Reflita sobre o papel da terapia e a melhor abordagem psicológica

Vivemos um tempo em que a terapia deixou de ocupar o lugar da “loucura” para assumir seu verdadeiro papel. E qual seria esse papel? Auxiliar o indivíduo em seu processo de autoconhecimento e autodomínio.

As vivências humanas de hoje sofrem muito com o desgaste emocional. Reflexo disso é o aumento da procura por atendimento psicológico. Não só a adesão ao tratamento psicológico tem aumentado, quanto a necessidade real desse auxílio, devido ao aumento de patologias psíquicas desencadeadas.

Como tornar a terapia um tratamento eficazFoto: Copyright: shironosov 

A terapia é verdadeiramente eficaz?

Com toda certeza é possível dar uma resposta positiva a essa pergunta. As abordagens psicológicas têm contribuído em diversos aspectos para o bem-estar do ser humano.
No entanto, o que é interessante saber, nesse caso, é o que a torna eficaz. Muitas pessoas abandonam o tratamento psicológico por desacreditar na eficácia da terapia. Questiono, então, por que aquilo que era bom passou a ser ruim? O psicólogo? O tempo? A pessoa que está no processo terapêutico? São muitas as possibilidades, e irei apontar algumas delas:

Abordagens psicológicas

Muita gente não sabe, mas existem diversas abordagens psicológicas como Terapia Cognitivo Comportamental, Psicanálise, Humanista Existencial, Sistêmica dentre outras. Com isso, é preciso compreender que cada pessoa se identifica com uma abordagem específica.

Pode ser que o problema da eficácia não esteja no psicólogo ou na pessoa que faz terapia, mas na abordagem. É interessante respeitar o fato de que para cada abordagem existe um público específico. Umas trabalham de forma direta, focada; outras, mais indiretas, sendo assim menos invasivas. Vai sempre depender da necessidade da pessoa e do que ela vive no momento.

Um exemplo: para um anoréxico em grau avançado, é mais indicado buscar uma abordagem mais direta, pois existe um grave risco de morte, e não há tempo hábil para tratar determinados aspectos. Por isso, diante de uma insatisfação com o processo terapêutico, seria indicado iniciar o tratamento com uma nova abordagem, diferente da anterior, e não abandonar a terapia. Tudo bem que todo mundo quer acertar de primeira, mas, infelizmente, pode ser que isso não aconteça. E aí, vai abandonar? É melhor gastar um pouco mais de tempo em um recomeçar do que ficar paralisado em um sofrimento psíquico.

O vínculo é algo que pode ser positivo inicialmente, mas também pode prejudicar a eficácia do tratamento. Existem casos em que a relação psicólogo e cliente deixa de ser terapêutica e se torna mais familiar. A aproximação, o permitir viver bem próximo um da vida do outro, iniciando um vínculo de amizade, prejudica a eficácia do tratamento terapêutico. Existe uma “distância” saudável, que precisa ser respeitada, para um bom tratamento.

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Comprometimento! Essa é uma das chaves para que esse processo seja eficaz. Se você não acredita no psicólogo, não acredita que a terapia funciona, não vai com a “cara” do seu psicólogo ou até mesmo faz terapia, porque alguém impôs e não por achar que precisa, sua terapia não terá evolução nenhuma. O trabalho terapêutico depende muito do reconhecimento e do desejo de tratamento. É um comprometimento mútuo, um trabalho conjunto.

Terapia não é algo para um público específico, pois todos nós, em algum momento da vida, apresentamos questionamentos, sofrimentos e angústias que passam a dominar e reger nossa vida.

Nesse momento, acreditar na eficácia da terapia e decidir investir na própria vida, em um processo terapêutico, seria a escolha mais acertada.

Invista em você!

Fonte: formacao.cancaonova.com

Artigo: Aline Rodrigues é missionária da Comunidade Canção Nova, no modo segundo elo. É psicóloga desde 2005, com especializações na área clínica e empresarial.

Combata a ansiedade com a confiança em Deus

Gosto de olhar fotos antigas e tentar me recordar da ocasião em que elas foram tiradas, pensar no que eu estava vivendo naquele momento e fazer um paralelo com o que mudou daquele dia até hoje. Outro dia, vi uma dessas fotos que me fez refletir uma questão: como eu me preocupava com coisas desnecessárias!

Era o batizado de uma sobrinha há uns quinze anos. Na foto, quase todos estavam alegres, descontraídos e voltados com ternura para aquele pequeno ser vestido de branco que acabara de se tornar cristão pelas águas do batismo. Eu, ao contrário, apareço na foto tão tensa que até minha testa estava franzida. Comecei a pensar se havia alguma razão para eu estar assim tão preocupada na ocasião, e percebi claramente que não. Recordo-me de que foi me pedido apenas para ajudar a posicionar as pessoas na foto e pronto. Só isso.

Dicas para controlar a ansiedadeFoto: Wesley Almeida/cancaonova.com

Eu me preocupava demais com coisas extremamente desnecessárias, e a foto fez com que eu me recordasse disso. Se você me perguntar, hoje, se eu continuo me preocupando com as coisas, a resposta será sim, com certeza! Mas em uma proporção muito menor, pois tenho aprendido a confiar mais em Deus; e à medida que cresço na confiança, diminuo na preocupação. Na verdade, uma das coisas mais difíceis na vida são as preocupações que temos. Seja com nossos filhos, amigos, cônjuge, pais, emprego e tantas outras coisas que fazem parte de nossa vida. Mas me diga: quem, até hoje, conseguiu resolver alguma coisa à custa de preocupação?

Dar um basta na ansiedade

Bem sabemos que o fato de nos preocuparmos não resolve nada; na verdade, o que mais queremos, nesta vida, é deixar de nos preocupar, só não sabemos como fazer isso. Mesmo sabendo que, amanhã, talvez, já tenhamos nos esquecido de quais eram as preocupações de hoje, conscientes de que nossa vida pode deixar de existir a qualquer momento, achamos impossível fazer com que a nossa mente viva tranquila sem nos preocuparmos. Daí, vem a questão: afinal, será que existe algo que possamos fazer para nos preocuparmos menos e darmos um basta na ansiedade?

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Lendo os escritos do padre Henri Nouwen, descobri que existe, sim, uma solução. Ele explica que se é verdade que não podemos mudar seja o que for pelo fato de nos preocuparmos com a situação, o remédio é treinarmos nosso coração e nossa mente no sentido de não perdermos tanto tempo e energia com a ansiedade. Ele também nos mostra o caminho e nos recorda as palavras de Jesus: “Procurai, antes de tudo, o Reino de Deus e sua justiça e tudo mais virá por acréscimo” (Mt 6,33).

Compreendi com isso que, quanto mais tenho me lançado na confiança em Deus e priorizado a ação do Reino d’Ele em minha vida, mais serenidade experimento mesmo em meio às lutas, e a transmito também aos outros. Essa mudança está registrada claramente em minhas fotos, como pude perceber no álbum de família. Como é interessante olharmos para nossa história e percebermos o quanto Deus vai nos moldando pela força de Sua graça! Já parou para pensar sobre isso? Desejo que, no dia de hoje, o Senhor também o visite e fortaleça sua confiança n’Ele, concedendo-lhe mais serenidade e alegria no viver o dia de hoje como ele é: um grande presente de Deus.

