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A Comunidade Católica Canção Nova realiza no dia 23 de março de 2017, quinta-feira, a partir das 09h30, o “Feirão da Providência”, com o objetivo de levantar fundos para as atividades evangelizadoras da Missão Canção Nova de São Paulo e em prol do Projeto Dai-me Almas.

O Feirão acontecerá na Catedral Maronita Nossa Senhora do Líbano. O Brechó Canção Nova traz artigos de decoração, roupas, sapatos, peças de vestuário em geral semi-novos, com descontos e preços acessíveis. E nesse dia estará abrindo as portas para quem deseja conhecê-lo e visitá-lo!

Venha participar e ajude a Canção Nova a evangelizar São Paulo!

Tome Nota!

Feirão da Providência

Data:

23 de março de 2017

Horário:  A partir das 09h30. Encerramento às 18h.

Local: Catedral Maronita Nossa Senhora do Líbano

R. Tamandaré, 355, Liberdade, São Paulo,SP  (metrô São Joaquim)

Informações: (11) 3382-9800 ou eventossp@cancaonova.com

A Catedral Maronita no Brasil celebra a Festa de São Marun.

Domingo dia 19 de fevereiro teremos Santa Missa em honra a São Marun, no Rito Maronita,  que será transmitida pela TV Canção Nova, às 11:30 h.
Rua Tamandaré 355, bairro Liberdade – SP.  Acompanhe pela http://tv.cancaonova.com/.

A Igreja Maronita deve seu nome a um importante mosteiro, São Marun, que recebeu o nome em homenagem ao anacoreta Marun (Maron). Infelizmente, temos poucas informações sobre a vida e as atividades de nosso eremita. O único relato que nos dá alguns pormenores vem-nos de Teodoreto, bispo de Cyr, morto no ano de 458, em sua obra HISTÓRIA RELIGIOSA, escrita por volta do ano de 440. Este grande historiador não nos informa sobre a data de nascimento ou de morte de São Marun. Todavia, graças a ele, sabemos que o monge Marun nasceu no século IV. Depois de renunciar ao mundo, levava, em seu eremitério, muitas vezes ao ar livre, vida ascética das mais austeras.

12366110_913722885371910_6030353653081195172_oA vida monástica na Igreja não se constituiu da noite para o dia; tampouco foi obra de um só homem: A vida monástica existiu desde o começo da Igreja. No fundo, é seguir a Cristo e o esforço constante de viver o Evangelho da maneira mais perfeita. Por isso que a vida monástica é chamada de “caminho da perfeição cristã”. Assim, das origens do cristianismo até nossos dias, encontramos número considerável de monges, eremitas, ascetas, que procuram viver o Evangelho. O monge Marun era apaixonado por Cristo, e tomado de entusiasmo pela perfeição cristã. Para atingir este ideal, renunciou ao mundo e às suas cobiças, e embrenhou-se numa das montanhas da diocese de Cyr, onde habitou nas ruínas de um antigo templo pagão, transformando-o em lugar de oração e meditação. Nessas montanhas, levou vida monástica mais austera que a de seus confrades, monges da região. Sua reputação logo atraiu ao seu redor todos os que, igualmente entusiasmados pela perfeição cristã, procuravam um modelo e um guia espiritual experiente. Destarte, seus discípulos foram muito numerosos e sua escola ascética, das mais prósperas. Muitas pessoas o visitaram no seu eremitério, solicitando a cura tanto das doenças corporais, quanto espirituais, e foram atendidos.

