANTA libanesa nasceram nossos santos CHARBEL, RAFQA e NIMATULLAH. Os três foram buscar sua espiritualidade na tradição monástica da Igreja Maronita e foram formados na Ordem Libanesa Maronita que encarnou esta espiritualidade.
                                                                                               Festa Nossa Senhora do Líbano 

Oração para São Marun

Ó Deus, que suscitastes São Marun e fizestes dele um modelo de virtudes, concedei-nos, pela sua intercessão: compreender a nossa vocação cristã para uma vida de fé inabalável, de esperança firme e de amor perfeito; seguir pelo caminho da perfeição cristã e salvação; e chegar, por uma vida de oração e contemplação, às alegrias de Vosso Reino. Por Nosso Jesus Cristo Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo! Amém. Pai Nosso…Ave Maria…Glória…
São Marun, rogai por nós!

Fonte: Memórias do Líbano

Quinta-feira-de-Adoração (1)Eucaristia nosso tesouroO Corpo de Jesus, presente na Eucaristia, vem atingir plenamente o nosso ser.

Na comunhão:
Quem recebe a Eucaristia recebe o Corpo do Senhor. Ele permanece em nós e nós n’Ele.
Quando comungamos, é a pessoa inteira de Jesus que recebemos, é Cristo Ressuscitado com Seu Corpo glorioso.Ao comungar, entramos em comunhão com as chagas de Jesus, abertas por nós, para curar as nossas feridas e o que o pecado nos deixou. Comungamos o coração do Senhor, que amou e ainda ama cada um de nós, o mesmo coração que foi perfurado pela lança.
 
Na adoração:
A cura física e espiritual de que necessitamos está na adoração. Mesmo na fraqueza, precisamos usar nossa boca, nossa mente, nossos sentimentos e joelhos para adorar Jesus.
A adoração nos tira das garras do inimigo. Mesmo sem palavras, adoremos em espírito, diante do Trono da Graça. Na adoração, a tentação é obrigada a ceder.
Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib

Confira a programação e os temas de cada dia do Cerco de Jericó:
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13/02: Derrubar muralhas pela força do amor e do cuidado
20/02: Não desanime, o Senhor caminha contigo!
27/02: Derrubando as muralhas erguidas pelo pecado: libertação dos jugos espirituais e comportamentais
06/03: Cultivar a fé que abre portas e derruba muralhas
13/03: Curando as feridas emocionais para amadurecer
20/03: Libertar pela força do exemplo
27/03: Libertos para viver um novo tempo!

Sobre o Cerco de Jericó:

A prática do Cerco de Jericó, que foi baseada nas Sagradas Escrituras, nasceu na Polônia. Consiste na oração incessante e suplicante, durante sete dias e seis noites, diante do Santíssimo Sacramento exposto. No Antigo Testamento, depois da morte de Moisés, Deus escolheu Josué para conduzir o povo hebreu. Deus disse ao sucessor de Moisés que atravessasse o Jordão com todo o povo e tomasse posse da Terra Prometida. A cidade de Jericó era uma fortaleza inexpugnável. Ao chegar junto às muralhas de Jericó, Josué ergueu os olhos e viu um anjo, com uma espada na mão, que lhe deu ordens concretas e detalhadas. Ele e todo o povo executaram fielmente as ordens recebidas: durante seis dias, os valentes guerreiros de Israel deram uma volta em torno da cidade. No sétimo dia, deram sete voltas ao redor dela. Durante a sétima volta, ao som da trombeta, todo o povo levantou um grande clamor e, pelo poder de Deus, as muralhas de Jericó caíram (cf. Josué 6, 1-19).t

Precisamos da adoração tanto quanto da respiração.

Quinta-feira-de-Adoração (1)

Precisamos da adoração tanto quanto da respiração. Somos acostumados com a promessa de Jesus que diz: “Pedi e recebereis, buscai e acharei, batei a porta e abrir-se-vos-á”. Uma coisa está ligada à outra, se você pede, recebe; se busca, encontra, se bater a porta será aberta. A oração é como ginástica, quanto mais você a pratica, mais afiado você fica. Usei de propósito a palavra “praticar”, porque a oração é como um esporte, como a natação, o pilates… É preciso praticar.

