Quis trazer hoje para você nosso amigo, uma reflexão feita pelo nosso querido Pe.Arlon sobre como viver bem a Semana Santa. Leia, reflita e faça desse tempo um tempo de mudança , conversão.

A Palavra de hoje fala de tudo o que Jesus viveu por nós. Parece um Evangelho cansativo, mas narra a história do julgamento e da sentença de morte de Cristo.

Estamos na Semana Santa, um tempo muito importante para nós, pois se Jesus não tivesse ressuscitado, nós não estaríamos, aqui, neste momento. Essa é a certeza da nossa fé, que Ele está vivo e ressuscitado.

Vendo toda a Palavra, podemos falar mais sobre a Via-Sacra e suas estações. A primeira estação retrata o momento que Jesus foi condenado à morte. E o que Ele fez nessa hora? De onde Ele tirou forças para viver o sofrimento e o abandono, para cair e levantar-se, para continuar carregando o peso dos nossos pecados? Do amor. Ele encontrou forças no amor que tem por nós.

Quando você sofre por sofrer, de nada adianta seu sofrimento, pois ele é sem sentido. Quantas pessoas passam a Quaresma fazendo penitências, jejuns, mas sem oferecê-los! É um jejum que acaba virando apenas uma dieta.

É preciso achar um sentido para a sua intenção. Jesus encontrou um grande sentido para o sofrimento d’Ele. Na hora da morte, Ele se doou por nós, morreu para pagar os nossos pecados. Imagine a força que Ele fazia para se levantar todas as vezes que caía, no caminho, carregando a cruz? É a mesma força que um pai e mãe, muitas vezes, fazem, porque precisam manter sua família em pé.

Se você está sofrendo fisicamente ou emocionalmente, se está passando por uma enfermidade, uma decepção, uma traição ou por dívidas, ofereça tudo a Deus. Ofereça seu sofrimento pela conversão da sua família, dos pecadores, das almas do purgatório. Não viva um sofrimento estéril, que não gera vida. Não sofra sem motivos. Se você perder o objetivo, vai perder o foco; se perder o foco, não vai aguentar carregar a sua cruz.

A Palavra continua dizendo sobre Jesus carregando Sua cruz. Ela fala de quando Ele cai, pela primeira vez, e se encontra com sua mãe. Não é possível falar da Via-Sacra sem nos lembrarmos do Senhor, que teve o Seu olhar fitado pelo olhar de Sua Mãe, um olhar de força, de apoio.

Agora, Nossa Senhora está fazendo o mesmo com você. Sinta-se fitado pela Mãe, receba o olhar que diz: “Eu estou com você. Se você cair, levante-se e revigore as suas forças”.

Ao longo do caminho, um homem chamado Cirineu é chamado para ajudar o Senhor a carregar a cruz. Quantos “Cirineus” Deus não coloca em nossas vidas! Como é bonito ver que Ele olha e zela por nós, mandando pessoas para nos ajudar nesta caminhada! Nós não estamos sozinhos, o Senhor está ao nosso lado e manda muitos “Cirineus” para nos ajudar nas dificuldades da vida.

A caminhada continua. Verônica aparece para enxugar o rosto de Jesus; depois, Ele cai pela segunda vez e, em seguida, consola as mulheres piedosas. É o Senhor quem sofre e que carrega a cruz, mesmo assim, é Ele quem consola aquelas mulheres. É isso que Cristo faz por nós. Mesmo na dor, Ele nos dá o Seu amor. Mesmo que não tenhamos nada para dar em troca, Ele carrega a nossa cruz.

E eu não sei se você parou para pensar que quando você se sente traído, humilhado, abandonado, você se assemelha a Jesus. Nessa hora, você tem a opção de reclamar e fugir da sua cruz ou pode enfrentá-la assim como Ele. Poucos se decidem por sofrer como o Senhor, mas essa é a verdadeira vida. Ela não é fácil, mas vale a pena.

