12 maio,2012  |  autor: Luana Oliveira  |  Entrevistas, Podcast, Vídeo

Mãe, manifestação do amor de Deus

Diferentes na idade, na origem e no estilo, mas semelhantes em uma coisa: no amor incondicional aos filhos. Assim são as mães. Para homenageá-las, nesse dia dedicado a elas,  entrevistamos mães e filhas da Comunidade Canção Nova, as quais falaram sobre suas experiências.

Ouça a entrevista na íntergra:

Como mãe de primeira viagem, Sônia Venâncio conta como como é ser filha da senhora Lourdes Venâncio, mãe de oito filhos. Com ela, Sônia aprendeu a ser guerreira, incansável.

Agora, vivendo essa nova fase em minha vida, sento o quanto a maternidade nos aproxima de Deus. O amor de mãe se assemelha ao amor incondicional de Deus por nós. Estou com uma grande expectativa para a chegada da Maria, pois já estou na 38ª semana de gestação.”

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Margarete Souza, também missionária da Canção Nova, falou sobre a experiência de não passar o Dia das Mães em família há sete anos, desde que entrou para a comunidade católica.

“Não vou conseguir estar, fisicamente, presente com a minha mãe, Alexandrina, nesse dia, pois ela mora em Itupiranga (PA). De forma especial, ligo para ela desejando feliz ‘Dia das Mães’ e louvando a Deus pelo dom da vida dela, porque ser mãe é uma graça divina. Rezando por minha mãe nesse dia, estou rezando por todas as mães, pedindo que Nossa Senhora, a Mãe de Jesus, possa estar presente no coração e no lar de cada uma delas, a fim de que elas possam trazer a sabedoria do Alto para conduzir seus filhos”.

Angélica Maria, mãe do Pedro José, 11 anos; Maria Clara, 3, e Gabriel, o qual faleceu em 2008, relata: “Para mim, ser mãe é uma dádiva de Deus. Ele acreditou em mim para que eu pudesse ajudar na educação dos meus próprios filhos. O meu filho Gabriel faleceu aos 4 anos, e isso me deu a certeza de que nossos filhos são de Deus, eles vêm d’Ele e depois nós os entregamos ao Senhor novamente. Portanto, o nosso papel de mãe é educá-los e amá-los. Vejo isso como bondade do Senhor, que coloca em nós o dom da maternidade.
Hoje, posso dizer que estou aprendendo a ser mãe, pois sabemos que, para cada filho, nós somos chamadas a ser amor, ser colo quando eles precisam. Precisamos saber que nossos filhos são nossos, mas, ao mesmo tempo, não são. Por essa razão,  vivamos bem o tempo que temos.
Que seja o próprio Deus a nos ensinar a amar e a educar nossos fillhos.”

Para Ziza, mãe da Susana, 4 anos, e da Isabela, 3 anos, ser mãe é uma experiência fantástica. É graça de Deus participar com Ele do mistério da criação.

Quando minhas filhas nasceram, eu pude “sentir na pele” o amor da minha mãe, e agora, de forma mais próxima, posso entender o quanto minha mãe me amava.
É uma experiência e uma responsabilidade, sinto-me, portanto, responsável por minhas filhas, mas, na verdade, é uma experiência divina.
Deus age em minha casa todos os dias e em cada momento. Vejo isso como milagre! É maravilhoso ver as conquistas que as minhas filhas vão vivendo e saber que sou participante disso.

E você, que é mãe, alegre-se com o dom da maternidade, pois isso é motivo de alegria. O Dia das Mães é para valorizar aquela que está próxima de seus filhos, pois ela os companha em todos os momentos, participando com Deus desse milagre da vida”.

Letícia Cavalli, 27 anos, natural de Caxias do Sul (RS), também não poderá estar com sua mãe nesse dia, mas, nem por isso, ela deixará de se fazer presente. “Eu não vou poder estar com minha mãe nesse dia, mas vou ser presença mesmo à distância, pois presença, não é só no Dia das Mães, mas todos os dias, no meu gesto de amor. Por isso vou manifestar isso ligando para ela, expressando esse desejo de estar junto dela.
Meu desejo, é de estar junto com ela, é claro, mas o amor comporta isso também, porque ele nos faz compreender que, hoje, a distância não nos separa, mas nos une. O ser mãe e o ser filha nunca vai deixar de existir mesmo à ausência”.