São Marun morreu no início do século V, e ao que tudo indica, no ano 410. Depois de morrer, seu corpo foi objeto de disputa entre os habitantes de diversas cidades da região, vistos os milagres que fazia. Cada uma queria para si o corpo daquele santo solitário; por fim, os habitantes do lugar mais povoado e o mais forte tornaram para si o corpo; depositaram-no em um templo construído especialmente para ele, e dedicado à sua memória. O santuário não tardou em transformar-se em local de peregrinação para os fiéis vindas de todas as regiões. No ano de 452, o Imperador Marciano mandou construir, para os discípulos deste santo, os monges maronitas, um grande mosteiro. Este mosteiro de São Marun foi o berço da Igreja Maronita.
                                                                             Unidade entre a Igreja de Roma e Igreja Maronita 
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Como se formou a Igreja Maronita?
Depois do Concilio Ecumênico de Calcedônia que foi convocado em 451 e declarou que Nosso Senhor Jesus Cristo é, há um tempo, “Verdadeiro Deus e Verdadeiro Homem”, os monges maronitas se revelaram os mais fortes defensores desta verdadeira doutrina da Igreja. Neste momento, a importância do Mosteiro de São Marun foi se tornando cada vez maior, de modo que o seu superior logo tornou-se, num lapso relativamente curto, chefe da região ao mesmo tempo espiritual e temporal. Também a influência dos monges, discípulos de nosso Santo, sobre os fiéis, tornou-se tão grande que estes se aplicavam a imitar os monges no modo de rezar, trabalhar, comer, jejuar e repousar.

No século VII, no momento em que o mosteiro de São Marun gozava dessa proeminência e testemunhava grande influência, os árabes invadiram o Oriente Médio. Resultou que a Sé patriarcal da Igreja oficial de Antioquia ficou desocupada por quase um século, pois o patriarca se refugiou em Constantinopla, e vaga durante quase quarenta anos. Foi neste período, consideravelmente perturbado pelos acontecimentos, e enquanto a Igreja oficial de Antioquia ‘encontrava-se sem um chefe, que o poderoso mosteiro de São Marun, tendo jurisdição sobre a população das vizinhanças do convento, declarou-se independente, e formou uma verdadeira Igreja, à testa da qual encontramos, no século VIII, um patriarca: “Patriarca de Antioquia e de todo o Oriente”. Até agora, a Igreja Maronita é considerada “comunidade monástica”.

892356_913709018706630_7248779835449930309_oA Igreja de Antioquia foi fundada por São Pedro, chefe dos Apóstolos, antes de ir a Roma. Por isso, só o patriarca maronita tem a prerrogativa de acrescentar a seu nome o de “Pedro”, em honra de São Pedro que foi o primeiro patriarca de Antioquia. Esta Igreja Antioquia tem a honra de ter como língua litúrgica o aramaico, a língua falada por Jesus Cristo, como tem a honra de ter sido a única Igreja Oriental que ficou sempre Católica Apostólica Romana, ligada ao Papa.

Em 423, após o litoral fenício-libanês ter sido cristianizado pelos Apóstolos, depois da ressurreição de Nosso Senhor, a montanha libanesa, que ficou até esta data pagã, foi evangelizada pelo discípulo de São Marun, o monge Abraão de Cyr, que foi nomeado pelos historiadores “Apóstolo do Líbano”. Batizou o povo desta região; e podemos dizer que a montanha libanesa, a partir desta data, foi cristianizada e, mesmo, “maronitizada”. É bem verdade que o Líbano, terra e povo, existia bem antes da chegada dos maronitas. Mas o Líbano atual, território e povo, não existiria, se os maronitas não estivessem lá. Pos isso que se diz muitas vezes, e com justiça, que “O Líbano e a Maronidade são duas realidades gêmeas”.
Isto demonstra o insistente apego dos maronitas pelas montanhas libanesas e a resistência tenaz que testemunharam ao longo dos séculos para defender o Líbano, seu país e a fortaleza de sua fé, sua identidade, e sua liberdade. O centro desta Igreja está no Líbano onde fica a Residência do Patriarcado Maronita. Nesta TERRA SANTA libanesa nasceram nossos santos CHARBEL, RAFQA e NIMATULLAH. Os três foram buscar sua espiritualidade na tradição monástica da Igreja Maronita e foram formados na Ordem Libanesa Maronita que encarnou esta espiritualidade.
                                                                                               Festa Nossa Senhora do Líbano 

Oração para São Marun

Ó Deus, que suscitastes São Marun e fizestes dele um modelo de virtudes, concedei-nos, pela sua intercessão: compreender a nossa vocação cristã para uma vida de fé inabalável, de esperança firme e de amor perfeito; seguir pelo caminho da perfeição cristã e salvação; e chegar, por uma vida de oração e contemplação, às alegrias de Vosso Reino. Por Nosso Jesus Cristo Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo! Amém. Pai Nosso…Ave Maria…Glória…
São Marun, rogai por nós!

