Novena Nossa Senhora Auxiliadora - 6º dia

Sexto Dia:
Maria, a mulher que conserva tudo em seu coração!

Comentário Inicial
Neste sexto dia de nossa novena em honra de Nossa Senhora Auxiliadora, meditamos sobre as preocupações de Maria e José diante da perda do menino Jesus em Jerusalém. O desejo de Deus é que os seus filhos não se percam pelas estradas da vida. Rezemos hoje por todas as famílias que foram ou são visitadas pela violência ou pelas drogas, para que sejam encontradas pela graça de Deus pela intercessão daquela que é Auxiliadora dos cristãos e da  humanidade.

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Acolhida
P: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
T: Amém.
P: A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam sempre convosco!
T: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo!

P: Invoquemos as luzes do Espírito Santo sobre a nossa novena:

Oração do Sexto Dia da Novena

P: Rezemos a oração deste sexto dia de nossa novena:
T: Ó Maria, Rainha dos Apóstolos, tomai sob a vossa valorosa proteção os ministros sagrados e todos os fiéis da Igreja Católica. Fazei que eles vivam o espírito de união, de perfeita obediência ao Santo Padre, o Papa, e de zelo fervoroso pela salvação das almas. Em especial, nós vos pedimos que estendais a vossa amorosa assistência sobre os missionários, a fim de que possam levar todos os povos à fé de Jesus Cristo, para fazer de todo o mundo um só rebanho sob a guia de um só Pastor. Ó poderoso auxílio dos cristãos e da humanidade, pedimos que leveis a nossa oração ao Pai e ao vosso Filho Jesus Cristo, que vivem e reinam na unidade do Espírito Santo. Amém.

Evangelho

P: Preparemos os nossos corações para ouvir o Evangelho. Canto de Aclamação ao Evangelho
L: Leitura do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas
T: Glória a vós, Senhor!
L: 2,39 Quando acabaram de cumprir todas as coisas, conforme a Lei do Senhor, voltaram para Nazaré, sua cidade, que ficava na Galileia.
40 O menino crescia e ficava forte, cheio de sabedoria. E a graça de Deus estava com ele.
41 Os pais de 36 Jesus iam todos os anos a Jerusalém, para a festa da Páscoa.
42 Quando o menino completou doze anos, subiram para a festa, como de costume.
43 Passados os dias da Páscoa, voltaram, mas o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais o notassem.
44 Pensando que o menino estivesse na caravana, caminharam um dia inteiro. Depois começaram a procurá-lo entre parentes e conhecidos.
45 Não o tendo encontrado, voltaram a Jerusalém à procura dele.
46 Três dias depois, encontraram o menino no Templo. Estava sentado no meio dos doutores, escutando e fazendo perguntas.
47 Todos os que ouviam o menino estavam maravilhados com a inteligência de suas respostas.
48 Ao vê-lo, seus pais ficaram emocionados. Sua mãe lhe disse: “Meu filho, por que você fez isso conosco? olhe que seu pai e eu estávamos angustiados, à sua procura”.
49 Jesus respondeu: “Por que me procuravam? Não sabiam que eu devo estar na casa do meu Pai?”.
50 Mas eles não compreenderam o que o menino acabava de lhes dizer.
51 Jesus desceu então com seus pais para Nazaré, e permaneceu obediente a eles. E sua mãe
conservava no coração todas essas coisas. Palavra da salvação.
T: Glória a vós, Senhor!

