Identifique os demônios  que aparecem ao longo da vida conjugal

Fonte : formacao.cancaonova.com

No amor conjugal, o segredo é não lutar contra a idade, mas estar em união com ela, tal é a regra da sabedoria. No início, a relação é, sobretudo, de alegria e esperança. O amor é novo e está intacto. Os dois vivem em estado de descoberta permanente; entretanto, o amor não escapa aos ataques do tempo. Uma primeira crise, a da desilusão, sacode o lar nascente. O demônio da desilusão faz com que a imagem ideal, que um havia construído do outro, comece a desvanecer-se. Para vencer essa crise, terão de se aceitar em suas imperfeições. Nessa fase, o matrimônio se constitui realmente.

Os demônios da vida conjugal

A juventude do amor

Ao fim da fase de adaptação, um mútuo conhecimento impede maiores atritos. O amor se instala. Mas se a crise da desilusão não foi superada, o tempo precipita a segunda crise, a do silêncio. Se o demônio mudo se apodera dos dois, estes caem em uma espécie de letargia. O casal vive, então, em retrocesso, sem crescer, sem um ritmo seguro, sem dinamismo. Vencer essa segunda crise é indispensável para que o amor sobreviva.

A maturidade do amor

Por volta dos 15 anos de vida conjugal, os esposos adquiriram maturidade. Com uma juventude madura, vivem com serenidade. São os anos mais belos da vida conjugal. Já não se fala de felicidade, como quando se é jovem, simplesmente se é feliz. Mas também pode se produzir o contrário, se não encontraram o caminho do diálogo e de sua unidade. Uma terceira crise, com frequência fatal, é a da indiferença. O amor se transformou em hábito, o hábito em rotina, e a rotina, enfim, em indiferença. Vive-se junto ao outro, mas os corações já não estão em contato: o tempo paralisou ou matou o amor. A vida em comum não é mais que uma aparência que se mantém, seja por obrigação, já que há os filhos, seja por conveniência social.

Com o demônio da indiferença instalado, sempre existe lugar para um novo amor e, por isso, para a infidelidade e a separação.

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O “meio-dia” do amor

Entre os 45 e 50 anos, surge um novo perigo. Em ambos é o difícil momento das mudanças físicas e psicológicas. A mulher perde um atributo de sua feminilidade: a fecundidade. O homem vai perdendo um caráter de sua virilidade: o vigor sexual. Mas, antes que se produza esse declive, muitas vezes se dá uma espécie de volta à adolescência.

A essa crise da metade da vida chamamos de “demônio do meio-dia”. Se o matrimônio entra nessa etapa, minado pela indiferença e pela rotina, o “demônio do meio-dia” tem grandes possibilidades de triunfar.

O renascimento do amor

Se o casal soube superar essa época turbulenta, entra num período de uma segunda maturidade. É o crepúsculo do amor, o momento em que o matrimônio desfruta da unidade conquistada, de una harmonia profunda e de uma nova paz. É a hora de uma felicidade serena, sem choques nem conflitos. O tempo, que não perdoa, oferece então aos cônjuges a inapreciável recompensa do renascimento do amor.

O repouso do amor

Virá, por último, a hora do repouso, em que, –envelhecidos no amor,– ambos só terão reconhecimento um para o outro. Nem sequer a dolorosa perspectiva da morte poderá perturbar a maturidade do amor. Eles terão se amado até o fim, quando a morte se converte num ápice, numa vitória. Diante dos homens, como diante de Deus, não existe um amor mais perfeito que o de dois seres que envelheceram juntos e que deram a mão para vencer as últimas dificuldades, para gozar das últimas claridades do dia.

Perguntas para a reflexão

1. Algum desses demônios me é conhecido?
2. Que posso fazer para enfrentá-los?
3. Como andamos com o diálogo conjugal?

Padre Nicolás Schwizer
Shoenstatt – Movimento Apostólico

Perseverar é o melhor caminho, mesmo diante dos obstáculos que enfrentamos na vida

Perseverar é a certeza do paraíso, onde existe uma vida plena e feliz, é o que me faz caminhar sem parar diante das pedras que naturalmente encontro no caminho por onde passo. Gosto das palavras do apóstolo Paulo quando escreve aos Hebreus dizendo: “Irmãos, perseveremos na fé para nossa Salvação”, porque acredito que a salvação tem tudo a ver com a perseverança, que, por sua vez, também está ligada à fé e à esperança. Aliás, creio que a esperança é o remédio que pode curar as dores da humanidade, é ela que nos faz dar mais um passo, mesmo quando todos param, e recomeçar a cada amanhecer como se fosse a primeira vez, mesmo depois de uma noite de cansaço.

Conheço uma história que ilustra bem o que digo: conta-se que Cristóvão Colombo, o descobridor das Américas, navegava já há várias semanas, durante a longa travessia marítima, e a terra custava a aparecer. Até que, em um fim de tarde de dúvidas e desalentos, os marujos timidamente lançaram a ele a pergunta: “Chefe, já navegamos há vários dias e até agora nenhuma terra à vista”.

O que faremos quando todas as esperanças tiverem morrido? Diz a história que Colombo olhou fixamente nos olhos dos marujos e respondeu com convicção: “Ao raiar do dia, quando formos atingidos pelos primeiros raios do sol, a esperança também renascerá e vocês mesmos dirão: ‘continuemos navegando, navegando, navegando’…” E como sabemos, Colombo, com seus marujos, acabou descobrindo as Américas, certamente movidos pela esperança que foi restaurada a cada amanhecer.

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Plante esperança e sonhos

Quando falamos de sonhos, é indispensável considerarmos que a esperança é o combustível que nos impulsiona a chegarmos às realizações. Na verdade, assim como os “marujos de Colombo”, muitas vezes também nos sentimos cansados, cheios de dúvidas e pensamos em desistir, mas a esperança é essa força que nos faz continuar navegando quando a correnteza parece contrária às nossas expectativas. É preciso, mais do que nunca, atravessar a “casca” dos acontecimentos cotidianos e lançarmos um olhar confiante para Aquele que está acima de tudo, certos de que nada acontece ou deixa de acontecer por um acaso em nossa vida, e que em todas as situações podemos contar com sua ajuda.

Não sei como você se encontra hoje, mas peço a Deus que plante em seu coração uma semente de esperança ou regue a que já existe, porque sei que Deus nos fez homens e mulheres de esperança, e precisamos retomar a nossa essência para ver concretizados os seus sonhos em nossa vida. Perseverar é isso, é ter esperança, mesmo contra toda expectativa. É deixar-se encantar com as coisas simples da vida, sem jamais deixar de sonhar. É sorrir como criança, descontrair-se sem medo de ser julgado, ouvir histórias sem olhar para o relógio, é dar e receber amor sem medida. Por que quem persevera já descobriu que o mais importante não é fazer muitas coisas, mas ser canal do amor e agir com amor, mesmo que seja no anonimato.

Desejo que você nunca esqueça que Deus é sempre fiel e está disposto a ajudá-lo, e Ele espera de você também fidelidade e perseverança, para que seu projeto de amor e felicidade se cumpra plenamente em sua vida.

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Confira toda a nossa cobertura deste fim de Semana do Aprofundamento de Afetividade e Sexualidade ministrado pelo Casal de Psicólogos, missionários da Comunidade Canção Nova Diácono Joao Carlos e Maria Luiza. Com Presenças de Padre Adriano Zandona, Nando Mendes , Padre Egídio e Comunidade Canção Nova.

Após um momento forte de Oração com o Missionário Carlos Biajoni , onde nos conduziu a oração de cura interior.

Neste momento Maria Luiza e Diac. João Carlos se apresenta, e salienta sobre a importância de buscarmos a cura de nossa afetividade e sexualidade.IMG_0114

O tema abordado é sobre A Construção da Sexualidade e Afetividade nas Etapas da vida.  ” Sempre que tentamos compreender o crescimento vale pena recordar o princípio epigenético.” (Griffa Moreno). 

Comportamentos existenciais tomam uma grande proporção dentro nós. Portanto precisamos identificar de onde essas coisas surgem.  O Ambiente da criação reflete em nosso comportamento afetivo. Portanto desde a minha concepção ja temos um destino. Quem determina isso é nosso sexo genético.

