Campanha-Agasalho-Abrace

Evangelizar também é ir de encontro à necessidade do próximo!

Nesse inverno, abrace um irmão!

A Comunidade Canção Nova e o Projeto Canção Nova Abraça São Paulo quer aquecer os corações neste inverno! Como um gesto concreto de solidariedade iniciamos a arrecadação de agasalhos e mantimentos para as vítimas das fortes frentes frias que tem atingido a cidade.

Para realizar a sua doação, basta se dirigir à Casa de Evangelização da Canção Nova no bairro Liberdade, em São Paulo, durante todo o dia, de segunda à sexta-feira. Você também pode trazer a sua doação durante as atividades próprias da semana na casa de Evangelização, como Missas e Grupos de Oração. Aceitamos roupas, cobertores e alimentos não perecíveis.

Abrace conosco São Paulo!

Porque quanto mais gente abraça, mais a gente evangeliza!

Tome Nota!

Campanha: Nesse inverno, abrace um irmão!

Data:

Durante todo o inverno

Local de arrecadação:

Casa de Evangelização Canção Nova São Paulo

(Catedral Maronita Nossa Senhora do Líbano). R. Tamandaré, 355, Liberdade, São Paulo (SP).

Horário:

Durante todo o dia, de segunda à sexta-feira, ou durante as atividades da Casa de Evangelização.

Informações:

(11) 3382-9800 ou eventossp@cancaonova.com

Acesse: saopaulo.cancaonova.com

 

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Faça sua inscrição, click na foto. 

A castidade é uma forma segura de proteger o amor entre um homem e uma mulher

Você vive a castidade? Você quer que seu relacionamento dure para sempre? É difícil se segurar mediante os desejos sexuais? Você é um(a) lutador(a) que deseja viver a santidade no namoro? Então, esse artigo é para você.

A castidade é uma forma segura de proteger o amor entre um homem e uma mulher. É um meio seguro de promover o discernimento entre o casal de namorados para a escolha do matrimônio. Mas afinal, o que ela significa? A Igreja ensina que “a castidade é uma energia espiritual, que protege o amor contra o egoísmo e a agressividade e o conduz à plena realização”. * 

Veja Mais:

Dez razões para viver a castidade no namoro
Castidade não é para anjos

Se você deseja proteger seu namoro do egoísmo e da agressividade, viva a castidade. Não viva só porque a Igreja pede, mas porque você quer se valorizar e proteger o amor entre você e seu namorado(a), caminhando a plena realização. “A castidade comporta uma aprendizagem do domínio de si, que é uma pedagogia da liberdade humana. A alternativa é clara: ou o homem comanda suas paixões e obtém a paz ou se deixa subjugar por elas e se torna infeliz.” (Catecismo da Igreja Católica 2339)

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Por isso, vamos às 10 dicas para viver a castidade no namoro.

1. Decisão: Viver a castidade requer uma decisão pessoal e de ambos. Não basta somente uma pessoa querê-la; é preciso que os dois lutem por essa virtude. Afinal, quando um não quer, dois não brigam.

2. Autoconhecimento: O autoconhecimento é fundamental, pois é necessário se conhecer para delimitar seus limites. Quais são os seus pontos fracos? Quais as áreas de seu corpo são mais sensíveis? É importante você partilhar com seu namorado(a) esses pontos para que ele(a) o ajude, não o provocando.

3. Autocontrole: O autocontrole é essencial para não se entregar aos impulsos sexuais. Uma pessoa livre para amar é aquela que consegue se controlar e não se entregar aos desejos da carne. É importante entender que um “não”, na hora que esquenta o namoro, é um “sim” ao amor. Por exemplo: quando a mulher está no período fértil de seu ciclo menstrual, ela está preparada para ter uma relação sexual. Por isso, uma escolha sábia é namorar em lugares abertos ou convidar amigos para sair.

4. Vida de Oração: O diálogo com Deus é que dará a graça sobrenatural e a força necessária para lutar contra um impulso natural. “Vigiai e orai, para não cairdes em tentação; pois o espírito está pronto, mas a carne é fraca”. (Mt 26,41)

5. Diálogo: O namoro é um tempo próprio para conhecer e dar-se a conhecer. O meio mais seguro para fazer essa ponte é o diálogo. Quando você verbaliza aquilo que está no seu interior e até mesmo o que já aconteceu na sua história, você dá ao outro a oportunidade de conhecê- lo e acolhê-lo. Por isso, é importante você se expressar em relação a sua sexualidade. Quando ele(a) avança o sinal, você se sente usado(a)? Como você se sente quando ele(a) não respeita o seu limite? Uma boa conversa pode ajudar nessa luta.

6. Mortificação: Aprendi com o meu diretor espiritual que é necessário se mortificar para alcançar autocontrole e domínio de si. Ofereça algo que você goste muito, seja uma comida, bebida ou qualquer outra coisa que lhe custe muito, pelo seu namoro. A castidade requer sacrifícios.

7. Perseverança: Não desista na primeira queda que você tiver. Se você cair, levante-se, confesse e recomece.

8. Conte com a intercessão dos santos: Peça ajuda dos seus santos de devoção para viver uma vida pura e casta. Eu sempre recorro aos meus amigos do céu: Pier Giorgio Frassati, São Francisco de Assis, São João Paulo II e Santa Teresinha. Faça a experiência.

9. Lute: Vive a castidade quem é um lutador(a), quem luta contra si mesmo. Gosto muito de um pensamento de Santo Agostinho: “Enquanto vivemos, lutamos; se continuarmos a lutar, é sinal de que não nos renderemos e de que o Espírito bom habitará em nós. E se a morte não o encontrar como vencedor, deve encontrá-lo como lutador.”

10. Pedir o Espírito Santo de Deus: O Paráclito é aquele que o ajudará a viver todas as outras dicas. Peça sempre a ajuda d’Ele nessa luta pela pureza, pela castidade e santidade.

Deus abençoe o seu namoro e sua decisão de viver um namoro santo que os conduzirá ao céu!