Fonte: formacao.cancaonova.com

Como o casal deve lidar com esse sentimento de frustração e pressão diante da possibilidade de não ter filhos?

Vivemos constante pressão! Quando se é solteiro, a pressão é: “ Quando você vai se casar?”. Quando se é casado, a pressão é: “ Quando você terá filhos?”. Quando se tem um filho, a pressão é: “ Quando você terá outro?”. Porém, diante de tanta pressão, podemos nos perder na indiferença do que, de fato, o outro está vivendo. Talvez, o solteiro viva o sofrimento de não ter encontrado alguém para se casar; o casado, o sofrimento por não ter um filho; o pai, o sofrimento por se sentir incapaz de dar ao filho o que este deseja e por aí vai.

Hoje, no entanto, gostaria de falar sobre a pressão que um casal vive para terem um filho, mas, por inúmeras razões ( infertilidade orgânica, transitória e até mesmo esterilidade), não conseguem, gerando assim uma situação de possível e grande sofrimento. A pressão da família e da sociedade para que o casal tenha filhos, muitas vezes, é enorme; e o fato de não conseguir engravidar pode fazer a pessoa se sentir um completo fracasso.

Como lidar com frustação de não ter filhoFoto: Daniel Mafra/cancaonova.com

Como administrar tal sofrimento perante a própria vida e diante da conjugalidade assumida?

1º) Não negue seus sentimentos

A primeira coisa a se viver diante do sofrimento em não conseguir engravidar é assumir os sentimentos, o desejo frustrado, o sonho que não se realiza. Quanto mais se nega estes sentimentos, mais eles ganham forças destrutivas dentro de você. É preciso reconhecer a fundo o desejo que ambos ( homem e mulher) trazem referente à concepção dos filhos. A aceitação e o enfrentamento do que você está sentindo ajuda a suportar as emoções e pressões (internas e externas) com mais serenidade.

2º) Não se destrua pela culpa

Diante da dor em não conseguir ter filhos, não se autodestrua procurando os culpados: “Ah, se eu tivesse engravidado antes!”, “Ah, se eu não tivesse esperando terminar o pós-doutorado para engravidar!”, “Ah, eu poderia ter me cuidado mais” etc. Essas são vozes que tentam tirar sua esperança e levá-lo à completa aniquilação de si mesmo e de seu (sua) esposo (a).

A culpa pode até impedir que você tenha uma centralidade para, de fato, encarar o problema, impossibilitando-o de buscar ajuda médica, psicológica e, quem sabe, até espiritual. Nada de se culpar!

3º) Viva a harmoniosa e fecunda vida de casados!

Quando a gravidez não surge, muitos casais começam a “esfriar” a relação, é como que se a impossibilidade em ter filhos tirasse deles a vitalidade do relacionamento. Nessa hora, não só a parentalidade está em cheque, mas também a própria conjugalidade. Tentem encontrar, juntos, maneiras realistas de dividir o estresse e a frustração em não poder/conseguir ter filhos. Muitos casais pensam que a fecundidade do relacionamento está apenas na questão de gerar filhos, mas não está somente nisso, não! Papa Francisco, na Exortação Amoris Laetitia, afirma: “Àqueles que não podem ter filhos, lembramos que «o matrimônio não foi instituído só em ordem à procriação (…). Por isso, mesmo que faltem os filhos, tantas vezes ardentemente desejados, o matrimônio conserva o seu valor e indissolubilidade, como comunidade e comunhão de toda a vida».

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4º) Busque toda ajuda necessária

É importante que dentro da moral católica vocês busquem toda ajuda necessária. Vá a médicos especializados, talvez a infertilidade seja de fundo psicológico; busque um bom terapeuta. Recorra à espiritualidade! Faça sua parte sem se perder em uma vida obsessiva para engravidar. Mas com calma e esperança dê os passos que cabe a você e a seu esposo (a)!

5º) Relaxe, você não é amaldiçoado

Sim, filhos são bençãos de Deus! Então, se não os tenho, não sou abençoado por Ele? Calma, não é essa a lógica! De fato, é Deus quem dá o dom dos filhos, mas não quer dizer que se você não os tem seja pelo fato de que Deus não os quer dar a você! Nesta hora, a fé é acreditar que, no mistério do sofrimento, Deus também sofre com você! Não se permita ser invadido por pensamentos de que Deus não o ama, que você é amaldiçoado.

6º) Estabeleça um limite. Até onde tentar?

Há casais que decidem, desde o começo, por viver, de fato, o que a Igreja ensina sobre reprodução humana; por isso, esgotadas todas as possibilidades morais, é hora de escolher o que fazer. Ficar anos tentando sem que se tenha um parecer médico favorável pode ser de maior sofrimento ainda para o casal. Lembre-se: desistir dos meios humanos não quer dizer perder a fé que Deus pode realizar o impossível!

7º) Abra-se à fecundidade alargada

Papa Francisco, na Amoris Laetitia, afirma: “A adoção é um caminho para realizar a maternidade e a paternidade de uma forma muito generosa, e desejo encorajar aqueles que não podem ter filhos a alargar e abrir o seu amor conjugal para receber quem está privado de um ambiente familiar adequado. Nunca se arrependerão de ter sido generosos. Adotar é o ato de amor que oferece uma família a quem não a tem.”

Quantos casais que se abrem à adoção como uma forma de viver a paternidade e maternidade, com isso tornam-se, de fato, realizados? O amor sempre abre possibilidades!

Ao falar em cada um desses pontos, não pretendo diminuir ou tirar seu sofrimento em não conseguir ter filhos, mas a tentativa é de fazer com que os sentimentos possam ser administrados de uma forma mais integrada e humanizada possível.

Fonte: formacao.cancaonova.com

Descubra quais são os caminhos e a graça de recomeçar

Recomeçar nem sempre é fácil. Após uma queda, leva-se algum tempo para levantar. As escoriações requerem o cuidado necessário e o repouso salutar. Contudo, chegará o tempo de começar novamente. E sempre estamos recomeçando: ao ser demitido de um emprego, é necessário buscar outro. Quando a vida espiritual é descuidada, faz-se necessário retomar a caminhada. Ao A graça de recomeçar é uma dádiva de Deusmudar-se de cidade, surge o desafio de adaptar-se à nova realidade. Assim vamos recomeçando. A graça de recomeçar é uma dádiva que o Senhor Jesus Cristo nos oferece. Em Seu misericordioso amor, Ele vem ao nosso encontro e, com Sua infinita bondade, anima-nos na caminhada.

Foi assim com os discípulos que regressavam a Emaús (cf. Lc 24,13-35). Após a crucifixão e morte de Jesus Cristo, eles voltavam para o povoado de onde haviam saído. Podemos imaginar que levavam na alma a dor da decepção. Aquele no qual haviam depositado toda confiança fora morto. E eis que, enquanto caminhavam, o próprio Ressuscitado aproximou-se e pôs-se a caminhar com eles.

Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com

Tenha esperança

Diante da decepção que determinada situação provoca, ficamos com o rosto e o coração sombrios. Olhamos e não vemos possibilidade de futuro. Há momentos em que a derrota ofusca a esperança. Diante de tal realidade frustrante, o desânimo pode aprisionar nosso ânimo e ficarmos presos ao que não deu certo.

Os discípulos reconheceram o Senhor ao partir o pão com eles. No gesto da partilha, seus olhos se abriram, e a dor que outrora carregavam no peito tornou-se alegria revigorante. Voltaram e recomeçaram a caminhada de seguir o Mestre. Na dor e mediante as derrotas da vida, o Senhor Jesus Cristo também caminha conosco.

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Não estamos sozinhos. Contudo, é necessário não nos deixarmos abater, embora tal sentimento surja involuntariamente em nossa alma. Somos humanos, mas é a divindade de Jesus Cristo que nos dá a graça de recomeçarmos sempre.

Confie na graça

Na vida, não caminhamos sozinhos, pois o Senhor vai conosco. Em meio às quedas, ferimentos e dores, Ele nos estende Sua mão misericordiosa, derrama o bálsamo do amor, revigora nossa alma já desfalecida pelo desânimo e ilumina nosso caminho com a esperança de um novo tempo. Não desanimemos. Nas quedas, confiemos n’Aquele que nos levanta e refaz nossas forças.

Sempre é possível recomeçar. Mesmo que seja necessário um período de recuperação, cultivemos a certeza de que não estamos sozinhos. A graça, o amor e a misericórdia de Cristo estão conosco. No desânimo, oremos. Na angústia, abandonemo-nos nas mãos do Senhor.

Padre Flávio Sobreiro
Bacharel em Filosofia pela PUCCAMP e Teólogo pela Faculdade Católica de Pouso Alegre (MG)

Fonte: formacao.cancaonova.com

BLOG---A3-Loja-CNCANÇÃO NOVA REINAUGURA LOJA NO CENTRO DE SÃO PAULO

É festa! Dia 17 de outubro de 2016, a Loja Canção Nova será reinaugurada no centro de São Paulo (SP). Com atrações como Pockets Shows e autógrafos, o espaço reabrirá as suas portas na Rua São Bento, 43, com um novo visual e uma programação inteiramente voltada a evangelização para comemorar esse grande acontecimento.

Na Loja Canção Nova é possível encontrar o Clube da Evangelização, espaço dedicado exclusivamente aos sócios e benfeitores da obra Canção Nova. Também é possível encontrar os lançamentos da Editora e da Gravadora Canção Nova, livros digitais, camisetas, CDs de palestras, artigos religiosos, produtos infantis e inúmeros materiais de evangelização. É um verdadeiro celeiro de evangelização bem no coração de São Paulo.

Confira a programação comemorativa:

17 de outubro

 10h30 | Ana Lúcia (cantora e compositora católica) • Musical e Autógrafos

 13h | Dijanira Silva (Apresentadora da Rádio América e autora do Livro “Por onde andam os seus sonhos?”) • Programa Conexão CN, Terço da Misericórdia e Autógrafos (transmissão ao vivo pela Rádio América)

 24 de outubro:

 16h | Ziza Fernandes (Cantora e compositora Católica) • Musical e Autógrafos

 11 de novembro:

 11h | Pe. Adriano Zandoná (Sacerdote Missionário da Comunidade Canção Nova e autor do Livro “Conquistando a Liberdade Interior”) • Autógrafos

 A Loja Canção Nova, além dessas atrações, em breve também estará disponibilizando outros eventos, como workshops e atividades culturais.

Tome Nota!

Reinauguração da Loja Canção Nova no centro de São Paulo

Data:

 17 de outubro

Programação comemorativa de reabertura da Loja:

 17 de outubro

 10h30 | Ana Lúcia • Musical e Autógrafos

13h00 | Dijanira Silva • Programa Conexão CN, Terço da Misericórdia e Autógrafos (transmissão ao vivo pela Rádio América)

24 de outubro:

16h00 | Ziza Fernandes • Musical e Autógrafos

11 de novembro:

11h00 | Pe. Adriano Zandoná • Autógrafos

Local:

Rua São Bento, 43, centro, São Paulo (SP)

(metrô Sé)

Entrada:

Franca

Informações:

(11) 3382-9800 ou (11) 3587-3140

 

 

 

 

 

 

 

 

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Já estamos a todo vapor ! Muitas pessoas celebrando conosco o Canção Nova Abraça São Paulo. Muitas caravanas chegando! Já podemos sentir a energia do povo de Deus. Com a certeza de viver um dia maravilhoso com a presença de Deus!

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Iniciamos com o Santo Terço, em breve iniciaremos a Oração da manhã com Carlos Biajoni, missionário da Canção Nova. ë um dia que promete ser bem especial. Com Palestras , Adoração , Santa Missa. Tem muita coisa boa para vivermos.

Iniciamos a oração com Carlos Biajoni, onde nos conduziu a um momento de Oração com o Salmo 61. Onde a  confiança no Senhor trás vitória. “Deus pode mudar sua vida, mas é necessário você confiar!”

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Eugenio Jorge faz uma pregação maravilhosa sobre mergulharmos na misericórdia de Deus! Somos chamados a nos abrir para a misericórdia de Deus. Se derrame na presença de Deus, Ele sempre perdoa! Acolha a mão do Senhor estendida para você.

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Dom Odilo Scherer também estava presente trazendo uma palavra sobre a misericórdia de Deus a todos nós. É o tempo da misericórdia , enfatiza o Cardeal.

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Padre Marcelo Rossi, conduz momento de Adoração e Oração com o povo de Deus. Ginásio lotado, muitas pessoas sendo transformadas pelo amor de Deus. Nosso general é Cristo! Somos seus soldados, vamos marchar rumo a nova Jerusalém, motiva padre Marcelo Rossi.

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Momento maravilhoso, de muita benção. Quando o povo se reune para orar, tocamos em muitos milagres. Padre Marcelo Rossi conduz um forte momento . Alegrai-vos no Senhor!

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Padre Marcelo e Padre Adriano Zandoná acolhendo o povo de Deus, que já manifesta a alegria por este evento tão esperado do ano. O povo de fato abraçou São Paulo.

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Padre Marcelo Rossi e Padre Adriano Zandoná, levam o povo de Deus a viverem um momento profundo de Adoração. Jesus é o centro . O povo de fato abraçou São Paulo. Mais de 10 mil pessoas no Ginásio do Ibirapuera.

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Na Santa Missa, Padre Adriano nos fala sobre a importância de ao vivermos o sofrimento, ofertar como ato reparativo.

Pois dos maiores sofrimentos brotam as grandes graças. Como você lida com suas lutas? Pergunta o Sacerdote ao povo. Não se prenda a coisas que não constroem felicidade.

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Agradecemos a você que acompanhou conosco este evento. Deus Abençoe !