Reze, neste Dia das Mães, com Salette Ferreira:

Desejamos a você, que é mãe, toda a sabedoria do céu, para que, como Nossa Senhora cuidou de Jesus, tomemos seu exemplo e cuidemos de nossos filhos.

Quanto a você que é filho, cuide de quem, como Jesus, entregou todos os dias a vida por nós.

Deixe sua homenagem a sua mãe.

Feliz Dia das Mães!

Veja mais matérias:
* Déia partilha sobre o dom se der mãe
* Ser mãe é padecer no paraíso
*Para Deus nada é impossível

http://www.cancaonova.com/cnova/ministerio/temp/inf_txt.php?id=2248

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8 agosto,2011  |  autor: redacao  |  Entrevistas

Por que pagar impostos?

O Portal Canção Nova entrevistou Paulo André Pires Simões, advogado, professor de direito constitucional e procurador da fazenda, ele conversou com nossa equipe sobre impostos.

“Já no tempo de Jesus víamos uma séria discussão a respeito deste tema, até Jesus nos chamou atenção para esta realidade: Deem a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. (Marcos 12.17),” inicia assim a entrevista.

Mas, quem eram os homens daquele tempo chamados publicanos? Eram os responsáveis pela arrecadação de taxas, tributos e impostos, no âmbito da Antiga Roma Imperial.

No tempo de Jesus, o povo da Palestina pagava muitos impostos, taxas, tributos e dízimos, tanto aos romanos como ao Templo. O império romano invadiu a Palestina no ano 63 aC e passou a exigir muitos impostos e tributos. Pelos cálculos feitos, metade ou mais do orçamento familiar era para os impostos, tributos, taxas e dízimos.

“Jesus pagou impostos e esse pagamento dos impostos nos mostra o quanto Ele estava inserido no contexto social político daquele tempo, mesmo vendo as injustiças”, continua Paulo André, “vivia-se um contexto de imposição mas mesmo assim o mínimo era feito por intermédio do recolhimento dos impostos.”

Hoje numa realidade mais democrática é importante para nós cristãos termos uma olhar voltado para as questões políticas e sociais do nosso tempo, e sobre esta realidade nosso entrevistado nos orienta: “A importância que os impostos tem para a nossa sociedade é a de prestação de serviços , pois desta forma são realizadas as inúmeras atividades de responsabilidade do governo, por isso se faz necessário o recolhimento de taxas e impostos.”

É importante tomarmos conhecimento de que a atitude de sonegar impostos acarreta penalidades: Primeiramente a multa, que tem sua percentagem variando de acordo com o momento da infração, ou seja, 20% se houver denunciação espontânea, isto é, quando o contribuinte alerta a SRF da sonegação e oferece o pagamento, portanto, incorrerá na multa de 20% mais juros e correção. A segunda possibilidade é a multa de ofício por parte do fiscal com valor de 75% DO VALOR SONEGADO.

Entretanto também poderá ocorrer a denuncia para o Ministério Público e o consequente delito se transformar em crime contra a ordem tributária, conforme a Lei n. 8.137/90. A pena ou condenação a prisão, varia de acordo com o crime praticado, dentro da espécie da sonegação.

“O cristão é chamado a uma vivência completa também a nível social”, afirma o entrevistado

Perguntamos a ele sobre os direitos do cidadão quanto ao não uso correto das taxas e impostos pagos pela população: “Podemos cobrar para que esse dinheiro seja empregado de forma correta.

Faço aí uma crítica, pois muitas vezes esse dinheiro público é mal investido, porém tenhamos atenção, isso não tira de nós a obrigação de pagar. O movimento adequado que demonstra a nossa cidadania é a nossa cobrança para que este dinheiro seja bem empregado.”