Quando você está acostumado a orar, mas, num determinado momento, já não consegue, a oração não vem, não brota. Você pode estar diante do Senhor sem gozo, sem vontade, mas o seu coração, o seu espírito ora. É impressionante! Parece que essa oração, que exige esforço, é mais gostosa do que aquela oração do impulso.

Revestir-se da armadura de Deus quer dizer deixar que a oração penetre em nós, pois não é contra qualquer um que estamos lutando, mas contra o demônio. E quanto mais estiver próxima a vinda do Senhor, mais intensa será a luta. Nossa luta não é contra a política ou a economia, mas contra o inimigo. Por isso precisamos nos revestir da armadura de Deus, porque já estamos nos dias maus. Precisamos estar inabaláveis, por pior que esteja a luta. (Efésios 6, 10-18 )

 

Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib

Fundador da Comunidade Canção Nova

A3-CercodeJericó (1)“Já é hora de despertar!

Despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da luz”     (Rm 13, 11-12)

CANÇÃO NOVA REALIZA CERCO DE JERICÓ

A Comunidade Canção Nova realiza, entre os dias 13 de fevereiro e 27 de março, às segundas-feiras, o grande Cerco de Jericó, na Catedral Maronita Nossa Senhora do Líbano, Liberdade, São Paulo (SP). Ao todo são sete Celebrações Eucarísticas presididas pelo Pe. Adriano Zandoná e transmitidas ao vivo pela TV Canção Nova, com início às 19h30h.

Cantores católicos vão animar as Santas Missas, e cada encontro será encerrado com a adoração ao Santíssimo Sacramento e a oração de “quebra das muralhas de Jericó”, um momento em que cada participante poderá interceder pela quebra das “muralhas” de sua vida pessoal e de seus relacionamentos familiares, e por diversas intenções.

Confira a programação e os temas de cada dia do Cerco de Jericó:

13/02: Derrubar muralhas pela força do amor e do cuidado

20/02: Não desanime, o Senhor caminha contigo!

27/02: Derrubando as muralhas erguidas pelo pecado: libertação dos jugos espirituais e comportamentais

06/03: Cultivar a fé que abre portas e derruba muralhas

13/03: Curando as feridas emocionais para amadurecer

20/03: Libertar pela força do exemplo

27/03: Libertos para viver um novo tempo!

Sobre o Cerco de Jericó:

A prática do Cerco de Jericó, que foi baseada nas Sagradas Escrituras, nasceu na Polônia. Consiste na oração incessante e suplicante, durante sete dias e seis noites, diante do Santíssimo Sacramento exposto. No Antigo Testamento, depois da morte de Moisés, Deus escolheu Josué para conduzir o povo hebreu. Deus disse ao sucessor de Moisés que atravessasse o Jordão com todo o povo e tomasse posse da Terra Prometida. A cidade de Jericó era uma fortaleza inexpugnável. Ao chegar junto às muralhas de Jericó, Josué ergueu os olhos e viu um anjo, com uma espada na mão, que lhe deu ordens concretas e detalhadas. Ele e todo o povo executaram fielmente as ordens recebidas: durante seis dias, os valentes guerreiros de Israel deram uma volta em torno da cidade. No sétimo dia, deram sete voltas ao redor dela. Durante a sétima volta, ao som da trombeta, todo o povo levantou um grande clamor e, pelo poder de Deus, as muralhas de Jericó caíram (cf. Josué 6, 1-19).

Participe conosco desta maravilhosa jornada de oração!

