Papa Francisco concede o título de Monsenhor a dois sacerdotes da Arquidiocese de São Paulo.

Durante a celebração da Missa do Crisma na Quinta-feira Santa, todos os sacerdotes da Região Sé entre eles  o Cônego José Paine e o Padre Antônio Fussari  que receberam das mãos do Dom Odilo o reconhecimento da Santa Sé pelos serviços prestados à Igreja em São Paulo.

Dom Odilo destacou em sua homília:

Lembramos em primeiro lugar que na Igreja existe um único Sacerdote, existe Jesus Cristo Sacerdote, Ele é o verdadeiro Sumo Sacerdote.

O nosso sacerdócio está relacionado a Jesus Cristo e com à Igreja, por isso, se exerce em comunhão com à Igreja e na íntima e sintonia comunhão com Jesus Cristo, Ele é o Sacerdote que dá sentido, força e vigor. Esse sacerdócio que é vivido no meio do povo de Deus, por homens que Ele escolhe, chama, consagra e unge com os Dons do Espírito Santo. Jesus Cristo quer continuar a anunciar a Palavra com liberdade, credibilidade e serviço para todos que creem e para os não creem.

Por meio dos sacerdotes Jesus Cristo quer continuar a santificar e a congregar seu povo em torno da mesa do altar, na celebração da Eucaristia que é Sacramento Dele e da Igreja, Ele quer continuar exercer a sua Verdade e a sua Misericórdia para com povo.

Que poderei retribuir ao Senhor Deus, por tão grande Graça que de nossa parte não merecemos, mas, recebemos por pura bondade e Misericórdia? Nós somos levados a retribuir a tão grande dádiva a tão grande Dom através do nosso serviço Sacerdotal, dedicado, generoso e alegre, Dom feito para toda Igreja e humanidade. Peço a todos as orações pelas vocações para que na Igreja não faltem sacerdotes que no futuro despertem boas e santas vocações.

Transcrição e adaptação: Simone Nunes (missionária Canção Nova) 

“Click To Pray”, a plataforma de oração para rezar com o Papa Francisco, chega ao Brasil

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Uma das principais formas de encontro, e uma das ferramentas mais poderosas para construir relações hoje em dia, é a comunicação digital. Será lançado no Brasil, através da Rede Mundial de Oração do Papa (Apostolado da Oração) o Click To Pray, “Juntos, cada dia é diferente”, o aplicativo móvel para difundir as intenções mensais de oração do Papa Francisco e para conectar nossa oração com o mundo.

(São Paulo, 14 de Julho de 2016) Ainda que já estivesse disponível há alguns meses, a Rede Mundial de oração do Papa organiza este espaço de encontro para apresentar a oficialmente a nível local e, para partilhar melhores práticas, ideias e discussões para enriquecer nossas experiências através da experiência de especialistas em matéria de comunicação e religião, bem como de outros meios e instituições.

Nosso evento que será realizado na cidade de São Paulo, no próximo 14 de julho, terá como palestrantes:

Pe. Adriano Zandoná , Responsável de Missão da Canção Nova em São Paulo, SP.

Pe. Frédéric Fornos, SJ, Diretor Internacional da Rede Mundial de Oração do Papa e do Movimento Eucarístico Jovem (MEJ).

Pe. Eliomar Ribeiro, SJ, Diretor Nacional da Rede Mundial de Oração do Papa no Brasil (AO-MEJ).

Juan Della Torre, Fundador e CEO da La Machi.

Registre-se e tenha outras informações aqui:  http://www.clicktopraybrasil.org

Click To Pray – Brasil  O aplicativo da Rede Mundial de Oração do Papa apresenta uma oração diferente para cada um dos 365 dias do ano, através das quais as pessoas possam rezar pelos desafios da humanidade e se unir às diferentes culturas, idiomas e pessoas ao redor desta causa universal. “Click To Pray convida a homens e mulheres de todo o mundo a acompanhar Francisco em um novo caminho partilhado e digital, com o desejo de que se deixem mover pela oração em ação pelos desafios deste mundo e da missão da Igreja, expressados por suas intenções” disse o Pe. Frédéric Fornos, SJ, Diretor Internacional da Rede Mundial de Oração do Papa (Apostolado da Oração) e do MEJ (Movimento Eucarístico Juvenil).

O aplicativo teve seu lançamento global no Vaticano no mês de março e se encontra disponível em inglês, espanhol, português e francês, tanto para Android, quanto para iOS. Este aplicativo envia notificações relembrando o dia mundial de oração (primeira sexta-feira de cada mês) e propõe um ritmo diário de oração em três momentos: pela manhã, durante a tarde e pela noite.

 

Sobre o Click To Pray

“Click To Pray. Juntos, cada dia é diferente”, é a plataforma oficial da Rede Mundial de Oração do Papa (Apostolado da Oração), lançada globalmente em Março de 2016 e disponível nos idiomas inglês, espanhol, português e francês. Click To Pray propõe orar pelos desafios da humanidade e da missão da Igreja expressos pelo Papa nas intenções de oração. A plataforma envia notificações para recordar o dia mundial de oração (primeira sexta-feira de cada mês) e propor um ritmo diário de oração em três momentos: com Jesus pela manhã, durante o dia e à noite.

