Como tudo começou

A história da Canção Nova, não por acaso, se mistura com a vida e o ministério de seu fundador Monsenhor Jonas Abib. Jonas Abib era seminarista e estava fazendo o último ano de Teologia. O Senhor começou a agir nesse homem de Deus – de infância pobre vivida no bairro de Vila Nova Cachoeirinha, periferia de São Paulo – quando ele menos esperava. Ficou doente e foi transferido para Lavrinhas, no Vale do Paraíba, interior de São Paulo.

Ele ainda não sabia, mas o Senhor já o estava empurrando para aquilo que viria a ser seu “campo de ação” e lhe mostrando o lugar onde realizaria o que fora determinado por Ele desde sempre. Como não melhorou da enfermidade, o jovem seminarista foi enviado para o hospital de Piquete, também no interior paulista. Eram os caminhos de Deus. Naquela mesma época, na Diocese de Lorena (SP), haveria uma “Mariápolis”, um tipo de encontro realizado pelos focolares. Mesmo debilitado, Jonas participou porque sentia um chamado do Senhor. E eis que Ele não falhou! O seu encontro pessoal com Jesus aconteceu ali.

“Deus foi subversivo comigo! Deu-meu uma doença; com ela levou-me para o Vale do Paraíba, em Piquete; e depois, em Lorena, levou-me para o encontro. O impressionante é que depois da ordenação desapareceram as dores de cabeça, o ‘embaralhamento’ de vista; tudo desapareceu! Era um pretexto de Deus”, lembra monsenhor Jonas Abib.

Em 1968, começaram os primeiros encontros com os jovens. 

A base da missão era lhes proporcionar o encontro pessoal com Cristo. No final de 1969, o jovem Jonas descobriu que estava tuberculoso e se transferiu para um sanatório em Campos do Jordão (SP); onde, além de se tratar, passou vários meses evangelizando. Preocupado com sua recuperação, seu superior o enviou novamente para Lorena. Era Deus agindo novamente!

Encontro com Padre Haroldo Rahn

No dia 2 de novembro de 1971 o Senhor deu o “cheque-mate” em Jonas. Padre Haroldo Rahn, da Renovação Carismática Católica, ofereceu um encontro para os seminaristas de Lorena sobre a efusão e os dons do Espírito Santo. “Realmente não entendi bem o que era a Renovação; tampouco o que era efusão e os dons do Espírito Santo. Porém, os desejei do fundo do coração. Entendi que era o que me faltava!”, partilha monsenhor.

Daí em diante começou a caminhada para o que hoje é a Comunidade Canção Nova. A partir de 1972, começaram as experiências de oração no Espírito Santo, em Lorena (SP). Assim, padre Jonas já tocava no que era a essência de sua missão: preparar um ambiente propício para que as pessoas pudessem ter um encontro pessoal com Cristo e receberem o batismo no Espírito Santo.

A necessidade de um local apropriado para os encontros começou a surgir. Providencialmente, uma fazenda em Areias (SP) apareceu e, a partir daí, nasceu a Associação Canção Nova. Dois anos depois, a primeira Casa de Missão começou a ser construída na cidade vizinha, em Queluz (SP). Batizada de “Canção Nova – a Casa de Maria”. Em junho de 1976 foi realizado o Maranathá de moças. 

Chamado inspirador

Em 1976 Padre Jonas recebeu de Dom Antônio Affonso de Miranda, à época bispo da diocese de Lorena (SP),  a missão de colocar em prática a Exortação Apostólica “Evangelii Nuntiandi”: Evangelização no Mundo Contemporâneo, assinado pelo Papa Paulo IV em 8 de dezembro e publicado em 21 de dezembro de 1975.  Ao apresentá-lo para o padre Jonas, Dom Antônio disse: “É hora de evangelizar porque os batizados não são evangelizados. Como você trabalha com jovens, comece com eles. Faça alguma coisa!”. 

