BLOG-Vigília-Canção-Nova

“Orai sem cessar”

1 Tessalonicenses 5,17

VIGÍLIA CANÇÃO NOVA COMEMORA 10 ANOS DA RÁDIO AMÉRICA

“A Rádio América é 10! 10 anos evangelizando São Paulo”. A Comunidade Canção Nova realiza em São Paulo (SP), no dia 06 de agosto de 2016, às 22h, a Vigília Canção Nova em comemoração dos 10 anos da Rádio América em São Paulo. O evento acontece na Basílica Nossa Senhora da Penha, transmitido ao vivo pela TV Canção Nova e pela Rádio América.

Na programação, a Vigília inicia com animação, pregação da Palavra e Santa Missa. A Vigília atravessa a madrugada com adoração ao Santíssimo Sacramento, oração de cura e libertação, momentos intensos de clamor e intercessão e confissões.

Estarão presentes para conduzir o evento o Pe. Adriano Zandoná, Pe. Emerson Pedroso, Pe. Serginho, Pe. Rafael Machado e Equipe da Rádio América.

A Rádio América, em sua rica trajetória de evangelização nesses 10 anos, quer comemorar o seu aniversário diante do Senhor em oração e agradecimento a Deus por todas as graças derramadas através dela na cidade de São Paulo, e você é o principal convidado!

Participe!

Sobre a Rádio América: Fundada em 4 de novembro de 1931, pela Organização Byington, a Rádio América nasceu sob a marca de ser considerada ”a estação das grandes iniciativas”. A emissora iniciou suas transmissões em 17 de agosto de 1934, com inauguração oficial em 15 de outubro do mesmo ano, quando foi também inaugurado o salão azul da emissora, onde aconteciam apresentações de shows, peças de teatro, filmes e bailes, localizado nas proximidades da Praça Marechal Deodoro, coração da Capital Paulista. Ao longo de uma história marcada pela prestação de serviços à sociedade, a Rádio América sempre contou com nomes significativos da mídia nacional, entre os quais se destacam Ary BarrosoAdoniran Barbosa,Cacilda Becker GonçalvesPaulo VanzoliniWagner MontesCésar FilhoCarlos NascimentoSônia AbrãoNey Gonçalves DiasAugusto LiberatoRaul Gil, Pe. Marcelo Rossi, entre muitos outros. A Rádio América comemora mais de 70 anos de fundação com uma inovadora grade de programação. A emissora, que já foi líder de audiência, fazia parte da antiga Rede Paulus Sat. A partir o dia 28 de agosto de 2006 a Canção Nova assumiu a programação da Rádio América, com o slogan “Rádio América, uma Canção Nova em sua vida!” e a missão de evangelizar através dos meios de comunicação social. A atual sede da emissora é na Av. Brigadeiro Luís Antônio.

Tome Nota!

Vigília Canção Nova

“A Rádio América é 10! 10 anos evangelizando São Paulo”

Data:

06 de agosto de 2016

Horário:

22h00

Presença:

Pe. Adriano Zandoná

Pe. Emerson Pedroso

Pe. Serginho

Pe. Rafael Machado

Equipe da Rádio América

Comunidade Canção Nova

Local:

Basílica Nossa Senhora da Penha

Santo Afonso, 199, Penha, São Paulo/SP

(metrô Penha)

Informações:

(11) 3382-9800 | eventossp@cancaonova.com

 

 


 

 

BLOG---9Semanas-deOração-Pelas-Famílias

Traga as bênçãos de Deus para a sua família com o poder da oração

Canção Nova realiza 9 Semanas de Oração pela Restauração das Famílias

Com Missas presididas pelo Pe. Adriano Zandoná

Muitas famílias têm necessitado de uma concreta restauração. Atualmente, são diversas situações que as afligem: vícios, divisões, mágoas, ressentimentos, etc. Diante dessa realidade, a Comunidade Canção Nova promove uma oportunidade das famílias se reunirem para um momento de oração e intimidade com Deus: as 9 Semanas de Oração pela Restauração das Famílias, com início no dia 11 de julho e término no dia 05 de setembro de 2016.

As 9 Semanas de Oração acontecem na sede da Canção Nova na capital paulista, Catedral Maronita Nossa Senhora do Líbano, igreja jubilar com a Porta Santa do Ano da Misericórdia.

São nove Celebrações Eucarísticas realizadas às segundas-feiras, que iniciam às 19h30, transmitidas ao vivo pela TV Canção Nova e presididas pelo Pe. Adriano Zandoná, em intercessão pela cura, libertação e restauração das famílias. Em cada segunda-feira refletiremos uma realidade familiar, buscando, assim, – a partir da Sagrada Escritura e da Liturgia – sábias direções para bem enfrentarmos as dificuldades e tensões que atingem nosso lar.

Confira a programação:

11/07 | A situação atual da família e seus desafios

18/07 | A força da misericórdia vivida em família

25/07 | Usando a estratégia certa

01/08 | Enfrentando as tribulações com sabedoria

08/08 | Libertar a família dos vícios

15/08 | Viver os verdadeiros valores da família

22/08 | O poder da oração em família (Maria, nosso grande exemplo)

29/08 | A importância de testemunhar a fé dentro de casa

05/09 | A alegria do amor em família

As Missas encerram com Adoração ao Santíssimo Sacramento às 21h.

Obs. Durante a programação, Pe. Adriano Zandoná estará abençoando o ícone da Sagrada Família o qual os participantes poderão personalizar com a Oração das 9 Semanas de Oração pela Restauração das Famílias com o nome de suas famílias, para o entronizarem em suas casas.

Sobre o Pe. Adriano Zandoná:

Pe. Adriano Zandoná é missionário da Comunidade Canção Nova, apresentador do Programa “Para Ser Feliz” da TV Canção Nova e autor dos livros: “Curar-se para ser feliz” e “Construindo a Felicidade” (Editora Canção Nova).

Confira a oração da Semana Oracional:

BLOG-Oração

Tome Nota!

9 Semanas de Oração pela Restauração das Famílias

(9 Missas presididas pelo Pe. Adriano Zandoná)

Data:

11 de julho à 05 de setembro de 2016

Horário:

19h30

Local:

Catedral Maronita Nossa Senhora do Líbano
R. Tamandaré,355, Liberdade (metrô São Joaquim ou Linha 4114-10 Vila Gumercindo)

* Igreja jubilar com a Porta Santa do Ano da Misericórdia

Informações:

(11) 3382-9800 ou eventossp@cancaonova.com

Acesse: saopaulo.cancaonova.com

Uma das formas grave de superstição é um certo fanatismo religioso

A palavra “superstição” vem do latim superstitionem, vocábulo cuja origem até hoje é controvertida, embora seja consenso de que o prefixo super (acima) refira-se aos poderes que estão acima dos homens. Superstição poderia ser então acreditar em forças que estão acima da natureza e, nesse conceito, a religião seria uma forma de superstição. No entanto, superstição significa acreditar em forças e realidades mágicas, sem qualquer fundamento racional. Dessa forma, fé e superstição, embora sejam realidades aparentemente próximas, são bem distintas. A confusão é grande, por isso o Catecismo da Igreja Católica coloca a superstição como um pecado contra a fé, “um excesso perverso contra a religião” (CIC 2110).