Mais informação em: https://clicktopray.org/

Sobre a Rede Mundial de Oração do Papa (Apostolado da Oração)

O Apostolado da Oração é a Rede Mundial de Oração do Papa a serviço dos desafios da humanidade e da missão da Igreja. A sua missão é orar e buscar ações para superar os desafios da humanidade que preocupam o Santo Padre, expressos nas suas intenções mensais. A intenção da Rede Mundial é ser apóstolos na vida diária, através de um caminho espiritual chamado “O Caminho do Coração”, que transforma o modo de viver a serviço da missão de Cristo. Foi fundado em 1844, está presente em mais de 100 países e mais de 35 milhões de pessoas integram a rede, incluindo o seu ramo juvenil, o Movimento Eucarístico Juvenil. No Brasil o Apostolado está presente em todas as Dioceses e reúne mais de 3 milhões de membros. Mais informação em: http://www.apmej.org.

Para mas informação:                                           

  1. Eliomar Ribeiro, SJ  eliomarsj@hotmail.com   /  sedeaomej@aomej.com.br   (11) 9 6060-8791    /  (11) 2985-0001 (Sede AO-MEJ)

Fonte: Agência La Machi.

 

 

Dom Bosco teve uma grande devoção ao Sagrado Coração:

“Aqui adquire-se o verdadeiro calor – disse certa vez –, quero dizer: o amor de Deus; não só para si, mas para difundi-lo, compartilhando-o com as almas”.   Tal devoção se explicita na sua insistência sobre a frequente Confissão e Comunhão, e sobre a participação na Missa cotidiana, colunas que devem sustentar o edifício educativo e animar a prática do Sistema Preventivo.

 Pela grande devoção que tinha Dom Bosco, ele mesmo escreve, depois das revelações de Santa Margarida Alacoque:

Esta devoção foi adaptada por clérigos e leigos com um entusiasmo singular, já que ela correspondia a uma necessidade presente no coração”.

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Essa devoção de Dom Bosco é testemunhada, também, pelo P. Barberis (SDB), que escreveu:
“Era admirável a devoção de Dom Bosco ao Sagrado Coração de Jesus. Recomendava-a muito aos seus jovens…
Conta-nos a história que, um dia, o Papa Leão XIII reuniu os cardeais e disse-lhes: “Devemos prosseguir os trabalhos da construção da Igreja do Sagrado Coração de Jesus, mas não temos condições financeiras e os recursos estão esgotados. Pergunto aos cardeais se têm alguma ideia a sugerir-me sobre isso, pois não podemos interromper tão grandiosa obra”.

Foi então que o cardeal Alimonda, de Turim, disse: “Santo Padre, tenho uma sugestão: confie essa empresa a Dom Bosco e eu asseguro que ele levará avante esse projeto”.

Mas Dom Bosco aceitará?” – perguntou o Papa. “Eu tenho certeza disso, pois conheço Dom Bosco e sei que um desejo do Papa será uma ordem para ele”. O Papa não perdeu tempo. Dom Bosco estava em Roma e, imediatamente, o Pontífice o chamou e confiou- lhe seu desejo. Dom Bosco voltou a Turim e reuniu o Capítulo da Congregação Salesiana (evento que convoca a todos da Congregação para, guiados pelo Espírito do Senhor, “conhecer, em determinado momento da história, a vontade de Deus para melhor servir à Igreja” – art. 146). O Capítulo foi contra a aceitação de tal incumbência, pois Dom Bosco estava idoso, doente e com acúmulo de compromissos e dívidas. Mas Dom Bosco fora categórico ao expor o pedido do Papa e mostrou-se desejoso de atendê-lo, pois sabia que não lhe faltariam recursos. Fez-se nova votação e todos os capitulares votaram a favor.

O seu I Sucessor, Bv. padre Miguel Rua, consagrou a Congregação Salesiana ao Sagrado Coração, em 31 de dezembro de 1899 e, nessa ocasião, fez chegar a todas as Casas uma “instrução” sobre essa Devoção.

 

O Coração de Jesus não é simplesmente um exemplo moral; mas é, graças ao encontro vivo com Ele, dom que buscar a fim de tornar o nosso coração semelhante ao Seu. A experiência transformante do amor de Deus – sobretudo hoje, em um mundo em que tantos jovens vivem sem futuro e tantas famílias estão prostradas por uma grave crise moral, cultural, econômica, social – é anúncio de esperança em meio às recorrentes tentações de desespero.
Fontes: Família Salesiana – InfANS

Papa Francisco: explorar as pessoas é um pecado mortal

Da redação, com Rádio Vaticano

Na homilia, o Pontífice comentou a primeira leitura, extraída da carta de São Tiago. Trata-se de uma forte advertência aos ricos que acumulam dinheiro explorando as pessoas.

papa-francisco-3-300x164“As riquezas, em si mesmas, são boas, mas relativas, não uma coisa absoluta. De fato, erra quem segue a chamada “teologia da prosperidade”, segundo a qual Deus mostra que você é justo se lhe dá tantas riquezas. O problema é apegar o coração às riquezas, porque não se pode servir Deus e a elas”, recordou o Papa.