Fonte: Memórias do Líbano

« DOM BOSCO CONTINUA MAIS VIVO DO QUE NUNCA! » DIZEM-ME EM ALEPO.
TODOS OS SALESIANOS SE MANTIVERAM AQUI, SÃO O REFLEXO DO PAI QUE AMAMOS «
Dom Bosco em Aleppo

”Estou em companhia do Provincial da província salesiana do Médio Oriente. Ele, Abbuna Munir, é sírio, nascido em Alepo, e dizia-me, de lágrimas nos olhos – não só pela dor do seu povo e da sua gente – mas também pelas coisas incrivelmente boas que está a viver no meio das balas, das bombas e da destruição.

Dizia-me: Dom Bosco está vivo, mais vivo do que nunca na Síria, em Alepo. No meio dos escombros, a casa salesiana abre todos os dias as suas portas para receber centenas de meninos e meninas e jovens porque queremos que, entre tanta morte, continue a vida. E posso dizer que é incrível como, em vez de diminuir, o número de jovens aumenta e continua a aumentar. Torna-se comovente para mim ver mais de 1.500 rapazes, moças e jovens, o dobro de antes, a querer vir para a nossa, a casa de Dom Bosco, para viver, para rezar e para jogar.

E acrescentava: Quero dizer-te que o que mais me comove é que os meus irmãos salesianos fizeram questão de ficar aqui com os que nos procuram. Podiam ir-se embora, se quisessem, mas nenhum deles quis retirar-se e todos estão a correr a mesma sorte que a sua gente.

Eu escutava-o sem conseguir dizer palavra, também profundamente comovido.

E é verdade. Dom Bosco continua mais vivo do que nunca. Certamente, no paraíso, na Outra Vida que é Vida em Deus, mas também aqui, entre nós porque há centenas e centenas de salesianos, de irmãs, de leigos e de jovens que mantêm vivo o seu sonho e a sua obra educativa e evangelizadora, e o encontro pessoal com cada rapaz, com cada jovem.

E tal como falo de Alepo, poderia falar de muitos outros lugares.

Uma das lembranças que com mais insistência Dom Bosco recordava aos seus salesianos, e muito especialmente aos missionários que iam para a América era esta: “Cuidai sobretudo dos doentes, das crianças, dos idosos e dos pobres”, e isto explica o pequeno ‘milagre salesiano em Alepo’. Ser uma casa onde cada um pode ter o seu lugar. Pouco haverá que comer, porque a escassez é geral, mas continua-se a cantar à vida e a apostar fortemente pela vida numa situação de morte.

Alegra-me profundamente de que seja assim e daqui dirijo hoje palavras de homenagem e de agradecimento a Dom Bosco que, sem nunca o pretender, foi grande porque com um olhar, com um silêncio, com uma palavra chegava ao fundo do coração das pessoas. Algo semelhante ao que vai acontecendo em tantos “Valdoccos” de hoje no mundo.

Neste sentido, não resisto a contar-lhes um facto muito simples que diz bem do bom sentido e grande coração de Dom Bosco. Verão que é só uma anedota mas que diz tudo. Narra-o, muitos anos depois da morte de Dom Bosco, um salesiano, padre Alessandro Luchelli, que viveu alguns anos com Dom Bosco no Oratório. Conta ele como, no princípio do ano de 1884, a disciplina no Oratório de Valdocco (Turim) se havia tornado muito severa, contrária à tradição salesiana, isto apesar de Dom Bosco ali viver e com pena assistir a algumas coisas. De facto, a nossa conhecida ‘Carta de Roma’ expressa a sua preocupação. Pois bem, conta Alessandro: “Um dia encontrava-me ao lado de uma fila de rapazes a meu cargo, enquanto esperavam a sua vez de ir para a sala de estudo. Eu punha-os em ordem com aspeto severo exigindo que mantivessem bem a fila. Naquele momento passa Dom Bosco, põe a mão no meu ombro e diz-me: ‘ma lascia um po’stare’ (deixa lá!). Dom Bosco não queria filas. Só as tolerou quando o número de rapazes havia aumentado muito e parecia tornarem-se necessárias”.