Veja Mais:

Proibições e castidade
Como manter a castidade no namoro?

Fonte: formacao.cancaonova.com

Referência: * Documento: Sexualidade Humana de São João Paulo II

A forma eficiente de receber a cura

A forma mais eficiente de receber a cura e a libertação é através da oração de louvor. Quando louvamos a Deus nós submetemos nossas vidas a Ele. É na nossa fraqueza que encontramos toda a nossa força. Quando estamos louvando ao Senhor é o mesmo que dizermos a Ele que somos pessoas fracas que precisamos de ajuda d’Ele, da Sua cura e de Sua libertação e do Seu amor.

wpid-louvor-360x270Precisamos orar em línguas. Porque quando oramos em línguas nos apresentamos diante do Senhor como criancinhas que estão aprendendo a falar. A I Carta aos Coríntios, capítulo 12, é a prece da criancinha. Muitas vezes, a criança não sabe como se expressar diante da sua mãe, ela apenas balbucia, e aquelas sílabas que os pequenos pronunciam só a mãe consegue entender. Não vamos encontrar essa linguagem infantil em nenhum dicionário, mas para a mãe aquilo tem muita expressividade.

Muitas vezes, nos encontramos diante de Deus sem saber o que pedir, como criancinhas. Não sabemos em que linguagem devemos nos comunicar com Ele, então a língua que usamos para falar com Ele é a de uma pequena criança. E não importa sobre o que vão dizer sobre nós de utilizarmos essa língua. Eu sou um(a) filho(a) livre diante de Deus, que se comunica comigo.

“Outrossim, o Espírito vem em auxílio à nossa fraqueza; porque não sabemos o que devemos pedir, nem orar como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inefáveis (cf. Romanos 8,26).

Paulo fala nessa passagem bíblica que muitas vezes não sabemos como orar, então nós pedimos ao Espírito, que habita em nós, para orar em nós ao Pai, para orar numa língua que é a língua d’Ele [Espírito Santo]. E São Paulo expressa isso ao dizer que é o Paráclito que vem em auxílio à nossa fraqueza, porque não sabemos o que pedir, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inefáveis, e esses gemidos, que não podem ser traduzidos em palavras, é o Espírito orando em nós ao Pai segundo nossas necessidades, e que hoje, vem orar através de nós.

Estamos pedindo que o Espírito Santo de Deus venha orar em nosso nome para que a nossa oração chegue ao Pai, porque o Espírito sabe exatamente o que estamos necessitando.
Pelo Espírito vamos descobrir necessidades que nós mesmos não temos conhecimento; e uma coisa que precisamos fazer é entregar as nossas necessidades nas mãos do Espírito Santo, que sabe muito mais que nós o que precisamos.

Qual é o Pai que se rejubila vendo um filho sofrendo? Ou morrendo de fome e sede?
O Senhor não se alegra com isso! Não é Deus que causa todos esses desastres ao mundo. Ele não traz doença nem sofrimento. Caso contrário, qual seria o sentido de ir até Jesus buscar cura e libertação?

Ao contrário do que pensamos, Deus tem compaixão, e compaixão vem do latim que significa “sofrer junto”. Ele não nos promete cura e libertação, mas Ele já nos está dando a cura e a libertação ao derramar o Seu Espírito que nos faz voltar à vida, e não nos deixará como ossos que estão secos, mas através desse sopro do Espírito nos fará criaturas vivas.

Lembra como a Bíblia apresenta a criação do homem? O homem que era apenas barro e o Senhor sopra naquele barro e o torna vivo. Lembra quando Jesus soprou sobre os apóstolos e derramou sobre eles o Seu Espírito Santo e eles se tornaram novas criaturas a partir daquele momento? Jesus, hoje, sopra cada um de nós e a partir disso você se torna uma nova pessoa, nos tornamos pessoas curadas e libertas.

Senhor, nós cremos em Tua Palavra. Não é apenas uma promessa, mas uma realidade! Tu és fiel na Tua Palavra. Eu abro, Senhor, meu coração para qualquer cura e libertação que queira fazer em mim. Abra os nossos corações, meu Senhor, para que possamos receber toda a cura que vem de Ti, e receber novamente a verdadeira vida.

Eu sei que o Senhor deseja fazer isso com todo o Seu povo. O Senhor deseja fazer isso comigo e eu Te agradeço, Senhor, por me fazer uma pessoa viva!

Fonte: formacao.cancaonova.com

Dom Bosco teve uma grande devoção ao Sagrado Coração:

“Aqui adquire-se o verdadeiro calor – disse certa vez –, quero dizer: o amor de Deus; não só para si, mas para difundi-lo, compartilhando-o com as almas”.   Tal devoção se explicita na sua insistência sobre a frequente Confissão e Comunhão, e sobre a participação na Missa cotidiana, colunas que devem sustentar o edifício educativo e animar a prática do Sistema Preventivo.

 Pela grande devoção que tinha Dom Bosco, ele mesmo escreve, depois das revelações de Santa Margarida Alacoque:

Esta devoção foi adaptada por clérigos e leigos com um entusiasmo singular, já que ela correspondia a uma necessidade presente no coração”.

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Essa devoção de Dom Bosco é testemunhada, também, pelo P. Barberis (SDB), que escreveu:
“Era admirável a devoção de Dom Bosco ao Sagrado Coração de Jesus. Recomendava-a muito aos seus jovens…
Conta-nos a história que, um dia, o Papa Leão XIII reuniu os cardeais e disse-lhes: “Devemos prosseguir os trabalhos da construção da Igreja do Sagrado Coração de Jesus, mas não temos condições financeiras e os recursos estão esgotados. Pergunto aos cardeais se têm alguma ideia a sugerir-me sobre isso, pois não podemos interromper tão grandiosa obra”.

Foi então que o cardeal Alimonda, de Turim, disse: “Santo Padre, tenho uma sugestão: confie essa empresa a Dom Bosco e eu asseguro que ele levará avante esse projeto”.