 Tome Nota!
Cerco de Jericó

Data:
13 de fevereiro à 27 de março, às segundas-feiras

Horário:
19h30 | Santa Missa (transmitida ao vivo pela TV Canção Nova)

21h | Adoração ao Santíssimo Sacramento

Local:

Catedral Maronita Nossa Senhora do Líbano

  1. Tamandaré, 355, Liberdade, São Paulo (SP)

(metrô São Joaquim)

Celebrante: Pe. Adriano Zandoná

 

Informações:

(11) 33829800 ou eventossp@cancaonova.com

 

UNIVERSAL

Por todos os que vivem em provação, sobretudo os pobres, os prófugos e os marginalizados, para que encontrem acolhimento e conforto nas nossas comunidades.

ESPECIAL

Rezemos pelas crianças que estão em perigo devido à interrupção da gravidez e também pelas pessoas em fim de vida.

ORAÇÃO

Deus, nosso Pai e Pai de todos.

Ao ler o Evangelho,

chama a nossa atenção a preferência de Jesus pelos mais pequenos,

pelos pobres, os doentes,

os que são postos à margem da sociedade.

Manifestou, mesmo no meio de incompreensões,

a proximidade da tua misericórdia,

curando, perdoando,

chamando cada um a fazer de novo parte da comunidade.

Nestes tempos em que tantos pobres,

marginalizados,

pessoas em busca de uma vida melhor batem às nossas portas,

passam nas nossas ruas,

pedimos que não tenhamos um coração endurecido e indiferente

às suas necessidades.

A comunidade cristã é o primeiro lugar do acolhimento.

Dá-nos, Senhor, a graça e a coragem de acolher a todos, como Jesus.


 DESAFIOS PARA ESTE MÊS:

– Num tempo em que se vivem tantos receios e resistências ao acolhimento dos refugiados no nosso país, procurar ganhar distância da propaganda que exclui e ganhar maior consciência dos dramas humanos que estão por detrás destas migrações forçadas.

– Acolher ou colaborar com instituições que acolhem refugiados ou trabalham com os marginalizados da sociedade.

– Ao cruzar-se com algum pobre e marginalizado na rua, não o evitar nem desviar o olhar, mas ser capaz de ver nele um filho de Deus e um irmão.

Rede Mundial de Oração Papa Francisco 

« DOM BOSCO CONTINUA MAIS VIVO DO QUE NUNCA! » DIZEM-ME EM ALEPO.
TODOS OS SALESIANOS SE MANTIVERAM AQUI, SÃO O REFLEXO DO PAI QUE AMAMOS «
Dom Bosco em Aleppo

”Estou em companhia do Provincial da província salesiana do Médio Oriente. Ele, Abbuna Munir, é sírio, nascido em Alepo, e dizia-me, de lágrimas nos olhos – não só pela dor do seu povo e da sua gente – mas também pelas coisas incrivelmente boas que está a viver no meio das balas, das bombas e da destruição.

Dizia-me: Dom Bosco está vivo, mais vivo do que nunca na Síria, em Alepo. No meio dos escombros, a casa salesiana abre todos os dias as suas portas para receber centenas de meninos e meninas e jovens porque queremos que, entre tanta morte, continue a vida. E posso dizer que é incrível como, em vez de diminuir, o número de jovens aumenta e continua a aumentar. Torna-se comovente para mim ver mais de 1.500 rapazes, moças e jovens, o dobro de antes, a querer vir para a nossa, a casa de Dom Bosco, para viver, para rezar e para jogar.

E acrescentava: Quero dizer-te que o que mais me comove é que os meus irmãos salesianos fizeram questão de ficar aqui com os que nos procuram. Podiam ir-se embora, se quisessem, mas nenhum deles quis retirar-se e todos estão a correr a mesma sorte que a sua gente.

Eu escutava-o sem conseguir dizer palavra, também profundamente comovido.

E é verdade. Dom Bosco continua mais vivo do que nunca. Certamente, no paraíso, na Outra Vida que é Vida em Deus, mas também aqui, entre nós porque há centenas e centenas de salesianos, de irmãs, de leigos e de jovens que mantêm vivo o seu sonho e a sua obra educativa e evangelizadora, e o encontro pessoal com cada rapaz, com cada jovem.

E tal como falo de Alepo, poderia falar de muitos outros lugares.