 

Figa-Livres-de-todo-MalCrer significa acreditar em algo que minha razão mesmo não observou, mas, que pela palavra de alguém fidedigno, eu acredito. Crer não significa dar razão a algo irracional, mas a algo que, embora minha razão não tenha alcançado por si mesma, é coerente com a razão.

A fé sobrenatural, dom de Deus, capacita-nos a acreditar e viver as realidades sobrenaturais, que por serem espirituais, não deixam de ser reais. O cristão tem fé, porque “crê em Deus, em tudo o que Ele disse e nos revelou” (CIC 1814).

Crendices

Na superstição, ao contrário, a pessoa acredita em objetos, gestos e rituais mágicos. Não é adesão a uma autoridade superior (Deus) e Sua revelação, mas a “crendices” surgidas no meio povo, como sair de casa com pé direito para ter sorte, nunca passar debaixo de uma escada, não ter espelho quebrado em casa, porque dá azar etc. Geralmente, essas crendices supersticiosas expressam medos e inseguranças corriqueiras, mas, às vezes, tomam forma de ocultismo como na magia, adivinhação e feitiçaria, proibidos pela Sagrada Escritura (cf. 2Rs 21,6; Is 2,6), e de astrologia, prática também abominada por Deus (cf. Dt 4,19).

Leia mais:
:: Superstição: quanto ela influencia sua vida?
:: Um cristão deve consultar horóscopo?
:: Existe proteção quando se usa amuletos?
:: Quem tem medo de sexta-feira 13?

Uma forma grave de superstição é um certo fanatismo religioso; e nós, católicos, tantas vezes caímos nessa tentação. Os sacramentos e sacramentais, por usarem de sinais sensíveis como gestos, objetos (água, óleo, imagens, medalhas etc) e ritos, são muitas vezes confundidos e explorados de forma supersticiosa. O Catecismo, no parágrafo 2111, explica que atribuir eficácia sobrenatural aos materiais e sinais, independentemente da disposição do fiel, é superstição. Ou seja, se o fiel atribui um poder mágico a imagem ou a medalha, por exemplo, como se ela fosse fonte de graça e poder, independente de Deus e da fé da pessoa, isso configura uma superstição.

Por que a superstição é tão ruim?

Primeiro, porque “é um desvio do sentimento religioso e das práticas que se lhe impõem” (CIC 2111). Ou seja, a superstição gera na pessoa uma religiosidade deformada. Outro problema é que muitas vezes leva a uma nociva dependência psicológica e social de coisas efêmeras, firmando na pessoa fragilidades psicológicas como o medo e a insegurança.

O mais grave é que a superstição é uma forma de idolatria, conforme nos indica o Catecismo no parágrafo 2138. Idolatria consiste em divinizar o que não é Deus. É quando o homem presta honra e veneração a uma criatura no lugar de Deus (cf. CIC 2113). A idolatria é uma pecado que fere gravemente o primeiro mandamento, que é “ Amarás o Senhor teu Deus de todo o coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento”. A idolatria é fortemente combatida em vários textos da Escritura como ICor 6,9; ICor 10,7; Ef 5,5; Ap 21,8. Sem dúvida, a idolatria é uma porta aberta para a ação do maligno na vida de uma pessoa, sendo muitas vezes causa de opressões, obsessões e até possessões do demônio.

A verdade é que o cristão não precisa de amuletos, astros e mágicas. “Quem nos condenará?” – provoca o Apóstolo, “ Cristo Jesus, que morreu, ou melhor, que ressuscitou, que está à direita de Deus, é quem intercede por nós” (Rm 8, 34). Quem verdadeiramente crê em Cristo tem tudo de que necessita para ser feliz.

Autor: André L. Botelho de Andrade é casado e pai de três filhos. Com formação em Teologia e Filosofia Tomista, Andrade é fundador e moderador geral da comunidade católica Pantokrator, à qual se dedica integralmente.

Fonte: formacao.cancaonova.com

Save the date BR OK 23-06-16-01Acompanhe o lançamento do Click to Pray Brasil  com a apresentação dos padres  Adriano Zandoná, responsável da Missão Canção Nova em SP, Frédéric Fornos, SJ, diretor internacional da Rede Mundial da Oração do Papa e do Movimento Eucarístico Jovem, e Eliomar Ribeiro, SJ, diretor nacional da Rede De Oração do Papa no Brasil (AO-MEJ), além do fundador e CEO da La Machi, Juan Della Torre.. O evento acontece dia 14 de julho de 2016, das 9h às 12h, no Salão da Igreja do Pateo do Collegio. Um momento de intercâmbio de experiências, novidades e melhores práticas.

Nos unamos nessa  forte corrente de oração pelo Papa Francisco e pela Igreja do mundo!

Como os meios de comunicação influenciaram na degradação da sexualidade

A escrita sempre foi um excelente meio para disseminar ideias para as pessoas. Os grandes pensadores se valeram muito disso e ainda continuam a usar desse recurso para passar conteúdo à grande massa. Exemplo deles são Aristóteles, Thomás de Aquino, Agostinho, Immanuel Kant, Karl Marx, Friedrich Nietzsche e outros ao longo da história. Poderíamos ter uma lista imensa de nomes que se utilizaram da escrita para expor, defender ou construir um pensamento. A sociedade, por sua vez, foi muito influenciada e formada por meio dessas inúmeras colocações de grandes pensadores. A partir de dois livros, começo a explanar sobre o título do texto. Não que esse seja o “start” de toda a história; entretanto, vejo que é um ponto considerável que serviu como trampolim para o que viria depois.

Evolução dos meios de comunicação e sua relação com a sexualidade

Compreendendo a sociedade

Em 1936, Wilhelm Reich lança o livro “Sexuality in the Culture Struggle”. O autor é socialista e, em sua visão, promove uma rejeição à família patriarcal. Segundo o autor, a família é a primeira representação do que viria a ser o Estado para a pessoa. Em especial a figura paterna, é quem reprime e coloca as regras. Essas regras, para o cidadão, futuramente, será o Estado que lhe colocará. A proposta do autor é uma reestruturação da família, e para que isso aconteça, a família patriarcal precisa deixar de existir. A figura masculina, paterna, deve ser a primeira extinta. Da mesma forma, ele critica a ilegalidade do aborto, o casamento monogâmico e outras questões que são consideradas como valor para a família patriarcal.