Mas Dom Bosco aceitará?” – perguntou o Papa. “Eu tenho certeza disso, pois conheço Dom Bosco e sei que um desejo do Papa será uma ordem para ele”. O Papa não perdeu tempo. Dom Bosco estava em Roma e, imediatamente, o Pontífice o chamou e confiou- lhe seu desejo. Dom Bosco voltou a Turim e reuniu o Capítulo da Congregação Salesiana (evento que convoca a todos da Congregação para, guiados pelo Espírito do Senhor, “conhecer, em determinado momento da história, a vontade de Deus para melhor servir à Igreja” – art. 146). O Capítulo foi contra a aceitação de tal incumbência, pois Dom Bosco estava idoso, doente e com acúmulo de compromissos e dívidas. Mas Dom Bosco fora categórico ao expor o pedido do Papa e mostrou-se desejoso de atendê-lo, pois sabia que não lhe faltariam recursos. Fez-se nova votação e todos os capitulares votaram a favor.

O seu I Sucessor, Bv. padre Miguel Rua, consagrou a Congregação Salesiana ao Sagrado Coração, em 31 de dezembro de 1899 e, nessa ocasião, fez chegar a todas as Casas uma “instrução” sobre essa Devoção.

 

O Coração de Jesus não é simplesmente um exemplo moral; mas é, graças ao encontro vivo com Ele, dom que buscar a fim de tornar o nosso coração semelhante ao Seu. A experiência transformante do amor de Deus – sobretudo hoje, em um mundo em que tantos jovens vivem sem futuro e tantas famílias estão prostradas por uma grave crise moral, cultural, econômica, social – é anúncio de esperança em meio às recorrentes tentações de desespero.
Fontes: Família Salesiana – InfANS

Oração pelo casamento que está passando por problemas

Deus de amor, Pai querido, meu matrimônio está passando por um grande conflito, que parece interminável; e quando penso que essa fase está acabando, começa tudo de novo.
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Há dias em que as nossas conversas são como alfinetes, como espinhos na carne: tudo parece acusação e ofensa.

Todas as coisas tornam-se desconfianças, tudo que dizemos transforma-se em agressões verbais; tudo é motivo para retomar fatos e erros passados, e só vemos os defeitos um do outro.

Há momentos em que me pergunto se meu casamento vai sobreviver aos desafios que estou vivendo. Se o matrimônio é um pacto divino, por que é tão difícil evitar que a santidade do amor seja contaminada pela suspeita? Se nos comprometemos um com o outro no altar do Senhor, se prometemos amar um ao outro, na alegria, na saúde e na doença, todos os dias de nossas vidas, como, de repente, nosso relacionamento se transformou em brigas e indiferença?

Artigos para você:

:: Os 10 mandamentos do casal 
:: A importância do bom humor nos relacionamentos 
:: A importância do sexo no casamento

Ajuda-me, Senhor, a  me lembrar de quando nos conhecemos, das maravilhosas qualidades que vimos um no outro, dos dons, carinhos e sonhos de um futuro de amor e amizade, da relação fundamentada no respeito, do passo a passo da construção de uma família maravilhosa, de todos os sonhos que sonhamos juntos, de sermos amparo um para o outro, da época em que não brigávamos nem discutíamos, de quando não nos ofendíamos mutuamente. Sei que é importante lembrar sempre dos momentos alegres e felizes que vivemos a cada dia, por isso vem, Senhor, reacender em meu coração essas memórias, a chama de amor que nos mantém vivos e unidos, dá-nos essa graça.

Ajuda-me, Senhor, a superar as dificuldades da convivência diária e a lembrar que fizemos a opção de partilhar a vida juntos, até que a morte nos separe. Ajuda-me a fazer a minha parte para honrar e manter meus votos.

Sei que muitos problemas poderiam ser resolvidos sem mágoa, sejam financeiros – problemas de gastar demais ou economizar demais, deixar as contas atrasarem, comprar sem necessidade – ou afetivos – a cobrança exagerada de atenção e demonstração de afetos, a implicância com defeitos comuns, a indiferença, a desvalorização do outro, a priorização do trabalho ou de bens materiais. Tudo se torna motivo de raiva quando nos esquecemos de que estamos unidos no amor de Deus. Liberta-me, Senhor, desses males!

Que eu me disponha a deixar passar os pequenos desentendimentos, que nada significam se comparados com as grandes bênçãos partilhadas em nosso relacionamento.

Ensina-me a confiar no meu cônjuge e em Deus nos momentos mais difíceis e amar nos momentos de desacordo; a silenciar diante das ofensas verbais e críticas; a acreditar; a resignar-me diante de um olhar de acusação; a compreender o outro diante das ameaças de abandono, de separação; a lutar pelo casamento quando o outro diz que não há mais amor, porque em Deus o amor jamais acaba.

Dá-me a coragem e serenidade para enfrentar as situações e sabedoria para buscar soluções. Dá-me a graça de saber perdoar, e que todo o ressentimento seja lavado de minha alma pelo Teu sangue redentor.

Hoje, descobri que o casamento perfeito não existe e quero aprender a lidar com as imperfeições a partir de agora. Quero viver cada momento do meu matrimônio de forma plena, sabendo que o relacionamento precisa sempre de um estímulo e de um esforço para vermos mais as qualidades do outro do que seus defeitos. Nós nos casamos para nos apoiarmos um ao outro e para juntos superarmos as dificuldades que sozinhos não éramos capazes de enfrentar.

Obrigado, Senhor, por me lembar de tudo isso, pois quero buscar minha reconciliação, colocar docilidade e respeito no relacionamento, pois o amor só sabe amar. O que estávamos vivendo era apenas uma afetividade, uma relação, um coleguismo, e não o relacionamento matrimonial que nos comprometemos a ter diante de todos, no altar.

