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Convidamos você que é devoto de São José à participar da Santa Missa.

 Hoje (28/01) aqui na nossa Casa de Missão as 12h com o Padre Francisco.

Endereço: Rua Açu, 335 – Tirol (ao lado da Catedral Metropolitana)

Informação: (84) 3201-1689

Esperamos por você!

Pão-NossoDeus está preparando os seus eleitos para dependerem unicamente  de Deus, para terem o necessário. E eu digo não faltará o necessário até a vinda do Senhor.

Vivemos da providência! A Canção Nova é a linda aventura de viver, nos dias de hoje, da total dependência de Deus. Depender de Deus é duro, mas o que Ele quer nós temos. Muitos não têm coragem de viver dessa maneira. Por isso, e somente por isso, não experimentam a ação da providência em suas vidas.

O Senhor quer que aprendamos a depender Dele, e isto é um aprendizado, e todo aprendizado tem um método. Deus está fazendo com que nós aprendamos a depender totalmente Dele. Como aconteceu com o profeta Elias, era o corvo que trazia dia pão e carne. A água ele tinha ali no rio, um córrego bem pequeno.

O sistema deste mundo nos acostumou a ter em abundância. Nosso Pai nos dá somente o necessário, “É O PÃO NOSSO DE CADA DIA”, é o suficiente para cada dia. Deus está dizendo para nós: “Meus filhos, continue lendo

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oração“Por que tanto medo, homens de pouca fé? (…) levantando-se, repreendeu os ventos e o mar, e fez-se uma grande  calmaria” (Mt8,26)

Em meio à multiplicidade das ocupações deste mundo, devemos fazer bem todas as coisas, mas sem deixar que a agitação e o excesso de preocupação tomem conta do nosso coração. Ficamos preocupados e medrosos com muita coisa, mas não podemos perder de vista aquela que é essencial: Jesus em nossa vida. Seja o que for, lembremos da tempestade acalmada. Deus tem o controle de tudo, pois o seu poder é superior a todos os ventos contrários. “Mas ele os salvou por causa do seu nome, para mostrar seu poder” (Sl 106,8)

Façamos ao longo de todo o nosso dia o exercício de não ficarmos com o coração agitado nem inquieto por nada, e se ele vier a ficar, peçamos a Jesus: “Senhor, acalma o meu coração.”

Ouça a baixo a oração.

Luzia

Luzia Santiago Cofundadora da comunidade Canção Nova

 

 

 

 

 

 

 

Texto extraído do Livro: Comece bem o seu dia!

Foto SegundaSegunda-Feira é dia de Grupo de Oração na Canção Nova de Natal!!!!
Convidamos você a participar hoje (Segunda-feira) às 19hs na Casa de Evangelização da Canção Nova do nosso Grupo de Cura Interior.
Endereço: Rua Açu, 335 (ao lado da Catedral Metropolitana de Natal)
Sabe este lugar que esta vazio? É o SEU, então vem!!!!

Venha rezar por você e pela sua família.

Informação: (84) 3201-1689

curaQue Deus nos assista no tratamento de cura dos corações feridos

Como está este combatente, este homem, esta mulher, esta família, esta comunidade que Deus levantou, neste tempo, para galgar o céu?

Vamos tomar a Palavra de Deus como o remédio que nos dá saúde.

“Honra o médico por causa da necessidade, pois foi o Altíssimo quem o criou.
Toda a medicina provém de Deus. O Senhor fez a terra produzir os medicamentos: o homem sensato não os despreza. O Altíssimo deu-lhes a ciência da medicina para ser honrado em suas maravilhas; e dela se serve para acalmar as dores e curá-las; o farmacêutico faz misturas agradáveis, compõe unguentos úteis à saúde, e seu trabalho não terminará, até que a paz divina se estenda sobre a face da terra. Meu filho, se estiveres doente não te descuides de ti, mas ora ao Senhor, que te curará. Afasta-te do pecado, reergue as mãos e purifica teu coração de todo o pecado” (Eclesiástico 38, 1-2; 4, 6-10).

Deixemo-nos tocar pela Palavra de Deus que pode nos curar, porque o Senhor é o médico dos médicos.

O Papa Francisco, por diversas vezes, tem se valido, em suas pregações, de comparações de sua Igreja com farmácias e hospitais. Perguntaram ao Santo Padre do que a Igreja precisa nos dias de hoje; ele respondeu que ela precisa é da capacidade de curar as feridas e aquecer o coração dos fiéis.

