No livro de Provérbios, capítulo 18, versículo 21, diz: “Morte e vida estão à mercê da língua: os que a amam comerão dos seus frutos”. Fiquei pensando muito nesse versículo, quando o li, pois a profundidade do mesmo serve como fórmula pra nossa vida.

As palavras que saem de nossa boca, mas também aquilo que comemos, podem gerar vida em nós, mas também nos matar. Ambos nos trarão frutos, sejam de vida, sejam de morte. Questionei-me bastante sobre o que falo com os meus amigos e irmãos, mas também sobre as coisas que como, no meu dia-a-dia. O que estou gerando de vida e o que estou gerando de morte, a partir daquilo que falo e a partir daquilo que como.

Invariavelmente, tomamos decisões. A partir do momento que acordo já tomo decisões: de acordar ou permanecer dormindo, tomar café ou não, tomar banho, quando acordo ou não, amar o próximo ou não, comer comida saudável ou não. Todas as nossas decisões têm como consequência os frutos das mesmas e esses frutos podem gerar vida ou morte em nós.

Esse versículo serve de filtro para as decisões que vamos tomar: se o que quero gerar é vida ou morte.

Galera, eu prefiro a vida e você?

 

Junior Alves, missionário da Comunidade Canção Nova
Missão Rio de Janeiro

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