Nós temos a capacidade de guardar em memória a sensação. Portanto na gravidez a criança tem sensações de tudo que a mãe vive, pois ela não possui ainda uma estrutura de linguagem formada e é influenciada pelo ambiente diz a psicóloga Maria Luiza.

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Momento de Oração após o almoço. Povo sedento de Deus! A única forma de buscar-mos a cura é buscando o Senhor, suplicando a Deus que visite as áreas de nossa vida. Por isso se faz tão necessário rezarmos pelas etapas da nossa vida. Conhecendo melhor a nossa vida, teremos matéria de oração para alcançarmos a maturidade afetiva.

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Diácono João Carlos e Maria Luiza, fala sobre o período da adolescência . Enfatiza também a importância de no período da infância a criança viver atitudes que são próprias, como brincar, permitir viver a fantasia própria , para que no período da adolescência ela consiga viver com maior tranqüilidade essa fase tão importante.

No momento da Santa Missa, celebrada pelo Padre Adriano Zandoná em sua homilia, nos orienta sobre a importância da nossa formação da nossa consciência , da nossa personalidade. Quando olhamos nossa história , precisamos ter a coragem de perceber que dentro de nós existe coisas a serem trabalhadas.

Nossa sexualidade é um dom , e deve ser trabalhada na ótica do amor. Não deixe de viver a graça da restauração!

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Tivemos neste dia um momento de Adoração maravilhoso rezando pela cura da afetividade e sexualidade . Precisamos resgatar a condição de filho de Deus! Ele não está para julgar você, e sim para perdoar e amar. Quanto maior for nossa sede por Deus, maior será nossa intimidade com o Senhor, diz Padre Adriano Zandoná.

Iniciamos a Oração pela Manhã com o Missionário Carlos Biajoni, onde oramos pela etapas da nossa vida. A Palavra de direção nesta Oração foi. “Em verdade, ele tomou sobre si nossas enfermidades, e carregou os nossos sofrimentos: e nós o reputávamos como um castigado, ferido por Deus e humilhado”(Is 53,4).

Diácono João Carlos e Maria Luiza, trás nesta manhã , a importância de lutarmos pela nossa maturidade afetiva e sexual. Nossos afetos que vão contornando nossa sexualidade. Por isso a amizade nos favorece a um controle da nossa sexualidade, para que não sejamos levados por impulsos, causando assim um descontrole na aérea da sexualidade.

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O destino do impulso sexual deve ser canalizado para o outro. Para você que sente chamado a vocação ao matrimonio. Toda mulher deseja mais afeto, portanto você não pode ser bruto dentro de casa. Você casado deve dar mais atenção para sua esposa!

Não deixe de buscar ajuda para cura da afetividade e sexualidade, para que você não fique refém dos males desse século . Não tenha medo de esperar em Deus ! Deus tem algo maravilhoso para sua vida.

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Momento de Plenário com Diácono João Carlos, Maria Luiza e Padre Adriano Zandoná,  respondendo perguntas dos participantes. Momento muito esclarecedor sobre a realidade da necessidade da maturidade afetiva.

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Momento de Adoração onde vivenciamos toda a graça do Senhor Jesus. Quanto maior a intimidade com Ele, mais fortalecidos seremos.

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Finalizando nosso Aprofundamento de Afetividade e Sexualidade com a Santa Missa, celebrada pelo Padre Adriano Zandoná. Volte para a casa do Pai ! O pecador mais difícil de se converter é aquele que não se reconhece miserável , diz Padre Adriano. Na Palavra de Deus hoje, iremos perceber a vida de moisés,  e iremos ver toda a luta dele para com o povo. Percebemos a Idolatria e a murmuração . O que você tem idolatrado em sua vida?

Precisamos cuidar dos nossos relacionamentos, afetos, para que rompemos de vez com nossos melindres. Não podemos parar nas feridas que as pessoas nos causaram. Portanto é tempo de perdoar as pessoas que lhe feriram e renovar o amor de Deus em você e nos irmãos. Supere suas decepções!

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Deus abençoe você ! Lembre – se Deus tem sempre o melhor para a sua vida !

Equipe CNSP

 

A presença de Nossa Senhora se revela em nosso dia a dia

Cada paróquia no Brasil tem um título de Nossa Senhora, que ganha destaque na comunidade local. Quando se aproxima a festa relacionada a esse título mariano, a paróquia se mobiliza, faz novena, quermesse e celebra muito a festividade. Mas Nossa Senhora só está presente em nossa vida nesses momentos particulares? Somos fiéis devotos dela, mas só pedimos sua interseção nas Missas celebrativas ou quando estamos com problemas a resolver? Não é esse o desejo de Deus ao nos dar Maria como Mãe nem é o desejo dela ao nos assumir como filhos. Ela quer participar do nosso dia a dia, auxiliando-nos e fortalecendo-nos na caminhada até Deus.

Como relacionar-se com Nossa Senhora no dia a dia - 1600x1200

Auxílio dos cristãos

São Bernardo nos ensina que “nos perigos, nas angústias e dúvidas devemos pensar em Maria, invocando-a”. São Boaventura afirma: “Jamais li que algum santo não tivesse sido devoto especial da Santíssima Virgem”. Na oração da Ladainha de Nossa Senhora, nós a chamamos de “auxílio dos cristãos”. Sim, ela o é! Nossa Senhora é Auxiliadora!

No Evangelho de João 19,26-27, vemos que “Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse a ela: ‘Mulher, eis o teu filho!’. Depois, disse ao discípulo: ‘Eis a tua mãe!’. A partir daquela hora, o discípulo a acolheu no que era seu’”. O Papa Francisco, ao meditar essa leitura, fala-nos: “Temos uma Mãe que está conosco, que nos protege, acompanha e ajuda também nos tempos difíceis, nos maus momentos”.

Podemos encontrar um vasto conteúdo nos escritos dos Papas e Santos da Igreja, mostrando-nos a real maternidade de Maria; e a resposta de João às Palavras do Cristo na cruz nos mostra qual deve ser nossa postura ao acolher a Virgem Santa como Mãe: “A partir daquela hora, o discípulo a acolhe no que era seu”. Esse é o centro do relacionamento materno entre Maria e seus filhos, não somente crer na maternidade, mas trazer Nossa Senhora para perto, colocá-la a par dos acontecimentos e sentimentos que diariamente compõem nossa vida e, para isso, há um caminho eficaz: a oração.

Colo sublime

Seja o Rosário, o Ofício, a Ladainha ou uma jaculatória que invoca a proteção da Santíssima Virgem, seja um momento longo ou um breve elevar da alma até o colo sublime da Mãe de Deus, o certo é que devemos seguir o exemplo de João e trazer Maria para tudo o que nos pertence. Apresentar a Maria nossos conflitos e medos, nossas vitórias e projetos e tê-la como Mãe é encontrar nela uma companheira para o dia a dia.

Muitas vezes, durante o meu dia, elevo meu coração a Maria. Além de rezar o Santo Terço, vou me colocando nas mãos dela no decorrer das horas e dos fatos ocorridos. Quando estou realizando algum trabalho, para o qual não tenho muito domínio, vou pedindo a Maria que venha em meu auxílio. Quando vivo uma situação difícil, busco nela um apoio.

Mostra-te, Mãe

Na Carta Encíclica Adiutricem Populi, Papa Leão XIII fala de uma jaculatória simples, mas eficaz: “Mostra-te, Mãe”. Ele convida os cristãos a invocar Maria nos acontecimentos do dia e pedir sua presença ou seu conselho.

Maria, não somente quer nos acolher como filhos, como deseja nos acompanhar por toda nossa peregrinação aqui na terra rumo à morada eterna.

Nos acontecimentos duros da vida, nos momentos de solidão e dor, alegria e realização, clamemos essa simples oração que nos ensina o Santo Padre: “Mostra-te, Mãe”. Confiemos: aquela que acompanhou Jesus até o Calvário também nos acompanhara por todos caminhos.

Fonte: formacao.cancaonova.com

O Sangue de Jesus liberta do pecado, da morte eterna e da escravidão do demônio

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Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Nós estamos sofrendo, Senhor! Nesta hora de angústia e calamidade em que vemos sobre nós e sobre os que amamos a ameaçada da tribulação, percebemos como somos fracos e sem poder para superar o mal. Somos fracos até compreender como e porquê permites Vossas criaturas, Vossos filhos passarem por esses sofrimentos.