Créditos de Foto: Fotógrafos William  e Eduardo

 

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Canção Nova realiza tradicional Chá Beneficente na Salette

Uma agradável tarde de confraternização com os missionários da Comunidade Canção Nova

A Comunidade Canção Nova realiza no Salão do Santuário Nossa Senhora da

Salette, em Santana, São Paulo (SP), o tradicional Chá Beneficente em prol do

Projeto Dai-me Almas. O evento acontecerá no dia 25 de outubro de 2016, às

13h30.

Com oração, louvor, sorteios, brindes, autógrafos e a presença de Pe. Adriano

Zandoná, Carlos Biajoni e Ana Lúcia, o Chá Beneficente é uma oportunidade

de viver uma tarde agradável de evangelização, animada e descontraída, com

degustação de quitutes e guloseimas, em companhia dos missionários da

Comunidade Canção Nova.

Para participar, basta adquirir o convite por R$ 15,00 (por pessoa), na Casa de

Evangelização da Canção Nova ou na Secretaria da Paróquia Nossa Senhora

da Salette.

Tome Nota!

Chá Beneficente Canção Nova

Data:

25 de outubro de 2016

Horário:

13h30 às 17h30

Local:

Salão do Santuário Nossa Senhora da Salette

R. Dr. Zuquim, 1720, Sanatana, São Paulo, SP

(metrô Santana)

Presenças:

Pe. Adriano Zandoná

Carlos Biajoni

Ana Lúcia

Convites: R$ 15,00

Adquira nos seguintes locais:

Casa de Evangelização

R. Tamandaré, 355, Liberdade (metrô S. Joaquim)

Secretaria da Paróquia Nossa Senhora da Salette

R. Dr. Zuquim, 1720, Santana

Informações:

(11) 3382-9800

ou eventossp@cancaonova.com

Acesse também: saopaulo.cancaonova.com

Está provado que melhor do que fugir da espera é render-se a essa pedagogia divina

A espera, naturalmente, faz parte da vida humana. Esperamos o tempo certo para nascer, andar, falar, sorrir. Quando adultos, a lista de esperas tende a crescer. Então, independente da idade e do tempo, querendo ou não, todos nós estamos à espera de alguma coisa. E você há de concordar comigo que esperar não é nada fácil, principalmente quando esperamos por respostas ligadas aos anseios mais profundos e às necessidades mais urgentes da nossa alma.

Os benefícios do tempo de espera
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Já está provado, porém, que melhor do que fugir da espera é render-se a essa pedagogia divina que tanto nos forma e tentar extrair o melhor que ela pode nos oferecer. E se você me perguntar o que fazer enquanto espera para aproveitar bem a vida, eu tenho uma ótima notícia: existem muitas coisas boas e cheias de significado que você pode fazer nesse tempo!

Glorioso encontro

Se a espera, por exemplo, é por um namorado, baseada na minha própria experiência, eu o aconselho a buscar, em primeiro lugar, a cura do seu coração e o autoconhecimento. Quanto mais nos conhecemos e buscamos a reconciliação com nossa história, mais livres e, portanto, mais aptos ao amor nos tornamos, favorecendo assim um “encontro glorioso”, que pode durar para sempre, trazendo paz e alegria a sua vida.

O tempo de espera é também o tempo de viver intensamente cada instante da vida como se fosse o último e o único, pois se pararmos para pensar, “o passado não volta, o futuro não o temos e o hoje não acabou”. Então, agora é o tempo de viver sendo quem você é, com a liberdade de filho amado de Deus, sem se comparar e sem fugir da sua realidade. Aliás, a comparação é um grande mal em todas as fazes da vida, e no tempo de espera ela se torna ainda pior, pois cada vez que nos comparamos, achando que para as outras pessoas as coisas dão certo e para nós não, além de nos machucarmos, permitimos que roubem algo essencial em nossa vida, que é a convicção de que somos amados por sermos nós mesmos, e não por aquilo que gostaríamos de ser ou possuir. Lembre-se: Deus o ama profundamente do jeito que você se encontra agora, não permita que a comparação roube sua alegria.

Promovendo a felicidade você será feliz

Enquanto espera, tente também ser agradável, descomplicado, alegre e disponível, tenha interesse pelas pessoas que a vida lhe permitir encontrar. Ouse sair de si mesmo e ir ao encontro de quem precisa de apoio, amor e presença. É dando amor que você aprende a amar, e é promovendo a felicidade que você será mais feliz.

Desarme seu coração de todo preconceito – isso não ajuda ninguém a crescer na vida. Por trás das aparências, sempre existem corações bondosos e dispostos a amar. Ouse ir além do que seus olhos veem e surpreenda-se com o resultado.

Leia bons livros, mantenha contato com a natureza, faça viagens, relacione-se com o mundo e, na medida do possível, faça as coisas simples e boas que você realmente gosta de fazer hoje, sem deixar para amanhã.

Por fim, procure passar pela espera com os olhos e o coração abertos, e não pare no “objeto de desejo”, como se nada mais existisse neste mundo. Nossa espera precisa ser ativa e não passiva; então, fique atento. A vida oferece novas oportunidades a cada amanhecer, e se você estiver apegado a uma única possibilidade de realização, corre o risco de não perceber a felicidade que está acenando para você aqui e agora!

Fonte: formacao.cancaonova.com

Identifique os demônios  que aparecem ao longo da vida conjugal

Fonte : formacao.cancaonova.com

No amor conjugal, o segredo é não lutar contra a idade, mas estar em união com ela, tal é a regra da sabedoria. No início, a relação é, sobretudo, de alegria e esperança. O amor é novo e está intacto. Os dois vivem em estado de descoberta permanente; entretanto, o amor não escapa aos ataques do tempo. Uma primeira crise, a da desilusão, sacode o lar nascente. O demônio da desilusão faz com que a imagem ideal, que um havia construído do outro, comece a desvanecer-se. Para vencer essa crise, terão de se aceitar em suas imperfeições. Nessa fase, o matrimônio se constitui realmente.

Os demônios da vida conjugal

A juventude do amor

Ao fim da fase de adaptação, um mútuo conhecimento impede maiores atritos. O amor se instala. Mas se a crise da desilusão não foi superada, o tempo precipita a segunda crise, a do silêncio. Se o demônio mudo se apodera dos dois, estes caem em uma espécie de letargia. O casal vive, então, em retrocesso, sem crescer, sem um ritmo seguro, sem dinamismo. Vencer essa segunda crise é indispensável para que o amor sobreviva.

A maturidade do amor

Por volta dos 15 anos de vida conjugal, os esposos adquiriram maturidade. Com uma juventude madura, vivem com serenidade. São os anos mais belos da vida conjugal. Já não se fala de felicidade, como quando se é jovem, simplesmente se é feliz. Mas também pode se produzir o contrário, se não encontraram o caminho do diálogo e de sua unidade. Uma terceira crise, com frequência fatal, é a da indiferença. O amor se transformou em hábito, o hábito em rotina, e a rotina, enfim, em indiferença. Vive-se junto ao outro, mas os corações já não estão em contato: o tempo paralisou ou matou o amor. A vida em comum não é mais que uma aparência que se mantém, seja por obrigação, já que há os filhos, seja por conveniência social.

Com o demônio da indiferença instalado, sempre existe lugar para um novo amor e, por isso, para a infidelidade e a separação.

