Ministra alemã propõe criar uma Aliança Européia para a Família

Filed under: Familia — Prof. Felipe Aquino at 5:34 pm on Wednesday, January 31, 2007

 

BRUXELAS, 2007-01-29 (ACI).- Em uma reunião do “Intergrupo de Família e proteção à Infância do Parlamento Europeu”, a Ministra para a Família da Alemanha, Ursula Von der Leyen, anunciou que vai propor ao Conselho Europeu a adoção de uma Aliança Européia para a Família. Durante sua intervenção na cita realizada em 23 de janeiro, a Ministra se referiu às mudanças demográficas na Europa, ao envelhecimento da população e ao déficit  econômico e social criado por esta situação.Diante desta situação, von der Leyen assinalou que a promoção e o apoio à família será uma das grandes prioridades da presidência alemã pois, entre outras razões, contribui notavelmente à prosperidade econômica e a solidariedade social. Em seu discurso breve, a ministra ressaltou a importância das crianças, não só por razões demográficas de taxas de natalidade mas também pela solidariedade e a coesão social que representa a criação de uma família.Por sua parte, a Rede Européia do Instituto de Política Familiar (IPF), através de sua presidenta, Lola Velarde, expressou seu apoio à proposta alemã afirmando que “não só apoiaremos mas também impulsionaremos ativamente” a iniciativa.Do IPF se destacou deste modo que a Aliança “será uma plataforma para o intercâmbio de experiências e propostas a todos os níveis: Conselho Europeu e países membros, Comissão, Parlamento, setores sociais e sociedade civil”.Como parte do apoio do Instituto, Velarde adiantou a realização de uma campanha na Europa “que irá desde ações de sensibilização e conscientização da sociedade européia até a realização de uma roda de contatos com as administrações nacionais da Europa para que apóiem esta iniciativa”. 

Comentário do Prof. Felipe Aquno: Esta iniciativa da Ministra alemã é conseqüência dos graves problemas que a Europa hoje enfrenta pela destruição da família, tendo como conseqüência o controle drástico da natalidade, o envelhecimento da população e o déficit  econômico e social criado por esta situação, como disse a própria ministra. É muito importante que em meio a tantos ataques à família (aborto, eutanásia, inseminação artificial, “produção independente”, casamentos gays, manipulação de embriões, etc. ) uma ministra alemã ressalte  “a importância das crianças, não só por razões demográficas de taxas de natalidade mas também pela solidariedade e a coesão social que representa a criação de uma família.”Até que enfim uma voz importante na Europa, sem ser da Igreja, levantou a voz para defender a família, segundo a vontade de Deus.  

Pesquisa mostra queda de partidários do aborto em Portugal

Filed under: Aborto — Prof. Felipe Aquino at 11:37 am on Wednesday, January 31, 2007

Enviado por Pe Rodrigo em 31/01/07 (3 leituras) Notícias do mesmo autor

LISBOA, 29 Jan. 07.- Ha duas semanas do referendum que decidirá a não condenação do aborto em Portugal, um sondagem revelou uma queda de sete pontos entre quem apóia esta prática.

Embora as cifras ainda indiquem uma vitória parcial dos partidários do aborto com 54% dos votos, os meios de comunicação começam a considerar que os pró-vida teria oportunidades de ganhar.

“Diario de Notícias” publicou os resultados da pesquisa elaborada pela empresa Marktest, segundo a qual, 33 % votará contra a não condenação do aborto e 13 % restante ainda não tomam uma decisão ou se absterá.

Há dois meses, os partidários do aborto alcançavam 63 % dos eleitores e os pró-vida 27%.

No domingo, 11 de fevereiro, os portugueses decidirão nas urnas se devem legalizar o aborto por qualquer motivo até as 10 semanas de gravidez.
Cerca de 15 mil pessoas marcharam neste fim de semana em Lisboa contra a falta de condenação do aborto. Em 1998, um referendum similar manteve o aborto ilegal, mas este ano se decidiu realizar uma segunda consulta popular por iniciativa do Governo socialista.