Só Vós podeis nos livrar, só vós podeis nos esclarecer e nos confortar!

Eterno Pai, pelo Sangue de Jesus Cristo, misericórdia! Assinalai-nos com o Sangue do Cordeiro Imaculado, Jesus Cristo, como assinalastes o Vosso povo de Israel, para o livrardes da morte. E Vós, ó Maria, Mãe de Misericórdia, aplacai a Deus, pedi-lhe por nós e alcançai-nos a graça que pedimos!
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. Assim como era no princípio, agora e sempre. Amém

Eterno Pai, pelo Sangue de Jesus Cristo, misericórdia! Salvai-nos do naufrágio do mundo, como salvastes Noé do dilúvio universal. E vós, ó Maria, Arca da Aliança, alcancai-nos a graça que pedimos!

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Assim como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Eterno Pai, pelo Sangue de Jesus Cristo, misericórdia! Consolai-nos nas atuais necessidades e tribulações, como consolastes a Jó, Ana e Tobias, nas suas aflições. E vós, ó Maria, Consoladora dos aflitos, aplacai a Deus, pedi-lhe por nós e alcançai-nos a graça que pedimos!

Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. Assim como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Eterno Pai, pelo Sangue de Jesus Cristo, misericórdia! Dai-nos força e coragem para enfrentar os perigos e sofrimentos que nos ameaçam, como fortalecestes com o maná o Vosso povo que atravessava o deserto. E Vós, Maria, Auxílio dos Cristãos, aplacai a Deus, pedi-lhe por nós e alcançai-nos a graça que pedimos!

Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. Assim como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Eterno Pai, pelo Sangue de Jesus Cristo, misericórdia! Iluminai as nossas inteligências, a fim de encontrarmos a melhor solução para os problemas. E Vós, ó Maria, como instruístes os santos apóstolos com as luzes do Bom Conselho, aplacai a Deus, pedi-lhe por nós e alcançai-nos a graça que pedimos!

Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. Assim como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Eterno Pai, pelo Sangue de Jesus Cristo, misericórdia! Vós não quereis a morte do pecador, mas, sim, que ele se converta e viva; dai-nos tempo de fazer penitência, a fim de que, arrependidos dos nossos pecados, vivamos santamente. E vós, ó Maria, Refúgio dos pecadores, aplacai a Deus, pedi Lhe por nós e alcançai-nos a graça que pedimos!

Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. Assim como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Eterno Pai, nós Lhe oferecemos o Sangue de Jesus em desconto dos nossos pecados pelas necessidades da Santa Igreja, pela conversão dos pecadores. Imaculada Virgem Maria, Mãe de Deus, rogai por nós.

Jesus e Maria, confiamos em Vós!

Reze:
:: Consagre-se ao Preciosíssimo Sangue de Jesus
:: Terço da vitória pelo Sangue de Jesus
:: Oração para fazer diante de Jesus Eucarístico
:: Poderosa Oração a São Bento

Fonte: formacao.cancaonova.com

Aceitar nossos erros e lidar com eles exige aprendizado

Errar faz parte da natureza humana, e todos nós podemos, em algum momento da vida, cometer enganos. Admitir nossos erros, porém, nem sempre é tarefa fácil, e lidar com nossas fraquezas exige um aprendizado que dura a vida inteira. Segundo estudiosos, a principal dificuldade que temos para aceitar nossos limites e erros está ligada à falsa crença de que, na maioria das vezes, nós os herdamComo aceitar nossos erros - 1600x1200os de nossa própria educação familiar; de que só seremos amáveis e úteis se formos perfeitos. Sendo assim, admitir que erramos incomoda o ego e soa para ele como fraqueza ou ignorância. Daí, nasce a luta, muitas vezes, estressante contra nossas falhas; a ponto de nos tornamos intolerantes também quanto aos erros dos outros e, consequentemente, sermos uma pessoa menos agradável do que poderíamos ser.

Ao meu ver, existem três dicas que podem nos ajudar nesse processo de convivência com nossos limites:

Sem condenação

A primeira é lembrarmos que a perfeição pertence somente a Deus, e que, por mais sábios, bonitos e agradáveis que sejamos, também temos defeitos, somos “sinfonias incompletas”. Podemos e devemos tentar ser melhores, é verdade, mas sem condenação. Quem se cobra demais e evita errar passa pela vida de maneira tão tensa, que se esquece de viver de verdade.

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Sem pressão psicológica

A segunda sugestão é não fazermos comparações. Compararmo-nos com pessoas que admiramos e tentarmos ser iguais a elas coloca em risco nossa própria felicidade, porque agir assim seria abandonar o projeto de Deus para nossa vida, para tentarmos viver o projeto que Ele sonhou para outra pessoa.

James Martins, grande escritor jesuíta, afirma que a autoaceitação é o primeiro passo para a santidade. Não é preciso usar o mapa de alguma outra pessoa para chegar ao céu, porque Deus já colocou dentro da alma de cada um de nós todas as direções de que precisamos. Isso, ao meu ver, também significa aceitar a própria personalidade com seus dons e limites, uma vez que fomos criados por Deus assim como somos, e é assim que Ele espera nos receber na eternidade. É claro que isso não dispensa nossa mudança de atitudes, para nos tornamos melhores, porém, sem a pressão psicológica de termos de ser diferentes do que somos na essência. Existem comportamentos que fomos adquirindo ao longo da vida por várias razões, mas, no fundo, sabemos que eles não nos pertencem, e existem outros que expressam o que realmente somos. É desse segundo que falo, pois o que somos deve ser sempre preservado.

Comparações não ajudam

Fazer comparações com outras pessoas e pensar que para elas as coisas funcionam melhor, é muito fácil, mas essa maneira de pensar, além de falsa é também perigosa, pois nos afasta da realidade mais linda que existe: Deus nos ama com exclusividade e exatamente como somos! Ele nos criou com todas as capacidade e talentos que temos e estabeleceu conosco, desde o momento em que começou nossa existência, um relacionamento profundo que durará para sempre. Ele sabe dos nossos desejos mais profundos e não é alheio às nossas quedas, mas está conosco aconteça o que acontecer, estejamos onde estivermos, como lembra o Salmo 138: “Senhor, Tu me sondas e me conheces…”. Ele nos convoca a sermos quem realmente somos para trazer alegria à nossa própria vida e a este mundo que não seria o mesmo se não existíssemos.

Tenhamos calma com nós mesmos

A terceira dica, portanto, é: sejamos pacientes com nós mesmos e com nosso processo. A paciência é uma companheira indispensável para quem deseja lidar melhor com seus erros. Santo Inácio de Loyola faz uma comparação interessante de Deus como um artesão Todo-Poderoso. Diz ele: “A lenha rústica e intocada não tem ideia de que pode se transformar em uma estátua que será considerada uma obra-prima, mas o escultor antevê o que pode ser feito com ela. Muitos não entendem que Deus pode esculpi-los em santidade, até se entregarem às mãos do artesão Todo-Poderoso e deixar-se moldar por Ele.”

Por natureza, somos impacientes e queremos resultados sempre imediatos; com relação aos nossos erros não é diferente. No entanto, o trabalho lento de Deus é a regra para grandes progressos. Tenhamos calma com nós mesmos e percebamos que, enquanto vivemos um dia de cada vez, conhecendo-nos melhor e deixando-nos moldar por Deus, nossas ideias amadurecem e os erros perdem a força que hoje têm. Não tentemos forçar o Senhor, como se pudéssemos ser agora o que o tempo, com a graça e as circunstâncias, atuando diretamente em nossa vida, nos tornará amanhã. Demos a Deus o benefício da confiança de que Ele nos conduzirá pelo melhor caminho e aceitemos o desafio de passar por este mundo como “obra inacabada”, sempre diante dos olhos amorosos do artesão que pode, a qualquer hora, aprimorar ainda mais o trabalho de suas mãos.