Essas riquezas podem se tornar correntes, que nos tiram a liberdade de seguirmos Jesus. “São Tiago diz: ‘Vede: o salário dos trabalhadores que ceifaram os vossos campos, que vós deixastes de pagar, está gritando, e o clamor dos trabalhadores chegou aos ouvidos do Senhor todo-poderoso’”.

Sanguessugas

“Muitas riquezas são feitas explorando as pessoas, explorando o trabalho dos outros, e aquela pobre gente se torna escrava. Pensemos que hoje, em todo o mundo, isso acontece: “Quero trabalhar”, “Ok. Será feito um contrato de setembro a junho”, sem possibilidade de aposentadoria, sem assistência médica. Em junho, o contrato é suspenso; em julho e agosto, deve alimentar-se de ar. Em setembro recomeça o trabalho. Quem faz isso são verdadeiros sanguessugas, que vivem do sangue que jorra das pessoas transformadas em escravas do trabalho”.

Trabalho informal

Francisco citou o que lhe disse uma jovem que encontrou um emprego de 11 horas diárias por 650 euros na informalidade. Disseram a ela: “Se quiser, o emprego é seu; caso contrário, pode ir embora. Há quem queira, há uma fila atrás de você”.

“Esses ricos amontoam tesouros! O apóstolo diz: ‘cevando para o dia da matança’. O sangue de toda essa gente que vocês sugaram e do qual viveram é clamor ao Senhor, é um grito de justiça. A exploração das pessoas hoje é uma verdadeira escravidão”, afirmou ainda o Santo Padre.

Francisco diz ainda que todos pensam que os escravos não existissem mais, mas existem. As pessoas não vão mais buscá-los na África para vendê-los na América. Não! Eles estão em nossas cidades, e existem os traficantes, que tratam as pessoas com trabalho sem justiça.

“Ontem, na audiência, meditamos sobre o homem rico e Lázaro. Esse rico estava em seu mundo, não percebia que do outro lado da porta de sua casa havia alguém que tinha fome. Aquele rico não percebia e deixava que o outro morresse de fome. Isso é pior. É fazer as pessoas morreram de fome com o seu trabalho para o meu proveito. Viver do sangue das pessoas. Isto é pecado mortal. É pecado mortal. É preciso muita penitência, muita restituição para se converter desse pecado”.

No caixão não entram riquezas

O Papa recordou a morte de um homem mesquinho e as pessoas que diziam: “O funeral foi arruinado. Não puderam fechar o caixão, porque ele queria levar consigo tudo o que tinha, e não podia. Ninguém pode levar consigo as próprias riquezas”.

Ao concluir, Francisco pede para todos pensarem neste drama de hoje: a exploração das pessoas, o sangue dessas que se tornam escravas; os traficantes de seres humanos. Não somente aqueles que traficam prostitutas e crianças para o trabalho infantil, mas aquele tráfico mais civilizado.

“Eu pago você, mas sem direito a férias e assistência médica, tudo clandestino. Porém, eu me torno rico.” Que o Senhor nos faça entender aquela simplicidade que Jesus nos diz no Evangelho de hoje. É mais importante um copo de água em nome de Cristo que todas as riquezas acumuladas com a exploração das pessoas”.

Fonte: formacao.cancaonova.com

Cartaz---Solenidade-de-Corpus-Christi---26.5.2016

Corpus Christi

Eucaristia – “Eterna é a sua misericórdia” (Salmo 117)

 No dia 26 de maio, numa Quinta-feira de Adoração ao Santíssimo Sacramento, a Arquidiocese de São Paulo convida os peregrinos da Catedral da Sé para a Solenidade de Corpus Christi. Com o tema: “Eucaristia – “Eterna é a sua misericórdia” (Salmo 117), a Igreja deseja, através da Festividade do Corpo do Senhor, levar os fiéis a comungar desta fonte de amor e sustento para a alma e a se aprofundarem na vivência desse sacramento de cura e salvação, meditando, no Ano da Misericórdia, a infinita bondade de Deus por nós que se revela na Eucaristia.
A celebração contará com dois momentos:

  • Missa na Praça da Sé, com início às 09h00, presidida pelo Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano de São Paulo;
  • Procissão, logo após a Missa, que sairá da Praça da Sé e seguirá pelas ruas no centro histórico de São Paulo até o Largo Santa Ifigênia, onde haverá o encerramento coma Solene benção do Santíssimo.

São João Paulo II sempre afirmou que a Eucaristia é o centro da vida da Igreja, porque neste alimento espiritual nós temos o próprio Cristo presente em Corpo, Sangue, Alma e Divindade.
A Canção Nova de São Paulo estará participando com a Arquidiocese deste rico momento de manifestação de fé na Eucaristia. Portanto, não haverá atividades na casa de Evangelização neste dia.

Participe você também da Solenidade de Corpus Christi com a Igreja de São Paulo!

Informações: http://www.arquisp.org.br/

papafranciscoA linguagem de Papa Francisco, desde o início do seu Pontificado, caracteriza-se pela simplicidade e se constela de expressões populares; e ninguém pode duvidar que, com o Papa Francisco, introduziu-se na Santa Sé um estilo familiar e direto, alcançando assim repercussões universais.