No ano de 1948, é publicado outro livro, “Sexual Behaviour in the Human Male”, do autor Alfred Kinsey. Esse livro é o resultado de pesquisas realizadas pelo autor onde ele expõe para as pessoas de sua época questões sexuais que, naquele tempo, não era costume discutir. Foram vendidos mais de 200 mil exemplares. O autor passou a ser uma celebridade e foi considerado um dos pioneiros no estudo sobre a sexualidade. Ao mesmo tempo, esse trabalho lhe rendeu diversas críticas de outros estudiosos por ter usado pedófilos e presidiários como matéria para seu estudo. No ano de 1958, Alfred Kinsey lança outro livro, “Sexual Behaviour in the Human Female”, na mesma linha do primeiro livro, mas agora abordando a sexualidade feminina.

Na década de 60, acontece o que chamamos de Revolução Sexual. Nessa década, já temos uma grande produção de pílulas anticoncepcionais e preservativos devido ao avanço da ciência, tecnologia e medicina. Temos o movimento hippie, que pregava um amor sem distinção, livre; e um culto ao prazer, seja ele físico, sexual ou intelectual. Na mesma década de 60, surge a frase:”Sexo, drogas e rock’n roll”. Uma grande parte da sociedade americana e europeia já tinha em casa um aparelho televisivo. Tudo isso era transmitido por esse meio de comunicação que chamamos de TV. As pessoas tinham acesso às informações que, até então, não estavam acostumadas a ter. Eram informações em massa para uma grande massa.

A comunicação na sociedade

Nessa década de 60, tínhamos três formas de comunicação consideráveis: a escrita (jornais, revistas, livros etc.), o rádio e a TV. Esse é o cenário de uma sociedade em processo de erupção. O avanço e facilidade de acesso aos meios de comunicação ajudaram para que as ideias, passadas a uma, duas e até três décadas anteriores, fossem disseminadas de forma muito mais rápida e eficaz para a grande massa da população. Ou seja, a sociedade que tinha sido influenciada por autores como Wilhem Reich e Alfred Kinsey, que pregavam uma liberdade sexual e desconstrução dos padrões da época, estavam influenciando outros pelos meios de comunicação. É nesse contexto que acontece a revolução sexual.

Leia mais:
.: A pornografia na internet
.: Amor e a sexualidade humana
.: Os estragos da TV brasileira
.: A degeneração dos valores morais e éticos

Em meio a essa sociedade em erupção, temos o cenário perfeito para o crescimento da indústria pornográfica. Existia uma predisposição da sociedade para o assunto sobre sexualidade. Com os aparelhos de videocassetes que entram no mercado na década de 70, a indústria pornográfica, que já produzia filmes em menor escala e de curta metragem, começa a produzir muitos filmes e de longa metragem. O acesso se torna mais fácil, e o que não podia passar na TV, e que passava somente em alguns cinemas de forma mais restrita, agora está disponível nas fitas VHS (formato de fita para aparelho videocassete). Afinal, ver um vídeo é muito mais interessante do que uma revista. O único trabalho que a pessoa tinha era ir até a locadora ou banca de jornal e comprar ou alugar o seu filme para assistir em casa. Esse cenário se estendeu até o fim da década de 90.

A internet, na década de 90, passa a ser usada pela população em geral. Torna-se mais um espaço de comunicação potente para se disseminar conteúdo para a grande massa. A pornografia, que estava na TV, filmes e revistas, passa a ter o seu espaço também na internet. Consequentemente, o acesso se torna muito mais fácil. Se antes a pessoa tinha de sair de sua casa para alugar um filme pornográfico, agora ela precisa somente ligar o computador e já está conectado à internet. Ela não só tem um acesso mais rápido como tem um volume maior de conteúdo.

Qual o resultado de tudo isso? Uma sociedade erotizada e o aumento de pessoas viciadas nesse tipo de conteúdo. De 1998 até 2007, o acesso a conteúdo erótico na internet cresceu 1,800 %(1). A indústria já não visa somente o público masculino, também oferece conteúdo para o público feminino e, consequentemente, a adesão feminina também cresce consideravelmente.

Ser humano tratado como objeto

A cultura de tratar a pessoa como objeto vai se tornando cada vez mais visível e latente nos relacionamentos. O ser humano é tratado como objeto de uso e um meio para o prazer de outros. É minimizada a dignidade da pessoa. As crianças já nascem numa sociedade que as cercam de imagens, oportunidades e assuntos que ainda não lhe deveriam ser apresentados. Existe um estímulo precoce na área da sexualidade.

O jogos infantis e adolescentes apresentam imagens de nudez, o que chamamos de “softcore”, ou seja, a pornografia leve usada no início do século XX. Os filmes e seriados de TV mostram cenas de sexo explícito, com penetração, casos de incesto e até estupro; esse tipo de cena é caracterizada como “hardcore”, ou seja, conteúdo pesado de pornografia. A pessoa não necessariamente precisa assistir a um filme pornográfico, ela pode ver outro filme com outro gênero como ação ou comédia romântica e este lhe oferecer conteúdo com insinuações e cenas de sexo. Os programas de TV tratam do tema com a maior malícia possível, sabendo que é sempre um assunto que dá ibope, porque desperta o interesse, procuram valorizar as cenas, os assuntos, as roupas e a palavras. Torna-se uma verdadeira apologia ao sexo. As novelas pregam o divórcio, o adultério e os relacionamentos homoafetivos.

Como consequência, na vida real, cresce o número de divórcio, adultério e relacionamentos homoafetivos. As músicas falam de sexo, insinuam sexo e estimulam as pessoas a essa prática. Em tudo isso existe uma enorme promoção da liberdade sexual. É crescente o número de viciados em conteúdo pornográfico. Cresce o número de viciados em sexo. Mas a sexualidade, o ato sexual, são realidades boas? Claro que sim. É muito bom! Porém, o que está em foco não é isso, já sabemos a resposta. O que precisamos ter claro é que existe uma corrupção da sexualidade ao longo da história com ideias como a de Alfred Kinsey e Wilhelm Reich, que promoviam uma total liberdade sexual, ideias que foram potencializadas pelos meios de comunicação.

Para terminar, uso um trecho do livro “7 Pecados Virtuais” onde o autor, Bruno Cunha, afirma: “A internet (ou livro, rádio, TV) não é absoluta. Ela depende daquele que a utiliza”. Isso é verdade! Você concorda? Eu concordo, afinal é apenas um meio, mas que pode me favorecer como também prejudicar, depende de como eu o uso. No entanto, se é verdade, fica a pergunta: Como você tem utilizado a internet e todos os outros meios de comunicação? Como anda a sua sexualidade afetada por ideias e valores passados por esses meios? Você faz um filtro de tudo o que recebe das mídias?

Use todos os recursos de tecnologia que lhe oferecem, mas não se permita moldar por uma sociedade erotizada. Seja livre! Não seja passivo diante dos meios, seja ativo diante deles. O que está em jogo é a sua família, seus filhos, sua esposa, seu esposo, seus parentes, amigos e toda a sua saúde sexual e afetiva. Não faça parte dessa cultura erotizada.