É apenas um dos muitos testemunhos que nos falam desse coração de pai que cuida até das coisas mais simples da casa, da família, dos jovens da casa salesiana. Como em Alepo, como na Serra Leoa, como no Ghana, como na Ciudad Don Bosco da Colômbia, como na Etiópia, como com os rapazes refugiados nas casas salesianas da Alemanha… E assim centenas e centenas de nomes que poderia acrescentar.

É isto que nos leva a dizer também hoje, juntamente com Abuna Munir de Alepo, que Dom Bosco, continua vivo, bem vivo em tanta vida das casas salesianas do mundo e em tanta vida que os seus filhos e filhas, quer sejam religiosos, religiosas, ou leigos de todo o mundo que procuram, na simplicidade das suas vidas, ‘ser Dom Bosco hoje’.”

Reitor-Mor, P. Ángel Fernández Artime, a Família Salesiana.
Saiba mais sobre os Salesianos no  Oriente Médio.

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“Pede à Mãe que o Filho atende”

Canção Nova realiza primeira Vigília de 2017

No início do Ano Nacional Mariano, em comemoração pelos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida pelos pescadores no Rio Paraíba, a Comunidade Canção Nova realiza a Vigília em honra à Virgem Maria com o tema: “Fazei tudo o que Ele vos disser”.

O evento acontecerá no dia 14 de janeiro de 2017, a partir das 22h, na Basílica Nossa Senhora da Penha, no bairro Penha em São Paulo (SP), com transmissão ao vivo pela TV Canção Nova e Rádio América.

Estarão conduzindo esta noite de oração, Padre Adriano Zandoná e Comunidade Canção Nova.

Durante a madrugada, uma programação estará acontecendo para conduzir os participantes, como: animação, cânticos de louvor, pregação da Palavra, Adoração ao Santíssimo Sacramento, Terço da Misericórdia às 15h, Confissões e Santa Missa.

O Papa Francisco autorizou a concessão de indulgência plenária aos fiéis que participarem dos sacramentos e comprirem as condições habituais (confissão sacramental, comunhão eucarística e a oração na intenção do Santo Padre).

“Nossa Senhora está sempre pronta para nos socorrer diante dos perigos e das ciladas do inimigo. Sua presença é silenciosa e discreta. A todo instante Ela advoga nossas causas e trava grandes batalhas por nós” (Mons. Jonas Abib).

Contamos com a sua presença!

Tome Nota!

Vigília Canção Nova – “Fazei tudo o que Ele vos disser”

Data:

14 de janeiro de 2016 | Sábado

Horário:

A partir das 22h

Presença:

Pe. Adriano Zandoná e Comunidade Canção Nova

Local:

Basílica Nossa Senhora da Penha
Rua:Santo Afonso, 199, Penha, São Paulo (SP) (metrô Penha)

Levar 1kg de alimento não perecível

Informações:

(11) 3382-9800 ou eventossp@cancaonova.com

Acesse: saopaulo.cancaonova.com

Pelos seus frutos os conhecereis.  Mateus 7,16

Dom Bosco

A Canção Nova celebra com alegria, o sexto ano de pertença à família salesiana. Um reconhecimento oficial, embora as marcas de Dom Bosco sempre estivessem presentes em todos os passos da Comunidade e principalmente na vida do seu Fundador, Monsenhor Jonas Abib.
No momento difícil do parto, Dona Josefa, mãe do Padre Jonas, já o consagrou a Dom Bosco, pois ficou impactada com a história deste Santo da Juventude. Anos depois, Monsenhor Jonas ainda menino recebe formação nos moldes de Dom Bosco quando vai estudar no Colégio Liceu Coração de Jesus, em SP, descobre sua vocação ao sacerdócio e se torna padre salesiano.