Fonte: ACI

Igreja Renascer recebe canal de TV

Filed under: Noticias da Escola da Fé — Prof. Felipe Aquino at 9:35 am on Wednesday, January 31, 2007

  

O Jornal “Folha de SP” noticiou hoje (31 jan 07) que a “Igreja Renascer em Cristo“ recebeu do Governo Federal um canal de TV. (DANIEL CASTRO - dcastro@folhasp.com.br), apesar dos escândalos envolvendo os líderes da Igreja Renascer

em Cristo. A Portaria da cessão do Canal foi  publicada no “Diário Oficial” de anteontem, o Ministério das Comunicações autorizou a Ivanov Comunicação e Participações Ltda. (empresa registrada no mesmo endereço da sede administrativa da igreja) a retransmitir
em Vila Velha (ES) os sinais gerados pela Fundação Evangélica Trindade, concessionária do canal 53
em São Paulo.Os líderes da Renascer, bispa Sonia e apóstolo Estevam Hernandes, são acusados nos EUA de contrabando de dinheiro e depoimento falso à polícia.
Em São Paulo, promotores os acusam de usarem doações de fiéis para aquisições pessoais, como haras e casa de praia nos EUA.
 O Ministério das Comunicações não comentou o assunto. ( http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq3101200704.htm)É muito estranho que o Governo conceda à igreja Renascer em Cristo um canal de TV exatamente no momento em que os seus responsáveis são processados no Brasil e nos EUA ao mesmo tempo, e com graves acusações  Será que é premiação para o que tem feito a Renascer? O Governo e o Ministério das Comunicações precisam dar uma satisfação urgente ao povo brasileiro.  

Não aceitar o casamento de “gays” é discriminação?

Filed under: Sexo — Prof. Felipe Aquino at 9:53 am on Tuesday, January 30, 2007

 

 