Na prefação do livro “O Vocabulário do Papa Francisco”, aos cuidados do jornalista salesiano Antonio Carriero, o Cardeal Pietro Parolin, Secretário de Estado do Vaticano, assim fala do novo estilo comunicativo do Papa: “A única verdadeira estratégia de comunicação de Francisco é a adesão confiante e serena ao Evangelho”.

O linguajar de Bergoglio é um ‘sermo humilis’, capaz de falar a todos. Há “no seu linguajar – acrescentou o mesmo Cardeal Parolin – a sabedoria de ministrar conteúdos altos”, “fazendo uso de vocabulário e imagens que haurem toda a sua força da vizinhança com a vida cotidiana”, pondo deste modo “o interlocutor, seja ele quem for, em  posição de paridade e não de distância”.

Para muitos católicos o estilo de comunicação do Papa representa uma novidade total: é que estavam habituados a um modo de ensinar na Igreja que costumeiramente usava uma linguagem difícil, seleta, replena de conceitos frequentemente complicados. Em suas falas o Papa acompanha o estilo de pregação de Jesus: rico de imagens e de exemplos da vida cotidiana, relidos segundo os olhares de Deus.

O estilo do Papa nos traz à memória também o jeito com que Dom Bosco costumava comunicar-se, buscando fazer-se compreender de todos, sobretudo da gente simples: a sua comunicação partia sempre de uma atitude de profundo respeito para com o interlocutor e a sua realidade, sempre pronto a adaptar a sua linguagem para fazer-se compreender do outro e passar-lhe a sua mensagem.

Outra característica comum a ambos é que aprenderam, antes de falar, a ouvir o seu interlocutor, conseguindo desse modo estabelecer conexões que podem construir novas pontes de compreensão e superar diferenças.

Enfim, no modo de comunicar do Papa Bergoglio se depreende a capacidade de escutar, não só com o ouvido mas também com o coração: não tem medo de mostrar que se sente comovido, ou interpelado pela realidade circunstante.

A tecnologia permite-nos hoje ter acesso aos milhares de mensagens em diversos formatos e suportes. Mas quando deparamos alguém com a capacidade de comunicar com transparência e verdade, instintivamente se vão abaixando as nossas defesas e os nossos temores. O Papa Francisco realiza isso com o povo: todos de algum modo se sentem acolhidos. E esse é o resultado de um estilo de comunicação amistosamente empático.

Fonte: http://www.infoans.org/

Apresentado documento do Papa Francisco sobre o amor na família

  • Exortação pós-sinodal reúne reflexões do Sínodo da Família com indicações pastorais e atenção às famílias feridas

Jéssica Marçal
Da Redação

Papa saúda famílias na Praça São Pedro - Foto: Arquivo - L'Osservatore Romano

O Vaticano apresentou, nesta sexta-feira, 8, em coletiva de imprensa, a Exortação Apostólica Pós-Sinodal Amoris laetitia, do Papa Francisco, documento tão esperado com as conclusões do Sínodo da Família.

A exortação do Papa é ampla e articulada, e traz desde reflexões sobre família à luz da Palavra de Deus até orientações pastorais para a formação de famílias sólidas, sob a perspectiva divina. O documento é datado de 19 de março, data simbólica por ser a Solenidade de São José.

Acesse
.: Leia Exortação Apostólica na íntegra

.: Cobertura especial do Sínodo da Família

Francisco escreveu a Amoris laetitia com base nos relatórios do Sínodo da Família, documentos de Papas predecessores e as catequeses sobre família. Além disso, recorreu à contribuição de diversas conferências episcopais e citações de personalidades de relevo, como Martin Luther King.

O Santo Padre deixa clara a complexidade do tema e por isso escreve: “Nem todas as discussões doutrinais, morais ou pastorais devem ser resolvidas através de intervenções magisteriais”. Por isso, acrescenta, para algumas situações, em cada país ou região é possível buscar soluções mais enculturadas, ou seja, de acordo com as tradições e desafios locais.

Desafios das famílias

O primeiro capítulo é dedicado a refletir o tema à luz Palavra de Deus. Francisco toma como base o Salmo 128 para destacar que a família não é um ideal abstrato, mas uma tarefa artesanal. Só então ele entra, no capítulo 2, na situação atual das famílias, abrangendo seus desafios, como a ideologia de gênero, a mentalidade anti-natalidade e o abuso de menores, só para citar alguns.

O capítulo seguinte dá espaço para a palavra da Igreja sobre família, abrangendo seus ensinamentos sobre o matrimônio e a família. São 30 parágrafos dedicados à vocação à família de acordo com o Evangelho. É a oportunidade que o Papa encontra para falar de temas como a indissolubilidade, sacramentalidade do matrimônio, transmissão da vida e educação dos filhos.

Nesse ponto, Francisco faz uma ressalva com relação às famílias feridas: lembra que os pastores precisam discernir bem as situações; ao mesmo tempo que se exprime com clareza a doutrina, é preciso evitar juízos que não considerem a complexidade das diferentes situações.

Dimensão erótica do amor

O Santo Padre não deixa de falar do amor no matrimônio e traz uma novidade: ao fazer um aprofundamento psicológico que chega ao mundo das emoções do casal, ele inclui a dimensão erótica do amor, uma contribuição rica que até então não tinha paralelo em outros documentos papais.