Nesta próxima Sexta-Feira Santa, somos chamados a morrer com Jesus na cruz. Que, neste dia, todos enterrem, no Calvário, os seus pecados, as suas dificuldades e os seus sofrimentos, para poder ressuscitar com o Senhor. Enterre o homem velho e tudo o que o afasta de Deus.

Mude e recomece a sua vida. Queira viver toda essa caminhada, morrer e ressuscitar com Cristo. Seja como Nossa Senhora, que, mesmo sofrendo por ver seu Filho sendo julgado, condenado e crucificado, não O abandonou.

Mude de vida, viva essa semana como um verdadeiro cristão. Este não é um feriado turístico, mas religioso. Viva o Tríduo Pascal, o momento mais importante do Ano Litúrgico. Seja seguidor de Cristo na alegria e na tristeza. Esteja com Ele também na hora da dor, porque, depois, vem a Ressurreição. Você que está sofrendo, saiba que, depois da cruz, há a Ressurreição. Vale a pena carregá-la!

Sim, o Senhor é o Senhor da vitória! Que, no domingo, você possa viver a alegria da Ressurreição, que vai mudar a sua história.

Peçamos: “Muda, Jesus, a nossa vida. Queremos Lhe pedir que essa semana seja profunda no Seu mistério. Visita-nos, Jesus.”

Padre Arlon Cristian
Sacerdote da Comunidade Canção Nova.
Twiiter: twitter.com/pearloncn
Facebook: facebook.com/PadreArlonCristian

Perto está se dentro estás - Cópia

Aqui começa o Tríduo Pascal, a preparação para a grande celebração da Páscoa, a Vitória de Jesus Cristo sobre a morte, o pecado, o sofrimento e o inferno.

Este é o dia em que a Igreja celebra a instituição dos grandes Sacramentos da Ordem e da Eucaristia. Jesus é o grande e eterno Sacerdote, mas quis precisar de ministros sagrados, retirados do meio do povo, para levar ao mundo a Salvação que Ele conquistou com a Sua Morte e Ressurreição.

Jesus desejou ardentemente celebrar aquela hora: “Tenho desejado ardentemente comer convosco esta Páscoa, antes de sofrer.” (Lc 22,15).

Na celebração da Páscoa, após instituir o Sacramento da Eucaristia, ele disse aos discípulos: “Fazei isto em memória de Mim”. Com essas palavras, Ele instituiu o sacerdócio cristão: “Pegando o cálice, deu graças e disse: Tomai este cálice e distribuí-o entre vós. Tomou em seguida o pão e depois de ter dado graças, partiu-o e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim.” (cf. Lc 22,17-19)

Na noite em que foi traído, mais nos amou, bebeu o cálice da Paixão até a última e amarga gota. São João disse que “antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que chegara a sua hora de passar deste mundo ao Pai, como amasse os seus que estavam no mundo, até o extremo os amou.” (Jo 13,1)

Depois que Jesus passou por toda a terrível Paixão e Morte de Cruz, ninguém mais tem o direito de duvidar do amor de Deus por cada pessoa.

Aos mesmos discípulos ele vai dizer, depois, no Domingo da Ressurreição: “Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos” (Jo 20,23). Estava, assim, instituída também a sagrada confissão, o sacramento da penitência; o perdão dos pecados dos homens que Ele tinha acabado de conquistar com o Seu Sangue.

Na noite da Ceia Pascal, o Senhor lavou os pés dos discípulos, fez esse gesto marcante, que era realizado pelos servos, para mostrar que, no Seu Reino, “o último será o primeiro”, e que o cristão deve ter como meta servir e não ser servido. Quem não vive para servir não serve para viver; quem não vive para servir não é feliz, porque a autêntica felicidade o tempo não apaga, as crises não destroem e o vento não leva; ela nasce do serviço ao outro, desinteressadamente.