Fonte: formacao.cancaonova.com

Saiba por que o Pokémon Go se tornou uma febre mundial

O assunto do momento tem sido o famoso jogo do Pokémon Go lançado pela Nitendo. O jogo, que tem sido uma febre mundial, desperta curiosidade e faz as pessoas saírem de sua zona de conforto para “caçar os monstrinhos” do game. Mas afinal, qual é a origem do Pokémon Go? Como fazer para não se tornar um viciado no jogo? É possível evangelizar por meio dele?

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Padre Clóvis Melo, ex-assessor da Comunicação da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil para assuntos de internet e digitais), em entrevista ao cancaonova.com, comenta sobre o assunto tão discutido na última semana.

cancaonova.com: Qual é a origem do jogo Pokémon Go?

Padre Clóvis: A empresa Niantic, Inc, que desenvolveu esse jogo, é uma startup da Google que, em 2013, lançou um jogo chamado Ingress, que trabalhava essa ideia de realidade aumentada. O objetivo do jogo era encontrar portais de energia e interagir com eles, a fim de enfraquecer um portal e fortalecer o outro. Então, a Nitendo contratou essa empresa para que, em parceria com ela, desenvolvesse o jogo Pokemon Go com toda a mitologia que havia por trás dele, com todos os conceitos japoneses de monstrinhos de bolso, os desenhos animados relacionados aos Pokemons.

Muitas pessoas têm lembranças desse jogo na infância, no qual haviam treinadores que encontravam os monstrinhos, apreendiam-nos em bolinhas, que eram receptáculos, e os treinavam para participar de duelos; cada monstrinho tinha um poder específicos, de acordo com os elementos da natureza: água, terra, fogo e ar. A Nintendo contratou a empresa Niantic, Inc para desenvolver, junto com ela, o jogo Pokémon Go, e aproveitou uma plataforma que já existia daquele jogo anterior chamado Ingress.

cancaonova.com: O que seria essa realidade aumentada?

Padre Clóvis: É uma interface digital sobre a realidade. Então, eles aproveitam localizações, mapas, pontos turísticos e de interesse para lançá-los na interface digital. O dispositivo que nos ajuda a ver essa interface é o próprio smartphone, que está conectado à internet. Isso desperta interesse nas pessoas. Elas, então, vão procurar onde tem um Pokémon. Elas abrem o o programa, veem no mapa a localização e descobrem onde há os portais de energia e vão até eles. Um desses lugares são as igrejas, porque são locais frequentados por muitas pessoas. É por isso que, dentro delas, há muitos Pokémons. Isso faz todo sentido, porque as igrejas são lugares onde muitas pessoas buscam Deus, buscam oração e frequentam com regularidade. Shoppings e academias também são lugares comuns de encontrá-los.

Na interface do Pokémon Go, vemos diversos tipos de monstrinhos encontrados em lugares específicos. É isso que desperta o interesse das pessoas. Até na Canção Nova há monstrinhos Pokémon, por ser um lugar que atrai muitas pessoas.

cancaonova.com: Quais cuidados as pessoas devem ter para não ficarem viciadas no jogo?

Padre Clóvis: Com relação ao vício, ele está um pouco ligado às mídias digitais, aos smartphones e à internet. É preciso ter sabedoria para dosar tudo isso e saber até que ponto esse jogo está roubando seu tempo útil, tempo de oração, leitura e relacionamento presencial. Tudo o que é excesso é ruim, e o Pokémon Go é o vilão do momento. Há pouco tempo, o WhatsApp também roubava a interação humana, assim como o Twitter e o Facebook. É inevitável lidarmos com essas plataformas digitais, porque fazem parte da cultura virtual.

Assista:

:: Pokémon Go: o que você precisa saber para não ficar viciado

Da nossa parte, para ajudarmos os jovens, adolescentes e até adultos que estão entrando nesse jogo, a dica é usam o bom senso. Até que ponto convêm jogá-lo? Ao celebrar uma liturgia, na Santa Missa, é hora de ligar o celular para procurar Pokémon? Não é o momento. É provável que o encontremos na igreja, porque o jogo é interativo e atraente para essa realidade. Então, qual o momento adequado? Um momento de lazer, de descontração, que eu tenho para essa finalidade. Eu aproveito esses momentos para jogar e fazer a interação humana que ele favorece.

Se há muitas pessoas falando sobre isso, dá para conversar sobre o Pokémon e puxar outros assuntos também. Daqui a pouco, vamos conseguir entender que a relação humana é a mais interessante que o próprio jogo, que foi apenas a isca.

cancaonova.com: Como evangelizar por meio desse jogo?

Padre Clóvis: Algumas igrejas nos Estados Unidos, ao perceberem o grande fluxo de jovens e de pessoas próximas às igrejas para encontrar pokémons, criaram momentos, ao longo do dia, com palestras, músicas oracionais, a fim de que as pessoas, ao procurarem um Pokémon, escutem uma mensagem e se interessem por aquele conteúdo de evangelização. Quanto ao jogo em si, com seus elementos, não vejo que seja viável para evangelizar, porque ele não tem esse enfoque; é um entretenimento, mas pode ser um atrativo para “virarmos a chave”.

O Pokémon é a febre deste tempo, deste momento; daqui a pouco, as pessoas tendem a perder o interesse. A não ser os entusiastas, que sempre gostaram do Pokémon, para quem esses jogos vão se manter por um tempo ainda maior. Então, fiquem tranquilos em relação a isso.

Precisamos trabalhar com a consciência das pessoas. Nos Estados Unidos, foi criado um manual a fim de que as pessoas tenham cuidado, mas não só com o jogo em si, mas sim quanto à distração que ele proporciona. Enfim, minha opinião é o bom senso, é não fazer do jogo o maior sentido da sua vida.

Fonte: formacao.cancaonova.com

 

O TOC – Transtorno Obsessivo Compulsivo – Religioso existe e surge nos pensamentos

Segundo Aristides Volpato, especialista em Transtorno Obsessivo Compulsivo, o TOC é caracterizado por pensamentos específicos, imagens e palavras que “invadem” nosso pensamento e consciência. A questão do problema é que esses pensamentos distorcidos surgem constante e repetitivamente, tornando-se, assim, uma obsessão. Esse pensamento obsessivo provoca nas pessoas um sentimento de angústia, medo, aflição e falta de controle, por não conseguir controlar os pensamentos. Assim, acabam reagindo a esses pensamentos intrusos e impositivos, realizando aquilo que lhe é ordenado.

Você já ouviu falar em “TOC Religioso”
Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com

Imagino que muitos de vocês já ouviram falar sobre TOC, mas tenho certeza que poucos ouviram dizer que existe TOC Religioso. Essa categoria existe e é classificada como obsessiva, ou seja, que surge e é forte a partir dos pensamentos.

O que é TOC Religioso?

Todo mundo que é religioso tem TOC? Não! Existe uma diferença entre o comportamento religioso e o obsessivo. Como diferenciar então? A pessoa que sofre o transtorno tem pensamentos e comportamentos irracionais, tornando-se “desajustados” aos olhos daqueles que estão a sua volta.

No âmbito da obsessão, o conteúdo dos pensamentos mais comuns são: pecado, demônio, culpa, escrupulosidade, sacrilégio e blasfêmia. Um exemplo de conteúdo do pecado: a mulher casada pensa “não posso ter relação sexual com meu esposo, porque sentirei prazer, e isso é pecado”.

Independente do conteúdo que a pessoa possui, mesmo sabendo que são absurdas e ilógicas, não se consegue desvincular dele. Assim, surge o comportamento ritualizado e repetitivo para sua sobrevivência. Como assim? A pessoa se confessa, todos os dias, ou um dia sim e outro não. Fica, em tempo integral, com um terço que foi abençoado pelo padre X e que tem muita unção. Faz jejum diariamente como forma de penitência.

O que acontece é que quem tem TOC religioso tem como conteúdo do seu transtorno práticas religiosas, ficando um pouco difícil de saber se é devoção e um relacionamento sadio com Deus, ou se já virou um transtorno.

Aprenda a identificar o TOC Religioso

A dica que dou é: você está exagerando, fora do que a maioria das pessoas de referência da Igreja fazem? Se a resposta for ‘sim’, então provavelmente é TOC.