Uma das lembranças que com mais insistência Dom Bosco recordava aos seus salesianos, e muito especialmente aos missionários que iam para a América era esta: “Cuidai sobretudo dos doentes, das crianças, dos idosos e dos pobres”, e isto explica o pequeno ‘milagre salesiano em Alepo’. Ser uma casa onde cada um pode ter o seu lugar. Pouco haverá que comer, porque a escassez é geral, mas continua-se a cantar à vida e a apostar fortemente pela vida numa situação de morte.

Alegra-me profundamente de que seja assim e daqui dirijo hoje palavras de homenagem e de agradecimento a Dom Bosco que, sem nunca o pretender, foi grande porque com um olhar, com um silêncio, com uma palavra chegava ao fundo do coração das pessoas. Algo semelhante ao que vai acontecendo em tantos “Valdoccos” de hoje no mundo.

Neste sentido, não resisto a contar-lhes um facto muito simples que diz bem do bom sentido e grande coração de Dom Bosco. Verão que é só uma anedota mas que diz tudo. Narra-o, muitos anos depois da morte de Dom Bosco, um salesiano, padre Alessandro Luchelli, que viveu alguns anos com Dom Bosco no Oratório. Conta ele como, no princípio do ano de 1884, a disciplina no Oratório de Valdocco (Turim) se havia tornado muito severa, contrária à tradição salesiana, isto apesar de Dom Bosco ali viver e com pena assistir a algumas coisas. De facto, a nossa conhecida ‘Carta de Roma’ expressa a sua preocupação. Pois bem, conta Alessandro: “Um dia encontrava-me ao lado de uma fila de rapazes a meu cargo, enquanto esperavam a sua vez de ir para a sala de estudo. Eu punha-os em ordem com aspeto severo exigindo que mantivessem bem a fila. Naquele momento passa Dom Bosco, põe a mão no meu ombro e diz-me: ‘ma lascia um po’stare’ (deixa lá!). Dom Bosco não queria filas. Só as tolerou quando o número de rapazes havia aumentado muito e parecia tornarem-se necessárias”.

É apenas um dos muitos testemunhos que nos falam desse coração de pai que cuida até das coisas mais simples da casa, da família, dos jovens da casa salesiana. Como em Alepo, como na Serra Leoa, como no Ghana, como na Ciudad Don Bosco da Colômbia, como na Etiópia, como com os rapazes refugiados nas casas salesianas da Alemanha… E assim centenas e centenas de nomes que poderia acrescentar.

É isto que nos leva a dizer também hoje, juntamente com Abuna Munir de Alepo, que Dom Bosco, continua vivo, bem vivo em tanta vida das casas salesianas do mundo e em tanta vida que os seus filhos e filhas, quer sejam religiosos, religiosas, ou leigos de todo o mundo que procuram, na simplicidade das suas vidas, ‘ser Dom Bosco hoje’.”

Reitor-Mor, P. Ángel Fernández Artime, a Família Salesiana.
Saiba mais sobre os Salesianos no  Oriente Médio.

CANÇÃO NOVA REALIZA VIGÍLIA EM FEVEREIRO

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A Comunidade Canção Nova realiza no dia 04 de fevereiro de 2017, a partir das 22h, a Vigília Canção Nova, com o tema: “O Senhor é o Pastor que me conduz, não me falta coisa alguma” (Salmo 22). A noite de oração acontece na Basílica Nossa Senhora da Penha, São Paulo (SP), com transmissão ao vivo pela TV Canção Nova e Rádio América, 1410 AM.

Estarão presentes para conduzir a madrugada de clamor e oração os padres Paulo Henrique Prates (Padre PH), e Edmilson Leite, ambos da Diocese de São Miguel Paulista. A Vigília Canção Nova, tradicionalmente, proporciona aos participantes uma noite inteira de momentos intensos de louvor , súplica, intercessão, adoração ao Santíssimo Sacramento, confissões, Santa Missa e oração do Terço da Misericórdia às 03h da madrugada, na presença do Santíssimo. São momentos privilegiados de oração em que o Senhor derrama profusamente graças e bênçãos, curas e milagres, pois Deus se deixa alcançar por aqueles que oram incansável e fervorosamente.