Nessa mesma noite, Jesus fez várias promessas importantíssimas à Igreja que instituiu sobre Pedro e os apóstolos. Prometeu-lhes o Espírito Santo, e a garantia de que ela seria guiada por Ele a “toda a verdade”. Sem isso, a Igreja não poderia guardar intacto o “depósito da fé”, que São Paulo chamou de “sã doutrina”. Sem a assistência permanente do Espírito Santo, desde Pentecostes, ela não poderia ter chegado até hoje e não poderia cumprir sua missão de levar a salvação a todos os homens de todas as nações.

”E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Paráclito, para que fique eternamente convosco. É o Espírito da Verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece, mas vós o conhecereis, porque permanecerá convosco e estará em vós.” (Jo 14, 16-17).

Que promessa maravilhosa! O Espírito da Verdade permanecerá convosco e em vós. Como pode alguém ter a coragem de dizer que, um dia, a Igreja errou o caminho? Seria preciso que o Espírito da Verdade a tivesse abandonado.

”Mas o Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, ensinar-vos-á todas as coisas e vos recordará tudo o que vos tenho dito.” (Jo 14, 25-26)

Na Última Ceia, o Senhor deixou à Igreja essa grande promessa: O Espírito Santo “ensinar-vos-á todas as coisas”. É por isso que São Paulo disse a Timóteo que “a Igreja é a coluna e o fundamento da verdade” (1Tm 3, 15). Quem desafiar a verdade de doutrina e de fé, ensinada pela Igreja, vai escorregar pelas trevas do erro.

E, na mesma Santa Ceia, o Senhor lhes diz: “Muitas coisas ainda tenho a dizer-vos, mas não as podeis suportar agora. Quando vier o Paráclito, o Espírito da Verdade, ensinar-vos-á toda a verdade…” (Jo 16, 12-13)

Jesus sabia que aqueles homens simples não tinham condições de compreender toda a teologia cristã; mas lhes assegura que o Paráclito lhes ensinaria tudo, ao longo do tempo, até os nossos dias de hoje. E o Sagrado Magistério dirigido pelo Papa continua assistido pelo Espírito de Jesus.

São essas promessas, feitas à Igreja na Santa Ceia, que dão a ela a estabilidade e a infalibilidade em matéria de fé e de costumes. Portanto, não só o Senhor instituiu os sacramentos da Eucaristia e da ordem, na Santa Ceia, mas colocou as bases para a firmeza permanente da Sua Igreja. Assim, Ele concluiu a obra que o Pai Lhe confiou, antes de consumar Sua missão na cruz.

Professor Felipe Aquino images

Chegamos a mais um tempo forte na nossa Igreja !
É a Semana Maior que celebramos o Trido Pascal, onde experimentaremos a graça de viver a Paixão , Morte e Ressureição de Jesus, é um tempo propício para o encontro com Deus ! Para nos convertermos!10176093_615247631893180_1362609840722896573_n
Por isso não deixe de participar das atividades da sua paróquia, viva intensamente esses momentos de graça, onde o Filho de Deus se faz pecado para que tenhamos vida!
Um Feliz e abençoada Semana Santa !

É com esse tema que a Canção Nova aqui de Natal promoverá o II encontro para casais nos dias 24 e 25 de maio no Hotel Blue Marlin, com as presenças : Eliana e Ricardo Sá, Cris e Betão.
Você é o nosso convidado para que junto com seu cônjuge experimentar a renovação do chamado que o próprio Deus os fez a vocação ao matrimônio.
O encontro começará no sábado dia 24 de maio à partir das 7:30 h.images
Maiores informações: (84) 3201 1690. Vagas limitadas!