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O “meio-dia” do amor

Entre os 45 e 50 anos, surge um novo perigo. Em ambos é o difícil momento das mudanças físicas e psicológicas. A mulher perde um atributo de sua feminilidade: a fecundidade. O homem vai perdendo um caráter de sua virilidade: o vigor sexual. Mas, antes que se produza esse declive, muitas vezes se dá uma espécie de volta à adolescência.

A essa crise da metade da vida chamamos de “demônio do meio-dia”. Se o matrimônio entra nessa etapa, minado pela indiferença e pela rotina, o “demônio do meio-dia” tem grandes possibilidades de triunfar.

O renascimento do amor

Se o casal soube superar essa época turbulenta, entra num período de uma segunda maturidade. É o crepúsculo do amor, o momento em que o matrimônio desfruta da unidade conquistada, de una harmonia profunda e de uma nova paz. É a hora de uma felicidade serena, sem choques nem conflitos. O tempo, que não perdoa, oferece então aos cônjuges a inapreciável recompensa do renascimento do amor.

O repouso do amor

Virá, por último, a hora do repouso, em que, –envelhecidos no amor,– ambos só terão reconhecimento um para o outro. Nem sequer a dolorosa perspectiva da morte poderá perturbar a maturidade do amor. Eles terão se amado até o fim, quando a morte se converte num ápice, numa vitória. Diante dos homens, como diante de Deus, não existe um amor mais perfeito que o de dois seres que envelheceram juntos e que deram a mão para vencer as últimas dificuldades, para gozar das últimas claridades do dia.

Perguntas para a reflexão

1. Algum desses demônios me é conhecido?
2. Que posso fazer para enfrentá-los?
3. Como andamos com o diálogo conjugal?

Padre Nicolás Schwizer
Shoenstatt – Movimento Apostólico

Perseverar é o melhor caminho, mesmo diante dos obstáculos que enfrentamos na vida

Perseverar é a certeza do paraíso, onde existe uma vida plena e feliz, é o que me faz caminhar sem parar diante das pedras que naturalmente encontro no caminho por onde passo. Gosto das palavras do apóstolo Paulo quando escreve aos Hebreus dizendo: “Irmãos, perseveremos na fé para nossa Salvação”, porque acredito que a salvação tem tudo a ver com a perseverança, que, por sua vez, também está ligada à fé e à esperança. Aliás, creio que a esperança é o remédio que pode curar as dores da humanidade, é ela que nos faz dar mais um passo, mesmo quando todos param, e recomeçar a cada amanhecer como se fosse a primeira vez, mesmo depois de uma noite de cansaço.

Conheço uma história que ilustra bem o que digo: conta-se que Cristóvão Colombo, o descobridor das Américas, navegava já há várias semanas, durante a longa travessia marítima, e a terra custava a aparecer. Até que, em um fim de tarde de dúvidas e desalentos, os marujos timidamente lançaram a ele a pergunta: “Chefe, já navegamos há vários dias e até agora nenhuma terra à vista”.

O que faremos quando todas as esperanças tiverem morrido? Diz a história que Colombo olhou fixamente nos olhos dos marujos e respondeu com convicção: “Ao raiar do dia, quando formos atingidos pelos primeiros raios do sol, a esperança também renascerá e vocês mesmos dirão: ‘continuemos navegando, navegando, navegando’…” E como sabemos, Colombo, com seus marujos, acabou descobrindo as Américas, certamente movidos pela esperança que foi restaurada a cada amanhecer.

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.: Perseverança, a medida certa

Plante esperança e sonhos

Quando falamos de sonhos, é indispensável considerarmos que a esperança é o combustível que nos impulsiona a chegarmos às realizações. Na verdade, assim como os “marujos de Colombo”, muitas vezes também nos sentimos cansados, cheios de dúvidas e pensamos em desistir, mas a esperança é essa força que nos faz continuar navegando quando a correnteza parece contrária às nossas expectativas. É preciso, mais do que nunca, atravessar a “casca” dos acontecimentos cotidianos e lançarmos um olhar confiante para Aquele que está acima de tudo, certos de que nada acontece ou deixa de acontecer por um acaso em nossa vida, e que em todas as situações podemos contar com sua ajuda.

Não sei como você se encontra hoje, mas peço a Deus que plante em seu coração uma semente de esperança ou regue a que já existe, porque sei que Deus nos fez homens e mulheres de esperança, e precisamos retomar a nossa essência para ver concretizados os seus sonhos em nossa vida. Perseverar é isso, é ter esperança, mesmo contra toda expectativa. É deixar-se encantar com as coisas simples da vida, sem jamais deixar de sonhar. É sorrir como criança, descontrair-se sem medo de ser julgado, ouvir histórias sem olhar para o relógio, é dar e receber amor sem medida. Por que quem persevera já descobriu que o mais importante não é fazer muitas coisas, mas ser canal do amor e agir com amor, mesmo que seja no anonimato.

Desejo que você nunca esqueça que Deus é sempre fiel e está disposto a ajudá-lo, e Ele espera de você também fidelidade e perseverança, para que seu projeto de amor e felicidade se cumpra plenamente em sua vida.

Fonte: formacao.cancaonova.com

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Confira toda a nossa cobertura deste fim de Semana do Aprofundamento de Afetividade e Sexualidade ministrado pelo Casal de Psicólogos, missionários da Comunidade Canção Nova Diácono Joao Carlos e Maria Luiza. Com Presenças de Padre Adriano Zandona, Nando Mendes , Padre Egídio e Comunidade Canção Nova.

Após um momento forte de Oração com o Missionário Carlos Biajoni , onde nos conduziu a oração de cura interior.

Neste momento Maria Luiza e Diac. João Carlos se apresenta, e salienta sobre a importância de buscarmos a cura de nossa afetividade e sexualidade.IMG_0114

O tema abordado é sobre A Construção da Sexualidade e Afetividade nas Etapas da vida.  ” Sempre que tentamos compreender o crescimento vale pena recordar o princípio epigenético.” (Griffa Moreno). 

Comportamentos existenciais tomam uma grande proporção dentro nós. Portanto precisamos identificar de onde essas coisas surgem.  O Ambiente da criação reflete em nosso comportamento afetivo. Portanto desde a minha concepção ja temos um destino. Quem determina isso é nosso sexo genético.

Nós temos a capacidade de guardar em memória a sensação. Portanto na gravidez a criança tem sensações de tudo que a mãe vive, pois ela não possui ainda uma estrutura de linguagem formada e é influenciada pelo ambiente diz a psicóloga Maria Luiza.

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Momento de Oração após o almoço. Povo sedento de Deus! A única forma de buscar-mos a cura é buscando o Senhor, suplicando a Deus que visite as áreas de nossa vida. Por isso se faz tão necessário rezarmos pelas etapas da nossa vida. Conhecendo melhor a nossa vida, teremos matéria de oração para alcançarmos a maturidade afetiva.

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Diácono João Carlos e Maria Luiza, fala sobre o período da adolescência . Enfatiza também a importância de no período da infância a criança viver atitudes que são próprias, como brincar, permitir viver a fantasia própria , para que no período da adolescência ela consiga viver com maior tranqüilidade essa fase tão importante.