Monsenhor Jonas em seus primeiros anos de sacerdócio segue com firmeza os passos de Dom Bosco dando especial atenção aos jovens e sua formação. Atualiza com maestria uma das verdades salesianas, “Não basta amar os jovens é preciso que eles saibam que são amados”.
A Divina Providência em seus caminhos, conduziu o Monsenhor Jonas a reunir Jovens para trabalhar na evangelização de outros jovens. A Canção Nova assumiu o Sistema Preventivo de Dom Bosco e o aplica não só na educação dos nossos alunos no Instituto Canção Nova,no Progen mas no tratamento de todo o povo que Deus nos confia.        

A Comunidade Canção Nova foi admitida oficialmente na Família Salesiana no dia 21 de janeiro 2009, durante a reunião do Conselho Geral dos Salesianos, em Roma. A notícia foi dada ao nosso pai fundador, monsenhor Jonas Abib, pelo então Reitor-Mor dos Salesianos, padre Pascual Chávez Villanueva.
A notícia trouxe grande alegria para toda a Comunidade, pois trazemos esse ardor de salvar almas e atualizar o que diz dom Bosco, Daí-me almas e ficai com o resto.

Queremos gastar a nossa vida, a exemplo de Dom Bosco, e do nosso Pai Fundador, por causa da evangelização. E como pediu o atual Reitor-Mor Dom Pe. Ángel Fernández Artime ”precisamos ir ao encontro dos que mais precisam, especialmente, os mais pobres”. Queremos assim alegrar o coração de Deus e viver a Santidade Salesiana como, Mamãe Margarida, Domingo Sávio, Laura Vicuña e tantos outros jovens que na sua simplicidade deixaram para nós um legado de santidade.

Por, Jocelma Cruz e Simone Souza 

Assista o filme de Dom Bosco

Palavras do Fundador 
O evento será realizado no dia 08 de janeiro de 2012 na Missão Canção Nova SP (Rua Tamandaré, 355 – Liberdade) a partir das 14 horas.
Estaram presentes nesta data o padre Adriano Zandoná e missionário Robson Luís da comunidade Canção Nova.
Será uma tarde com muita oração, adoração ao Santíssimo Sacramento e louvor. A animação será feita pelo ministério de música Canção Nova São Paulo.
A Santa Missa de encerramento será as 18:30 com transmissão Ao vivo pela TV Canção Nova
O tema para esta tarde oração será: “As nações de toda terra hão de adorar-vos, ó Senhor!”.
Contamos a colaboração na divulgação e presença neste momento de oração.
Atenciosamente,
Equipe – Eventos Canção Nova SP
E-mail:eventossp@cancaonova.com
Fone: (11) 3382-9800

Logo mais começa a Vigília Clamando por Milagres, nesse mês vocacional com o tema “Fazei tudo o que Ele vos disser”. Com presenças de Padre Rafael, Padre Clóvis, Ministério de Música Canção Nova e toda a comunidade Canção Nova de São Paulo.

Acompanhe pela TV Canção Nova ou pelo site http://tv.cancaonova.com

Deixe aqui seu pedido de oração, estaremos clamando pelo seu milagre!

Veja como foi o momento de Adoração na última Vigília Clamando por Milagres do ano.

Quantos de nós recebemos milagres de Deus em 2009? Quanto Deus operou no meio de nós nesse ano?
Estamos no advento, aguardando a vinda do Messias. É interesante observar de onde ele vem, onde ele nasceu.
O menino Deus nasceu numa estrebaria, numa manjedoura que na verdade, nada mais é, que um coxo. E aí, nos deparamos com um sinal de derrota, pois aquele que seria o Rei,nasceu num coxo.
Jesus, o Rei, aquele que governaria, nasce numa situação aparentemente de derrota. Em diversas situações da nossa vida, temos essa experiência de vivenciar situações de derrota.
Várias vezes as pessoas abandonam a Deus porque não alcançam seu milagre e se sentem como derrotados. Porém, precisamos acreditar que Jesus veio a esse mundo numa condição de derrota para que todo aquele que crê seja salvo.