Peço, Jesus, que arranque de minha alma as lembranças dolorosas, que coloque Teus anjos em minha casa e expulse daqui todo mal, toda desconfiança, toda agressividade e mal-entendimento, toda e qualquer força maligna. Se alguém desejou algum mal para nós, para destruir nosso casamento, seja por inveja, seja por magia negra, feitiço ou de qualquer outra forma, entrego-o em Tuas mãos, e que essas pessoas sejam por Ti abençoadas, assim como eu quero que seja o meu lar.

Que tenham a graça do Senhor em todos os lares. Amém!

Padre Vagner Baia – Sacerdote missionário da Comunidade Canção Nova

Fonte: formacao.cancaonova.com

 A cura para as doenças espirituais é obra do Espírito Santo

Para que uma doença seja tratada, é preciso descobrir, por meio de exames, o que a causou. Uma vez diagnosticado o problema, aplicam-se os medicamentos necessários para o restabelecimento da saúde corporal.

Nossa vida espiritual passa por esse mesmo processo. Muitas vezes, nossa alma está contaminada por doenças espirituais que, aos poucos, roubam-nos a paz e nos desequilibram espiritualmente, afastando-nos do caminho da santidade e conduzindo-nos ao pecado.

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Diante de tal realidade, é preciso diagnosticar quais doenças espirituais estão deixando nossa alma enferma. Contudo, para que o medicamento correto faça o efeito desejado, é preciso nomear essas doenças. E quais são as doenças espirituais?

São sete: gula, avareza, luxuria, ira, inveja, preguiça e soberba. As doenças espirituais são os sete pecados capitais, os quais, quando não diagnosticados, causam um terrível mal ao coração do ser humano.

Gula é a doença espiritual do desejo insaciável. Sempre é preciso consumir mais para a satisfação própria. Quando essa enfermidade se aloja no coração, faz-nos escravos de uma vontade que nos rouba o direito da liberdade. Tornamo-nos escravos e sempre será preciso ir além do necessário. O remédio para a gula é o autocontrole, é aprender a ficar satisfeito com o necessário e dizer ‘não’ ao excesso.

Avareza: é o apego ao dinheiro e aos bens materiais. Essa doença escraviza a pessoa, pois faz seu coração prisioneiro de seus desejos, esquecendo-se de Deus e do próximo. Para curar-se dessa doença, é necessário o abandono em Cristo e o desapego de tudo que nos aprisiona.

Luxúria: é deixar-se dominar pelas paixões. Essa doença deixa a pessoa presa aos desejos carnais, à corrupção dos costumes e à sensualidade. Todos esses desejos se agravam com o tempo caso não seja cuidado com o remédio necessário, que consiste em reconhecer-se Templo do Espírito Santo e recuperar a consciência da dignidade de filho de Deus.

Ira: é o sentimento de raiva, ódio, rancor e vingança. É uma doença complexa, pois, calmamente, vai transformando a pessoa naquilo que ela sente. Ela age aos poucos no coração e, se não for remediada a tempo, pode destruir vidas. O remédio para essa doença é o perdão e a busca da paz para com todos. Muitos se encontram enfermos desse sentimento, por isso faz-se necessário cuidar deles urgentemente.

Inveja: é a cobiça por aquilo que não é seu. Muitos passam pela vida desejando aquilo que não é seu e se esquecem de cuidar da própria vida. Essa doença afasta a pessoa da realidade de sua própria vida e a torna prisioneira do que o outro possui. O remédio para essa enfermidade consiste em retirar o olhar da vida do outro e cuidar de sua própria existência. Somente quem consegue voltar o olhar para sua vida liberta o outro de seus olhares invejosos.

Preguiça: é a doença do desleixo, da moleza, da falta de vontade, da aversão ao trabalho. O preguiçoso vive em estado constante de paralisia. Essa doença faz o ser humano acostumar-se com uma vida medíocre. Para curar essa enfermidade, é preciso sair do espaço de conforto que criou para si mesmo e ter atitude diante da vida. Muitas pessoas alimentam essa doença em seus semelhantes.

Soberba: essa doença está ligada ao orgulho excessivo, à vaidade, e à arrogância.Muitos vivem se achando melhores que as outras pessoas. Olham e expressam em seus semblantes o pouco caso com seus irmãos e irmãs. Para curar-se desta doença, é preciso reconhecer-se pecador e necessitado da misericórdia de Deus. Somente quem se reconhece criatura e não Criador consegue libertar-se dessa enfermidade.

A cura das doenças espirituais é um processo de mudança interior que acontece com a ajuda do Espírito Santo, o médico das almas.

Fonte: formacao.cancaonova.com

Autor: Padre Flávio Sobreiro (Bacharel em Filosofia pela PUCCAMP e Teólogo pela Faculdade Católica de Pouso Alegre -MG, Sacerdote da Arquidiocese de Pouso Alegre – MG)

Papa Francisco: explorar as pessoas é um pecado mortal

Da redação, com Rádio Vaticano

Na homilia, o Pontífice comentou a primeira leitura, extraída da carta de São Tiago. Trata-se de uma forte advertência aos ricos que acumulam dinheiro explorando as pessoas.

papa-francisco-3-300x164“As riquezas, em si mesmas, são boas, mas relativas, não uma coisa absoluta. De fato, erra quem segue a chamada “teologia da prosperidade”, segundo a qual Deus mostra que você é justo se lhe dá tantas riquezas. O problema é apegar o coração às riquezas, porque não se pode servir Deus e a elas”, recordou o Papa.

Essas riquezas podem se tornar correntes, que nos tiram a liberdade de seguirmos Jesus. “São Tiago diz: ‘Vede: o salário dos trabalhadores que ceifaram os vossos campos, que vós deixastes de pagar, está gritando, e o clamor dos trabalhadores chegou aos ouvidos do Senhor todo-poderoso’”.