No momento da Santa Missa, celebrada pelo Padre Adriano Zandoná em sua homilia, nos orienta sobre a importância da nossa formação da nossa consciência , da nossa personalidade. Quando olhamos nossa história , precisamos ter a coragem de perceber que dentro de nós existe coisas a serem trabalhadas.

Nossa sexualidade é um dom , e deve ser trabalhada na ótica do amor. Não deixe de viver a graça da restauração!

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Tivemos neste dia um momento de Adoração maravilhoso rezando pela cura da afetividade e sexualidade . Precisamos resgatar a condição de filho de Deus! Ele não está para julgar você, e sim para perdoar e amar. Quanto maior for nossa sede por Deus, maior será nossa intimidade com o Senhor, diz Padre Adriano Zandoná.

Iniciamos a Oração pela Manhã com o Missionário Carlos Biajoni, onde oramos pela etapas da nossa vida. A Palavra de direção nesta Oração foi. “Em verdade, ele tomou sobre si nossas enfermidades, e carregou os nossos sofrimentos: e nós o reputávamos como um castigado, ferido por Deus e humilhado”(Is 53,4).

Diácono João Carlos e Maria Luiza, trás nesta manhã , a importância de lutarmos pela nossa maturidade afetiva e sexual. Nossos afetos que vão contornando nossa sexualidade. Por isso a amizade nos favorece a um controle da nossa sexualidade, para que não sejamos levados por impulsos, causando assim um descontrole na aérea da sexualidade.

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O destino do impulso sexual deve ser canalizado para o outro. Para você que sente chamado a vocação ao matrimonio. Toda mulher deseja mais afeto, portanto você não pode ser bruto dentro de casa. Você casado deve dar mais atenção para sua esposa!

Não deixe de buscar ajuda para cura da afetividade e sexualidade, para que você não fique refém dos males desse século . Não tenha medo de esperar em Deus ! Deus tem algo maravilhoso para sua vida.

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Momento de Plenário com Diácono João Carlos, Maria Luiza e Padre Adriano Zandoná,  respondendo perguntas dos participantes. Momento muito esclarecedor sobre a realidade da necessidade da maturidade afetiva.

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Momento de Adoração onde vivenciamos toda a graça do Senhor Jesus. Quanto maior a intimidade com Ele, mais fortalecidos seremos.

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Finalizando nosso Aprofundamento de Afetividade e Sexualidade com a Santa Missa, celebrada pelo Padre Adriano Zandoná. Volte para a casa do Pai ! O pecador mais difícil de se converter é aquele que não se reconhece miserável , diz Padre Adriano. Na Palavra de Deus hoje, iremos perceber a vida de moisés,  e iremos ver toda a luta dele para com o povo. Percebemos a Idolatria e a murmuração . O que você tem idolatrado em sua vida?

Precisamos cuidar dos nossos relacionamentos, afetos, para que rompemos de vez com nossos melindres. Não podemos parar nas feridas que as pessoas nos causaram. Portanto é tempo de perdoar as pessoas que lhe feriram e renovar o amor de Deus em você e nos irmãos. Supere suas decepções!

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Deus abençoe você ! Lembre – se Deus tem sempre o melhor para a sua vida !

Equipe CNSP

 

A presença de Nossa Senhora se revela em nosso dia a dia

Cada paróquia no Brasil tem um título de Nossa Senhora, que ganha destaque na comunidade local. Quando se aproxima a festa relacionada a esse título mariano, a paróquia se mobiliza, faz novena, quermesse e celebra muito a festividade. Mas Nossa Senhora só está presente em nossa vida nesses momentos particulares? Somos fiéis devotos dela, mas só pedimos sua interseção nas Missas celebrativas ou quando estamos com problemas a resolver? Não é esse o desejo de Deus ao nos dar Maria como Mãe nem é o desejo dela ao nos assumir como filhos. Ela quer participar do nosso dia a dia, auxiliando-nos e fortalecendo-nos na caminhada até Deus.

Como relacionar-se com Nossa Senhora no dia a dia - 1600x1200

Auxílio dos cristãos

São Bernardo nos ensina que “nos perigos, nas angústias e dúvidas devemos pensar em Maria, invocando-a”. São Boaventura afirma: “Jamais li que algum santo não tivesse sido devoto especial da Santíssima Virgem”. Na oração da Ladainha de Nossa Senhora, nós a chamamos de “auxílio dos cristãos”. Sim, ela o é! Nossa Senhora é Auxiliadora!

No Evangelho de João 19,26-27, vemos que “Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse a ela: ‘Mulher, eis o teu filho!’. Depois, disse ao discípulo: ‘Eis a tua mãe!’. A partir daquela hora, o discípulo a acolheu no que era seu’”. O Papa Francisco, ao meditar essa leitura, fala-nos: “Temos uma Mãe que está conosco, que nos protege, acompanha e ajuda também nos tempos difíceis, nos maus momentos”.

Podemos encontrar um vasto conteúdo nos escritos dos Papas e Santos da Igreja, mostrando-nos a real maternidade de Maria; e a resposta de João às Palavras do Cristo na cruz nos mostra qual deve ser nossa postura ao acolher a Virgem Santa como Mãe: “A partir daquela hora, o discípulo a acolhe no que era seu”. Esse é o centro do relacionamento materno entre Maria e seus filhos, não somente crer na maternidade, mas trazer Nossa Senhora para perto, colocá-la a par dos acontecimentos e sentimentos que diariamente compõem nossa vida e, para isso, há um caminho eficaz: a oração.

Colo sublime

Seja o Rosário, o Ofício, a Ladainha ou uma jaculatória que invoca a proteção da Santíssima Virgem, seja um momento longo ou um breve elevar da alma até o colo sublime da Mãe de Deus, o certo é que devemos seguir o exemplo de João e trazer Maria para tudo o que nos pertence. Apresentar a Maria nossos conflitos e medos, nossas vitórias e projetos e tê-la como Mãe é encontrar nela uma companheira para o dia a dia.

Muitas vezes, durante o meu dia, elevo meu coração a Maria. Além de rezar o Santo Terço, vou me colocando nas mãos dela no decorrer das horas e dos fatos ocorridos. Quando estou realizando algum trabalho, para o qual não tenho muito domínio, vou pedindo a Maria que venha em meu auxílio. Quando vivo uma situação difícil, busco nela um apoio.

Mostra-te, Mãe

Na Carta Encíclica Adiutricem Populi, Papa Leão XIII fala de uma jaculatória simples, mas eficaz: “Mostra-te, Mãe”. Ele convida os cristãos a invocar Maria nos acontecimentos do dia e pedir sua presença ou seu conselho.

Maria, não somente quer nos acolher como filhos, como deseja nos acompanhar por toda nossa peregrinação aqui na terra rumo à morada eterna.

Nos acontecimentos duros da vida, nos momentos de solidão e dor, alegria e realização, clamemos essa simples oração que nos ensina o Santo Padre: “Mostra-te, Mãe”. Confiemos: aquela que acompanhou Jesus até o Calvário também nos acompanhara por todos caminhos.