“Nossa constituição nos dá ferramentas para a monitoração desse dinheiro”, continua ele, “temos nas mãos o voto que é uma das principais armas. Não votar naqueles que tem sinais de corrupção. Exercite a cidadania, a internet hoje também faz correr informações, não somos cegos diante de corrupção.”

Como devemos usar o dinheiro público, numa política correta e coerente perguntamos a Paulo André: “Não fazer mal uso do dinheiro público com desperdícios, corrupções que não deveriam acontecer. Recentemente os governos tem colocado suas contas públicas na internet, podemos acessar e tomar conhecimento. Infelizmente essas ferramentas não tem sido utilizadas por nós, muitas vezes a nossa cordialidade não nos faz tomar atitudes diante dos erros e corrupções.”

Ele encerra a entrevista nos dando um direcionamento: “Cristão que é cristão deve pagar impostos. A nossa obrigação existe, isso sob o ponto vista religioso, moral e social. Precisamos ainda avançar quanto aos enganos que ocorrem. Não podemos só reclamar e cruzar os braços, votamos novamente em quem fez mal uso do dinheiro publico, precisamos ter atenção para um país melhor e mais democrático e leal com seus cidadãos, esta é também uma responsabilidade nossa. Façamos auto critica e exercitemos a nossa cidadania em plenitude.”

Paulo André deixa ainda uma dica para os internautas: “Convoco a nossa sociedade a ter um juízo mais austero para com quem administra o dinheiro público. Tenhamos atenção e façamos a parte que nos cabe sem o pecado da omissão.”

:.Ouça esta entrevista na íntegra

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2 agosto,2011  |  autor: redacao  |  Entrevistas

De Judeu a Cristão, a trajetória de um homem

Entrevistamos Urbano Medeiros, músico e de origens judaicas, mais especificamente os judeus chamados Marranos, estes foram perseguidos na Espanha e Portugal por volta do ano 1490 por isto vieram para o nordeste do Brasil em Seridó que vem do hebraico “SHIRIT-Ó” que traz como significado: ‘Sobreviventes Daquele.’ “Esta pronúncia aqui fala diretamente do nosso Deus todo poderoso”, conta-nos Urbano

Durante a entrevista ele usa uma kipá . Mas, porque os judeus geralmente a usam no seu dia a dia?

O homem foi criado “à imagem de Deus”. Portanto, ele deve vestir-se com dignidade. A cabeça, como fonte da moral, representa a parte mais importante do corpo humano. Cobrindo a cabeça, somos lembrados da omnipresença divina, e tomamos a consciência de que a humildade é a essência da religião.

Esclarecidos quanto ao uso da Kipá, vejamos o que o nosso entrevistado de hoje fala de sua conversão ao Cristianismo: “Sou musico desde os 6 anos de idade, herdei a musicalidade do meu pai. Costumo dizer que eu não escolhi a música, foi ela quem me escolheu. Minha juventude foi uma fase muito difícil. Caí no alcoolismo, numa sexualidade desregrada. Tocava em boates, em circo, tive uma juventude fora da castidade.”

Um certo dia Urbano Medeiros teve o contato com um livro que falava da vida dos santos. De forma especial o que lhe chamou atenção foi a vida de D. Bosco. “ O pai do nosso ‘Abuna’ Jonas”, disse ele sorrindo.

Abuna em árabe ou aramaico quer dizer: “Pai”

Durante a leitura deste livro ficou muito questionado: “Se estes jovens encontraram a felicidade eu a quero encontrar também.”

Desde então a vida Urbano Medeiros não foi mais a mesma: “A partir dessa minha primeira experiência, se deu início uma luta para a minha vivência, pois eu não tinha um alicerce na fé cristã, principalmente pelas minha origens judaicas.”

Neste período de sua vida, ele conheceu algumas irmãs religiosas: “Fui até elas como profissional da música, porém foi bem interessante, pois toquei na beleza e na particularidade da fé cristã, a caridade. Um certo dia, uma das irmãs convidou-me para tocar na missa, me senti indigno não quis tocar, porém ela me disse assim: ‘Na nossa igreja tem espaço para todos.’ Aquilo me marcou muito.”