Ele também aborda, em outro capítulo, a fecundidade do casal, incluindo a “fecundidade alargada”, que diz respeito à adoção e ao acolhimento dos outros membros da família.

Orientações pastorais

No capítulo 6, Francisco traz indicações pastorais para a edificação de famílias sólidas e fecundas de acordo com o plano de Deus. Aqui, o Pontífice abrange desde a necessidade da preparação dos noivos até o acompanhamento dos primeiros anos da vida matrimonial, sem esquecer os casais que acabaram se separando ou se divorciando e a importância da reforma dos procedimentos para reconhecimento dos casos de nulidade matrimonial. A linha adotada por Francisco é a de reforçar o amor e ajudar a curar as feridas, para impedir o avanço desses dramas do tempo atual.

Um dos capítulos mais delicados é o oitavo, quando Francisco indica três palavras-chave: “acompanhar, discernir e integrar”. O Pontífice se refere aos casos em que a realidade não corresponde àquilo que Deus quer, logo, o convite é à misericórdia e ao discernimento pastoral.

O último capítulo fala da espiritualidade conjugal e familiar. A exortação apostólica é concluída com uma oração à Sagrada Família.

Carta do Papa aos bispos

Para os bispos de todo o mundo, o Papa Francisco enviou um quirógrafo (documento escrito de próprio punho) acompanhando sua Exortação Apostólica Pós-Sinodal. O Santo Padre escreveu:

“Caro irmão,

Invocando a proteção da Sagrada Família de Nazaré, tenho a alegria de te enviar a minha Exortação Amoris laetitia para o bem de todas as famílias e de todas as pessoas, jovens e idosas, confiadas ao teu ministério pastoral.

Unidos no Senhor Jesus, com Maria e José, peço-te que não te esqueças de rezar por mim”.

Fonte: papa.cancaonova.com

Fonte: formacao.cancaonova.com

É preciso ter bastante cuidado com as penitências absurdas na Quaresma

Quaresma é tempo de lutar contra nossos pecados, pois ele é a pior realidade para nós. O Catecismo diz: “Aos olhos da fé, nenhum mal é mais grave que o pecado, e nada tem consequências piores para os próprios pecadores, para a Igreja e para o mundo inteiro” (n. 1489).

Olhando para Jesus, desfigurado e destruído na cruz, entendemos o horror que é o pecado. Foi preciso a morte de Cristo para que nos livrássemos do pecado e da morte eterna, a separação da alma de Deus. Então, a Igreja nos propõe 40 dias de penitência, de resistência contra o pecado na Quaresma.

Essa prática é baseada na vida do povo de Deus. Durante 40 dias e 40 noites, caiu o dilúvio que inundou a terra e extinguiu a humanidade pecadora (cf. Gn. 7,12). Durante 40 anos, o povo escolhido vagou pelo deserto, em punição por sua ingratidão, antes de entrar na terra prometida (cf. Dt 8,2). Durante 40 dias, Ezequiel ficou deitado sobre o próprio lado direito, em representação do castigo de Deus iminente sobre a cidade de Jerusalém (cf. Ez 4,6). Moisés jejuou durante 40 dias no Monte Sinai antes de receber a revelação de Deus (cf. Ex 24, 12-17). Elias viajou durante 40 dias pelo deserto, para escapar da vingança da rainha idólatra Jezabel e ser consolado e instruído pelo Senhor (cf. 1 Reis 19,1-8). O próprio Jesus, após ter recebido o batismo no Jordão, e antes de começar a vida pública, passou 40 dias e 40 noites no deserto, rezando e jejuando (cf. Mt 4,2). É um tempo de luta contra o mal.

São Paulo nos oferece uma indicação precisa: “Nós vos exortamos a que não recebais em vão a sua graça”. Porque Ele diz: “No tempo favorável, eu te ouvi; no dia da salvação, vim em teu auxílio’’. Este é o “tempo favorável”, este é “o dia da salvação” (2 Cor 6,1-2). A liturgia da Igreja aplica essas palavras de modo particular ao tempo da Quaresma. “Convertei-vos e crede no Evangelho” e “Lembra-te de que és pó e ao pó hás de voltar”.

Convite à conversão

O primeiro convite é à conversão, é um alerta contra a superficialidade de nossa maneira de viver. Converter-se significa mudar de direção no caminho da vida: uma verdadeira e total inversão de rumo. Conversão é ir contra a corrente, contra a vida superficial, incoerente e ilusória, que frequentemente nos arrasta, domina e torna-nos escravos do mal ou pelo menos prisioneiros dele. Jesus Cristo é a meta final e o sentido profundo da conversão; Ele é o caminho ao qual somos chamados a percorrer, deixando-nos iluminar pela sua luz e sustentar pela sua força. A conversão é uma decisão de fé, que nos envolve inteiramente na comunhão íntima com a pessoa viva e concreta de Jesus. A conversão é o ‘sim’ total de quem entrega sua vida a Jesus pela vivência do Evangelho. “Cumpriu-se o tempo e o Reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no Evangelho” (Mc 1,15).