Ref: [8] Doidge, N. (2007). The Brain That Changes Itself. New York: Penguin Books,
106;

Jonathan Ferreira 
Missionário da Comunidade Canção Nova

Fonte: formacao.cancaonova.com

As provações são fontes do fortalecimento e do combate espiritual

As provações nos fortalecem para o combate espiritual, por isso os apóstolos sempre estimularam os fiéis a enfrentá-las com coragem. São Pedro diz: ““Caríssimos, não vos perturbeis no fogo da provação, como se vos acontecesse alguma coisa extraordinária. Pelo contrário, alegrai-vos em ser participantes dos sofrimentos de Cristo”” (1 Pe 4,12). Ensinando-nos que essas dificuldades nos levarão à perfeição: ““O Deus de toda graça, que vos chamou em Cristo à sua eterna glória, depois que tiverdes padecido um pouco, vos aperfeiçoará, vos tornará inabaláveis, vós fortificará”” (1 Pe 5,10).

O mesmo apóstolo nos ensina que a provação nos “aperfeiçoarᔠe nos tornará “inabaláveis”. É importante não se deixarmos perturbar no fogo da provação. Não nos exasperar, não perder a paz e a calma, pois é exatamente isso que o tentador deseja.

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Agindo diante da provação

Uma alma agitada fica a seu bel-prazer, não consegue rezar, fica irritada, mal-humorada, triste, indelicada com os outros e acaba deprimida.

O antídoto contra tudo isso é a humilde aceitação da vontade de Deus no exato momento em que algo desagradável nos ocorre, dando, de imediato, glória a Deus, como São Paulo ensina:

“Em todas as circunstâncias dai graças, pois esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus” (1Tes 5,16).

É preciso fazer esse grande e difícil exercício de dar glória a Deus na adversidade. Nesses momentos, gosto de glorificar a Deus, rezar muitas vezes o “”Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo”,  até que minha alma se acalme e se abandone aos cuidados do Senhor.

Essa atitude muito agrada ao Senhor, pois é a expressão da fé pura de quem se abandona aos Seus cuidados. É como a fé de Maria e de Abraão, que “esperaram contra toda esperança” (cf. Hb11,17-19), e assim agradaram a Deus sobremaneira.

Da mesma forma, Jó agradou muito ao Todo-poderoso, porque no meio de todas as provações, tendo perdido todos os seus bens e todos os seus filhos, ainda assim soube dizer com fé:

“Nu saí do ventre da minha mãe, nu voltarei. O Senhor deu, o Senhor tirou; bendito seja o nome do Senhor!” (Jo 1,21).

Afirmam os santos que vale mais um ““Bendito seja Deus!” pronunciado com o coração, no meio do fogo da provação, do que mil atos de ação de graças quando tudo vai bem.

Limpe seu coração

O Jardineiro Divino da nossa alma sabe os métodos que deve empregar para limpar cada alma. Não se assuste com as podas que Ele fizer no jardim de sua alma.

Santa Teresa diz que ouviu Jesus dizer-lhe: “”Fica sabendo que as pessoas mais queridas de meu Pai são as que são mais afligidas com os maiores sofrimentos””. Por isso afirmava que não trocaria os seus sofrimentos por todos os tesouros do mundo. Tinha a certeza de que Deus a santificava pelas provações. A grande santa da Igreja chegou a dizer que “quando alguém faz algum bem a Deus, o Senhor lhe paga com alguma cruz”.

Para nós, essas palavras parecem um absurdo, mas não para os santos, que conheceram todo o poder salvífico e santificador do sofrimento.

“As nossas tribulações de momento são leves e nos preparam um peso de glória eterna” (II Cor 4,17).

Quando São Francisco de Assis passava um dia sem nada sofrer por Deus, temia que o Senhor tivesse se esquecido dele. São João Crisóstomo, doutor da Igreja, diz que “é melhor sofrer do que fazer milagres, já que aquele que faz milagres se torna devedor de Deus, mas no sofrimento Deus se torna devedor do homem”.

Leia mais:
.: Como passar pela provações a exemplo de Tobit
.: Vencendo as provações
.: A superação de nossos problemas
.: Três princípios contra as tribulações

Lute contra suas misérias

As ofensas, as injúrias, os desprezos, os cinismos irritantes, as doenças, as dores, as lágrimas, as tentações, a humilhação do pecado próprio nos são necessários, pois nos dão a oportunidade de lutar contra as nossas misérias.

Isso tudo, repito mais uma vez, não quer dizer que Deus seja o Autor do mal ou se alegre com o nosso sofrimento. Não! O que o Senhor faz, de maneira até amável, é transformar o sofrimento, que é o salário do próprio pecado do homem, em matéria-prima de nossa própria salvação, dando assim, um sentido à nossa dor.

A partir daí, sob a luz da fé, podemos sofrer com esperança. É o enorme abismo que nos separa dos ateus, para quem a dor e a morte continuam a ser o mais terrível dos absurdos da vida humana.

A provação produz a perseverança, e por ela, passo a passo, chegaremos à perfeição, como nos ensina São Tiago.

“Sofrer com paciência é sabedoria, pois assim se vive com paz. Quem sofre sem paciência e sem fé revolta-se, desespera-se, sofre em dobro, além de fazer os outros sofrerem também.

Santo Afonso disse que ,“neste vale de lágrimas, não pode ter a paz interior senão quem recebe e abraça com amor os sofrimentos, tendo em vista agradar a Deus”. Segundo ele, “essa é a condição a que estamos reduzidos em consequência da corrupção do pecado”.

Fonte: formacao.cancaonova.com

“Click To Pray”, a plataforma de oração para rezar com o Papa Francisco, chega ao Brasil

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Uma das principais formas de encontro, e uma das ferramentas mais poderosas para construir relações hoje em dia, é a comunicação digital. Será lançado no Brasil, através da Rede Mundial de Oração do Papa (Apostolado da Oração) o Click To Pray, “Juntos, cada dia é diferente”, o aplicativo móvel para difundir as intenções mensais de oração do Papa Francisco e para conectar nossa oração com o mundo.

(São Paulo, 14 de Julho de 2016) Ainda que já estivesse disponível há alguns meses, a Rede Mundial de oração do Papa organiza este espaço de encontro para apresentar a oficialmente a nível local e, para partilhar melhores práticas, ideias e discussões para enriquecer nossas experiências através da experiência de especialistas em matéria de comunicação e religião, bem como de outros meios e instituições.

Nosso evento que será realizado na cidade de São Paulo, no próximo 14 de julho, terá como palestrantes:

Pe. Adriano Zandoná , Responsável de Missão da Canção Nova em São Paulo, SP.

Pe. Frédéric Fornos, SJ, Diretor Internacional da Rede Mundial de Oração do Papa e do Movimento Eucarístico Jovem (MEJ).

Pe. Eliomar Ribeiro, SJ, Diretor Nacional da Rede Mundial de Oração do Papa no Brasil (AO-MEJ).

Juan Della Torre, Fundador e CEO da La Machi.