Sanguessugas

“Muitas riquezas são feitas explorando as pessoas, explorando o trabalho dos outros, e aquela pobre gente se torna escrava. Pensemos que hoje, em todo o mundo, isso acontece: “Quero trabalhar”, “Ok. Será feito um contrato de setembro a junho”, sem possibilidade de aposentadoria, sem assistência médica. Em junho, o contrato é suspenso; em julho e agosto, deve alimentar-se de ar. Em setembro recomeça o trabalho. Quem faz isso são verdadeiros sanguessugas, que vivem do sangue que jorra das pessoas transformadas em escravas do trabalho”.

Trabalho informal

Francisco citou o que lhe disse uma jovem que encontrou um emprego de 11 horas diárias por 650 euros na informalidade. Disseram a ela: “Se quiser, o emprego é seu; caso contrário, pode ir embora. Há quem queira, há uma fila atrás de você”.

“Esses ricos amontoam tesouros! O apóstolo diz: ‘cevando para o dia da matança’. O sangue de toda essa gente que vocês sugaram e do qual viveram é clamor ao Senhor, é um grito de justiça. A exploração das pessoas hoje é uma verdadeira escravidão”, afirmou ainda o Santo Padre.

Francisco diz ainda que todos pensam que os escravos não existissem mais, mas existem. As pessoas não vão mais buscá-los na África para vendê-los na América. Não! Eles estão em nossas cidades, e existem os traficantes, que tratam as pessoas com trabalho sem justiça.

“Ontem, na audiência, meditamos sobre o homem rico e Lázaro. Esse rico estava em seu mundo, não percebia que do outro lado da porta de sua casa havia alguém que tinha fome. Aquele rico não percebia e deixava que o outro morresse de fome. Isso é pior. É fazer as pessoas morreram de fome com o seu trabalho para o meu proveito. Viver do sangue das pessoas. Isto é pecado mortal. É pecado mortal. É preciso muita penitência, muita restituição para se converter desse pecado”.

No caixão não entram riquezas

O Papa recordou a morte de um homem mesquinho e as pessoas que diziam: “O funeral foi arruinado. Não puderam fechar o caixão, porque ele queria levar consigo tudo o que tinha, e não podia. Ninguém pode levar consigo as próprias riquezas”.

Ao concluir, Francisco pede para todos pensarem neste drama de hoje: a exploração das pessoas, o sangue dessas que se tornam escravas; os traficantes de seres humanos. Não somente aqueles que traficam prostitutas e crianças para o trabalho infantil, mas aquele tráfico mais civilizado.

“Eu pago você, mas sem direito a férias e assistência médica, tudo clandestino. Porém, eu me torno rico.” Que o Senhor nos faça entender aquela simplicidade que Jesus nos diz no Evangelho de hoje. É mais importante um copo de água em nome de Cristo que todas as riquezas acumuladas com a exploração das pessoas”.

Fonte: formacao.cancaonova.com

Os traumas do passado podem interferir diretamente em nosso presente

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Cada ser humano é único, com incontáveis possibilidades de vivenciar as mais diversas situações. Desde nossas primeiras memórias da infância, vamos acumulando as experiências mais marcantes ao longo da vida; geralmente, as que provocaram maior emoção.

Uma festa de aniversário, aquele passeio esperado, uma viagem, os tombos de bicicleta, as brincadeiras com os primos, um presente especial. São lembranças doces que remetem a um tempo em que o olhar infantil estava mais desperto para os detalhes e encantos do novo, do belo.

Entretanto, nem só de boas lembranças nossa memória está recheada. Muito falamos sobre eventos traumáticos vivenciados em diversas fases do desenvolvimento infantil, mas há também os ocorridos durante a crítica passagem pela adolescência e os que enfrentamos na fase adulta.

   Como se fosse hoje

Esse outro lado da moeda tende a ser mais difícil de se elaborar. Causa dor lembrar-se do sofrimento de uma violência física ou emocional, um abuso sexual, a perda de alguém querido, bem como os sentimentos de desamparo, solidão e desespero. Alguns, inclusive, afirmam lembrar-se com tanta nitidez os detalhes do trauma, que poderiam relatar tudo “como se fosse hoje”. Quando dizem essa frase, estão falando a verdade.

Reze:
.: Oração de cura interior pelas etapas da vida
.: Oração para se libertar da angústia
.: Oração de libertação pelos males que nos atormentam

Certas pessoas carregam o fardo de dores que acabam pesando mais conforme o passar do tempo. A lembrança passa a ser como um bicho de estimação, algo a ser rememorado para não cair no esquecimento ou para alimentar algum sentimento de vitimização. Outros, pelo contrário, tentam esquecer, a todo custo, os eventos traumáticos que aparecem como flashes indesejados em alguns momentos. Às vezes, colocam uma manta por cima do passado e tentam viver como se essa dor não existisse. É possível até que alguns busquem refúgio em drogas e bebidas, com o desejo de encontrar um conforto momentâneo.

Sujeiras da alma

Primeiramente, é importante entrar em contato com a situação incômoda de forma aberta e transparente. Falar sobre o assunto pode ajudar na elaboração do que aconteceu, principalmente se o evento foi na infância ou adolescência. O adulto que você é hoje pode amparar e consolar a criança que você foi e que não tinha recursos internos para lidar com a situação naquela época. Acolha a dor, reconheça o sofrimento e, se vier uma emoção, abra-se ao pranto que poderá lavar as sujeiras da alma.

Esse pode ser um processo doloroso e longo. Entretanto, estamos falando da qualidade de sua vida, da liberdade que você merece experimentar ao tirar esse peso das costas, que deixa seus passos lentos.

Terrenos escuros e frios

Conforme você for caminhando nesses terrenos escuros e frios, poderá lançar uma luz de compreensão, um sopro quente de perdão que, aos poucos, vão trazer novos significados para a sua história. Se algum passo for muito difícil, tenha paciência consigo, mas não pare! Peça a Deus a graça necessária para enfrentar essas dores, conte com a ajuda de outras pessoas ou profissionais que possam auxiliá-lo nesse processo.

No final, pode acontecer de você descobrir que o perdão – ao outro e a si – é possível e o deixa livre para viver sem o rancor e o ódio. Talvez você encontre uma força interior que não imaginava possuir, e um olhar sereno pode aparecer no seu rosto, junto com um sorriso mais aberto. Valerá a pena conhecer uma nova forma de visitar seu passado e lidar com as dores que pareciam eternas.