Existe também uma categoria, que é a compulsão mental. Essa é mais difícil de ser notada e a mais comum. São aqueles que não conseguem fazer nada antes de uma oração específica. Nesse caso, cada um tem um conteúdo diferente. Por exemplo: há pessoas que só saem de casa depois de fazer a oração do Sangue de Cristo três vezes. Ou, todas as vezes que vai fazer uma refeição, só come depois que fazer a oração de São Bento, por medo de estar contaminada a comida. Há aqueles também que acreditam que, por ser o único da casa que tem “espiritualidade”, todos os outros são impuros e pecadores, por isso precisa rezar o terço o tempo inteiro que estiver dentro da sua casa.

Poderíamos ficar dando inúmeros exemplos, seja quanto à obsessão (pensamentos), compulsão (comportamento) ou associação dos dois. Mas o importante é você despertar para essa pergunta. Quanto tempo você tem gastado com esses pensamentos? Eles geram angústia? Como você tem se comportado com suas práticas religiosas? Aquilo que era para trazer paz e confiança em Deus tem trazido incômodo, desconforto e angústia? Seu comportamento, em vez de servir de testemunho, tem dificultado ainda mais seu relacionamento com aqueles que estão próximos?

Se a resposta for ‘sim’, você é um forte candidato a ter TOC. Procure ajuda! Procure um profissional da Psicologia que seja cristão e, se possível, um diretor espiritual para orientá-lo. Deus nos quer perto d’Ele, mas de forma equilibrada e saudável.

 Fonte: formacao.cancaonova.com

Autora: Aline Rodrigues é missionária da Comunidade Canção Nova, no modo segundo elo. É psicóloga desde 2005, com especializações na área clínica e empresarial

Devemos, em cada momento de nossa vida, fazer uma oração e nos voltar para Deus

Vivemos cercados por muitas necessidades pessoais e pessoas a nossa volta, passamos por diversos problemas e verdadeiras guerras interiores, diante das quais, muitas vezes, não conseguimos segurar nossa raiva ou tristeza. Mesmo sem querer luxo, sempre nos falta algo; e se temos tudo, um vazio se instala dentro de nós. Nesta vida, temos a certeza apenas de uma coisa: sempre teremos aflições e elas sempre terão um fim.

De quem nos lembramos quando chega esse momento? Nessas horas, até alguns ateus clamam: “Aí, meu Deus!”. Mesmo que ainda não acreditem, pedir o auxílio de Deus é uma frase comum quando se está na aflição.

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Nesse momento, reconhecemo-nos dependentes d’Ele, e nos voltamos para Ele. Que lindo! Mas o Senhor, por vezes, não nos atende, parece que está morto ou dormindo. Chegamos a ser tentados a achar que Ele é obra de nossa imaginação.

Diante das tribulações, não se afaste de Deus

Nessa demora, chegamos a desafiá-Lo, cobrá-Lo ou forçamos a barra com uma promessa. Por vezes, acontece o pior: nós O abandonamos. A partir daí, procuramos soluções humanas e ineficientes, soluções ocultas que, aparentemente até resolvem, mas trazem, no fim, consequências espirituais mortais. Se você buscou solução espiritual fora de Deus, vale a pena então ler “A contaminação pela prática e busca do oculto”.

São Tiago esclarece: “Não possuís, porque não pedis; mas não recebeis, porque pedis mal, com o fim de gastardes nos vossos prazeres” (Tg 4, 2-3). Isso acontece quando fazemos uma oração pedindo apenas bens deste mundo, mas nos esquecemos de que a vida tem um fim. O necessário, a oração que Deus quer que façamos, é uma oração que nos cumule de bens espirituais.

O Próprio Cristo declara, em Lucas, após ter ensinado os discípulos a rezar: “Portanto, eu vos digo: pedi e vos será dado; procurai e encontrareis; batei e a porta vos será aberta. Pois todo aquele que pede recebe; quem procura encontra; e a quem bate, a porta será aberta. Algum de vós que é pai, se o filho pedir um peixe lhe dará uma cobra? Ou ainda, se pedir um ovo, lhe dará um escorpião? Ora, se vós que sois maus, sabeis dar coisas boas aos nossos filhos, quanto mais o Pai do céu saberá dar o Espírito Santo aos que lhe pedirem!” (Lc 11,9-13)

Enquanto pedimos coisas que passam, Ele quer nos dar algo precioso, o rio de Água Viva, o Espírito Santo. Disse Jesus: “Do seu interior jorrarão rios de água viva” ( cf Jo 7,38). Todo aquele que crê no Senhor clama “Vem, Espírito Santo!”. Esse terá uma fonte de vida no interior, não só para si, mas para jorrar a todos à volta. Ela não só nos transformará, mas mudará tudo a nossa volta, pois, quando eu mudo, tudo muda.

A oração que Deus quer que façamos é: “Vem, Espírito Santo!”, para que possamos receber aquilo que Ele quer nos dar. Esse Espírito vem à medida que desejamos, e Ele não poder ser “gasto”, pois é o próprio Deus quem nos conduzirá a pedir bem, a pedir o que convém.

Oração

Tudo o que nos falta, então, é fazer com fé esta oração:

“Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos Vossos fiéis e acendei neles o fogo do Vosso amor.  Enviai, Senhor, o Vosso Espírito e tudo será criado, e renovareis a face da terra.”

Oremos: Ó Deus, que instruístes os corações dos Vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo este mesmo Espírito e gozemos sempre de Sua consolação. Por Cristo Senhor nosso. Amém.

Guilherme Christóvão

Fonte: formacao.cancaonova.com

Uma das formas grave de superstição é um certo fanatismo religioso

A palavra “superstição” vem do latim superstitionem, vocábulo cuja origem até hoje é controvertida, embora seja consenso de que o prefixo super (acima) refira-se aos poderes que estão acima dos homens. Superstição poderia ser então acreditar em forças que estão acima da natureza e, nesse conceito, a religião seria uma forma de superstição. No entanto, superstição significa acreditar em forças e realidades mágicas, sem qualquer fundamento racional. Dessa forma, fé e superstição, embora sejam realidades aparentemente próximas, são bem distintas. A confusão é grande, por isso o Catecismo da Igreja Católica coloca a superstição como um pecado contra a fé, “um excesso perverso contra a religião” (CIC 2110).

 

Figa-Livres-de-todo-MalCrer significa acreditar em algo que minha razão mesmo não observou, mas, que pela palavra de alguém fidedigno, eu acredito. Crer não significa dar razão a algo irracional, mas a algo que, embora minha razão não tenha alcançado por si mesma, é coerente com a razão.

A fé sobrenatural, dom de Deus, capacita-nos a acreditar e viver as realidades sobrenaturais, que por serem espirituais, não deixam de ser reais. O cristão tem fé, porque “crê em Deus, em tudo o que Ele disse e nos revelou” (CIC 1814).

Crendices

Na superstição, ao contrário, a pessoa acredita em objetos, gestos e rituais mágicos. Não é adesão a uma autoridade superior (Deus) e Sua revelação, mas a “crendices” surgidas no meio povo, como sair de casa com pé direito para ter sorte, nunca passar debaixo de uma escada, não ter espelho quebrado em casa, porque dá azar etc. Geralmente, essas crendices supersticiosas expressam medos e inseguranças corriqueiras, mas, às vezes, tomam forma de ocultismo como na magia, adivinhação e feitiçaria, proibidos pela Sagrada Escritura (cf. 2Rs 21,6; Is 2,6), e de astrologia, prática também abominada por Deus (cf. Dt 4,19).

Leia mais:
:: Superstição: quanto ela influencia sua vida?
:: Um cristão deve consultar horóscopo?
:: Existe proteção quando se usa amuletos?
:: Quem tem medo de sexta-feira 13?

Uma forma grave de superstição é um certo fanatismo religioso; e nós, católicos, tantas vezes caímos nessa tentação. Os sacramentos e sacramentais, por usarem de sinais sensíveis como gestos, objetos (água, óleo, imagens, medalhas etc) e ritos, são muitas vezes confundidos e explorados de forma supersticiosa. O Catecismo, no parágrafo 2111, explica que atribuir eficácia sobrenatural aos materiais e sinais, independentemente da disposição do fiel, é superstição. Ou seja, se o fiel atribui um poder mágico a imagem ou a medalha, por exemplo, como se ela fosse fonte de graça e poder, independente de Deus e da fé da pessoa, isso configura uma superstição.