Maria na vida de Dom Bosco

P: Ouçamos, neste momento, um fato da vida de Dom Bosco:
L: Agora quero contar para vocês um outro fato maravilhoso. Hoje, recebi uma oferta pela cura de uma mulher que estava endemoninhada. Isso aconteceu somente ontem, dia da Natividade de Nossa Senhora. Quando fui a Acqui, há quinze dias, passei em Strevi. Lá havia uma mulher que há um ano vivia fora de si e que se acreditava estar possuída pelo demônio. Tinha perdido a razão a ponto de não conseguir sequer recitar uma palavra de oração. Ela fazia todos aqueles atos típicos dos possessos. Foi-me apresentada. Lá estavam o bispo com o Padre Pestarino, de Mornese, o funcionário do bispo e outras pessoas. Os expectadores me pediram que julgasse se aquela pobre criatura estava ou não possuída pelo demônio. O bispo me disse:
— Veja se é o caso de exorcizá-la: eu lhe dou tal faculdade. Analisei o tempo em que estava daquele jeito, quais situações provocava, mas não quis dar qualquer parecer. Para entender melhor o que se passava, sem que ela visse, tirei uma medalha de minha bolsa, mantendo-a apertada e escondida na mão e me aproximei dela para ver se faria qualquer gesto ou barulho, porque o demônio ordinariamente não se sente bem na presença da medalha de Nossa Senhora e de outros objetos sagrados sem dar sinais manifestos de repugnância. Mas, vendo que nada conseguia com a medalha, disse a todos que se ajoelhassem para fazer uma oração a Maria Auxiliadora. Todos se ajoelharam, o
marido, os rapazes e o próprio bispo. Fiz também ajoelhar-se a enferma e pedi que rezasse conosco. Obedeceu-me, rezou por um instante, mas depois parou e não foi possível fazer com que articulasse uma sílaba sequer de oração.
Os parentes atestavam que há cerca de um ano não conseguiam fazê-la rezar. Então, ainda na presença de todos, disse-lhes que fizessem todos os dias as seguintes orações: três Salve Rainhas a Maria Auxiliadora e três Pais-nossos, Ave-Maria e Glória Jesus sacramentado. Fixei também o tempo no qual a mulher ficaria curada. O tempo estabelecido era até a Natividade de Nossa Senhora, dia 8 de setembro, que foi ontem. Acrescentei que preparassem a enferma para receber os sacramentos e que a levassem para fazer sua confissão e comunhão. Depois de dar essas orientações, eu me fui. Alguns dias depois, escreveram-me perguntando como era possível fazer confessar aquela mulher, porque prorrompia continuamente nas mais horríveis blasfêmias. Respondi que não levassem aquilo em consideração, mas que continuassem a rezar a Maria e a exortar a infeliz a se confessar. Assim fizeram. Veio o dia 1º de setembro. Procuraram a melhor maneira de prepará-la para a confissão. Tendo esperado a hora em que não havia grande movimento de pessoas na igreja, levaram-na e começaram a exortá-la a se aproximar do confessionário. Porém de nada adiantava. Ela continuava a proferir uma blasfêmia seguida de outra. Aliás, vendo o padre que estava para comungar, pôsse a gesticular e a gritar contorcendo-se toda, e, para não causar escândalo às pessoas que entravam na igreja, levaram-na de volta à casa. Vim a saber disso. Dei ordens para que a levassem aos sacramentos na manhã do dia da Natividade. À vigília, os parentes disseram à enferma:
— Amanhã de manhã é preciso que voltemos à igreja para que você possa se confessar. Pela noite, a mulher ficou enfurecida. Parecia que todos os demônios do inferno tivessem se reunido nela. Assim que se deitou começou a gritar, a assoviar, a bater as mãos, a cantar, a gritar. Emitia todo tipo de vozes. Ora parecia um porco, ora um leão, ora um cachorro, um boi, um gato, um lobo. Ora proferia as mais abomináveis blasfêmias contra Deus, ora as mais horrendas imprecações contra os homens. E se levantava, dançava ou fazia gestos ridículos. 
Os parentes não lhe disseram mais nada, mas, com confiança em Nossa Senhora, continuaram a rezar. Já era a aurora da festa, e, para espanto de todos, a mulher se acalmou e perguntou: 
— Que horas são?
— É de manhã! — Responderam-lhe.
— E que dia é hoje? — Continuou perguntando.
— É o dia da Natividade de Nossa Senhora. Você quer ir?
— Aonde?
— É preciso irmos à igreja para que você possa fazer sua confissão e comunhão, como nos disse Dom Bosco.
— Sim, sim. Vamos lá. — Respondeu.20
Essas foram as primeiras palavras que disse depois de um ano de loucura. E se confessou e comungou tranquilamente, como se jamais tivesse padecido de fraqueza de mente e agradeceu com edificação a todos da família. Hoje, escrevem-me que está perfeitamente curada, como se jamais tivesse sofrido qualquer mal. Concluo, portanto, caros filhos. Se Nossa Senhora faz tanto pelo corpo, acreditem que também fará muito mais pela alma, se pedirmos as suas graças. Eu não lhes contei este fato por acreditar que o demônio possa estar atrás de vocês, que Deus os livre, mas para que vejam o quanto devemos confiar em Maria. Por isso recorramos a ela com a frequente jaculatória: Maria, Auxílio dos Cristãos, rogai por nós, nas nossas necessidades temporais e espirituais, e, em especial, nas tentações (Memórias Biográficas, vol. 8, cap. 77).