Uma das maiores descobertas que já fiz na vida foi saber que Deus me ama e me acolhe independentemente do que faço, pois Ele me ama como sou. Neste caso, se eu rezo ou não rezo, Ele continua amando-me com a mesma intensidade. No mundo existem milhões de pessoas que nunca oraram e, no entanto, não deixam de viver. Trabalham, estudam, viajam, fazem descobertas, constroem prédios, vão à praia, ao shopping e vivem naturalmente. Daí vem a pergunta, que já ouvi várias vezes: “Então, por que preciso rezar?”.

A resposta pode ser dada de inúmeras formas, mas acredito que a vida diz mais que as palavras. Enquanto escrevo, recordo-me de tantos momentos nos quais, sem saber o que fazer, procurei uma direção da parte de Deus por meio da oração e fui ajudada. Certamente você também já viveu experiências assim e é nessas horas que percebemos o valor da oração em nossa vida.

Padre Kentenich, autor do livro “Santidade de todos os dias”, diz que, quando oramos, além de nos assemelharmos a Cristo, que é orante por excelência e nos aproximarmos do Pai, que nos ama em Cristo, nos tornamos também possuidores das riquezas divinas, já que a vida dos santos e cristãos piedosos confirma que os tesouros de Deus estão à disposição daqueles que rezam. Na verdade, existe algo que não podemos esquecer jamais: Não é Deus que precisa de nossas orações, mas somos nós que precisamos de Sua graça, e esta costuma manifestar-se quando a Ele recorremos por meio da oração.

A oração também tem o poder de despertar nossos sentidos para percebermos os presentes que Deus nos dá, mas que, por uma razão ou outra, não conseguimos reconhecê-los. É que quando oramos o Espírito Santo nos devolve a calma, assim temos condições de ver o outro lado da história, tirando os olhos de nós mesmos e do problema em si. Aliás essa é uma das maiores graças alcançadas pela oração. Já que, quando estamos com dificuldades, naturalmente acabamos colocando o problema no centro da vida e isso nos impede de encontrarmos solução para ele.
Já ouvi dizer que a oração é como um grito, um pedido de socorro, mesmo que seja no silêncio, pois Deus vê o coração e não deixa quem ora sem resposta. Existe até uma história que pode ilustrar essa afirmativa:

“Conta-se que um navio estando há vários dias no mar, havia-se esgotado sua reserva de água potável. O capitão não avistava margem alguma no horizonte e os viajantes sentiam cada vez mais sede… Até que avistaram um barco que navegava ao seu encontro e, aos gritos, pediram que os socorressem com água doce.

No entanto, obtiveram, também aos gritos, a resposta: ‘Ora, tirai a água do mar e bebei, não veem que é água doce?’ Experimentaram. E recolhendo a água do mar, notaram que, já havia tempo, navegavam em água doce, no imenso estuário de um rio”.

Podemos concluir que, se os tripulantes do navio não pedissem ajuda, poderiam morrer de sede estando tão próximos da água doce. Em nosso caso, quando não oramos, corremos o mesmo risco. Ou seja, de estarmos bem próximos da solução, mas não conseguirmos percebê-la.

Por essa e outras razões, considero a oração como algo importante e até diria fundamental para uma vida plena. Ela nos coloca em sintonia com Deus e esta é a maior graça que podemos almejar como cristãos. Também é verdade que, quando oramos, o brilho da vida divina, que está em nós, brota do interior, como que transfigurando nosso rosto. Não sei se você já observou que as pessoas idosas que levaram uma vida pura e agradável a Deus têm uma aparência sobrenatural; um exemplo claro disso é o inesquecivel e saudoso João Paulo II. Pessoas santas, independente da idade que têm, às vezes nos parecem seres de um outro mundo. É que a oração nos transfigura e nos torna aos poucos semelhantes Àquele a quem buscamos.

Portanto, apesar de saber que Deus nos ama e nos acolhe independentemente se rezamos ou não, temos muitas razões para recorrer a Ele por meio da oração.