Por que a superstição é tão ruim?

Primeiro, porque “é um desvio do sentimento religioso e das práticas que se lhe impõem” (CIC 2111). Ou seja, a superstição gera na pessoa uma religiosidade deformada. Outro problema é que muitas vezes leva a uma nociva dependência psicológica e social de coisas efêmeras, firmando na pessoa fragilidades psicológicas como o medo e a insegurança.

O mais grave é que a superstição é uma forma de idolatria, conforme nos indica o Catecismo no parágrafo 2138. Idolatria consiste em divinizar o que não é Deus. É quando o homem presta honra e veneração a uma criatura no lugar de Deus (cf. CIC 2113). A idolatria é uma pecado que fere gravemente o primeiro mandamento, que é “ Amarás o Senhor teu Deus de todo o coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento”. A idolatria é fortemente combatida em vários textos da Escritura como ICor 6,9; ICor 10,7; Ef 5,5; Ap 21,8. Sem dúvida, a idolatria é uma porta aberta para a ação do maligno na vida de uma pessoa, sendo muitas vezes causa de opressões, obsessões e até possessões do demônio.

A verdade é que o cristão não precisa de amuletos, astros e mágicas. “Quem nos condenará?” – provoca o Apóstolo, “ Cristo Jesus, que morreu, ou melhor, que ressuscitou, que está à direita de Deus, é quem intercede por nós” (Rm 8, 34). Quem verdadeiramente crê em Cristo tem tudo de que necessita para ser feliz.

Autor: André L. Botelho de Andrade é casado e pai de três filhos. Com formação em Teologia e Filosofia Tomista, Andrade é fundador e moderador geral da comunidade católica Pantokrator, à qual se dedica integralmente.

Fonte: formacao.cancaonova.com

BLOG-Vigília-Canção-Nova

“Orai sem cessar”

1 Tessalonicenses 5,17

VIGÍLIA CANÇÃO NOVA COMEMORA 10 ANOS DA RÁDIO AMÉRICA

“A Rádio América é 10! 10 anos evangelizando São Paulo”. A Comunidade Canção Nova realiza em São Paulo (SP), no dia 06 de agosto de 2016, às 22h, a Vigília Canção Nova em comemoração dos 10 anos da Rádio América em São Paulo. O evento acontece na Basílica Nossa Senhora da Penha, transmitido ao vivo pela TV Canção Nova e pela Rádio América.

Na programação, a Vigília inicia com animação, pregação da Palavra e Santa Missa. A Vigília atravessa a madrugada com adoração ao Santíssimo Sacramento, oração de cura e libertação, momentos intensos de clamor e intercessão e confissões.

Estarão presentes para conduzir o evento o Pe. Adriano Zandoná, Pe. Emerson Pedroso, Pe. Serginho, Pe. Rafael Machado e Equipe da Rádio América.

A Rádio América, em sua rica trajetória de evangelização nesses 10 anos, quer comemorar o seu aniversário diante do Senhor em oração e agradecimento a Deus por todas as graças derramadas através dela na cidade de São Paulo, e você é o principal convidado!

Participe!

Sobre a Rádio América: Fundada em 4 de novembro de 1931, pela Organização Byington, a Rádio América nasceu sob a marca de ser considerada ”a estação das grandes iniciativas”. A emissora iniciou suas transmissões em 17 de agosto de 1934, com inauguração oficial em 15 de outubro do mesmo ano, quando foi também inaugurado o salão azul da emissora, onde aconteciam apresentações de shows, peças de teatro, filmes e bailes, localizado nas proximidades da Praça Marechal Deodoro, coração da Capital Paulista. Ao longo de uma história marcada pela prestação de serviços à sociedade, a Rádio América sempre contou com nomes significativos da mídia nacional, entre os quais se destacam Ary BarrosoAdoniran Barbosa,Cacilda Becker GonçalvesPaulo VanzoliniWagner MontesCésar FilhoCarlos NascimentoSônia AbrãoNey Gonçalves DiasAugusto LiberatoRaul Gil, Pe. Marcelo Rossi, entre muitos outros. A Rádio América comemora mais de 70 anos de fundação com uma inovadora grade de programação. A emissora, que já foi líder de audiência, fazia parte da antiga Rede Paulus Sat. A partir o dia 28 de agosto de 2006 a Canção Nova assumiu a programação da Rádio América, com o slogan “Rádio América, uma Canção Nova em sua vida!” e a missão de evangelizar através dos meios de comunicação social. A atual sede da emissora é na Av. Brigadeiro Luís Antônio.

Tome Nota!

Vigília Canção Nova

“A Rádio América é 10! 10 anos evangelizando São Paulo”

Data:

06 de agosto de 2016

Horário:

22h00

Presença:

Pe. Adriano Zandoná

Pe. Emerson Pedroso

Pe. Serginho

Pe. Rafael Machado

Equipe da Rádio América

Comunidade Canção Nova

Local:

Basílica Nossa Senhora da Penha

Santo Afonso, 199, Penha, São Paulo/SP

(metrô Penha)

Informações:

(11) 3382-9800 | eventossp@cancaonova.com

 

 


 

 

Save the date BR OK 23-06-16-01Acompanhe o lançamento do Click to Pray Brasil  com a apresentação dos padres  Adriano Zandoná, responsável da Missão Canção Nova em SP, Frédéric Fornos, SJ, diretor internacional da Rede Mundial da Oração do Papa e do Movimento Eucarístico Jovem, e Eliomar Ribeiro, SJ, diretor nacional da Rede De Oração do Papa no Brasil (AO-MEJ), além do fundador e CEO da La Machi, Juan Della Torre.. O evento acontece dia 14 de julho de 2016, das 9h às 12h, no Salão da Igreja do Pateo do Collegio. Um momento de intercâmbio de experiências, novidades e melhores práticas.

Nos unamos nessa  forte corrente de oração pelo Papa Francisco e pela Igreja do mundo!

Como os meios de comunicação influenciaram na degradação da sexualidade

A escrita sempre foi um excelente meio para disseminar ideias para as pessoas. Os grandes pensadores se valeram muito disso e ainda continuam a usar desse recurso para passar conteúdo à grande massa. Exemplo deles são Aristóteles, Thomás de Aquino, Agostinho, Immanuel Kant, Karl Marx, Friedrich Nietzsche e outros ao longo da história. Poderíamos ter uma lista imensa de nomes que se utilizaram da escrita para expor, defender ou construir um pensamento. A sociedade, por sua vez, foi muito influenciada e formada por meio dessas inúmeras colocações de grandes pensadores. A partir de dois livros, começo a explanar sobre o título do texto. Não que esse seja o “start” de toda a história; entretanto, vejo que é um ponto considerável que serviu como trampolim para o que viria depois.

Evolução dos meios de comunicação e sua relação com a sexualidade

Compreendendo a sociedade

Em 1936, Wilhelm Reich lança o livro “Sexuality in the Culture Struggle”. O autor é socialista e, em sua visão, promove uma rejeição à família patriarcal. Segundo o autor, a família é a primeira representação do que viria a ser o Estado para a pessoa. Em especial a figura paterna, é quem reprime e coloca as regras. Essas regras, para o cidadão, futuramente, será o Estado que lhe colocará. A proposta do autor é uma reestruturação da família, e para que isso aconteça, a família patriarcal precisa deixar de existir. A figura masculina, paterna, deve ser a primeira extinta. Da mesma forma, ele critica a ilegalidade do aborto, o casamento monogâmico e outras questões que são consideradas como valor para a família patriarcal.

No ano de 1948, é publicado outro livro, “Sexual Behaviour in the Human Male”, do autor Alfred Kinsey. Esse livro é o resultado de pesquisas realizadas pelo autor onde ele expõe para as pessoas de sua época questões sexuais que, naquele tempo, não era costume discutir. Foram vendidos mais de 200 mil exemplares. O autor passou a ser uma celebridade e foi considerado um dos pioneiros no estudo sobre a sexualidade. Ao mesmo tempo, esse trabalho lhe rendeu diversas críticas de outros estudiosos por ter usado pedófilos e presidiários como matéria para seu estudo. No ano de 1958, Alfred Kinsey lança outro livro, “Sexual Behaviour in the Human Female”, na mesma linha do primeiro livro, mas agora abordando a sexualidade feminina.