A “Folha on  line” publicou hoje (30 de janeiro de 2007 - Reuters) que na Inglaterra a Lei pró-adoção gay incluirá casas católicas, apesar das reclamações da Igreja; o governo britânico não vai eximir entidades ligadas à religião de seguirem esta nova lei “anti-discriminação” que proíbe agências de adoção de vetarem casais gays para adoção de crianças. As agências católicas na Inglaterra trabalham com cerca de 4000 crianças para adoção.O ministro Tony Blair justificou a medida dizendo que: “Todos concordam que o interesse da criança deve estar acima de tudo”.Não é verdade que “todos” concordam com esta medida, se assim fosse, a Igreja na Inglaterra não teria protestado contra a mesma como fez através do Cardeal O´Connor.Não se pode fazer caridade sacrificando a verdade do Evangelho; a Igreja quer o bem das crianças, por isso quer para elas um pai e uma mãe.Sob o chamado “Ato da Igualdade”, discriminar alguém com base em sua orientação sexual no fornecimento de bens e serviços passa a ser crime na Inglaterra. Que a sociedade inglesa e européia, que vêm calcando aos pés o Evangelho de Cristo, aceite mais esse erro, já é comum, mas querer que a Igreja passe por cima da Lei de Cristo é querer demais; isto nunca vai acontecer. O confronto no campo moral só tende a crescer, pois os filhos da Igreja já estão acostumados, quando necessário, a derramar até o próprio sangue para não trair Cristo.  Os caminhos do bem e do mal começam a se distanciar cada vez  mais claramente, e todo católico terá que escolher agora o qual deles deseja seguir. Ora, aceitar que um “casal” de homossexuais adote uma criança, a Igreja considera uma violência contra a própria criança, pois esta precisa da presença de um pai e de uma mãe, um homem e um mulher para um saudável desenvolvimento psicológico. Uma prova disso, por exemplo, é o caso de uma mulher  criada por homossexuais que agora pede aos governos para proteger matrimônio. Trata-se de Dawn Stefanowicz, canadense que foi criada em um “lar homossexual”, e agora se dedica a assistir a outras pessoas que atravessam pela mesma situação e a pedir aos governos do mundo que protejam o matrimônio entre homem e mulher. Conforme informa “ForumLibertas.org”, Dawn Stefanowicz vive em Ontário, Canadá, com seu marido de toda a vida e seus dois filhos, aos que educou
em casa. Atualmente prepara sua autobiografia e desenvolve um ministério especial no website (em inglês): ela ajuda a outras pessoas que como ela cresceram a cargo de um pai homossexual e foram expostos a este estilo de vida.
         Stefanowicz explica no site “como em sua infância esteve exposta a trocas de casais gays, praias nudistas e a falta de afirmação em sua feminilidade, como lhe feriu o estilo de vida no qual cresceu, e oferece ajuda, conselho e informação para outras pessoas que cresceram feridas em um ambiente de “família” gay, um estilo de “família” que ela não deseja para ninguém e que acredita que as leis não deveriam apoiar”. Fonte ACI – Madrid 28 jan 2007 - (www.acidigital.com/noticia.php?id=8464)Ora, se é para proteger a criança, como disse o ministro Blair, se o “interesse da criança deve estar acima de tudo”, então, devemos dar-lhe um pai e uma mãe, e não dois pais ou duas mães.  O cardeal Cormac Murphy-O’Connor, principal representante da hierarquia católica no país, havia pedido que as agências de adoção católicas fossem eximidas da lei, alegando que ela vai contra o que prega a Igreja, mas infelizmente para o Governo Inglês a voz da Igreja não é ouvida. O Cardeal se disse “profundamente desapontado” com a decisão.O governo inglês ignorou a chamada “objeção de consciência”; que é direito natural e lei; ninguém pode ser obrigado a fazer algo que a sua consciência proíba. Isto é violar o que o ser humano tem de mais sagrado. Na verdade, a grande discriminação está sendo feita contra a Igreja Católica que não poderá manter talvez as suas instituições que trabalham com crianças
em adoção. Durante dois mil anos a Igreja sustentou no mundo um serviço de caridade aos homens inigualável a de qualquer outra instituição; mas agora, é impedida de fazer o bem, obedecendo a Verdade de Deus.
Fica aqui então uma pergunta: ser contra a prática (não a tendência) homossexual é discriminação contra os homossexuais? É claro que não. Se assim fosse, toda vez que a Igreja ensinasse que não se pode violar a lei de Deus, então, ela estaria sempre discriminando alguém que se sente proibido de pecar. A prática do homossexualismo, e seus desdobramentos, fere a lei de Deus que estabeleceu desde a origem do mundo que o casamento deve ser entre um homem e um mulher. “O homem deixa o seu pai e a sua mãe, se une à sua mulher, e sereis uma só carne” (Gn 2,24). Negar a diferença entre o homem e a mulher e a sua complementaridade é algo absurdo e irracional. É preciso hoje mais do que nunca relembrar a palavra de Pedro diante das ameaças dos fariseus e doutores da lei: “Julgai-o vós mesmos se é justo diante de Deus, obedecermos a vós mais do que a Deus?” (Atos 4,19).Durante dois mil anos a família foi constituída desta forma e a sociedade assim estabelecida. Por que, agora, depois de dois mil anos, viver esta verdade seria discriminação contra alguém? Seguir o Evangelho e a lei de Deus não pode ser taxado de discriminação, senão todas as proibições dessa lei poderiam então ser consideradas da mesma forma discriminação; por exemplo, não aceitar o adultério seria discriminação contra os adúlteros; não aceitar a poligamia seria discriminação contra os polígamos; não aceitar a vida sexual antes do casamento seria discriminação contra os solteiros, e assim por diante. Nesta linha perigosa, todo o Evangelho do Reino de Deus fica anulado e o Cristianismo  desapareceria.Viver a lei de Deus não é discriminação contra ninguém, é salvação para as pessoas, é equilíbrio, é paz, é harmonia.         A Igreja ensina que a gênese psíquica da homossexualidade continua amplamente inexplicada, mas ela diz que: “Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves (Gn 19,1-29; Rm 1,24-27; 1Cor 6,9-10; 1Tm 1,10), a Tradição sempre declarou que “os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados”. São contrários à lei natural. Fecham o ato sexual ao dom da vida. Não procedem de uma complementaridade afetiva e sexual verdadeira. Em caso algum podem ser aprovados.” (Catecismo §2357)         Por outro lado a Igreja lembra que os homossexuais não podem ser discriminados.          “Um número não negligenciável de homens e de mulheres apresenta tendências homossexuais inatas. Não são eles que escolhem sua condição homossexual; para a maioria, pois a maioria, pois, esta constitui uma provação. Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta. Estas pessoas são chamadas a realizar a vontade de Deus na sua vida e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar por causa da sua condição.” (§2358)         Com todo amor a Igreja recomenda que eles vivam a castidade para serem verdadeiramente felizes:         “As pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pelas virtudes de autodomínio, educadores da liberdade interior, às vezes pelo apoio de uma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem se aproximar, gradual e resolutamente, da perfeição cristã.” (§2359)         A Igreja ama os seus filhos que trazem esta incógnita tendência homossexual, os acolhe no seu amor de Mãe, e assim os orienta.  