Se hoje você passa por alguma situação dificil, se está atribulado e não sabe a quem recorrer, estou o convidando para rezarmos juntos. É o próprio Senhor quem nos fala: “Vinde a mim, todos vós que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” (Mateus 11, 28). Jesus chama para si todas as nossas dores, aflições e angústias e nos dá a certeza de que, se crermos na Sua Palavra e guardarmos os Seus mandamentos, seremos libertos do mal.

Coloquemo-nos agora na presença de Jesus Cristo e oremos juntos:

Senhor Jesus Cristo, eu tomo posse do Teu amor, acolho a salvação que nos trouxeste pela Tua morte na cruz e ressurreição gloriosa. Convido-te para entrar agora na minha vida, tocar o meu coração e possuir todo o meu ser. Vem curar minhas feridas, Senhor, lava com Teu Sangue o meu coração sofrido e restaura minha esperança, minha fé e minha alegria. Eu só tenho a Ti, Senhor, e hoje Te busco de todo meu coração.
Obrigada por Teu amor infinito, Senhor, obrigada por acolher a minha oração e a de tantos que rezam nesta hora. A Ti toda honra, glória e louvor para sempre!

Você pode dar continuidade à oração. Eu também estarei orando por você.
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Dijanira Silva, missionária da Comunidade Canção Nova, atualmente reside na missão de São Paulo. Apŕesentadora da Rádio CN América (SP).

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No próximo encontro aqui da nossa missão será a : Festa da Divina Misericórdia, abaixo está descrita um pouco do que é essa linda devoção à Misericórdia! download
Elementos da Devoção
Um dos elementos mais importantes da devoção à Divina Misericórdia presentes nas revelações de Nosso Senhor à Santa Faustina é a Festa da Misericórdia. No Diário o tema recorrem em 37 números, em 16 dos quais nos deparamos com uma manifestação extraordinária de Jesus a seu respeito. Com efeito, aos 22/02/1931, uma das primeiras revelações de Jesus à Santa Faustina diz respeito à Festa da Misericórdia, que deveria ser celebrada no 2º domingo da Páscoa:

“Eu desejo que haja a Festa da Misericórdia. Quero que essa Imagem, que pintarás com o pincel, seja benzida solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa, e esse domingo deve ser a Festa da Misericórdia” (Diário, 49; cf. 88; 280; 299b; 458; 742; 1048; 1517).

A Festa é uma obra divina, mas Ele quer que Santa Faustina se empenhe tanto em sua implantação (D. 74; 341; 463; 1581; 1680), como em seu incremento: “Na Minha festa, na Festa da Misericórdia, percorrerás o mundo inteiro e trarás as almas que desfalecem à fonte da Minha misericórdia. Eu as curarei e fortalecerei” (D. 206); “Pede ao Meu servo fiel que, nesse dia, fale ao mundo inteiro desta Minha grande misericórdia, que aquele que, nesse dia, se aproximar da Fonte da Vida, alcançará perdão total das culpas e penas” (D. 300a; cf. 1072). Santa Faustina abraça com toda a alma esta causa, pelo que exclama e reza: “Oh! como desejo ardentemente que a Festa da Misericórdia seja conhecida pelas almas!” (D. 505); “Apressai, Senhor, a Festa da Misericórdia, para que as almas conheçam a fonte da Vossa bondade” (D. 1003; cf. 1041). Jesus leva a sério a dedicação de Santa Faustina nesta missão: “Pelos teus ardentes desejos, estou apressando a Festa da Misericórdia…” (D. 1082; cf. 1530), e por isso o demônio procura atrapalhar o seu caminho (D. 1496).

Retirado do site: http://www.misericordia.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=56:festa-da-divina-misericordia&catid=24:elementos-da-devocao&Itemid=64

É com esse tema que a Canção Nova aqui de Natal promoverá o II encontro para casais nos dias 24 e 25 de maio no Hotel Blue Marlin, com as presenças : Eliana e Ricardo Sá, Cris e Betão.
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