Invocações a Nossa Senhora Auxiliadora

P: Invoquemos a Maria, poderoso auxílio do povo cristão e da humanidade, pela nossa Igreja, para que seja anunciadora do Reino de Deus no mundo.
T: Pai Nosso… Ave Maria… Salve Rainha…
P: Graças e louvores sejam dados a todo o momento,
T: Ao Santíssimo e diviníssimo sacramento.
P: Maria Auxiliadora dos Cristãos e da Humanidade,
T: Rogai por nós!
P: Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
T: Como era no princípio, agora e sempre. Amém.
P: Invoquemos a Maria, poderoso auxílio do povo cristão e da humanidade, para que em nossas famílias haja diálogo, paz e perdão e que todos possam gozar sempre de boa saúde de alma e de corpo.
T: Pai Nosso… Ave Maria… Salve Rainha…
P: Graças e louvores sejam dados a todo o momento,
T: Ao Santíssimo e diviníssimo sacramento.
P: Maria Auxiliadora dos Cristãos e da Humanidade,
T: Rogai por nós!
P: Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
T: Como era no princípio, agora e sempre. Amém.
P: Invoquemos a Maria, poderoso auxílio do povo cristão e da humanidade, pelos nossos jovens, para que sejam construtores de uma sociedade mais humana, mais justa e mais fraterna.
T: Pai Nosso… Ave Maria… Salve Rainha…
P: Graças e louvores sejam dados a todo o momento,
T: Ao Santíssimo e diviníssimo sacramento.
P: Maria Auxiliadora dos Cristãos e da Humanidade,
T: Rogai por nós!
P: Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
T: Como era no princípio, agora e sempre. Amém.
P: Rezemos juntos:
T: Lembrai-vos, ó piedosa Virgem Maria, que jamais se ouviu dizer que aquele que tenha recorrido à vossa proteção, implorando vossa assistência e pedindo o vosso auxílio, tenha sido desamparado. Animado eu por esta confiança, a vós também recorro, ó Mãe, Virgem das Virgens, e, gemendo sob o peso dos meus pecados, atrevo-me a comparecer diante de vossa soberana presença. Ó Mãe de Deus, escutai e acolhei benignamente minhas súplicas. Amém. (Faça seu pedido)

P: Rogai por nós, Maria, consolo dos aflitos, auxílio dos cristãos e mãe da humanidade.
T: Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Oração a Nossa Senhora Auxiliadora

P: Invoquemos, agora, a proteção de Maria, a Auxiliadora do povo cristão e da humanidade:
T: Ó Santíssima e Imaculada Virgem Maria, Mãe amorosa nossa e poderoso auxílio dos cristãos, nós nos consagramos inteiramente a vós, para que sempre nos conduzais ao Senhor. Nós vos  consagramos nossa mente, com os seus pensamentos, nosso coração, com os seus afetos, nosso corpo, com os seus sentimentos e com todas as suas forças, e prometemos querer sempre trabalhar para a maior glória de Deus e a salvação das almas.
P: Vós, entretanto, ó Virgem incomparável, que sempre fostes a Mãe da Igreja e a Auxiliadora do povo cristão, continuai a vos mostrar assim, em especial neste nosso tempo.
T: Iluminai e fortalecei os nossos bispos e os nossos sacerdotes e conservai-os sempre em unidade com o Papa. Aumentai as vocações sacerdotais e religiosas, a fim de que, também por meio deles,
o Reino de Jesus Cristo se conserve entre nós e se estenda por todo o mundo.
P: Nós vos pedimos, ainda, ó dulcíssima Mãe, que mantenhais os vossos olhares amorosos sempre voltados para as crianças e para os jovens, expostos a tantos perigos; para os casais, jovens ou não, em suas dificuldades; para os necessitados, os explorados e os esquecidos da sociedade; e para os pobres pecadores e enfermos.
T: Sede para todos, ó Maria Auxiliadora, refúgio e amparo, Mãe de misericórdia e porta do céu. Também vos pedimos, ó grande Mãe de Deus, que nos ensineis a imitar as vossas virtudes, em particular a angélica modéstia, a humildade profunda e a ardente caridade.
P: Fazei, ó Maria Auxiliadora, que sintamos o amparo do vosso manto de Mãe. Fazei que nas tentações
vos invoquemos com confiança.
T: Fazei, enfim, que o pensamento de que sois tão boa, tão amável e tão querida, a lembrança do amor que tendes pelos vossos devotos, nos conforte de tal modo que, na vida e na morte, saiamos vitoriosos contra os inimigos de nossa alma, e possamos depois unir-nos convosco no Paraíso. Amém.

Bênção Final

P: A nossa proteção está no nome do Senhor.
T: Que fez o céu e a terra.
P: Ave Maria…
P: À vossa proteção recorremos, ó Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita. Maria, Auxiliadora dos Cristãos e da  humanidade.
T: Rogai por nós.
P: Ouvi, Senhor, a minha oração.
T: E chegue a vós o meu clamor.
P: O Senhor esteja convosco!
T: Ele está no meio de nós.
P: Oremos: Senhor eterno e onipotente, que, pela intervenção do Espírito Santo, vos dignastes preparar o corpo e a alma da gloriosa Virgem e Mãe Maria para digna morada do vosso Filho, fazei que sejamos livres da morte eterna e dos males que nos rodeiam, pela intercessão daquela cuja invocação nos alegra. Por Cristo, nosso Senhor.
T: Amém.
P: A bênção do Deus de Sara, Abrão e Agar. A bênção do Filho, nascido de Maria. A bênção Espírito Santo de amor, que cuida com carinho, qual mãe cuida da gente, esteja sobre todos vós.
T: Amém.

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