“A minha paz é um dom do Senhor”, diz ele

“Se há um problema, eu escrevo no papel de São José e eu colocá-lo sob uma estatueta (…) São José dormindo”, Papa Francisco testemunhou perante os superiores religiosos. Ele os recebeu no Vaticano em novembro de 2016. L’Osservatore Romano publicou o diálogo em sua edição italiana de 10 de fevereiro de 2017. More »

Já no Antigo Testamento o próprio Deus prescreveu a confecção de imagens como querubins, serpente de bronze, leões do palácio de Salomão etc. A Bíblia defende o uso de imagens como você poderá conferir neste livro. Veneramos os santos, representados nas suas imagens, porque seus exemplos nos servem de modelo de vida e nos indicam o verdadeiro caminho: Jesus Cristo (cf. Jo 14,6). Eles intercedem por nós sem cessar diante de Deus. Quando veneramos os santos, estamos dando glória a Deus porque eles são santos pela graça de Deus! More »

Uma relíquia é parte do corpo de um santo ou objetos que estiveram ou foram usados por estes, aos quais os católicos, prestam veneração ou reverência.

A palavra relíquia tem origem no latim reliquiae, que significa resto.

A Igreja estabeleceu três classificações de relíquias: More »

60 anos da fábrica de Imagens “São Judas Tadeu”

Eu gosto muito de imagens, tenho muitas em minha casa, porque a Igreja nos recomenda a sua veneração. Escrevi um livro intitulado ‘A INTERCESSÃO DOS SANTOS, IMAGENS E RELÍQUIAS’, no qual mostro com profundidade o ensinamento da Bíblia, da Tradição Sagrada da Igreja e do Sagrado Magistério sobre estes assuntos; bem como a devoção que os santos lhes dedicavam.

A Igreja condenou a heresia iconoclasta, no ano 787, no II Concílio de Niceia. Esta heresia queria abolir as imagens. Esse Concílio disse: “Na trilha da doutrina divinamente inspirada dos nossos santos Padres e da tradição da Igreja católica, que sabemos ser  a tradição do Espírito Santo que habita nela, definimos com toda a certeza e acerto que as veneráveis e santas imagens, bem como as representações da cruz preciosa e vivificante, sejam elas pintadas, de mosaico ou de qualquer outra matéria apropriada, devem ser colocadas nas santas igrejas de Deus, sobre os utensílios e as vestes sacras, sobre paredes e em quadros , nas casas e nos caminhos, tanto a imagem de Nosso Senhor, Deus e Salvador, Jesus Cristo, quanto a de Nossa Senhora, a puríssima e santíssima mãe de Deus, dos santos anjos, de todos os santos e dos justos”. (II Conc. Niceia: DS 600). Continue lendo…

Desde os primeiros séculos os cristãos pintaram e esculpiram imagens de Jesus, de Nossa Senhora, dos Santos e dos Anjos, não para adorá-las, mas para venerá-las. As catacumbas e as igrejas de Roma, dos primeiros séculos, são testemunhas disso. Só para citar um exemplo, podemos mencionar aqui o fragmento de um afresco da catacumba de Priscila, em Roma, do início do século III. É a mais antiga imagem da Santíssima Virgem, uma das mais antigas da arte cristã, sobre o mistério da Encarnação do Verbo. Mostra a imagem de um homem que aponta para uma estrela situada acima da Virgem Maria com o Menino nos braços. O Catecismo da Igreja traz uma cópia dessa imagem (Ed. de bolso, Ed. Loyola, pag.19).

Este exemplo mostra que desde os primeiros séculos os cristãos já tinham o salutar costume de representar os mistérios da fé por imagens, em forma de ícones ou estátuas. É o caso de se perguntar, então: Será que foram eles “idolatras” por cultuarem essas imagens? É claro que não? Eles foram santos, mártires, derramaram, muitos deles, o sangue em testemunho da fé. Seria blasfêmia acusar os primeiros mártires da fé de idolatras. Continue lendo…