Participe conosco e venha você também experimentar as misericórdias do Senhor!

Tome Nota!
Vigília Canção Nova

“O Senhor é o Pastor que me conduz, não me falta coisa alguma” (Salmo 22)

Data:
04 de fevereiro de 2017

Horário:
A partir das 22h00

 Presença:

Pe. Paulo Henrique Prates da Silva (Diocese de São Miguel Paulista)

Pe. Edmilson Leite (Diocese de São Miguel Paulista)

Comunidade Canção Nova

Local:

Basílica Nossa Senhora da Penha

Rua Santo Afonso, 199, Penha, São Paulo/SP

(metrô Penha)

  • Levar 1Kg de alimento não perecível

Informações:

(11) 3382-9800 ou eventossp@cancaonova.com

Acesse: saopaulo.cancaonova.com

 

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Homilia de Dom Odilo Pedro Scherer, em ocasião do 463 aniversário de São Paulo.

“Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura”

Uma pequena aldeia tornou-se esta grande metrópole que é hoje São Paulo.

Os sinais que acompanharão aqueles que crerem serão estes: expulsaram demônios, falaram diversas línguas, quando impuserem as mãos sobre os doentes, eles ficarão curados.

As diversas culturas do mundo inteiro foram marcadas por este grande apóstolo de J

esus Cristo, São Paulo. As leituras de hoje falam de sua conversão. A conversão de São Paulo foi uma obra extraordinária de Deus.

A Arquidiocese e a cidade de São Paulo olha com especial atenção para este grande apóstolo nesse dia. Queremos como ele ficar firmes nos ensinamentos da Palavra de Cristo, que ele levou para tão longe, com tanto amor e tanta dedicação.

O momento da conversão de São Paulo o fez mudar totalmente a sua atitude, gerou uma profunda mudança em sua vida.

Saulo ainda não se chamava Paulo. Ele assistiu ao apedrejamento de Estevão. Ele ainda era muito jovem. As testemunhas desse ato deixavam mantos aos pés de Saulo. Ele não só assistiu como consentiu na execução de Estevão.

Depois do apedrejamento, começou-se uma grande perseguição aos cristãos. O papel de Saulo apareceu ainda mais destacado: entrava em casas e arrastava as pessoas aos cárceres. Sua intenção era castigar os que seguiam a Jesus Cristo.

Ele mesmo explica em suas cartas que o seu começo não foi amistoso em seu ardor juvenil. Ele via nas comunidades cristãs um desvio dos valores transmitidos pelo judaísmo e pelas famílias.

Paulo fala sobre este desvio de conduta e abandono de valores porque quer levar a todos a pensar na importância de não se gloriar de sua carreira judaica, de ter sido esta pessoa “justa e irrepreensível”, perseguidor da igreja, o que contava muitos pontos e glória em seu começo de juventude.

Em suas cartas, ele fala do kerigma, da morte de Jesus na cruz pela nossa salvação, da ressurreição de Jesus, da aparição de Jesus a ele próprio, de quanto não é merecedor por tanto ter perseguido os cristãos.

Mas o que aconteceu de tão forte e convincente que o fez abandonar esta cegueira de outrora?

Grande era o espanto que esta conversão causava: “aquele que antes nos perseguia, agora está pregando a nossa fé, que antes ele queria destruir”, as pessoas diziam.

Aquela voz que ele ouvia: Saulo, Paulo, porque me persegue? Esta voz mexera com a sua consciência: – quem és tu? Ele ouve: “Eu sou Jesus, aquele que estás perseguindo”.

Essa luz o iluminou. Naquele momento ele compreendeu o que é a Igreja. A Igreja é o próprio Jesus que continua vivo, o qual ele perseguia.