Registre-se e tenha outras informações aqui:  http://www.clicktopraybrasil.org

Click To Pray – Brasil  O aplicativo da Rede Mundial de Oração do Papa apresenta uma oração diferente para cada um dos 365 dias do ano, através das quais as pessoas possam rezar pelos desafios da humanidade e se unir às diferentes culturas, idiomas e pessoas ao redor desta causa universal. “Click To Pray convida a homens e mulheres de todo o mundo a acompanhar Francisco em um novo caminho partilhado e digital, com o desejo de que se deixem mover pela oração em ação pelos desafios deste mundo e da missão da Igreja, expressados por suas intenções” disse o Pe. Frédéric Fornos, SJ, Diretor Internacional da Rede Mundial de Oração do Papa (Apostolado da Oração) e do MEJ (Movimento Eucarístico Juvenil).

O aplicativo teve seu lançamento global no Vaticano no mês de março e se encontra disponível em inglês, espanhol, português e francês, tanto para Android, quanto para iOS. Este aplicativo envia notificações relembrando o dia mundial de oração (primeira sexta-feira de cada mês) e propõe um ritmo diário de oração em três momentos: pela manhã, durante a tarde e pela noite.

 

Sobre o Click To Pray

“Click To Pray. Juntos, cada dia é diferente”, é a plataforma oficial da Rede Mundial de Oração do Papa (Apostolado da Oração), lançada globalmente em Março de 2016 e disponível nos idiomas inglês, espanhol, português e francês. Click To Pray propõe orar pelos desafios da humanidade e da missão da Igreja expressos pelo Papa nas intenções de oração. A plataforma envia notificações para recordar o dia mundial de oração (primeira sexta-feira de cada mês) e propor um ritmo diário de oração em três momentos: com Jesus pela manhã, durante o dia e à noite.

Mais informação em: https://clicktopray.org/

Sobre a Rede Mundial de Oração do Papa (Apostolado da Oração)

O Apostolado da Oração é a Rede Mundial de Oração do Papa a serviço dos desafios da humanidade e da missão da Igreja. A sua missão é orar e buscar ações para superar os desafios da humanidade que preocupam o Santo Padre, expressos nas suas intenções mensais. A intenção da Rede Mundial é ser apóstolos na vida diária, através de um caminho espiritual chamado “O Caminho do Coração”, que transforma o modo de viver a serviço da missão de Cristo. Foi fundado em 1844, está presente em mais de 100 países e mais de 35 milhões de pessoas integram a rede, incluindo o seu ramo juvenil, o Movimento Eucarístico Juvenil. No Brasil o Apostolado está presente em todas as Dioceses e reúne mais de 3 milhões de membros. Mais informação em: http://www.apmej.org.

Para mas informação:                                           

  1. Eliomar Ribeiro, SJ  eliomarsj@hotmail.com   /  sedeaomej@aomej.com.br   (11) 9 6060-8791    /  (11) 2985-0001 (Sede AO-MEJ)

Fonte: Agência La Machi.

 

 

Presenças---Noite-Italiana
Comunidade Canção Nova realiza Noite Italiana Beneficente

Iniciativa é em prol do Projeto Canção Nova Abraça São Paulo

A Comunidade Canção Nova realiza no dia 15 de julho, às 19h30, uma noite agradável de confraternização com Pe. Adriano Zandoná e os missionários da Comunidade Canção Nova. A Noite Italiana Beneficente é em prol do Projeto Canção Nova Abraça São Paulo e terá som de música ao vivo com o cantor e compositor católico Nando Mendes e massas frescas e tradicionais preparadas pela FAMÍLIA LEANÇA.

O evento acontecerá no Salão de Festas da Catedral Maronita Nossa Senhora do Líbano, no bairro Liberdade, em São Paulo (SP), com diversas atrações, entre elas sorteios e brindes.

Para participar basta adquirir o convite, no valor de R$ 20,00, disponível na Casa de Evangelização que também é localizada na Catedral Maronita Nossa Senhora do Líbano (durante o dia – de segunda à sexta-feira, ou durante as atividades evangelizadoras da Casa de Evangelização).

Venha participar e ajude o Projeto Canção Nova Abraça São Paulo!

Quanto mais gente, maior o abraço!

SOBRE A FAMÍLIA LEANÇA: é uma tradicional família de origem italiana que chegou ao Brasil em 1909. Desde então preserva a sua cultura através da culinária e gastronomia.

Tome Nota!

Noite Italiana Beneficente

Massas frescas e tradicionais preparadas pela FAMÍLIA LEANÇA

(Iniciativa em prol do Projeto Canção Nova Abraça São Paulo)

Data:

15 de julho de 2016

Horário:

19h30

Presença:

Pe. Adriano Zandoná

Nando Mendes

Comunidade Canção Nova

Local:

Salão de Festas da Catedral Maronita Nossa Senhora do Líbano

Tamandaré, 355, Liberdade, São Paulo – SP

(metrô São Joaquim ou Linha 4114-10 Vila Gumercindo)

Convite:

R$ 20,00 (Individual – Incluso massas e molhos à vontade, exceto bebidas e sobremesas)

Onde adquirir o convite:

Na Casa de Evangelização Canção Nova localizada na Catedral Maronita Nossa Senhora do Líbano. R. Tamandaré, 355, Liberdade, São Paulo – SP (metrô São Joaquim ou Linha 4114-10 Vila Gumercindo).

Informações:

(11) 3382-9800 | eventossp@cancaonova.com

Acesse:

saopaulo.cancaonova.com

Campanha-Agasalho-Abrace

Evangelizar também é ir de encontro à necessidade do próximo!

Nesse inverno, abrace um irmão!

A Comunidade Canção Nova e o Projeto Canção Nova Abraça São Paulo quer aquecer os corações neste inverno! Como um gesto concreto de solidariedade iniciamos a arrecadação de agasalhos e mantimentos para as vítimas das fortes frentes frias que tem atingido a cidade.

Para realizar a sua doação, basta se dirigir à Casa de Evangelização da Canção Nova no bairro Liberdade, em São Paulo, durante todo o dia, de segunda à sexta-feira. Você também pode trazer a sua doação durante as atividades próprias da semana na casa de Evangelização, como Missas e Grupos de Oração. Aceitamos roupas, cobertores e alimentos não perecíveis.

Abrace conosco São Paulo!

Porque quanto mais gente abraça, mais a gente evangeliza!

Tome Nota!

Campanha: Nesse inverno, abrace um irmão!

Data:

Durante todo o inverno

Local de arrecadação:

Casa de Evangelização Canção Nova São Paulo

(Catedral Maronita Nossa Senhora do Líbano). R. Tamandaré, 355, Liberdade, São Paulo (SP).

Horário:

Durante todo o dia, de segunda à sexta-feira, ou durante as atividades da Casa de Evangelização.

Informações:

(11) 3382-9800 ou eventossp@cancaonova.com

Acesse: saopaulo.cancaonova.com

 

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A castidade é uma forma segura de proteger o amor entre um homem e uma mulher

Você vive a castidade? Você quer que seu relacionamento dure para sempre? É difícil se segurar mediante os desejos sexuais? Você é um(a) lutador(a) que deseja viver a santidade no namoro? Então, esse artigo é para você.