A irmãs também apresentaram ao músico também o Sacrário e a Eucaristia: “Um outro dia a irmã me mostrou o tabernáculo onde estava Jesus eucarístico, recordei-me do lugar onde guardamos a Torá, os 5 primeiros livros da bíblia.”

*O Aron Hakodesh, o mais sagrado dos objetos do Templo, era feito de madeira e coberto por ouro. Dentro, estavam as Tábuas da Lei que Moisés recebeu de Deus e o Sêfer Torá, a principal obra do judaísmo. A Arca ficava no Kodesh Hakodashim (o mais sagrado dos locais do Templo), em um ambiente onde apenas uma pessoa, o Cohen Gadol, o Sumo Sacerdote, podia acessar.

Torá, a principal obra do judaísmo

“Porém a irmã me disse que ali havia Jesus Vivo, ela me falou para conversar com ele”, nos conta Urbano: “Eu enfrentei o desafio e passei a noite aos pés do sacrário pedindo o dom da fé”, continua ele, “é muito triste viver sem fé, parece um navio sem ancora, sem ter para onde ir, desorientado.
Eu não encontrava o sentido da vida, não sabia para onde ir.”

Aquele foi um momento inesquecível na vida dele: “Pedi a Jesus o dom da fé, naquela madrugada chorei muitas horas, me senti diferente. No outro dia procurei as irmãs e pedi para fazer a catequese já tinha pouco mais de 20 anos, mas me senti um velho, pois já tinha vivido muita coisa na vida.

Comecei a ler os evangelhos e encontrei a passagem: ‘Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma?’ Aquilo me derrubou, eis a força do evangelho. Ali me decidi.”

Urbano Medeiros tem o privilégio de fazer a experiencia dos primeiros cristãos, a conversão do Judaísmo para o Cristianismo: “A espiritualidade dos primeiros cristãos é muito simples, é a oração, e vivendo assim me mantenho de pé mesmo nas lutas, pois ela só vai terminar no céu, as lutas fazem parte da vida, a cruz caminha conosco. O importante é viver a cruz com serenidade e segurar na mãos de Deus.”

Durante a entrevista o músico nos presenteou com belas canções tocadas num instrumento judaico chamado na Armênia de Duduk que é um instrumento tradicional de sopro, popular entre os povos cáucasos, Médio Oriente e Leste Europeu. Confira este momento na íntegra clicando aqui

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15 setembro,2010  |  autor: redacao  |  Entrevistas, Igreja, Série Vida

Vida: direito de todos – O início da vida

Muito se discute sobre o início da vida humana. A Igreja nunca abriu mão de que a vida inicia-se no momento da concepção, pois neste momento está o sopro de Deus sobre a matéria, isto é, a alma de um novo ser. As novas descobertas da ciência confirmam que na primeira célula está contida toda informação do indivíduo, irrepetível, com um código genético único.

A primeira matéria da nossa série, sobre o valor a vida, começa com os dados biológicos da formação de uma nova vida que se dá quando o espermatozóide (que carrega o código genético do pai) penetra o óvulo (que contém o código genético da mãe), assim, os gametas masculinos e femininos se fundem e, nesta fusão, temos uma nova individualidade molecular, única, irrepetível, diferente dos gâmetas que a geraram.

A partir daí, dá-se início a uma série de acontecimentos bioquímicos, moleculares e morfológicos, donde se forma uma nova célula, o embrião unicelular, também chamado “Zigoto” ou “Célula Ovo” (uma única célula com 46 cromossomos. 23 do pai e 23 da mãe). O zigoto não é uma célula do pai nem uma célula da mãe. Possui uma mensagem genética própria e irrepetível. Nunca existiu nem existirá um ser idêntico a ele, ou seja, temos nesta única célula uma pessoa, diferente de qualquer outra na face da terra e na história da humanidade.

Um dia depois da fecundação, ocorrerá a primeira multiplicação desta única célula, e o óvulo fecundado (que já é um embrião) viajará pela tuba uterina multiplicando-se e enviando mensagens para o útero – através dos hormônios -  para que ele possa receber o embrião de forma segura 7 dias depois de sua fecundação.