Autora: Milena Carbonari Krachevski – Psicóloga

Fonte: formacao@cancaonova.com

Papa Francisco afirma que existe uma espécie de “classe média da santidade”, acessível a todos

“Santos escondidos” vivem seu itinerário de imitação de Cristo no dia a dia. Em uma celebração na Basílica São Paulo Fora dos Muros, em 14 de abril de 2013, Bergoglio falou sobre a “classe média da santidade”, como dizia o escritor francês, Joseph Malegue.
Abaixo, elenco treze conselhos mencionados por Francisco em diferentes ocasiões para alcançar a santidade.

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1. Santo não é super-heroi

Muito ao contrário do que se pensa, santos não são super-heróis, mas pecadores. Um
caminho que compreende humildade e sofrimento para deixar que Cristo nos santifique.
“Humilhação nossa, para que o Senhor cresça”, é regra da santidade. “Os Santos não são
super-homens e nem nasceram perfeitos. São pessoas que antes de chegar à glória do céu
viveram uma vida normal, com alegrias e tristezas, fatigas e esperanças, mas quando
conheceram o amor de Deus, o seguiram de coração, sem nenhuma condição ou hipocrisia”.

2.Inimigos podem ser santos

Ao citar a conversão de São Paulo, que de inimigo da Igreja tornou-se santo, o Papa
Francisco garante que o coração de Saulo mudou, mas Paulo não se tornou um herói. Ele
pregou o Evangelho em todo o mundo e terminou a vida com um pequeno grupo de amigos,em Roma, até ser morto, à imitação de Jesus Cristo.

3. Não existe curso de santidade

O Papa explica que as Cartas de São Paulo são endereçadas a pessoas que pecam, mas são
filhos da Igreja santificada pelo Corpo e Sangue de Cristo. “A santidade é um dom de Jesus
à sua Igreja e para fazer ver isto Ele escolhe pessoas em que se vê claro o seu trabalho para
santificar”, afirma o Santo Padre.

4. Santidade é vocação para todos

“Os Santos, amigos de Deus, nos asseguram que esta promessa não decepciona. Em sua
existência terrena, eles viveram em profunda comunhão com Deus, tornando-se semelhantes a Ele. No rosto dos irmãos humildes e desprezados eles viram o rosto de Deus, e agora o contemplam face a face em sua beleza gloriosa”, disse Francisco.

5. Servir com alegria

Os santos “dedicaram suas vidas a serviço dos outros, suportaram sofrimentos e
adversidades sem odiar e respondendo ao mal com o bem, difundindo alegria e paz. Os
santos nunca odiaram. O amor é de Deus, mas o ódio vem de quem? Vem do diabo. Os
santos são homens e mulheres que têm alegria no coração e a transmitem aos outros. Não
devemos odiar os outros, mas servir aos outros, os necessitados, rezar e se alegrar: este é o
caminho da santidade”.

6. Não é privilégio de poucos

“Ser santos não é um privilégio de poucos, como se alguém recebesse uma grande herança.
Todos nós recebemos a herança de nos tornarmos Santos no Batismo. Ser santo é uma
vocação para todos. Todos nós somos chamados a percorrer o caminho da santidade e o
caminho que leva à santidade tem um nome e um rosto: Jesus Cristo. No Evangelho, Ele nos mostra a estrada das Bem-Aventuranças”.

7. Santidade em comunidade

O Papa convida a aceitar o chamado à santidade com alegria e a sustentar o próximo porque não se percorre sozinho o caminho da santidade, mas juntos, no único corpo que é a Igreja, amada e santificada pelo Senhor Jesus Cristo. “Vamos em frente com ânimo, neste caminho da santidade”, convida.

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:: Sete conselhos do Papa Francisco para viver bem o Ano da Misericórdia
:: Como fazer um exame de consciência

8. Não precisa ser padre ou bispo

“Para ser santo, não é preciso ser bispo, padre ou religioso: não, todos somos chamados a ser santos! Muitas vezes somos tentados a pensar que a santidade só está reservada àqueles que têm a possibilidade de se desapegar dos afazeres normais, para se dedicar exclusivamente à oração”.

9. Santos no dia a dia

A santidade se faz no testemunho cristão nas ocupações de cada dia e no estado de vida em
que se encontra: consagrado, casado, solteiro. O que se espera que se cumpra com
honestidade e competência o trabalho, oferecendo tempo ao serviço dos irmãos. “Onde você trabalha pode se torna santo”, completa o Pontífice.

10. Cara de santinho

A santidade é consistente, não é oca. “Alguns pensam que a santidade é fechar os olhos e
fazer cara de santinho! Não, a santidade não é isto! A santidade é algo maior, mais profundo, que Deus nos dá”. O Senhor não nos chama para algo pesado, triste. Ele convida a compartilhar a alegria.

11. Pais e avós santos

Ao ensinar com paixão aos filhos ou netos a conhecerem e a seguirem Jesus se alcança a
santidade. Ser bons pais e avós exige muita paciência. É, justamente, exercitando esta
paciência que acontece a santidade.

12. Sem fofoca

Um passo importante é não falar mal de ninguém. O Papa dá como exemplo um mulher que ao mercado fazer compras e encontra uma vizinha. Começam a falar “e depois vêm os
mexericos”. Mas, quando a mulher decide romper com esta atitude e diz: “Não, não, não,
não posso dizer mal de ninguém”, torna-se um passo para a santidade.