Dedicar-se à Igreja é dedicar-se a Jesus Cristo. A Igreja é o próprio corpo de Jesus Cristo que está vivo e presente no mundo.

O próprio Jesus fez esta promessa: “Eu estarei convosco até o fim dos tempos”.

Nesta festa somos convidados a olhar para o exemplo de São Paulo, o homem que aceitou o desafio de ser testemunha de Jesus Cristo, de seguir esta voz. Deus procura encontrar-nos nos caminhos mais contraditórios de nossa vida.

Como Paulo, devemos perguntar: “o que querer que eu faça?”.

Precisamos renovar nossa escuta de Deus, como religiosos, cristãos, leigos, nós que procuramos viver de uma forma ou de outra. Ouvir a voz de Deus que se manifesta, para sermos servidores de Jesus Cristo, do povo, na pregação, na evangelização, nos serviços religiosos, na solidariedade, no serviço da ordem.

Somos todos convidados a nos colocar à disposição de Deus, a serviço do evangelho, para a Igreja que vive nesta grande metrópole!

Assim seja.

Transcrição e adaptação: Vanessa Lacquaneti (missionária da Comunidade Canção Nova)

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Da Introdução à Vida Devota, de São Francisco de Sales, bispo

A devoção deve ser praticada de modos diferentes
Na criação, Deus Criador mandou às plantas que cada uma produzisse fruto conforme sua espécie. Do mesmo modo, ele ordenou aos cristãos, plantas vivas de sua Igreja, que produzissem frutos de devoção, cada qual de acordo com sua categoria, estado e vocação.
A devoção deve ser praticada de modos diferentes pelo nobre e pelo operário, pelo servo e pelo príncipe, pela viúva, pela solteira ou pela casada. E isto ainda não basta. A prática da devoção deve adaptar-se às forças, aos trabalhos e aos deveres particulares de cada um.

Dize-me, por favor, Filotéia, se seria conveniente que os bispos quisessem viver na solidão como os cartuxos; que os casados não se preocupassem em aumentar seus ganhos mais que os capuchinhos; que o operário passasse o dia todo na igreja como o religioso; e que o religioso estivesse sempre disponível para todo tipo de encontros a serviço do próximo, como o bispo. Não seria ridícula, confusa e intolerável esta devoção?
Contudo, este erro absurdo acontece muitíssimas vezes. E no entanto, Filotéia, a devoção quando é verdadeira não prejudica a ninguém; pelo contrário, tudo aperfeiçoa e consuma. E quando se torna contrária à legítima ocupação de alguém, é falsa, sem dúvida alguma.

A abelha extrai seu mel das flores sem lhes causar dano algum, deixando-as intactas e frescas como encontrou. Todavia, a verdadeira devoção age melhor ainda, porque não somente não prejudica a qualquer espécie de vocação ou tarefa, mas ainda as engrandece e embeleza.
Toda a variedade de pedras preciosas lançadas no mel, tornam-se mais brilhantes, cada qual conforme sua cor; assim também cada um se torna mais agradável e perfeito em sua vocação quando esta for conjugada com a devoção: o cuidado da família se torna tranquilo, o amor mútuo entre marido e mulher, mais sincero, o serviço que se presta ao príncipe, mais fiel, e mais suave e agradável o desempenho de todas as ocupações.

É um erro, senão até mesmo uma heresia, querer excluir a vida devota dos quartéis de soldados, das oficinas dos operários, dos palácios dos príncipes, do lar das pessoas casadas. Confesso, porém, caríssima Filotéia, que a devoção puramente contemplativa, monástica e religiosa de modo algum pode ser praticada em tais ocupações ou condições. Mas, para além destas três espécies de devoção, existem muitas outras, próprias para o aperfeiçoamento daqueles que vivem no estado secular.
Portanto, onde quer que estejamos, devemos e podemos aspirar à vida perfeita.