A castidade é uma forma segura de proteger o amor entre um homem e uma mulher. É um meio seguro de promover o discernimento entre o casal de namorados para a escolha do matrimônio. Mas afinal, o que ela significa? A Igreja ensina que “a castidade é uma energia espiritual, que protege o amor contra o egoísmo e a agressividade e o conduz à plena realização”. * 

Veja Mais:

Dez razões para viver a castidade no namoro
Castidade não é para anjos

Se você deseja proteger seu namoro do egoísmo e da agressividade, viva a castidade. Não viva só porque a Igreja pede, mas porque você quer se valorizar e proteger o amor entre você e seu namorado(a), caminhando a plena realização. “A castidade comporta uma aprendizagem do domínio de si, que é uma pedagogia da liberdade humana. A alternativa é clara: ou o homem comanda suas paixões e obtém a paz ou se deixa subjugar por elas e se torna infeliz.” (Catecismo da Igreja Católica 2339)

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Por isso, vamos às 10 dicas para viver a castidade no namoro.

1. Decisão: Viver a castidade requer uma decisão pessoal e de ambos. Não basta somente uma pessoa querê-la; é preciso que os dois lutem por essa virtude. Afinal, quando um não quer, dois não brigam.

2. Autoconhecimento: O autoconhecimento é fundamental, pois é necessário se conhecer para delimitar seus limites. Quais são os seus pontos fracos? Quais as áreas de seu corpo são mais sensíveis? É importante você partilhar com seu namorado(a) esses pontos para que ele(a) o ajude, não o provocando.

3. Autocontrole: O autocontrole é essencial para não se entregar aos impulsos sexuais. Uma pessoa livre para amar é aquela que consegue se controlar e não se entregar aos desejos da carne. É importante entender que um “não”, na hora que esquenta o namoro, é um “sim” ao amor. Por exemplo: quando a mulher está no período fértil de seu ciclo menstrual, ela está preparada para ter uma relação sexual. Por isso, uma escolha sábia é namorar em lugares abertos ou convidar amigos para sair.

4. Vida de Oração: O diálogo com Deus é que dará a graça sobrenatural e a força necessária para lutar contra um impulso natural. “Vigiai e orai, para não cairdes em tentação; pois o espírito está pronto, mas a carne é fraca”. (Mt 26,41)

5. Diálogo: O namoro é um tempo próprio para conhecer e dar-se a conhecer. O meio mais seguro para fazer essa ponte é o diálogo. Quando você verbaliza aquilo que está no seu interior e até mesmo o que já aconteceu na sua história, você dá ao outro a oportunidade de conhecê- lo e acolhê-lo. Por isso, é importante você se expressar em relação a sua sexualidade. Quando ele(a) avança o sinal, você se sente usado(a)? Como você se sente quando ele(a) não respeita o seu limite? Uma boa conversa pode ajudar nessa luta.

6. Mortificação: Aprendi com o meu diretor espiritual que é necessário se mortificar para alcançar autocontrole e domínio de si. Ofereça algo que você goste muito, seja uma comida, bebida ou qualquer outra coisa que lhe custe muito, pelo seu namoro. A castidade requer sacrifícios.

7. Perseverança: Não desista na primeira queda que você tiver. Se você cair, levante-se, confesse e recomece.

8. Conte com a intercessão dos santos: Peça ajuda dos seus santos de devoção para viver uma vida pura e casta. Eu sempre recorro aos meus amigos do céu: Pier Giorgio Frassati, São Francisco de Assis, São João Paulo II e Santa Teresinha. Faça a experiência.

9. Lute: Vive a castidade quem é um lutador(a), quem luta contra si mesmo. Gosto muito de um pensamento de Santo Agostinho: “Enquanto vivemos, lutamos; se continuarmos a lutar, é sinal de que não nos renderemos e de que o Espírito bom habitará em nós. E se a morte não o encontrar como vencedor, deve encontrá-lo como lutador.”

10. Pedir o Espírito Santo de Deus: O Paráclito é aquele que o ajudará a viver todas as outras dicas. Peça sempre a ajuda d’Ele nessa luta pela pureza, pela castidade e santidade.

Deus abençoe o seu namoro e sua decisão de viver um namoro santo que os conduzirá ao céu!

Veja Mais:

Proibições e castidade
Como manter a castidade no namoro?

Fonte: formacao.cancaonova.com

Referência: * Documento: Sexualidade Humana de São João Paulo II

A forma eficiente de receber a cura

A forma mais eficiente de receber a cura e a libertação é através da oração de louvor. Quando louvamos a Deus nós submetemos nossas vidas a Ele. É na nossa fraqueza que encontramos toda a nossa força. Quando estamos louvando ao Senhor é o mesmo que dizermos a Ele que somos pessoas fracas que precisamos de ajuda d’Ele, da Sua cura e de Sua libertação e do Seu amor.

wpid-louvor-360x270Precisamos orar em línguas. Porque quando oramos em línguas nos apresentamos diante do Senhor como criancinhas que estão aprendendo a falar. A I Carta aos Coríntios, capítulo 12, é a prece da criancinha. Muitas vezes, a criança não sabe como se expressar diante da sua mãe, ela apenas balbucia, e aquelas sílabas que os pequenos pronunciam só a mãe consegue entender. Não vamos encontrar essa linguagem infantil em nenhum dicionário, mas para a mãe aquilo tem muita expressividade.

Muitas vezes, nos encontramos diante de Deus sem saber o que pedir, como criancinhas. Não sabemos em que linguagem devemos nos comunicar com Ele, então a língua que usamos para falar com Ele é a de uma pequena criança. E não importa sobre o que vão dizer sobre nós de utilizarmos essa língua. Eu sou um(a) filho(a) livre diante de Deus, que se comunica comigo.

“Outrossim, o Espírito vem em auxílio à nossa fraqueza; porque não sabemos o que devemos pedir, nem orar como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inefáveis (cf. Romanos 8,26).

Paulo fala nessa passagem bíblica que muitas vezes não sabemos como orar, então nós pedimos ao Espírito, que habita em nós, para orar em nós ao Pai, para orar numa língua que é a língua d’Ele [Espírito Santo]. E São Paulo expressa isso ao dizer que é o Paráclito que vem em auxílio à nossa fraqueza, porque não sabemos o que pedir, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inefáveis, e esses gemidos, que não podem ser traduzidos em palavras, é o Espírito orando em nós ao Pai segundo nossas necessidades, e que hoje, vem orar através de nós.

Estamos pedindo que o Espírito Santo de Deus venha orar em nosso nome para que a nossa oração chegue ao Pai, porque o Espírito sabe exatamente o que estamos necessitando.
Pelo Espírito vamos descobrir necessidades que nós mesmos não temos conhecimento; e uma coisa que precisamos fazer é entregar as nossas necessidades nas mãos do Espírito Santo, que sabe muito mais que nós o que precisamos.