Em Romanos, capítulo 8, Paulo diz que nem a morte, nem a perseguição, nem a fome nos separarão do amor de Deus. Pois se Deus é por nós, quem será contra nós?
Se cremos que Jesus é o Senhor, somos mais que vencedores. Dessa forma pecisamos reconhecer essa verdade em nossa vida e acreditar que nossa vitória é certa.

Paulo César
Missionário da Comunidade Canção Nova

:: Vigília Clamando por Milagres 19/12/2009
Basílica Nossa Senhora da Penha – São Paulo ::

Estamos no último domingo de preparação antes do Natal que vamos comemorar nessa semana. Encontramos nessa época do ano muitos símbolos que tentam nos mostrar o que é o Natal. Entretanto, para nós cristãos, o Natal tem um significado diferente do que este Natal pregado pelo mundo. O verdadeiro sentido é a presença de Jesus em nosso meio.
O Natal não é somente o tempo de esperar o Senhor, mas também o tempo de ver que Ele ficou ao nosso lado durante todo o ano. E fez inúmeras coisas por nós.
Talvez seu desejo ainda não tenha sido atendido, mas ele se realizará. Temos o exemplo do povo de Israel que esperou novecentos anos pelo nascimento de Jesus, mas Ele nasceu.
Hoje no Evangelho temos o grande exemplo de Maria que é bendita entre as muheres porque acreditou na Palavra do Senhor. E, porque acreditou, tudo o que foi dito a ela, aconteceu.
E mesmo enfrentando muitas dificuldades, soube esperar em Deus. Por isso, devemos fazer uma reflexão a partir da atitude confiante de Maria, com as nossas atitudes.
Talvez nem todos os nossos pedidos foram atendidos por Deus nesse ano, mas se observarmos com atenção veremos que Deus nos deu além do que pedimos.
Não devemos nos lamentar daquilo que não deu certo e daquilo que ainda não alcançamos.
Precisamos entender que o que importa é a presença de Deus em meio a nós e que Ele cumprirá as suas promessas, como fez com Maria. Contudo, Maria soube acreditar. E acreditar significa
viver conforme aquilo que se espera.

Em 2010 devemos rever nossa vida, nossos objetivos e viver segundo aquilo que estamos esperando para o próximo ano. Se você deseja fazer uma faculdade, comece a estudar, se
deseja um novo emprego, comece a procurar e assim por diante.
É preciso que a graça de Deus comece a agir nos nossos planos. E para isso devemos fazer uma revisão de vida para 2010 e nos fazer três questionamentos:
O que devo parar de fazer no próximo ano? Talvez seja alguns comportamentos ou até mesmo alguns pecados. Devemos parar com tudo aquilo que impede a graça de Deus nas nossas vidas.
O que devo começar a fazer no próximo ano? Quais são nossos projetos o que devo continuar a fazer no próximo ano? Há coisas boas que devem ser continuadas e levadas em diante.
A partir desses três questionamentos é possível fazermos uma revisão de vida para começar bem 2010 e permitir que a graça de Deus nos alcance.

Padre Xavier
:: Vigília Clamando por Milagres 19/12/2009
Basílica Nossa Senhora da Penha – São Paulo::

Está começando a última Vigília Clamando por Milagres do ano de 2009!

Paritipe deixando seu pedido de oração e acompanhe pela Rádio América e pela TV Canção Nova

Não perca a ultima Vigília de 2009, convide seus amigos, faça sua caravana, vamos louvar ao senhor celebrar, clamar os milagres que precisamos e cantar juntos Vem Senhor Jesus!.

A partir das 22:00h. toda comunidade Canção Nova de São Paulo estará reunida para esse grande evento.

Com as presenças de:

Pe. Xavier (com. Canção Nova)

Com. Canção Nova de São Paulo

Não perca, traga 1 kg de alimento não perecível

É São Paulo CLAMANDO POR MILAGRES