Todos os anos, desde de 1389, durante a comemoração da festa de São Januário, acontece o milagre da liquefação do seu sangue coagulado, que se repete diante de milhares de fiéis que se reúnem todos os anos no dia 19 de setembro, em torno da Capela do Tesouro da Catedral de Nápoles, Itália. Esta relíquia está conservada em dois frascos. O milagre é atestado por mais de 5000 processos verbais. No milagre da liquefação do sangue do mártir, este perde peso e aumenta de volume.

Montesquieu, que assistiu a duas liquefações em 1728 disse: “Posso declarar que o milagre de São Januário não é fraude; os padres estão de boa fé”. Em 15 de setembro de 1902, o conteúdo das ampolas foi submetido a exame eletroscópico diante de testemunhas. O cientista Sperindeo que realizou a experiência, disse: “Vi aparecer por trás da linha D, a faixa escura característica do sangue, e entre as duas uma zona clara”. Não há dúvida de que se trata de sangue humano. More »

No 17° domingo do tempo comum (29/7/2018), a Igreja nos faz meditar no Evangelho de São João (6,1-15), onde Jesus faz o Milagre da multiplicação dos pães, como prefiguração da Eucaristia que Ele ia anunciar na manhã do dia seguinte na sinagoga de Cafarnaum. Antes do Evangelho a primeira leitura mostra o milagre do profeta Eliseu que multiplica os pães para matar a fome do povo, e ainda sobram pães. A diferença é que Eliseu com 20 pães saciou 100 pessoas e Jesus, com 5 pães saciou 5.000, sem contar mulheres e crianças.

Para ajudar a fraqueza do povo em aceitar a Eucaristia, Jesus fez antes dois grandes milagres: multiplicou os pães, mostrando o seu poder sobre o pão; e andou sobre as águas do mar da Galileia, para mostrar o poder sobre o seu corpo. Assim, Ele pode transformar o pão no seu corpo, porque é Senhor de ambos. More »

Sua capacidade de mandar até sobre animais selvagens rendeu-lhe a o título de “primeiro Adão”. Em sua própria explicação, “o homem obediente a Deus tem todas as criaturas subjugadas”. Em dada ocasião, as pessoas saíram correndo de uma cobra. Ele, com toda a calma, tranquilizou-as e disse para a cobra: “Eu já não disse pra você parar de fazer essas maldades?”. A cobra abaixou a cabeça e foi embora… Isso acontecia praticamente todos os lugares pelos quais passava. Anchieta dominava onças e cobras – tinha “poder para pisar serpentes e escorpiões” (Sl 90,13), poder-se-ia dizer – e causava, com isso, a conversão de inúmeras pessoas. More »

D. Estevão Bettencourt, osb, monge beneditino falecido, respondeu essa pergunta em um dos seus artigos da Revista: “PERGUNTE E RESPONDEREMOS” (Nº 6, Ano 1958, Página 223). Aqui coloco um resumo do seu artigo.

Ele explica que o milagre propriamente dito “é um fenômeno estranho ao curso natural das coisas, fenômeno que Deus produz como sinal da sua presença e ação neste mundo. É sempre um testemunho que Deus dá em favor de uma verdade ou de uma pessoa. Em consequência, escapam à qualificação de “milagre” certos fatos que, embora sejam admiráveis, não têm significado religioso, não elevam a Deus, mas, ao contrário, só servem para satisfazer ao capricho ou à vaidade de alguém. Quando Deus efetua prodígios o faz sempre a fim de chamar a atenção do homem para algum dos atributos divinos”. More »

Naquele dia todos ficaram muito admirados como se estivesse repetido o milagre das línguas no dia de Pentecostes…

O Papa Gregório IX (1227-1240) conhecia bem a Ordem de São Francisco, e com ele muitos cardeais tinham o desejo de ouvir as pregações de Santo Antônio. More »