Penitência não é para fazer mal

Para vencermos a nós mesmos, nossas fraquezas e paixões desordenadas, a Igreja recomenda, sobretudo na Quaresma, o jejum, a esmola e a oração como “remédios contra o pecado”, a fim de dominar as fraquezas da carne e aproximar-se de Deus. Portanto, não se deve fazer uma penitência exagerada, uma mortificação que leve a pessoa a ficar doente ou a se sentir mal. O jejum exige, sim, passar um pouco de fome durante o dia, mas sem causar mal à pessoa, sem tirar a sua condição de trabalhar, rezar etc.

Saber calar pode ser uma boa penitência

Há formas boas de mortificação, como cortarmos aquilo que nos agrada, seja para o corpo ou para o espírito, mas há pessoas que fazem excessos: peregrinações longas demais, penitências até com feridas, prejudicando a saúde. Deus não quer isso, Ele não nos pede o impossível.

Qual mortificação eu preciso fazer? É aquela que abate o meu pecado. Se eu sou soberbo, então minha penitência deve ser o exercício de humildade: vencer todo orgulho, ostentação, vaidade, exibicionismo, desejo de aparecer, de impor-se aos outros e saber calar.

Se seu pecado é o apego aos bens materiais e ao dinheiro, então eu preciso exercitar muito a boa e farta esmola, o desprendimento do mundo e das criaturas. Se meu mal é a luxúria e a impureza, então vou exercitar a castidade nos olhos, ouvidos, leituras, pensamentos e atos. Se sou irado, vou conquistar a mansidão; se sou invejoso, vou buscar a bondade; se sou preguiçoso, vou trabalhar melhor e ser diligente em servir aos outros sem interesses.

Perdoar pode ser mais importante

São Francisco de Sales, doutor da Igreja, dizia que a melhor penitência é aceitar, com resignação, os males que Deus permite que nos atinjam, porque Ele sabe do que precisamos, e assim nossos pecados são vencidos. A penitência que Deus nos manda é melhor do que aquela imposta por nós mesmos. Então, aceite, especialmente na Quaresma, sem reclamar, sem culpar ninguém, todos os males, dores, aborrecimentos e injurias que sofrer, e ofereça tudo a Deus pela sua conversão. Pode ser que dar o perdão a quem lhe ofendeu seja mais importante do que ficar 40 dias sem fazer isso ou aquilo. Uma visita a um doente, a um preso, o consolo de alguém aflito pode ser mais importante que uma peregrinação demorada. Tudo é importante, mas é preciso observar o mais importante para a realidade espiritual.

Autor: Prof. Felipe Aquino

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Fonte: papa.cancaonova.com

“O santuário de Deus é a vida dos seus filhos, especialmente dos jovens sem futuro e dos idosos sem reconhecimento”, disse o Papa na Missa celebrada, neste sábado, 13, no Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe, num dos eventos mais aguardados desta sua 12ª viagem apostólica internacional, qual peregrino da misericórdia e da paz em terras mexicanas.

Uma visita à casa da Mãe expressamente desejada pelo Pontífice. De fato, o motivo principal da visita de Francisco ao México era venerar o ícone de Nossa Senhora de Guadalupe, diante do qual se deteve longamente em oração após a Santa Missa.

“O santuário de Deus são as nossas famílias que precisam do mínimo necessário para se poderem formar e sustentar. O santuário de Deus é o rosto de tantos que encontramos no nosso caminho”, afirmou o Pontífice.

Nossa Senhora nos visita

Partindo do Evangelho da liturgia própria da Santíssima Virgem de Guadalupe, Francisco havia iniciado a homilia recordando o episódio da visita de Nossa Senhora a sua prima Isabel para traçar em seguida a figura de Maria como a mulher do sim, um sim de entrega a Deus e aos irmãos.

“Escutar essa passagem do Evangelho, nesta casa, tem um sabor especial. Maria, a mulher do sim, também quis visitar os habitantes desta terra da América na pessoa do índio São Juan Diego. Assim como se moveu pelas estradas da Judeia e da Galileia, da mesma forma alcançou Tepeyac, com as suas roupas, usando a sua língua, para servir esta grande nação. Assim como acompanhou a gravidez de Isabel, acompanhou e acompanha a gestação desta abençoada terra mexicana.”

Francisco acrescentou que também hoje Maria continua a fazer-se presente junto de todos nós, especialmente daqueles que sentem que «não valem nada».

Referindo-se à apresentação de Maria ao humilde Juanito, o Papa disse que “naquela madrugada de dezembro de 1531, tinha lugar o primeiro milagre que se tornará depois a memória viva de tudo o que guarda este Santuário. Naquele amanhecer, naquele encontro, Deus despertou a esperança de seu filho Juan, a esperança do seu povo”.

“Naquele amanhecer, Deus aproximou-se e aproxima-se do coração atribulado, mas resistente, de tantas mães, pais, avós que viram os seus filhos partirem, viram-nos perdidos ou mesmo arrebatados pela criminalidade.”

Na construção do outro santuário – o santuário da vida, o das nossas comunidades, sociedade e culturas –, ninguém pode ser deixado de fora. “Todos somos necessários – observou o Papa –, sobretudo aqueles que normalmente não contam, porque não estão à altura das circunstâncias ou não contribuem com o capital necessário para a sua construção.”