Na década de 60, acontece o que chamamos de Revolução Sexual. Nessa década, já temos uma grande produção de pílulas anticoncepcionais e preservativos devido ao avanço da ciência, tecnologia e medicina. Temos o movimento hippie, que pregava um amor sem distinção, livre; e um culto ao prazer, seja ele físico, sexual ou intelectual. Na mesma década de 60, surge a frase:”Sexo, drogas e rock’n roll”. Uma grande parte da sociedade americana e europeia já tinha em casa um aparelho televisivo. Tudo isso era transmitido por esse meio de comunicação que chamamos de TV. As pessoas tinham acesso às informações que, até então, não estavam acostumadas a ter. Eram informações em massa para uma grande massa.

A comunicação na sociedade

Nessa década de 60, tínhamos três formas de comunicação consideráveis: a escrita (jornais, revistas, livros etc.), o rádio e a TV. Esse é o cenário de uma sociedade em processo de erupção. O avanço e facilidade de acesso aos meios de comunicação ajudaram para que as ideias, passadas a uma, duas e até três décadas anteriores, fossem disseminadas de forma muito mais rápida e eficaz para a grande massa da população. Ou seja, a sociedade que tinha sido influenciada por autores como Wilhem Reich e Alfred Kinsey, que pregavam uma liberdade sexual e desconstrução dos padrões da época, estavam influenciando outros pelos meios de comunicação. É nesse contexto que acontece a revolução sexual.

Leia mais:
.: A pornografia na internet
.: Amor e a sexualidade humana
.: Os estragos da TV brasileira
.: A degeneração dos valores morais e éticos

Em meio a essa sociedade em erupção, temos o cenário perfeito para o crescimento da indústria pornográfica. Existia uma predisposição da sociedade para o assunto sobre sexualidade. Com os aparelhos de videocassetes que entram no mercado na década de 70, a indústria pornográfica, que já produzia filmes em menor escala e de curta metragem, começa a produzir muitos filmes e de longa metragem. O acesso se torna mais fácil, e o que não podia passar na TV, e que passava somente em alguns cinemas de forma mais restrita, agora está disponível nas fitas VHS (formato de fita para aparelho videocassete). Afinal, ver um vídeo é muito mais interessante do que uma revista. O único trabalho que a pessoa tinha era ir até a locadora ou banca de jornal e comprar ou alugar o seu filme para assistir em casa. Esse cenário se estendeu até o fim da década de 90.

A internet, na década de 90, passa a ser usada pela população em geral. Torna-se mais um espaço de comunicação potente para se disseminar conteúdo para a grande massa. A pornografia, que estava na TV, filmes e revistas, passa a ter o seu espaço também na internet. Consequentemente, o acesso se torna muito mais fácil. Se antes a pessoa tinha de sair de sua casa para alugar um filme pornográfico, agora ela precisa somente ligar o computador e já está conectado à internet. Ela não só tem um acesso mais rápido como tem um volume maior de conteúdo.

Qual o resultado de tudo isso? Uma sociedade erotizada e o aumento de pessoas viciadas nesse tipo de conteúdo. De 1998 até 2007, o acesso a conteúdo erótico na internet cresceu 1,800 %(1). A indústria já não visa somente o público masculino, também oferece conteúdo para o público feminino e, consequentemente, a adesão feminina também cresce consideravelmente.

Ser humano tratado como objeto

A cultura de tratar a pessoa como objeto vai se tornando cada vez mais visível e latente nos relacionamentos. O ser humano é tratado como objeto de uso e um meio para o prazer de outros. É minimizada a dignidade da pessoa. As crianças já nascem numa sociedade que as cercam de imagens, oportunidades e assuntos que ainda não lhe deveriam ser apresentados. Existe um estímulo precoce na área da sexualidade.

O jogos infantis e adolescentes apresentam imagens de nudez, o que chamamos de “softcore”, ou seja, a pornografia leve usada no início do século XX. Os filmes e seriados de TV mostram cenas de sexo explícito, com penetração, casos de incesto e até estupro; esse tipo de cena é caracterizada como “hardcore”, ou seja, conteúdo pesado de pornografia. A pessoa não necessariamente precisa assistir a um filme pornográfico, ela pode ver outro filme com outro gênero como ação ou comédia romântica e este lhe oferecer conteúdo com insinuações e cenas de sexo. Os programas de TV tratam do tema com a maior malícia possível, sabendo que é sempre um assunto que dá ibope, porque desperta o interesse, procuram valorizar as cenas, os assuntos, as roupas e a palavras. Torna-se uma verdadeira apologia ao sexo. As novelas pregam o divórcio, o adultério e os relacionamentos homoafetivos.

Como consequência, na vida real, cresce o número de divórcio, adultério e relacionamentos homoafetivos. As músicas falam de sexo, insinuam sexo e estimulam as pessoas a essa prática. Em tudo isso existe uma enorme promoção da liberdade sexual. É crescente o número de viciados em conteúdo pornográfico. Cresce o número de viciados em sexo. Mas a sexualidade, o ato sexual, são realidades boas? Claro que sim. É muito bom! Porém, o que está em foco não é isso, já sabemos a resposta. O que precisamos ter claro é que existe uma corrupção da sexualidade ao longo da história com ideias como a de Alfred Kinsey e Wilhelm Reich, que promoviam uma total liberdade sexual, ideias que foram potencializadas pelos meios de comunicação.

Para terminar, uso um trecho do livro “7 Pecados Virtuais” onde o autor, Bruno Cunha, afirma: “A internet (ou livro, rádio, TV) não é absoluta. Ela depende daquele que a utiliza”. Isso é verdade! Você concorda? Eu concordo, afinal é apenas um meio, mas que pode me favorecer como também prejudicar, depende de como eu o uso. No entanto, se é verdade, fica a pergunta: Como você tem utilizado a internet e todos os outros meios de comunicação? Como anda a sua sexualidade afetada por ideias e valores passados por esses meios? Você faz um filtro de tudo o que recebe das mídias?

Use todos os recursos de tecnologia que lhe oferecem, mas não se permita moldar por uma sociedade erotizada. Seja livre! Não seja passivo diante dos meios, seja ativo diante deles. O que está em jogo é a sua família, seus filhos, sua esposa, seu esposo, seus parentes, amigos e toda a sua saúde sexual e afetiva. Não faça parte dessa cultura erotizada.

Ref: [8] Doidge, N. (2007). The Brain That Changes Itself. New York: Penguin Books,
106;

Jonathan Ferreira 
Missionário da Comunidade Canção Nova

Fonte: formacao.cancaonova.com

As provações são fontes do fortalecimento e do combate espiritual

As provações nos fortalecem para o combate espiritual, por isso os apóstolos sempre estimularam os fiéis a enfrentá-las com coragem. São Pedro diz: ““Caríssimos, não vos perturbeis no fogo da provação, como se vos acontecesse alguma coisa extraordinária. Pelo contrário, alegrai-vos em ser participantes dos sofrimentos de Cristo”” (1 Pe 4,12). Ensinando-nos que essas dificuldades nos levarão à perfeição: ““O Deus de toda graça, que vos chamou em Cristo à sua eterna glória, depois que tiverdes padecido um pouco, vos aperfeiçoará, vos tornará inabaláveis, vós fortificará”” (1 Pe 5,10).

O mesmo apóstolo nos ensina que a provação nos “aperfeiçoarᔠe nos tornará “inabaláveis”. É importante não se deixarmos perturbar no fogo da provação. Não nos exasperar, não perder a paz e a calma, pois é exatamente isso que o tentador deseja.

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Agindo diante da provação

Uma alma agitada fica a seu bel-prazer, não consegue rezar, fica irritada, mal-humorada, triste, indelicada com os outros e acaba deprimida.

O antídoto contra tudo isso é a humilde aceitação da vontade de Deus no exato momento em que algo desagradável nos ocorre, dando, de imediato, glória a Deus, como São Paulo ensina:

“Em todas as circunstâncias dai graças, pois esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus” (1Tes 5,16).