Qual é o Pai que se rejubila vendo um filho sofrendo? Ou morrendo de fome e sede?
O Senhor não se alegra com isso! Não é Deus que causa todos esses desastres ao mundo. Ele não traz doença nem sofrimento. Caso contrário, qual seria o sentido de ir até Jesus buscar cura e libertação?

Ao contrário do que pensamos, Deus tem compaixão, e compaixão vem do latim que significa “sofrer junto”. Ele não nos promete cura e libertação, mas Ele já nos está dando a cura e a libertação ao derramar o Seu Espírito que nos faz voltar à vida, e não nos deixará como ossos que estão secos, mas através desse sopro do Espírito nos fará criaturas vivas.

Lembra como a Bíblia apresenta a criação do homem? O homem que era apenas barro e o Senhor sopra naquele barro e o torna vivo. Lembra quando Jesus soprou sobre os apóstolos e derramou sobre eles o Seu Espírito Santo e eles se tornaram novas criaturas a partir daquele momento? Jesus, hoje, sopra cada um de nós e a partir disso você se torna uma nova pessoa, nos tornamos pessoas curadas e libertas.

Senhor, nós cremos em Tua Palavra. Não é apenas uma promessa, mas uma realidade! Tu és fiel na Tua Palavra. Eu abro, Senhor, meu coração para qualquer cura e libertação que queira fazer em mim. Abra os nossos corações, meu Senhor, para que possamos receber toda a cura que vem de Ti, e receber novamente a verdadeira vida.

Eu sei que o Senhor deseja fazer isso com todo o Seu povo. O Senhor deseja fazer isso comigo e eu Te agradeço, Senhor, por me fazer uma pessoa viva!

Fonte: formacao.cancaonova.com

Dom Bosco teve uma grande devoção ao Sagrado Coração:

“Aqui adquire-se o verdadeiro calor – disse certa vez –, quero dizer: o amor de Deus; não só para si, mas para difundi-lo, compartilhando-o com as almas”.   Tal devoção se explicita na sua insistência sobre a frequente Confissão e Comunhão, e sobre a participação na Missa cotidiana, colunas que devem sustentar o edifício educativo e animar a prática do Sistema Preventivo.

 Pela grande devoção que tinha Dom Bosco, ele mesmo escreve, depois das revelações de Santa Margarida Alacoque:

Esta devoção foi adaptada por clérigos e leigos com um entusiasmo singular, já que ela correspondia a uma necessidade presente no coração”.

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Essa devoção de Dom Bosco é testemunhada, também, pelo P. Barberis (SDB), que escreveu:
“Era admirável a devoção de Dom Bosco ao Sagrado Coração de Jesus. Recomendava-a muito aos seus jovens…
Conta-nos a história que, um dia, o Papa Leão XIII reuniu os cardeais e disse-lhes: “Devemos prosseguir os trabalhos da construção da Igreja do Sagrado Coração de Jesus, mas não temos condições financeiras e os recursos estão esgotados. Pergunto aos cardeais se têm alguma ideia a sugerir-me sobre isso, pois não podemos interromper tão grandiosa obra”.

Foi então que o cardeal Alimonda, de Turim, disse: “Santo Padre, tenho uma sugestão: confie essa empresa a Dom Bosco e eu asseguro que ele levará avante esse projeto”.

Mas Dom Bosco aceitará?” – perguntou o Papa. “Eu tenho certeza disso, pois conheço Dom Bosco e sei que um desejo do Papa será uma ordem para ele”. O Papa não perdeu tempo. Dom Bosco estava em Roma e, imediatamente, o Pontífice o chamou e confiou- lhe seu desejo. Dom Bosco voltou a Turim e reuniu o Capítulo da Congregação Salesiana (evento que convoca a todos da Congregação para, guiados pelo Espírito do Senhor, “conhecer, em determinado momento da história, a vontade de Deus para melhor servir à Igreja” – art. 146). O Capítulo foi contra a aceitação de tal incumbência, pois Dom Bosco estava idoso, doente e com acúmulo de compromissos e dívidas. Mas Dom Bosco fora categórico ao expor o pedido do Papa e mostrou-se desejoso de atendê-lo, pois sabia que não lhe faltariam recursos. Fez-se nova votação e todos os capitulares votaram a favor.

O seu I Sucessor, Bv. padre Miguel Rua, consagrou a Congregação Salesiana ao Sagrado Coração, em 31 de dezembro de 1899 e, nessa ocasião, fez chegar a todas as Casas uma “instrução” sobre essa Devoção.

 

O Coração de Jesus não é simplesmente um exemplo moral; mas é, graças ao encontro vivo com Ele, dom que buscar a fim de tornar o nosso coração semelhante ao Seu. A experiência transformante do amor de Deus – sobretudo hoje, em um mundo em que tantos jovens vivem sem futuro e tantas famílias estão prostradas por uma grave crise moral, cultural, econômica, social – é anúncio de esperança em meio às recorrentes tentações de desespero.
Fontes: Família Salesiana – InfANS

Oração pelo casamento que está passando por problemas

Deus de amor, Pai querido, meu matrimônio está passando por um grande conflito, que parece interminável; e quando penso que essa fase está acabando, começa tudo de novo.
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Há dias em que as nossas conversas são como alfinetes, como espinhos na carne: tudo parece acusação e ofensa.

Todas as coisas tornam-se desconfianças, tudo que dizemos transforma-se em agressões verbais; tudo é motivo para retomar fatos e erros passados, e só vemos os defeitos um do outro.

Há momentos em que me pergunto se meu casamento vai sobreviver aos desafios que estou vivendo. Se o matrimônio é um pacto divino, por que é tão difícil evitar que a santidade do amor seja contaminada pela suspeita? Se nos comprometemos um com o outro no altar do Senhor, se prometemos amar um ao outro, na alegria, na saúde e na doença, todos os dias de nossas vidas, como, de repente, nosso relacionamento se transformou em brigas e indiferença?

Artigos para você:

:: Os 10 mandamentos do casal 
:: A importância do bom humor nos relacionamentos 
:: A importância do sexo no casamento

Ajuda-me, Senhor, a  me lembrar de quando nos conhecemos, das maravilhosas qualidades que vimos um no outro, dos dons, carinhos e sonhos de um futuro de amor e amizade, da relação fundamentada no respeito, do passo a passo da construção de uma família maravilhosa, de todos os sonhos que sonhamos juntos, de sermos amparo um para o outro, da época em que não brigávamos nem discutíamos, de quando não nos ofendíamos mutuamente. Sei que é importante lembrar sempre dos momentos alegres e felizes que vivemos a cada dia, por isso vem, Senhor, reacender em meu coração essas memórias, a chama de amor que nos mantém vivos e unidos, dá-nos essa graça.

Ajuda-me, Senhor, a superar as dificuldades da convivência diária e a lembrar que fizemos a opção de partilhar a vida juntos, até que a morte nos separe. Ajuda-me a fazer a minha parte para honrar e manter meus votos.