Fonte: formacao.cancaonova.com

O Sangue de Jesus liberta do pecado, da morte eterna e da escravidão do demônio

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Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Nós estamos sofrendo, Senhor! Nesta hora de angústia e calamidade em que vemos sobre nós e sobre os que amamos a ameaçada da tribulação, percebemos como somos fracos e sem poder para superar o mal. Somos fracos até compreender como e porquê permites Vossas criaturas, Vossos filhos passarem por esses sofrimentos.

Só Vós podeis nos livrar, só vós podeis nos esclarecer e nos confortar!

Eterno Pai, pelo Sangue de Jesus Cristo, misericórdia! Assinalai-nos com o Sangue do Cordeiro Imaculado, Jesus Cristo, como assinalastes o Vosso povo de Israel, para o livrardes da morte. E Vós, ó Maria, Mãe de Misericórdia, aplacai a Deus, pedi-lhe por nós e alcançai-nos a graça que pedimos!
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. Assim como era no princípio, agora e sempre. Amém

Eterno Pai, pelo Sangue de Jesus Cristo, misericórdia! Salvai-nos do naufrágio do mundo, como salvastes Noé do dilúvio universal. E vós, ó Maria, Arca da Aliança, alcancai-nos a graça que pedimos!

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Assim como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Eterno Pai, pelo Sangue de Jesus Cristo, misericórdia! Consolai-nos nas atuais necessidades e tribulações, como consolastes a Jó, Ana e Tobias, nas suas aflições. E vós, ó Maria, Consoladora dos aflitos, aplacai a Deus, pedi-lhe por nós e alcançai-nos a graça que pedimos!

Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. Assim como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Eterno Pai, pelo Sangue de Jesus Cristo, misericórdia! Dai-nos força e coragem para enfrentar os perigos e sofrimentos que nos ameaçam, como fortalecestes com o maná o Vosso povo que atravessava o deserto. E Vós, Maria, Auxílio dos Cristãos, aplacai a Deus, pedi-lhe por nós e alcançai-nos a graça que pedimos!

Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. Assim como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Eterno Pai, pelo Sangue de Jesus Cristo, misericórdia! Iluminai as nossas inteligências, a fim de encontrarmos a melhor solução para os problemas. E Vós, ó Maria, como instruístes os santos apóstolos com as luzes do Bom Conselho, aplacai a Deus, pedi-lhe por nós e alcançai-nos a graça que pedimos!

Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. Assim como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Eterno Pai, pelo Sangue de Jesus Cristo, misericórdia! Vós não quereis a morte do pecador, mas, sim, que ele se converta e viva; dai-nos tempo de fazer penitência, a fim de que, arrependidos dos nossos pecados, vivamos santamente. E vós, ó Maria, Refúgio dos pecadores, aplacai a Deus, pedi Lhe por nós e alcançai-nos a graça que pedimos!

Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. Assim como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Eterno Pai, nós Lhe oferecemos o Sangue de Jesus em desconto dos nossos pecados pelas necessidades da Santa Igreja, pela conversão dos pecadores. Imaculada Virgem Maria, Mãe de Deus, rogai por nós.

Jesus e Maria, confiamos em Vós!

Reze:
:: Consagre-se ao Preciosíssimo Sangue de Jesus
:: Terço da vitória pelo Sangue de Jesus
:: Oração para fazer diante de Jesus Eucarístico
:: Poderosa Oração a São Bento

Fonte: formacao.cancaonova.com

Aceitar nossos erros e lidar com eles exige aprendizado

Errar faz parte da natureza humana, e todos nós podemos, em algum momento da vida, cometer enganos. Admitir nossos erros, porém, nem sempre é tarefa fácil, e lidar com nossas fraquezas exige um aprendizado que dura a vida inteira. Segundo estudiosos, a principal dificuldade que temos para aceitar nossos limites e erros está ligada à falsa crença de que, na maioria das vezes, nós os herdamComo aceitar nossos erros - 1600x1200os de nossa própria educação familiar; de que só seremos amáveis e úteis se formos perfeitos. Sendo assim, admitir que erramos incomoda o ego e soa para ele como fraqueza ou ignorância. Daí, nasce a luta, muitas vezes, estressante contra nossas falhas; a ponto de nos tornamos intolerantes também quanto aos erros dos outros e, consequentemente, sermos uma pessoa menos agradável do que poderíamos ser.

Ao meu ver, existem três dicas que podem nos ajudar nesse processo de convivência com nossos limites:

Sem condenação

A primeira é lembrarmos que a perfeição pertence somente a Deus, e que, por mais sábios, bonitos e agradáveis que sejamos, também temos defeitos, somos “sinfonias incompletas”. Podemos e devemos tentar ser melhores, é verdade, mas sem condenação. Quem se cobra demais e evita errar passa pela vida de maneira tão tensa, que se esquece de viver de verdade.

Leia também:

:: Conquistar a liberdade interior 
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:: O segredo para a cura emocional 
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Sem pressão psicológica

A segunda sugestão é não fazermos comparações. Compararmo-nos com pessoas que admiramos e tentarmos ser iguais a elas coloca em risco nossa própria felicidade, porque agir assim seria abandonar o projeto de Deus para nossa vida, para tentarmos viver o projeto que Ele sonhou para outra pessoa.

James Martins, grande escritor jesuíta, afirma que a autoaceitação é o primeiro passo para a santidade. Não é preciso usar o mapa de alguma outra pessoa para chegar ao céu, porque Deus já colocou dentro da alma de cada um de nós todas as direções de que precisamos. Isso, ao meu ver, também significa aceitar a própria personalidade com seus dons e limites, uma vez que fomos criados por Deus assim como somos, e é assim que Ele espera nos receber na eternidade. É claro que isso não dispensa nossa mudança de atitudes, para nos tornamos melhores, porém, sem a pressão psicológica de termos de ser diferentes do que somos na essência. Existem comportamentos que fomos adquirindo ao longo da vida por várias razões, mas, no fundo, sabemos que eles não nos pertencem, e existem outros que expressam o que realmente somos. É desse segundo que falo, pois o que somos deve ser sempre preservado.

Comparações não ajudam

Fazer comparações com outras pessoas e pensar que para elas as coisas funcionam melhor, é muito fácil, mas essa maneira de pensar, além de falsa é também perigosa, pois nos afasta da realidade mais linda que existe: Deus nos ama com exclusividade e exatamente como somos! Ele nos criou com todas as capacidade e talentos que temos e estabeleceu conosco, desde o momento em que começou nossa existência, um relacionamento profundo que durará para sempre. Ele sabe dos nossos desejos mais profundos e não é alheio às nossas quedas, mas está conosco aconteça o que acontecer, estejamos onde estivermos, como lembra o Salmo 138: “Senhor, Tu me sondas e me conheces…”. Ele nos convoca a sermos quem realmente somos para trazer alegria à nossa própria vida e a este mundo que não seria o mesmo se não existíssemos.