13. Orar para ser santo

A oração é um outro passo para a santidade. Ir à missa ao domingo, comungar, confessar-se.
A recitação do Rosário contribui para nossa santidade. Ao rezar na rua, ver um pobre,
devemos parar e dar atenção a esse necessitado: é um passo rumo à santidade! São pequenas coisas. “Cada passo rumo à santidade fará de nós pessoas melhores, livres do egoísmo e do fechamento em nós mesmos, abertos aos irmãos e às suas necessidades”, ensina Francisco

Depois de ler estas treze orientações, faça um exame de consciência. A proposta é do próprio Papa Francisco: “como respondemos até agora ao chamamento do Senhor à santidade? Tenho a vontade de me tornar um pouco melhor, de ser mais cristão, mais cristã? Esta é a estrada da santidade”.

Fonte: formacao.cancaonova.com

A Comunidade Canção Nova realiza entre os dias 09 de maio e 13 de junho, às segundas-feiras, as “5 Semanas de Oração pela cura das feridas emocionais”. Padre Adriano Zandoná presidirá 5 Missas na Catedral Maronita Nossa Senhora do Líbano, às 19h30, transmitidas ao vivo pela TV Canção Nova, com Adoração e Benção do Santíssimo Sacramento, em intenção da cura das feridas emocionais de todos os participantes. Disponibilizamos a Oração que será rezada todas as Semanas. Deus abençoe.

Oração

Cartaz---Solenidade-de-Corpus-Christi---26.5.2016

Corpus Christi

Eucaristia – “Eterna é a sua misericórdia” (Salmo 117)

 No dia 26 de maio, numa Quinta-feira de Adoração ao Santíssimo Sacramento, a Arquidiocese de São Paulo convida os peregrinos da Catedral da Sé para a Solenidade de Corpus Christi. Com o tema: “Eucaristia – “Eterna é a sua misericórdia” (Salmo 117), a Igreja deseja, através da Festividade do Corpo do Senhor, levar os fiéis a comungar desta fonte de amor e sustento para a alma e a se aprofundarem na vivência desse sacramento de cura e salvação, meditando, no Ano da Misericórdia, a infinita bondade de Deus por nós que se revela na Eucaristia.
A celebração contará com dois momentos:

  • Missa na Praça da Sé, com início às 09h00, presidida pelo Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano de São Paulo;
  • Procissão, logo após a Missa, que sairá da Praça da Sé e seguirá pelas ruas no centro histórico de São Paulo até o Largo Santa Ifigênia, onde haverá o encerramento coma Solene benção do Santíssimo.

São João Paulo II sempre afirmou que a Eucaristia é o centro da vida da Igreja, porque neste alimento espiritual nós temos o próprio Cristo presente em Corpo, Sangue, Alma e Divindade.
A Canção Nova de São Paulo estará participando com a Arquidiocese deste rico momento de manifestação de fé na Eucaristia. Portanto, não haverá atividades na casa de Evangelização neste dia.

Participe você também da Solenidade de Corpus Christi com a Igreja de São Paulo!

Informações: http://www.arquisp.org.br/

Quero ter filhos ou quero ser mãe?

A primeira pergunta, na verdade, podemos dizer que é fruto de um desejo bem egoísta, uma satisfação do próprio ego. Muitas mães têm seus filhos como troféu, pois ela os expõe constantemente, exibindo aquele que “salvou” o casamento depois de seu nascimento. Exibir as belas roupas caras que é capaz de dar para esse filho, expor seu desenvolvimento e talento, afinal de contas, o filho é especial.

Quero ter filhos ou quero ser mãe - 1600x1200Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com

Muitas mães colocam os filhos nesse lugar, e isso é perigoso, porque colocam neles um peso que ainda não são capazes de suportar, mesmo que lhes pareça interessante ou divertido, não é próprio de sua idade. As mães expõem seus filhos como forma de mostrar que sua família é perfeita. Será que é? Ou será que criou um conto de fadas para essa criança viver? Quando ela descobrir que não é a princesa ou o príncipe, qual será a reação dela?

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Toda criança passa naturalmente pela fase do narcisismo, egoísmo e egocentrismo. Porém, se essas fases forem estimuladas, pode ser que a criança não dê conta de superá-las e continue presa a elas por toda vida. Pense como é chato e desgastante uma relação com adultos narcísicos, que só pensam no quanto eles podem ser bons, belos e ostentar tudo o que têm! Ou um adulto que possui um grande sentimento de posse, que quer tudo, não se satisfaz com nada e fica às voltas com “ter coisas e pessoas”, todas no mesmo lugar de objetos de pertença. Quem sabe um adulto egocêntrico, que se diz o dono da verdade, que sua palavra e seus pensamentos são sempre os melhores. Tenho certeza que não será fácil conviver com essas pessoas.

Mães que desejam ser mães

Ter filhos é uma resposta à sociedade! Isso revela que sou capaz e viril! Mas a via do amor passa um pouquinho distante dessa relação social. Não que aqueles que desejam a todo custo ter um filho não os amem, mas é uma manifestação de amor diferente.
Aquelas mães que desejam ser mães querem os filhos da forma que eles vierem. Seja saudável, enfermo, biológico ou do coração. Não importa a forma que ela vem, importa que tenho amor para dar a essa criança que me foi confiada. Se você recebesse a notícia de que não poderia gerar filhos, qual seria a sua reação? Adotaria um cachorro e daria a ele todo “amor” que acredita ter? Ficaria presa em seus sentimentos de impotência, doença ou maldição e amargaria a vida e a Deus por não realizar seu sonho? Ou seria capaz de acolher uma criança que foi gerada no ventre de outra pessoa? Difícil resposta, não é?

Uma vez, ouvi uma mãe dizer a Deus que precisava encontrar seus filhos, porque ela sofria a falta deles e sabia que eles também sentiam a falta do amor de mãe. Deus a ouviu e lhe deu uma filha do coração. Esse é o verdadeiro sentido de ser mãe! Saber que possui um amor tão grande que sente a ausência desse filho, o qual, muitas vezes, vem de forma surpreendente.

Adotar uma criança pode ser um risco para aqueles que não sabem amar. Você quer ser mãe ou quer ter filhos?