Grave profanação da Confissão - Sacrilégio

Filed under: Igreja — Prof. Felipe Aquino at 9:51 pm on Monday, January 29, 2007

O jornal do Vaticano, “L”Osservatore romano”, definiu hoje de “ultraje ao sentimento religioso” a reportagem publicada na revista italiana “L”Espresso” que reúne as respostas de sacerdotes a falsas confissões sobre temas éticos e sociais da atualidade.

A reportagem que “L”Espresso” publica esta semana em sua capa inclui as respostas dos sacerdotes aos falsos problemas expostos pelo jornalista sobre temas como o uso do preservativo para evitar a aids, a pesquisa sobre células-tronco embrionárias e o homossexualismo.

Para o jornal do Vaticano, se “profanou um sacramento”, “ultrajando o sentimento religioso dos fiéis e enganando a boa fé dos sacerdotes com graves lesões à inviolabilidade do ministério pastoral”.

A reportagem queria provar o que pensavam os sacerdotes das paróquias italianas quando são apresentados a casos reais sobre temas nos quais a Igreja Católica expressou claramente sua doutrina, como o uso do preservativo e o homossexualismo.

“L”Osservatore romano” define a reportagem como uma “vergonha”, um “episódio de gravidade inacreditável” e acusa a revista de ter ultrapassado “os limites impostos pela deontologia profissional”. (Fonte:

É inacreditável que um jornal de uma nação civilizada como a Itália pudesse cometer tamanha falta de respeito contra a fé católica, contra a Igreja e contra o povo cristão. Violar o segredo da Confissão é algo que a Igreja pune com a sua pena mais pesada: a excomunhão. Realmente houve um sacrilégio contra a Sagrada Confissão. Neste Sacramento Jesus Cristo perdoa os pecados do penitente devidamente arrependido com o preço do Sangue que derramou na Cruz.

A primeira coisa que Jesus fez após a sua Ressurreição, no próprio domingo desta, foi instituir este Sagrado Sacramento: “Recebei o Espírito Santo; aqueles a quem perdoardes os pecados, os pecados serão perdoados; aqueles a quem os tiver retidos, os pecados serão retidos” (Jo 20,22).

O “L´Osservatore romano” tem toda a razão em definir a reportagem como uma “vergonha”, um “episódio de gravidade inacreditável” que ultrapassa todos os limites da ética e do respeito com a religião. Sem dúvida o triste episódio terá desdobramentos; e se espera que com urgência o jornal “L”Espresso” peça desculpa pelo que fez.

Este episódio, inacreditável, mostra o baixo nível que chegou esta geração que comanda a imprensa no mundo. Mais uma vez é preciso dizer aqui que os católicos não podem ficar inertes e silenciosos diante de tão grande sacrilégio; sem violência, é preciso protestar e defender a nossa fé, inclusive nos tribunais de justiça.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI1374157-EI312,00.html

Prof. Felipe Aquino

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