Tenhamos calma com nós mesmos

A terceira dica, portanto, é: sejamos pacientes com nós mesmos e com nosso processo. A paciência é uma companheira indispensável para quem deseja lidar melhor com seus erros. Santo Inácio de Loyola faz uma comparação interessante de Deus como um artesão Todo-Poderoso. Diz ele: “A lenha rústica e intocada não tem ideia de que pode se transformar em uma estátua que será considerada uma obra-prima, mas o escultor antevê o que pode ser feito com ela. Muitos não entendem que Deus pode esculpi-los em santidade, até se entregarem às mãos do artesão Todo-Poderoso e deixar-se moldar por Ele.”

Por natureza, somos impacientes e queremos resultados sempre imediatos; com relação aos nossos erros não é diferente. No entanto, o trabalho lento de Deus é a regra para grandes progressos. Tenhamos calma com nós mesmos e percebamos que, enquanto vivemos um dia de cada vez, conhecendo-nos melhor e deixando-nos moldar por Deus, nossas ideias amadurecem e os erros perdem a força que hoje têm. Não tentemos forçar o Senhor, como se pudéssemos ser agora o que o tempo, com a graça e as circunstâncias, atuando diretamente em nossa vida, nos tornará amanhã. Demos a Deus o benefício da confiança de que Ele nos conduzirá pelo melhor caminho e aceitemos o desafio de passar por este mundo como “obra inacabada”, sempre diante dos olhos amorosos do artesão que pode, a qualquer hora, aprimorar ainda mais o trabalho de suas mãos.

Fonte: formacao.cancaonova.com

Saiba por que o Pokémon Go se tornou uma febre mundial

O assunto do momento tem sido o famoso jogo do Pokémon Go lançado pela Nitendo. O jogo, que tem sido uma febre mundial, desperta curiosidade e faz as pessoas saírem de sua zona de conforto para “caçar os monstrinhos” do game. Mas afinal, qual é a origem do Pokémon Go? Como fazer para não se tornar um viciado no jogo? É possível evangelizar por meio dele?

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Padre Clóvis Melo, ex-assessor da Comunicação da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil para assuntos de internet e digitais), em entrevista ao cancaonova.com, comenta sobre o assunto tão discutido na última semana.

cancaonova.com: Qual é a origem do jogo Pokémon Go?

Padre Clóvis: A empresa Niantic, Inc, que desenvolveu esse jogo, é uma startup da Google que, em 2013, lançou um jogo chamado Ingress, que trabalhava essa ideia de realidade aumentada. O objetivo do jogo era encontrar portais de energia e interagir com eles, a fim de enfraquecer um portal e fortalecer o outro. Então, a Nitendo contratou essa empresa para que, em parceria com ela, desenvolvesse o jogo Pokemon Go com toda a mitologia que havia por trás dele, com todos os conceitos japoneses de monstrinhos de bolso, os desenhos animados relacionados aos Pokemons.

Muitas pessoas têm lembranças desse jogo na infância, no qual haviam treinadores que encontravam os monstrinhos, apreendiam-nos em bolinhas, que eram receptáculos, e os treinavam para participar de duelos; cada monstrinho tinha um poder específicos, de acordo com os elementos da natureza: água, terra, fogo e ar. A Nintendo contratou a empresa Niantic, Inc para desenvolver, junto com ela, o jogo Pokémon Go, e aproveitou uma plataforma que já existia daquele jogo anterior chamado Ingress.

cancaonova.com: O que seria essa realidade aumentada?

Padre Clóvis: É uma interface digital sobre a realidade. Então, eles aproveitam localizações, mapas, pontos turísticos e de interesse para lançá-los na interface digital. O dispositivo que nos ajuda a ver essa interface é o próprio smartphone, que está conectado à internet. Isso desperta interesse nas pessoas. Elas, então, vão procurar onde tem um Pokémon. Elas abrem o o programa, veem no mapa a localização e descobrem onde há os portais de energia e vão até eles. Um desses lugares são as igrejas, porque são locais frequentados por muitas pessoas. É por isso que, dentro delas, há muitos Pokémons. Isso faz todo sentido, porque as igrejas são lugares onde muitas pessoas buscam Deus, buscam oração e frequentam com regularidade. Shoppings e academias também são lugares comuns de encontrá-los.

Na interface do Pokémon Go, vemos diversos tipos de monstrinhos encontrados em lugares específicos. É isso que desperta o interesse das pessoas. Até na Canção Nova há monstrinhos Pokémon, por ser um lugar que atrai muitas pessoas.

cancaonova.com: Quais cuidados as pessoas devem ter para não ficarem viciadas no jogo?

Padre Clóvis: Com relação ao vício, ele está um pouco ligado às mídias digitais, aos smartphones e à internet. É preciso ter sabedoria para dosar tudo isso e saber até que ponto esse jogo está roubando seu tempo útil, tempo de oração, leitura e relacionamento presencial. Tudo o que é excesso é ruim, e o Pokémon Go é o vilão do momento. Há pouco tempo, o WhatsApp também roubava a interação humana, assim como o Twitter e o Facebook. É inevitável lidarmos com essas plataformas digitais, porque fazem parte da cultura virtual.

Assista:

:: Pokémon Go: o que você precisa saber para não ficar viciado

Da nossa parte, para ajudarmos os jovens, adolescentes e até adultos que estão entrando nesse jogo, a dica é usam o bom senso. Até que ponto convêm jogá-lo? Ao celebrar uma liturgia, na Santa Missa, é hora de ligar o celular para procurar Pokémon? Não é o momento. É provável que o encontremos na igreja, porque o jogo é interativo e atraente para essa realidade. Então, qual o momento adequado? Um momento de lazer, de descontração, que eu tenho para essa finalidade. Eu aproveito esses momentos para jogar e fazer a interação humana que ele favorece.

Se há muitas pessoas falando sobre isso, dá para conversar sobre o Pokémon e puxar outros assuntos também. Daqui a pouco, vamos conseguir entender que a relação humana é a mais interessante que o próprio jogo, que foi apenas a isca.

cancaonova.com: Como evangelizar por meio desse jogo?

Padre Clóvis: Algumas igrejas nos Estados Unidos, ao perceberem o grande fluxo de jovens e de pessoas próximas às igrejas para encontrar pokémons, criaram momentos, ao longo do dia, com palestras, músicas oracionais, a fim de que as pessoas, ao procurarem um Pokémon, escutem uma mensagem e se interessem por aquele conteúdo de evangelização. Quanto ao jogo em si, com seus elementos, não vejo que seja viável para evangelizar, porque ele não tem esse enfoque; é um entretenimento, mas pode ser um atrativo para “virarmos a chave”.

O Pokémon é a febre deste tempo, deste momento; daqui a pouco, as pessoas tendem a perder o interesse. A não ser os entusiastas, que sempre gostaram do Pokémon, para quem esses jogos vão se manter por um tempo ainda maior. Então, fiquem tranquilos em relação a isso.

Precisamos trabalhar com a consciência das pessoas. Nos Estados Unidos, foi criado um manual a fim de que as pessoas tenham cuidado, mas não só com o jogo em si, mas sim quanto à distração que ele proporciona. Enfim, minha opinião é o bom senso, é não fazer do jogo o maior sentido da sua vida.

Fonte: formacao.cancaonova.com