Fonte: formacao.cancaonova.com

Escrito por : Aline Rodrigues,  psicóloga há 10 anos, pós-graduada em Psicanálise Aplicada à Saúde Mental com formação em transtornos alimentares e MBA em gestão de pessoas. Lecionou durante sete anos na Faculdade Pitágoras e está cursando pós-graduação em Terapia Cognitiva Comportamental. Aline é missionária do segundo elo da Comunidade Canção Nova.

 

vigilia-CN-Abraça-SP_junho

Seja um cristão sóbrio e vigilante na oração (1 Pd 5).

CANÇÃO NOVA ABRAÇA SÃO PAULO
Vigília e preces marcam o primeiro evento do ano

A Comunidade Canção Nova realiza no dia 11 de junho de 2016, a Vigília Canção Nova Abraça São Paulo, com o tema: “Ele salva nossa vida da morte e nos coroa de bondade e misericórdia” (Sl 102,4).

Será uma madrugada de oração onde queremos que se faça sentir em sua vida o abraço de Deus misericordioso e pleno de ternura e de bondade, que pode mudar todas as coisas pelo poder da oração. A Vigília será transmitida ao vivo pela TV Canção Nova e Rádio América. Terá início às 21h, na Basílica Nossa Senhora da Penha, em São Paulo (SP). Durante a programação acontecerão diversas atividades, entre elas Missa, Adoração Eucarística, Confissões, Oração do Terço da Misericórdia – às 3h da manhã – e benção de objetos e das famílias. A Vigília também conta com momentos de oração, clamor e intercessão pelas necessidades apresentadas pelos fieis diante do altar do Senhor.

Estarão presentes para conduzir a Vigília Pe. Adriano Zandoná, Roberto Tannus e as cantoras católicas Ana Lúcia e Luciana Antunes.

Precisamos estar preparados para vencer as artimanhas do inimigo de Deus em nossas vidas. Por isso, participe conosco deste momento de profunda espiritualidade e encontro com Deus!

 

Confira a Programação:

20:00Terço Mariano

21h00Animação – Ana Lúcia e Luciana Antunes
21h15 Pregação – Roberto Tannus

22h00 Intervalo –

23h00Santa Missa – Pe. Adriano Zandoná,

01h00 Promoção/Intervalo

02h00 Animação – Ana Lúcia e Luciana Antunes

02h15 Pregação / Efusão do Espírito Santo – Roberto Tannus

03h15Terço da Misericórdia – Luciana Antunes

03h30 Intervalo –

04h00Adoração – Pe. Adriano

05h00Encerramento

 

Tome Nota!

Vigília Canção Nova Abraça São Paulo

“Ele salva nossa vida da morte e nos coroa de bondade e misericórdia” (Sl 102,4)

Data:

11 de junho de 2016 (sábado, a partir das 21h)

Presenças:

Pe. Adriano Zandoná (Missionário da Comunidade Canção Nova)
Roberto Tannus (Ministeriado em Cura e Libertação, teólogo e pregador da Renovação Carismática Católica)

Ana Lúcia (Missionária da Comunidade Canção Nova, cantora e animadora católica)

Luciana Antunes (Cantora e animadora católica)

Local

Basílica Nossa Senhora da Penha

Sto. Afonso, 199, Penha, São Paulo/SP

* Levar 1Kg de alimento não perecível

Informações:

(11) 3382-9800 ou eventossp@cancaonova.com

Acesse: saopaulo.cancaonova.com

papafranciscoA linguagem de Papa Francisco, desde o início do seu Pontificado, caracteriza-se pela simplicidade e se constela de expressões populares; e ninguém pode duvidar que, com o Papa Francisco, introduziu-se na Santa Sé um estilo familiar e direto, alcançando assim repercussões universais.

Na prefação do livro “O Vocabulário do Papa Francisco”, aos cuidados do jornalista salesiano Antonio Carriero, o Cardeal Pietro Parolin, Secretário de Estado do Vaticano, assim fala do novo estilo comunicativo do Papa: “A única verdadeira estratégia de comunicação de Francisco é a adesão confiante e serena ao Evangelho”.

O linguajar de Bergoglio é um ‘sermo humilis’, capaz de falar a todos. Há “no seu linguajar – acrescentou o mesmo Cardeal Parolin – a sabedoria de ministrar conteúdos altos”, “fazendo uso de vocabulário e imagens que haurem toda a sua força da vizinhança com a vida cotidiana”, pondo deste modo “o interlocutor, seja ele quem for, em  posição de paridade e não de distância”.

Para muitos católicos o estilo de comunicação do Papa representa uma novidade total: é que estavam habituados a um modo de ensinar na Igreja que costumeiramente usava uma linguagem difícil, seleta, replena de conceitos frequentemente complicados. Em suas falas o Papa acompanha o estilo de pregação de Jesus: rico de imagens e de exemplos da vida cotidiana, relidos segundo os olhares de Deus.

O estilo do Papa nos traz à memória também o jeito com que Dom Bosco costumava comunicar-se, buscando fazer-se compreender de todos, sobretudo da gente simples: a sua comunicação partia sempre de uma atitude de profundo respeito para com o interlocutor e a sua realidade, sempre pronto a adaptar a sua linguagem para fazer-se compreender do outro e passar-lhe a sua mensagem.

Outra característica comum a ambos é que aprenderam, antes de falar, a ouvir o seu interlocutor, conseguindo desse modo estabelecer conexões que podem construir novas pontes de compreensão e superar diferenças.

Enfim, no modo de comunicar do Papa Bergoglio se depreende a capacidade de escutar, não só com o ouvido mas também com o coração: não tem medo de mostrar que se sente comovido, ou interpelado pela realidade circunstante.

A tecnologia permite-nos hoje ter acesso aos milhares de mensagens em diversos formatos e suportes. Mas quando deparamos alguém com a capacidade de comunicar com transparência e verdade, instintivamente se vão abaixando as nossas defesas e os nossos temores. O Papa Francisco realiza isso com o povo: todos de algum modo se sentem acolhidos. E esse é o resultado de um estilo de comunicação amistosamente empático.

Fonte: http://www.infoans.org/