Segundo a bióloga Alice Ferreira Teixeira (doutora em Biologia Molecular pela Escola Paulista de Medicina e Pós-Doutorado na Research Division of Cleveland Clinic Foundation, Cleveland, Ohio, Estados Unidos) “estas células, que já estão se multiplicando ao longo da viagem na tuba uterina, constitui uma pessoa, porque estas células, que são chamadas Totipotentes (células-tronco embrionárias), são capazes de originar o individuo completo e os anexos embrionários, ou seja, é um conjunto de células com um desenvolvimento programado, ordenado e definido para constituir o ser humano”

Veja abaixo o depoimento da Dra. Alice Teixeira

Segundo a doutora Alice, nestas primeiras células que estão se multiplicando no útero da mãe dias depois da fecundação, já há,  inclusive, uma conversa entre filho e mãe, porque o embrião  envia mensagens através dos hormônios e faz com que o corpo materno o acolha e o receba. “É o embrião que vai enviar mensagens para a mãe, de modo que ele não seja rejeitado, pois se o embrião tem um genoma próprio, diferente da mãe, você poderia pensar numa rejeição imunológica por parte da mãe, mas isso não acontece porque o sistema imunológico materno está como que desativado para não abortar o seu filho”.

Podemos constatar que, nesta pequena célula, desde a sua fecundação, já está presente a vida, já está presente a alma, um ser humano criado à imagem e semelhança de Deus. Qualquer ato contra esta pequena e única célula já é um atentado contra a vida, já é um ato contra o direito básico de todo ser humano, o direito de nascer.

Por quê a pílula do dia seguinte é abortiva?

A PDS (Pílula do Dia Seguinte) contém uma fortíssima carga hormonal que não permite que o embrião (óvulo fecundado) se ligue à parede do útero da mulher (nidação) e se desenvolva; assim, ele é eliminado acontecendo um aborto. Na maioria das vezes usa-se o Levonorgestrel (derivado da 19-nortestosterona), e em dosagens que equivalem de 7 a 11 comprimidos das pílulas anticoncepcionais comuns de uso diário.

Para a doutora Alice “a indústria farmacêutica, para vender os seus abortivos, como a Pílula do Dia Seguinte, começa a alegar que até o 14º dia não é um ser humano ainda, mas isso não é verdade; é sim um ser humano em desenvolvimento”.

Saiba mais sobre as consequências da PDS

  • Na próxima matéria você vai conferir a formação dos primeiros órgãos e o depoimento da Dra Elizabete Kipman Cerqueira, médica ginecologista/obstetra; integrante da Comissão de Ética e Coordenadora do Depto. de Bioética do Hospital São Francisco, em Jacareí (SP).

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3 agosto,2010  |  autor: redacao  |  Entrevistas, Podcast

Sou pai de adolescentes. E agora?

Educar os filhos adolescentes é um desafio? Certamente. No entanto, muitos pais não sabem como lidar com esta fase de transformação dos filhos, e por isso acabam rotulando esse período como “aborrecência”, o que não ajuda no relacionamento entre pais e filhos.

Neste segundo depoimento do “Especial Dia do Pais”, diácono Nelsinho Corrêa fala de como é seu relacionamento com os três filhos adolescentes: Lucas de 17 anos, Gabriel de 15 e Míriam de 14. “A primeira coisa que eu acho importante na educação dos adolescentes é banir a palavra ‘aborrecência’, porque eles ficam chatinhos mesmo e nos testam até onde podem, mas aí está a importância dos pais imporem limites” afirma o missionário.

O consagrado diz que a adolescência é uma fase na qual o pai precisa estar muito próximo dos filhos e ter paciência com eles. “Os pais precisam entender que adolescente não é anjo e que eles não podem queimar etapas, ao contrário, precisam viver as coisas próprias deste tempo”.

“Pai com filho na adolescência: dê muito amor ao seu filho. Beije-o muito, principalmente quando ele chegar da rua, porque você vai perceber se ele cheirou alguma coisa ou bebeu algo que não fosse um suco de laranja. Dê carinho para seu filho em casa, para que ele não vá buscá-lo na rua.”

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