É preciso fazer esse grande e difícil exercício de dar glória a Deus na adversidade. Nesses momentos, gosto de glorificar a Deus, rezar muitas vezes o “”Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo”,  até que minha alma se acalme e se abandone aos cuidados do Senhor.

Essa atitude muito agrada ao Senhor, pois é a expressão da fé pura de quem se abandona aos Seus cuidados. É como a fé de Maria e de Abraão, que “esperaram contra toda esperança” (cf. Hb11,17-19), e assim agradaram a Deus sobremaneira.

Da mesma forma, Jó agradou muito ao Todo-poderoso, porque no meio de todas as provações, tendo perdido todos os seus bens e todos os seus filhos, ainda assim soube dizer com fé:

“Nu saí do ventre da minha mãe, nu voltarei. O Senhor deu, o Senhor tirou; bendito seja o nome do Senhor!” (Jo 1,21).

Afirmam os santos que vale mais um ““Bendito seja Deus!” pronunciado com o coração, no meio do fogo da provação, do que mil atos de ação de graças quando tudo vai bem.

Limpe seu coração

O Jardineiro Divino da nossa alma sabe os métodos que deve empregar para limpar cada alma. Não se assuste com as podas que Ele fizer no jardim de sua alma.

Santa Teresa diz que ouviu Jesus dizer-lhe: “”Fica sabendo que as pessoas mais queridas de meu Pai são as que são mais afligidas com os maiores sofrimentos””. Por isso afirmava que não trocaria os seus sofrimentos por todos os tesouros do mundo. Tinha a certeza de que Deus a santificava pelas provações. A grande santa da Igreja chegou a dizer que “quando alguém faz algum bem a Deus, o Senhor lhe paga com alguma cruz”.

Para nós, essas palavras parecem um absurdo, mas não para os santos, que conheceram todo o poder salvífico e santificador do sofrimento.

“As nossas tribulações de momento são leves e nos preparam um peso de glória eterna” (II Cor 4,17).

Quando São Francisco de Assis passava um dia sem nada sofrer por Deus, temia que o Senhor tivesse se esquecido dele. São João Crisóstomo, doutor da Igreja, diz que “é melhor sofrer do que fazer milagres, já que aquele que faz milagres se torna devedor de Deus, mas no sofrimento Deus se torna devedor do homem”.

Leia mais:
.: Como passar pela provações a exemplo de Tobit
.: Vencendo as provações
.: A superação de nossos problemas
.: Três princípios contra as tribulações

Lute contra suas misérias

As ofensas, as injúrias, os desprezos, os cinismos irritantes, as doenças, as dores, as lágrimas, as tentações, a humilhação do pecado próprio nos são necessários, pois nos dão a oportunidade de lutar contra as nossas misérias.

Isso tudo, repito mais uma vez, não quer dizer que Deus seja o Autor do mal ou se alegre com o nosso sofrimento. Não! O que o Senhor faz, de maneira até amável, é transformar o sofrimento, que é o salário do próprio pecado do homem, em matéria-prima de nossa própria salvação, dando assim, um sentido à nossa dor.

A partir daí, sob a luz da fé, podemos sofrer com esperança. É o enorme abismo que nos separa dos ateus, para quem a dor e a morte continuam a ser o mais terrível dos absurdos da vida humana.

A provação produz a perseverança, e por ela, passo a passo, chegaremos à perfeição, como nos ensina São Tiago.

“Sofrer com paciência é sabedoria, pois assim se vive com paz. Quem sofre sem paciência e sem fé revolta-se, desespera-se, sofre em dobro, além de fazer os outros sofrerem também.

Santo Afonso disse que ,“neste vale de lágrimas, não pode ter a paz interior senão quem recebe e abraça com amor os sofrimentos, tendo em vista agradar a Deus”. Segundo ele, “essa é a condição a que estamos reduzidos em consequência da corrupção do pecado”.

Fonte: formacao.cancaonova.com

“Click To Pray”, a plataforma de oração para rezar com o Papa Francisco, chega ao Brasil

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Uma das principais formas de encontro, e uma das ferramentas mais poderosas para construir relações hoje em dia, é a comunicação digital. Será lançado no Brasil, através da Rede Mundial de Oração do Papa (Apostolado da Oração) o Click To Pray, “Juntos, cada dia é diferente”, o aplicativo móvel para difundir as intenções mensais de oração do Papa Francisco e para conectar nossa oração com o mundo.

(São Paulo, 14 de Julho de 2016) Ainda que já estivesse disponível há alguns meses, a Rede Mundial de oração do Papa organiza este espaço de encontro para apresentar a oficialmente a nível local e, para partilhar melhores práticas, ideias e discussões para enriquecer nossas experiências através da experiência de especialistas em matéria de comunicação e religião, bem como de outros meios e instituições.

Nosso evento que será realizado na cidade de São Paulo, no próximo 14 de julho, terá como palestrantes:

Pe. Adriano Zandoná , Responsável de Missão da Canção Nova em São Paulo, SP.

Pe. Frédéric Fornos, SJ, Diretor Internacional da Rede Mundial de Oração do Papa e do Movimento Eucarístico Jovem (MEJ).

Pe. Eliomar Ribeiro, SJ, Diretor Nacional da Rede Mundial de Oração do Papa no Brasil (AO-MEJ).

Juan Della Torre, Fundador e CEO da La Machi.

Registre-se e tenha outras informações aqui:  http://www.clicktopraybrasil.org

Click To Pray – Brasil  O aplicativo da Rede Mundial de Oração do Papa apresenta uma oração diferente para cada um dos 365 dias do ano, através das quais as pessoas possam rezar pelos desafios da humanidade e se unir às diferentes culturas, idiomas e pessoas ao redor desta causa universal. “Click To Pray convida a homens e mulheres de todo o mundo a acompanhar Francisco em um novo caminho partilhado e digital, com o desejo de que se deixem mover pela oração em ação pelos desafios deste mundo e da missão da Igreja, expressados por suas intenções” disse o Pe. Frédéric Fornos, SJ, Diretor Internacional da Rede Mundial de Oração do Papa (Apostolado da Oração) e do MEJ (Movimento Eucarístico Juvenil).

O aplicativo teve seu lançamento global no Vaticano no mês de março e se encontra disponível em inglês, espanhol, português e francês, tanto para Android, quanto para iOS. Este aplicativo envia notificações relembrando o dia mundial de oração (primeira sexta-feira de cada mês) e propõe um ritmo diário de oração em três momentos: pela manhã, durante a tarde e pela noite.

 

Sobre o Click To Pray

“Click To Pray. Juntos, cada dia é diferente”, é a plataforma oficial da Rede Mundial de Oração do Papa (Apostolado da Oração), lançada globalmente em Março de 2016 e disponível nos idiomas inglês, espanhol, português e francês. Click To Pray propõe orar pelos desafios da humanidade e da missão da Igreja expressos pelo Papa nas intenções de oração. A plataforma envia notificações para recordar o dia mundial de oração (primeira sexta-feira de cada mês) e propor um ritmo diário de oração em três momentos: com Jesus pela manhã, durante o dia e à noite.

Mais informação em: https://clicktopray.org/

Sobre a Rede Mundial de Oração do Papa (Apostolado da Oração)

O Apostolado da Oração é a Rede Mundial de Oração do Papa a serviço dos desafios da humanidade e da missão da Igreja. A sua missão é orar e buscar ações para superar os desafios da humanidade que preocupam o Santo Padre, expressos nas suas intenções mensais. A intenção da Rede Mundial é ser apóstolos na vida diária, através de um caminho espiritual chamado “O Caminho do Coração”, que transforma o modo de viver a serviço da missão de Cristo. Foi fundado em 1844, está presente em mais de 100 países e mais de 35 milhões de pessoas integram a rede, incluindo o seu ramo juvenil, o Movimento Eucarístico Juvenil. No Brasil o Apostolado está presente em todas as Dioceses e reúne mais de 3 milhões de membros. Mais informação em: http://www.apmej.org.

Para mas informação:                                           

  1. Eliomar Ribeiro, SJ  eliomarsj@hotmail.com   /  sedeaomej@aomej.com.br   (11) 9 6060-8791    /  (11) 2985-0001 (Sede AO-MEJ)

Fonte: Agência La Machi.