“O santuário de Deus é a vida dos seus filhos, de todos e em todas as condições, especialmente dos jovens sem futuro, expostos a uma infinidade de situações dolorosas e arriscadas, e dos idosos sem reconhecimento, esquecidos em tantos cantos. O santuário de Deus são as nossas famílias, que precisam do mínimo necessário para se formar e sustentar. O santuário de Deus é o rosto de tantos que encontramos no nosso caminho.”

As lágrimas dos que sofrem não são estéreis

Após citar um Hino Litúrgico dedicado a Maria, que expressa a proteção consoladora da Virgem, Francisco lembrou as palavras asseguradoras da Mãe, que nos dão a certeza de que “as lágrimas daqueles que sofrem, não são estéreis. São uma oração silenciosa que sobe até ao céu e que, em Maria, encontra sempre lugar sob o seu manto”. N’Ela e com Ela, Deus faz-se irmão e companheiro de estrada, carrega conosco as cruzes para não deixar as nossas dores esmagar-nos.

Francisco concluiu ressaltando que também hoje Maria volta a enviar-nos; hoje repete para nós: “Sê o meu mensageiro, sê o meu enviado para construir muitos santuários novos, acompanhar tantas vidas, consolar tantas lágrimas”:

“Sê o meu mensageiro – diz-nos – dando de comer aos famintos, de beber aos sedentos; oferece um lugar aos necessitados, veste os nus e visita os doentes. Socorre os prisioneiros, perdoa a quem te fez mal, consola quem está triste, tem paciência com os outros e sobretudo implora e invoca o nosso Deus.”

Os milhares de fiéis e peregrinos presentes, mais de 40 mil ao todo, viveram com grande emoção e participação a visita do Papa Francisco ao maior santuário mariano do mundo, todos os anos visitado por vinte milhões de peregrinos. A celebração marcou o ponto alto e último compromisso deste primeiro dia de atividades do Santo Padre em terras mexicanas.

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Papa Francisco propôs em sua homilia três “medicamentos ou remédios” que os cristãos podem abraçar para “curar-se do pecado” nesta Quaresma: oração, caridade e jejum.

1. Oração: “Expressão de abertura e confiança no Senhor: É o encontro pessoal com Ele, que encurta as distâncias criadas pelo pecado”, disse o Papa. “Rezar significa dizer: “Não sou autossuficiente, preciso de você. Você é a minha vida e minha salvação”.

2. Caridade: O Papa disse que “amor verdadeiro, de fato, não é um ato exterior, não é dar algo de forma paternalista para tranquilizar a consciência, mas aceitar quem precisa de nosso tempo, de nossa amizade e nossa ajuda”. É também “viver o serviço”.

3. Jejum: A penitência “para nos libertar das dependências em relação ao que passa e nos treinar para ser mais sensíveis e misericordiosos”. “É um convite à simplicidade e partilha”.

O Papa pediu também que “a Quaresma seja um tempo benéfico para podar a falsidade, a mundanidade e a indiferença”, entre outras coisas, para “reencontrar a identidade cristã, ou seja, o amor que serve, não o egoísmo que se serve”.

Sobre a necessidade de reconciliação com Deus, o Santo Padre explicou que “não é simplesmente um bom conselho paterno e nem uma sugestão. É uma verdadeira e própria súplica em nome de Cristo”. “Cristo sabe que somos frágeis e pecadores, conhece a fraqueza de nosso coração”, lembrou.

Cristo “vence o pecado e nos reergue das misérias, se as confiamos a Ele” e este “é o primeiro passo do caminho cristão. Trata-se de entrar pela porta aberta que é Cristo, onde Ele mesmo nos espera, o Salvador, e nos oferece uma vida nova e alegre”.

O Santo Padre afirmou que “há uma tentação de blindar as portas, ou seja, conviver com o próprio pecado, minimizando-o, justificando-se sempre, pensando em não ser pior que os outros”, mas assim, “se trancam as fechaduras da alma e se permanece fechado dentro, prisioneiros do mal”.

Outro obstáculo que o Pontífice assinalou é “a vergonha de abrir a porta secreta do coração” e também o de “distanciarmo-nos da porta: isso acontece quando nos enfurnamos em nossas misérias”. Então, “a tristeza que não queremos nos torna familiar, nos desencorajamos e somos mais fracos diante das tentações”.

“Isso acontece porque permanecemos sós conosco, nos fechando e fugindo da luz, enquanto somente a graça do Senhor nos liberta. Deixemo-nos então reconciliar, ouvindo Jesus que diz a quem está cansado e oprimido: venha a mim”.

Aos Missionários da Misericórdia, Francisco disse: “Queridos irmãos, que vocês possam ajudar a abrir as portas dos corações, a vencer a vergonha e a não fugir da luz”.

“Que as suas mãos abençoem e reergam os irmãos e irmãs com paternidade. Que através de vocês o olhar e as mãos do Pai pousem sobre os filhos e curem suas feridas”, exortou.

Existe outro convite da parte de Deus que é a de “retornar ao Senhor de todo o coração”. “Se é preciso voltar é porque nos distanciamos. É o mistério do pecado”, explicou Francisco.