Em outra ocasião, o Santo Padre disse que, como um enfermeiro num hospital, Deus vai curando nossas feridas, envolvendo-as com Suas mãos; para isso, Ele se tornou homem.

Fechemos os olhos e imaginemos, agora, Jesus tocando nossas feridas. Ele se envolve em nossas misérias e não tem medo de tocar onde dói, onde há uma doença contagiosa. Jesus está mais perto de nossas feridas e as cura. Todos podemos ser atendidos pelo Doutor Jesus Cristo, o Médico dos médicos. continue lendo…

Ao listar tentações que podem atingir tanto a Cúria Romana quando cada cristão, Francisco pediu exame de consciência como preparação ao Natal

 

Francisco alerta a Cúria Romana sobre tentações às quais ela está suscetível / Foto: Reprodução CTV

O Papa Francisco reuniu-se na manhã desta segunda-feira, 22, com a Cúria Romana, para os tradicionais votos de fim de ano. Ele falou do perigo de algumas doenças que podem afetar tanto a Cúria quanto cada cristão, propondo, assim, um exame de consciência a fim de preparar o coração para o Natal. Ele também enfatizou que o Espírito Santo é capaz de curar toda enfermidade.

A imagem sobre a qual o Pontífice se concentrou em seu discurso foi a do Corpo de Jesus, comparando a Cúria a um pequeno modelo da Igreja, ou seja, um corpo que procura ser mais vivo, mais harmonioso e unido em si mesmo e em Cristo.

O Santo Padre reconheceu a complexidade da Cúria Romana que, justamente por sua dinamicidade,  não pode viver sem o relacionamento vital com Cristo. Um membro da Cúria que não se alimenta disso acaba se tornando um burocrata, um ramo que murcha e morre lentamente, disse.

“A oração cotidiana, a participação assídua nos Sacramentos, de modo particular na Eucaristia e na reconciliação, o contato cotidiano com a palavra de Deus e a espiritualidade traduzida em caridade vivida são alimento vital para cada um de nós”, indicou.

Francisco lembrou que a Cúria é chamada a melhorar constantemente e a crescer em comunhão, santidade e sabedoria para realizar sua missão. Porém, como todo corpo, ela também está exposta a algumas doenças, que enfraquecem o serviço a Deus.

O Santo Padre fez um “catálogo” dessas doenças que podem afetar a Cúria, elencando 15 itens:

1 – sentir-se imortal, imune ou até mesmo indispensável, negligenciando os controles necessários e habituais. “Uma Cúria que não faz autocrítica, que não se atualiza é um corpo enfermo”. É o “complexo dos eleitos, do narcisismo”

2 – a doença do “martalismo” (que vem de Marta), da ocupação excessiva, os que trabalham sem usufruirem do melhor. A falta de repouso leva ao stress e à agitação

3 – a doença do “empedramento” mental e espiritual, isso é, daqueles que têm coração de pedra. Quando se perde a serenidade interior, a vivacidade e a audácia e nos escondemos atrás de papeis, deixando de ser “homens de Deus”

4 – planejamento excessivo e funcionalismo, tornando o apóstolo um contador ou comercialista. “Quando o Apóstolo planifica tudo minuciosamente e pensa que assim as coisas progridem torna-se num contabilista”. É a tentação de querer pilotar o Espírito Santo

5 – má coordenação, sem harmonia entre as partes do “corpo”.

6 – “Alzheimer espiritual”, ou seja, o esquecimento da história da Salvação, da história com o Senhor, do “primeiro amor”

7- rivalidade e orgulho, quando a aparência, as cores das vestes e insígnias de honra tornam-se o objetivo primário da vida. “Leva-nos a ser falsos e a viver um falso misticismo”

8– esquizofrenia existencial, que é a doença dos que vivem uma vida dupla, fruto da hipocrisia típica do medíocre e do progressivo vazio espiritual que licenciaturas ou títulos acadêmicos não podem preencher

9 – fofocas, murmurações e mexericos. “É a doença dos velhacos que não tendo a coragem de falar diretamente falam pelas costas. Defendamo-nos do terrorismo dos mexericos”

10 – a doença de divinizar os chefes, que é a daqueles que cortejam os superiores esperando obter sua benevolência. “Vivem o serviço pensando unicamente àquilo que devem obter e não ao que devem dar”. Pode acontecer também aos superiores

