“Nada é árduo aos que têm por fim somente a honra de Deus e a salvação das almas.” (São José de Anchieta)

Mais do que um importante personagem na história do nosso país, tanto no desenvolvimento como nação quanto na evangelização, São José de Anchieta, jesuíta espanhol, que aqui trabalhou praticamente em toda a sua vida, foi um gigante na fé. More »

Durante as negociações para o primeiro tratado de paz na história do Brasil, o armistício de Iperoig, São José ficou refém dos índios tamoios para que Pe. Nóbrega, junto aos outros caciques fizessem um acordo com as autoridades da coroa Portuguesa no Brasil.

Não foi um tempo muito fácil. Além de ser vigiado 24h por dia e correr risco de ser morto pelos índios, neste cativeiro de quatro meses, Anchieta, para fugir às tentações, lembrou-se de compor, como um voto à Virgem, esse Poema em seu louvor, em latim. Não tinha nem papel e nem pena. Recorreu ao seu bordão. E passou a rascunhá-lo na areia das praias, todas as manhãs. À noite, repetia, de cor, os versos, para gravá-los melhor, corrigia-os e estilizava-os. More »

“Assim também aqueles que sofrem segundo a vontade de Deus encomendem as suas almas ao Criador fiel, praticando o bem” (1Pd 4,19)

Um dos momentos mais oportunos para fazermos bem a vontade de Deus é quando as provações, as cruzes da vida nos atingem. Se Deus permite que isso aconteça, certamente Ele saberá usá-las para o nosso bem e nos fortalecer para o combate espiritual. Por isso, os apóstolos sempre estimularam os fiéis a enfrentá-las com coragem. São Pedro diz: More »

Muitos só conhecem a fama de santo casamenteiro de Santo Antônio de Pádua. Na verdade, Santo Antônio é chamado “doutor do Evangelho”, pela grandeza com que soube pregá-lo. Soube unir muito bem a sua cultura teológica, filosófica e científica.

Quando entrou no convento foi incumbido das humildes funções de cozinheiro e viveu na obscuridade até que os seus superiores, percebendo seus extraordinários dons de pregador, enviaram-no pela Itália e pela França, a fim de pregar nos lugares onde a heresia dos Albigenses e Valdenses era mais forte. Até São Francisco de Assis o chamava informalmente de “o meu bispo”. More »

Neste dia dos namorados, gostaríamos de compartilhar com você uma história de amor muito especial: o namoro do Prof. Felipe e Maria Zila

Casamento é o namoro que deu certo!

Quando parti para a Academia, em 1968 com dezoito anos, que conheci a Maria Zila, em Lorena; ela também tinha dezoito anos. Na verdade, eu comecei um namorico, que não foi para frente, com uma amiga dela. Não me queria. Mas a amiga Maria Zila me queria. Começamos a conversar durante as férias que passei em Lorena. Ficamos amigos, mas logo eu fui percebendo que ela gostava de mim e eu dela. Nos encontrávamos à noite na praça principal da cidade, pois lá era o lugar dos namorados. More »