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Fonte: http://www.acidigital.com/noticias/papa-francisco-propoe-tres-remedios-que-a-curam-do-pecado-na-quaresma-84575/

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Fonte: santo.cancaonova.com

Hoje a Igreja comemora o dia de São Brás,

Sucessor dos apóstolos e fiel à Igreja, era um homem corajoso, de oração e pastor das almas, pois cuidava dos fiéis na sua totalidade. Evangelizava com o seu testemunho.

São Brás viveu num tempo em que a Igreja foi duramente perseguida pelo imperador do Oriente, Licínio, que era cunhado do imperador do Ocidente, Constantino. Por motivos políticos e por ódio, Licínio começou a perseguir os cristãos, porque sabia que Constantino era a favor do Cristianismo. O prefeito de Sebaste, dentro deste contexto e querendo agradar ao imperador, por saber da fama de santidade do bispo São Brás, enviou os soldados para o Monte Argeu, lugar que esse grande santo fez sua casa episcopal. Dali, ele governava a Igreja, embora não ficasse apenas naquele local.

São Brás foi preso e sofreu muitas chantagens para que renunciasse à fé. Mas por amor a Cristo e à Igreja, preferiu renunciar à própria vida. Em 316, foi degolado.

Conta a história que, ao se dirigir para o martírio, uma mãe apresentou-lhe uma criança de colo que estava morrendo engasgada por causa de uma espinha de peixe na garganta. Ele parou, olhou para o céu, orou e Nosso Senhor curou aquela criança.

Peçamos a intercessão do santo de hoje para que a nossa mente, a nossa garganta, o nosso coração, nossa vocação e a nossa profissão possam comunicar esse Deus, que é amor.

São Brás, rogai por nós!

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Oração a São Brás

Ó glorioso São Brás, que restituístes com uma breve oração a perfeita saúde de um menino que, por uma espinha de peixe atravessada na garganta, estava prestes a expirar! Obtende para nós todos a graça de experimentarmos a eficácia do vosso patrocínio em todos os males da garganta. Conservai a nossa garganta sã e perfeita para que possamos falar corretamente e assim proclamar e cantar os louvores de Deus. Amém.

A bênção de São Brás: Por intercessão de São Brás, bispo e mártir, livre-te Deus do mal da garganta e de qualquer outra doença. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!

 

 

Fonte: papa.cancaonova.com

“Deus escuta e intervém para salvar, suscitando homens capazes de ouvir o gemido do sofrimento e de trabalhar em favor dos oprimidos”. Como mediador da libertação para o seu povo, Deus enviou Moisés e o guia no caminho para a liberdade. O próprio Moisés, quando criança, foi salvo da morte pela misericórdia de Deus nas águas do rio Nilo, lembrou o Papa,e depois se torna mediador daquela mesma misericórdia.

Nesse Ano da Misericórdia, explicou Francisco, todos são convidados a fazer este trabalho de ser mediadores de misericórdia através das obras de misericórdia, aproximando-se dos outros, dando alívio aos que sofrem e promovendo a unidade.

Papa Francisco ainda nos diz:

A misericórdia de Deus age sempre para salvar. É tudo o contrário da obra daqueles que agem sempre para matar: por exemplo, aqueles que fazem a guerra. O Senhor, mediante o seu servo Moisés, guia Israel no deserto como se fosse um filho, educa-o à fé e faz aliança com ele, criando um laço de amor fortíssimo, como aquele do pai com o filho e do esposo com a esposa.

Veja na íntegra a catequese do papa.

Portanto sejamos misericordiosos para com os outros também.

Papa fala da misericórdia divina ao longo da história da humanidade / Foto: Reprodução CTV

Papa fala da misericórdia divina ao longo da história da humanidade / Foto: Reprodução CTV

 

 

 

Confira a programacao-festa-patrono-2016Programação da Festa do Padroeiro São Paulo da Arquidiocese de São Paulo! Participe. Somos Igreja!

Tríduo-de-Natal

CANÇÃO NOVA REALIZA TRÍDUO DE NATAL

A Comunidade Canção Nova realiza nos dias 03, 10 e 17 de dezembro de 2014 (quartas-feiras), às 20h00, o Tríduo de Natal, com Celebrações Eucarísticas presididas pelo Pe. Adriano Zandoná e Pe. Paulinho, da Comunidade Canção Nova. O Tríduo é uma forma de preparação para a grande festa do nascimento de Jesus celebrada no dia 25 de dezembro, e contará com uma programação rica em cânticos natalinos, orações litúrgicas e meditações cheias de significados partilhados no tempo que antecede a Festa Litúrgica do Natal, o Advento.

Participe e viva conosco este tempo de expectativa do Senhor que nasce no coração de todos aqueles que creem!

Tome Nota!

Tríduo de Natal

Data:

03, 10 e 17 de dezembro (quartas-feiras), às 20h00

Local:

Catedral Maronita Nossa Senhora do Líbano
R. Tamandaré, 355, Liberdade, São Paulo/SP
(metrô São Joaquim ou Linha 4114-10 Vila Gumercindo)

Informações:

(11) 3382-9800 ou eventossp@cancaonova.com

 

Confira a Homilia do Arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Scherer, no III Canção Nova Abraça São Paulo.