Fonte: Liturgiadashoras

Volte a sonhar e reencontre a felicidade
Os sonhos estão intimamente ligados à vida, e não há como seguir em busca da felicidade sem os considerar

Felicidade é a grande meta de todo ser humano, e como encontrá-la é o desafio que nos une a milhões de pessoas espalhadas pelo mundo. Aliás, vale a pena lembrar que buscar a felicidade é condição para encontrá-la, pois se costuma encontrar o que se procura.

Se você busca a felicidade, vai encontrar razões para ser feliz mesmo em meio às adversidades; porém, se não a busca, mesmo quando ela vier ao seu encontro não a reconhecerá. Conheço um provérbio popular que diz: “Para o barqueiro que não sabe aonde quer chegar, nenhum vento lhe é favorável”. Ou seja, quem não sabe o que quer, dificilmente chega a alguma conquista, e até mesmo quando acontecem coisas boas, nada parece favorecê-lo. É claro que existem pedras no caminho e nem todos os ventos sopram a nosso favor, mas quando temos uma meta definida, algumas pedras nos servem de degraus e alguns ventos fazem nosso barco avançar mar adentro com maior velocidade. Então, se você deseja ser feliz, é preciso dar passos firmes em direção à felicidade, e um dos passos que considero essencial é reencontrar sua essência, depois fazer as pazes com os acontecimentos que marcam sua história e voltar a sonhar, porque os sonhos estão intimamente ligados à vida, e não há como seguir em busca da felicidade sem os considerar.

Fonte: formacao.cancaonova.com

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“Deus não se esqueceu de você” (Is 49,15)

Canção Nova realiza Aprofundamento de Cura Interior

A Comunidade Canção Nova realiza, entre os dias 18 e 19 de março de 2017, o Aprofundamento de Cura Interior, no Auditório Paulo Apóstolo – Paulinas, Vila Mariana, São Paulo (SP).

Com o tema: “Deus não se esqueceu de você” (Is 49,15), o encontro tem como objetivo levar os participantes a uma experiência de restauração e de cura das vivências dolorosas do passado, as quais deixaram marcas em suas histórias.

O encontro começa às 08h da manhã e encerra às 18h, no sábado e no domingo, com momentos intensos de oração de cura interior, pregação da Palavra, Santa Missa e Adoração ao Santíssimo Sacramento.

Estarão presentes para conduzir o aprofundamento: Pe. Adriano Zandoná, Pe. Serginho, Dijanira Silva e Comunidade Canção Nova.

Inscrições:

Para fazer a sua inscrição, basta se dirigir à Casa de Evangelização da Canção Nova em São Paulo, localizada na Rua Tamandaré, 355, Liberdade (metrô São Joaquim). Informe-se quanto aos horários de funcionamento no seguinte telefone: (11) 3382-9800.

Você pode se inscrever também na Loja Canção Nova, Rua São Bento, 43, Centro (metrô Sé). Horário de funcionamento: De segunda à sexta, das 09h às 18h. Sábados, das 09h às 13h.

A cura interior é a restauração da personalidade, a chave para a cura plena de uma pessoa. A cada dia, o Senhor nos reserva uma surpresa e uma graça; cabe a nós colher d’Ele o caminho de cura que necessitamos trilhar.

Por isso, participe e viva conosco este final de semana de bênçãos e graças!

Tome Nota!

Aprofundamento de Cura Interior
“Deus não se esqueceu de você” (Is 49,15)

Data:

18 e 19 de março (sábado e domingo)

Horário:

Sábado: 08h às 18h
Domingo: 08h às 18h

Local do Aprofundamento 

Auditório Paulo Apóstolo – Paulinas
R. Dona Inácia Uchoa, 62, Vila Mariana, São Paulo/SP
(5 minutos do metrô Vila Mariana)

Inscrições:

Facebook - Inscrições online

 

 

 

 

 

Casa de Evangelização
Rua Tamandaré, 355, Liberdade, São Paulo/SP
(metrô São Joaquim)
Informações: (11) 3382-9800 ou eventossp@cancaonova.com

Grupo de Oração – ”De mãos unidas’
Auditório Paulo Apóstolo – Paulinas
R. Dona Inácia Uchoa, 62, Vila Mariana, São Paulo/SP
(5 minutos do metrô Vila Mariana) – Terças-feiras de 19:30h as 22h