Sei que muitos problemas poderiam ser resolvidos sem mágoa, sejam financeiros – problemas de gastar demais ou economizar demais, deixar as contas atrasarem, comprar sem necessidade – ou afetivos – a cobrança exagerada de atenção e demonstração de afetos, a implicância com defeitos comuns, a indiferença, a desvalorização do outro, a priorização do trabalho ou de bens materiais. Tudo se torna motivo de raiva quando nos esquecemos de que estamos unidos no amor de Deus. Liberta-me, Senhor, desses males!

Que eu me disponha a deixar passar os pequenos desentendimentos, que nada significam se comparados com as grandes bênçãos partilhadas em nosso relacionamento.

Ensina-me a confiar no meu cônjuge e em Deus nos momentos mais difíceis e amar nos momentos de desacordo; a silenciar diante das ofensas verbais e críticas; a acreditar; a resignar-me diante de um olhar de acusação; a compreender o outro diante das ameaças de abandono, de separação; a lutar pelo casamento quando o outro diz que não há mais amor, porque em Deus o amor jamais acaba.

Dá-me a coragem e serenidade para enfrentar as situações e sabedoria para buscar soluções. Dá-me a graça de saber perdoar, e que todo o ressentimento seja lavado de minha alma pelo Teu sangue redentor.

Hoje, descobri que o casamento perfeito não existe e quero aprender a lidar com as imperfeições a partir de agora. Quero viver cada momento do meu matrimônio de forma plena, sabendo que o relacionamento precisa sempre de um estímulo e de um esforço para vermos mais as qualidades do outro do que seus defeitos. Nós nos casamos para nos apoiarmos um ao outro e para juntos superarmos as dificuldades que sozinhos não éramos capazes de enfrentar.

Obrigado, Senhor, por me lembar de tudo isso, pois quero buscar minha reconciliação, colocar docilidade e respeito no relacionamento, pois o amor só sabe amar. O que estávamos vivendo era apenas uma afetividade, uma relação, um coleguismo, e não o relacionamento matrimonial que nos comprometemos a ter diante de todos, no altar.

Peço, Jesus, que arranque de minha alma as lembranças dolorosas, que coloque Teus anjos em minha casa e expulse daqui todo mal, toda desconfiança, toda agressividade e mal-entendimento, toda e qualquer força maligna. Se alguém desejou algum mal para nós, para destruir nosso casamento, seja por inveja, seja por magia negra, feitiço ou de qualquer outra forma, entrego-o em Tuas mãos, e que essas pessoas sejam por Ti abençoadas, assim como eu quero que seja o meu lar.

Que tenham a graça do Senhor em todos os lares. Amém!

Padre Vagner Baia – Sacerdote missionário da Comunidade Canção Nova

Fonte: formacao.cancaonova.com

 A cura para as doenças espirituais é obra do Espírito Santo

Para que uma doença seja tratada, é preciso descobrir, por meio de exames, o que a causou. Uma vez diagnosticado o problema, aplicam-se os medicamentos necessários para o restabelecimento da saúde corporal.

Nossa vida espiritual passa por esse mesmo processo. Muitas vezes, nossa alma está contaminada por doenças espirituais que, aos poucos, roubam-nos a paz e nos desequilibram espiritualmente, afastando-nos do caminho da santidade e conduzindo-nos ao pecado.

pecado

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Diante de tal realidade, é preciso diagnosticar quais doenças espirituais estão deixando nossa alma enferma. Contudo, para que o medicamento correto faça o efeito desejado, é preciso nomear essas doenças. E quais são as doenças espirituais?

São sete: gula, avareza, luxuria, ira, inveja, preguiça e soberba. As doenças espirituais são os sete pecados capitais, os quais, quando não diagnosticados, causam um terrível mal ao coração do ser humano.

Gula é a doença espiritual do desejo insaciável. Sempre é preciso consumir mais para a satisfação própria. Quando essa enfermidade se aloja no coração, faz-nos escravos de uma vontade que nos rouba o direito da liberdade. Tornamo-nos escravos e sempre será preciso ir além do necessário. O remédio para a gula é o autocontrole, é aprender a ficar satisfeito com o necessário e dizer ‘não’ ao excesso.

Avareza: é o apego ao dinheiro e aos bens materiais. Essa doença escraviza a pessoa, pois faz seu coração prisioneiro de seus desejos, esquecendo-se de Deus e do próximo. Para curar-se dessa doença, é necessário o abandono em Cristo e o desapego de tudo que nos aprisiona.

Luxúria: é deixar-se dominar pelas paixões. Essa doença deixa a pessoa presa aos desejos carnais, à corrupção dos costumes e à sensualidade. Todos esses desejos se agravam com o tempo caso não seja cuidado com o remédio necessário, que consiste em reconhecer-se Templo do Espírito Santo e recuperar a consciência da dignidade de filho de Deus.

Ira: é o sentimento de raiva, ódio, rancor e vingança. É uma doença complexa, pois, calmamente, vai transformando a pessoa naquilo que ela sente. Ela age aos poucos no coração e, se não for remediada a tempo, pode destruir vidas. O remédio para essa doença é o perdão e a busca da paz para com todos. Muitos se encontram enfermos desse sentimento, por isso faz-se necessário cuidar deles urgentemente.

Inveja: é a cobiça por aquilo que não é seu. Muitos passam pela vida desejando aquilo que não é seu e se esquecem de cuidar da própria vida. Essa doença afasta a pessoa da realidade de sua própria vida e a torna prisioneira do que o outro possui. O remédio para essa enfermidade consiste em retirar o olhar da vida do outro e cuidar de sua própria existência. Somente quem consegue voltar o olhar para sua vida liberta o outro de seus olhares invejosos.

Preguiça: é a doença do desleixo, da moleza, da falta de vontade, da aversão ao trabalho. O preguiçoso vive em estado constante de paralisia. Essa doença faz o ser humano acostumar-se com uma vida medíocre. Para curar essa enfermidade, é preciso sair do espaço de conforto que criou para si mesmo e ter atitude diante da vida. Muitas pessoas alimentam essa doença em seus semelhantes.

Soberba: essa doença está ligada ao orgulho excessivo, à vaidade, e à arrogância.Muitos vivem se achando melhores que as outras pessoas. Olham e expressam em seus semblantes o pouco caso com seus irmãos e irmãs. Para curar-se desta doença, é preciso reconhecer-se pecador e necessitado da misericórdia de Deus. Somente quem se reconhece criatura e não Criador consegue libertar-se dessa enfermidade.

A cura das doenças espirituais é um processo de mudança interior que acontece com a ajuda do Espírito Santo, o médico das almas.

Fonte: formacao.cancaonova.com

Autor: Padre Flávio Sobreiro (Bacharel em Filosofia pela PUCCAMP e Teólogo pela Faculdade Católica de Pouso Alegre -MG, Sacerdote da Arquidiocese de Pouso Alegre – MG)