11- indiferença para com os outros. “Quando se esconde o que se sabe. Quando por ciúme sente-se alegria em ver a queda dos outros em vez de o ajudar a levantar”

12 – doença da “cara fúnebre”, de pessoas carrancudas que pensam que para serem sérias é preciso pintar a face de melancolia, de severidade e tratar os outros com rigidez, dureza e arrogância. “O apóstolo deve esforçar-se por ser uma pessoa cortês, serena, entusiasta e alegre e que transmite alegria…”. “Como faz bem uma boa dose de são humorismo”

13 – a doença do acumular, quando o apóstolo procura preencher um vazio existencial no seu coração acumulando bens materiais, não por necessidade, mas para se sentir seguro

14 – doença dos círculos fechados, onde a pertença ao grupinho se torna mais forte que aquela ao Corpo e, em algumas situações, ao próprio Cristo

15 – a doença do lucro mundano, do exibicionismo. “Quando o apóstolo transforma o seu serviço em poder e o seu poder em mercadoria para obter lucros mundanos ou mais poder”.

“Irmãos, tais doenças e tentações são naturalmente um perigo para cada cristão e para cada cúria, comunidade, congregação, paróquia, movimento eclesial…e podem atingir seja em nível individual seja comunitário”, disse o Papa, lembrando que apenas o Espírito Santo é capaz de curar toda enfermidade.

Certamente, já caímos no erro de pensar que felizes são aqueles que não têm problemas, que têm dinheiro de sobra e nada lhes falta. Também acreditamos que a felicidade está na vida daqueles que trocam de carro todo ano, que não têm problemas no casamento nem com os filhos, que nunca choram.

Muitas pessoas pensam que ser alegre é viver como os personagens de novela, por isso acabam querendo viver esse modelo de vida. O sistema capitalista, no qual vivemos, nos leva a ter uma falsa alegria e, pouco a pouco, tira Deus de dentro de nós.

Problemas e tristezas costumam nos afastar de Deus, mas deveriam nos levar para Ele, já que somente o Senhor é capaz de nos devolver a alegria, a paz e tudo aquilo de que necessitamos.

Não sabemos sofrer e não somos capazes de reagir e aguentar a dor, por isso nos entregando a ela. Ficamos tristes por não ter dinheiro suficiente para “certos confortos e facilidades”, entregamo-nos, então, a uma murmuração estéril, que nada resolve e nos deixa ainda mais frustrados.

A verdadeira alegria não está no presente nem no dinheiro

Se vivêssemos somente em meio às facilidades e ao conforto, não conseguiríamos ser verdadeiramente felizes. O dinheiro e os presentes não compram a paz, o amor nem a alegria. O dinheiro não compra Deus. Já diz o ditado popular: “O dinheiro não compra felicidade”.

Precisamos estar atentos para não optarmos por estar ao lado do dinheiro enquanto deveríamos estar ao lado do Senhor. É certo que precisamos trabalhar, pois se trata de uma questão de sobrevivência, mas não podemos deixar que o dinheiro seja o senhor da nossa vida. Nossa maior necessidade é Deus, só Ele não pode nos faltar.

A alegria do homem é o seu verdadeiro tesouro, e não há dinheiro que pague essa dádiva. Problemas e dores sempre os teremos, eles fazem parte da vida humana. Foi por isso que Jesus adiantou-se em dizer:“Eu vos disse estas coisas para que, em mim, tenhais a paz. No mundo tereis aflições, mas tende coragem! Eu venci o mundo” (Jo 16,33).

Não há por que se firmar na “alegria do dinheiro”, pois ela é passageira; está com você hoje, amanhã já não está mais. Só Deus nos preenche com a verdadeira alegria, somente d’Ele podemos esperar aquilo de que precisamos.

É no abandono em Deus que poderemos viver repletos dos Seus frutos, dentre os quais está a alegria.

“Tu, sê íntegro para com o Senhor teu Deus” (Dt 18,13). O segredo para a felicidade verdadeira é entregar-se plenamente nas mãos de Deus para que Ele mesmo venha dissipar toda tristeza, preocupação e insegurança. Confie em Deus e na Sua providência, e não faltará o necessário para você e para sua família. N’Ele experimentaremos a plena alegria de sermos pobres e dependentes do Seu amor.

Artigo extraído do livro ‘Combatentes na Alegria’, de monsenhor Jonas Abib.

 Feliz Natal a todos!