Loja Canção Nova
Rua São Bento, 43, Centro, São Paulo (SP)
(metrô Sé)
Informações: (11) 3587-3141 – Horário comercial 9h as 18h

Valor da Inscrição: R$ 100,00 (individual – não aceitamos cartões)

A3---Vigilia-jan-2017

“Pede à Mãe que o Filho atende”

Canção Nova realiza primeira Vigília de 2017

No início do Ano Nacional Mariano, em comemoração pelos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida pelos pescadores no Rio Paraíba, a Comunidade Canção Nova realiza a Vigília em honra à Virgem Maria com o tema: “Fazei tudo o que Ele vos disser”.

O evento acontecerá no dia 14 de janeiro de 2017, a partir das 22h, na Basílica Nossa Senhora da Penha, no bairro Penha em São Paulo (SP), com transmissão ao vivo pela TV Canção Nova e Rádio América.

Estarão conduzindo esta noite de oração, Padre Adriano Zandoná e Comunidade Canção Nova.

Durante a madrugada, uma programação estará acontecendo para conduzir os participantes, como: animação, cânticos de louvor, pregação da Palavra, Adoração ao Santíssimo Sacramento, Terço da Misericórdia às 15h, Confissões e Santa Missa.

O Papa Francisco autorizou a concessão de indulgência plenária aos fiéis que participarem dos sacramentos e comprirem as condições habituais (confissão sacramental, comunhão eucarística e a oração na intenção do Santo Padre).

“Nossa Senhora está sempre pronta para nos socorrer diante dos perigos e das ciladas do inimigo. Sua presença é silenciosa e discreta. A todo instante Ela advoga nossas causas e trava grandes batalhas por nós” (Mons. Jonas Abib).

Contamos com a sua presença!

Tome Nota!

Vigília Canção Nova – “Fazei tudo o que Ele vos disser”

Data:

14 de janeiro de 2016 | Sábado

Horário:

A partir das 22h

Presença:

Pe. Adriano Zandoná e Comunidade Canção Nova

Local:

Basílica Nossa Senhora da Penha
Rua:Santo Afonso, 199, Penha, São Paulo (SP) (metrô Penha)

Levar 1kg de alimento não perecível

Informações:

(11) 3382-9800 ou eventossp@cancaonova.com

Acesse: saopaulo.cancaonova.com

 

testemunho João Batista

O mês de dezembro está chegando ao fim e nós contamos com você, para juntos chegarmos ao 100%.

Para evangelizarmos necessitamos…“dos pés daqueles que vão, que saem em missão, que deixam tudo, para tornar Jesus conhecido; dos joelhos daqueles que ficam, que permanecem na intercessão, que rezam para que a missão aconteça e das mãos daqueles que contribuem, que ajudam a manter a evangelização, para que ela chegue em todos os cantos e possam permitir que outras pessoas façam uma experiência viva e verdadeira com Jesus..”

Nossa missão de evangelizar, para continuar transformando vidas, necessita de você.

Joao Batista Silva, que fez aniversário no mesmo dia em que o Monsenhor Jonas Abib, ele é morador da cidade de São Paulo, sócio evangelizador, apaixonado pela da Canção Nova, ele teve sua vida transformada por Jesus através do Carisma Canção Nova, e a partir dai assumiu o compromisso nos ajudar. 

“ Tornei-me um sócio evangelizador, porque tenho um compromisso como cristão de participar dessa Obra.”… ”Monsenhor Jonas Abib, completou 80 anos no dia 21 de dezembro, a mesma data natalícia que a minha e eu fico feliz,  o seu amor missionário enraizou a Canção Nova… ”disse Sr. João Batista.

Confira o testemunho do Sr. João, ele tem um pedido a você. Acesse fb/cancaonovasp

Edição: Vanessa Lacquaneti
Gravação: Simone Souza
Texto:  Fernanda Ap. Ferreira.