A partir do ano de 1976, Padre Jonas passou a organizar os encontros chamados “Catecumenatos” – um curso de catequese para jovens. Dessa forma, acontecia ao pé da letra o que dizia o documento apresentado por Dom Antônio: “… verifica-se que as condições do mundo atual tornam cada vez mais urgente o ensino catequético, sob a forma de um catecumenato, para numerosos jovens e adultos que, tocados pela graça, descobrem pouco a pouco o rosto de Cristo e experimentam a necessidade de a ele se entregar.” (EN, n. 44).

Em 1977, na festa de Cristo Rei, movido por uma inspiração de Deus, padre Jonas se sentiu impulsionado a lançar um desafio aos jovens: “Quem quer dar um ano da vida pra Deus, para viver em comunidade e fazer o que eu faço com vocês?”

Doze jovens aceitaram o desafio e no dia 2 de fevereiro de 1978
dava-se o início da comunidade Canção Nova.

O próximo capítulo do documento, providencialmente, viria a marcar os rumos da Canção Nova: evangelizar pelos meios de comunicação: “Em nosso século tão marcado pelos mass media, ou meios de comunicação social, o primeiro anúncio, a catequese ou o aprofundamento interior da fé, não pode deixar de se servir desses meios conforme já tivemos ocasião de acentuar. Postos ao serviço do Evangelho, tais meios são suscetíveis de ampliar, quase até o infinito, o campo para poder ser ouvida a Palavra de Deus e fazer com que a Boa Nova chegue a milhões de pessoas. A Igreja se sentiria culpável diante de Seu Senhor se ela não lançasse mão desses meios potentes que a inteligência humana torna cada dia mais aperfeiçoados. É servindo-se deles que ‘apregoa sobre os terraços’ a mensagem de que ela é depositária. Neles encontra uma versão moderna e eficaz do púlpito. Graças a eles consegue falar às multidões” (EN, n.45).

Nascemos da necessidade de evangelizar e para evangelizar.

Tudo o que a Canção Nova é hoje nasceu desse documento pontifício sobre a evangelização e de uma experiência concreta: a evangelização. Dom Antônio foi enviado pelo Senhor para definir as coisas, mas não imaginava o alcance do que estava fazendo. Algum tempo depois, padre Jonas e seus jovens missionários passaram a residir em Cachoeira Paulista, município do interior de São Paulo. Em 1979, logo depois o Rebanhão – retiro aberto realizado nos dias de Carnaval, em Cruzeiro (SP) -, foi iniciada a construção de quatro casas em Cachoeira Paulista. Como ganharam apenas uma faixa do terreno, não era conveniente espalhar mais casas porque sabiam que iriam precisar da área restante para outras construções; então, foi feito apenas um sobrado.  A Canção Nova, este “pedacinho do céu”, como costumam chamar os peregrinos que visitam este território eucarístico, apesar de começar de maneira muito pequena, ousadamente, a partir da fé e confiança desse grande homem de Deus: Padre Jonas Abib, que já intuía o que a Canção Nova viria a ser, se tornou um grande centro de evangelização, construído através de muita luta e de profunda experiência de abandono à Divina Providência. Hoje, missionários, amigos, colaboradores, sócios evangelizadores, parceiros, pessoas que nunca, talvez, se tornarão conhecidas, formam esta linda família chamada Canção Nova!

Reconhecimento Pontifício

Em 12 de outubro de 2008, a Comunidade Canção Nova foi reconhecida pela Santa Sé como Associação Internacional Privada de Fiéis, o que atesta sua autenticidade cristã-eclesial, aprova seus Estatutos e confirma sua trajetória de comunhão com a Igreja Católica.

Com presença em diversos estados do Brasil e no exterior, a Comunidade Canção Nova tem a missão de evangelizar, comunicar Jesus e a vida nova que Ele veio trazer, pelos Encontros e, de maneira preferencial, mas não exclusiva, através dos meios de comunicação social. Ela atua também nas áreas da educação, da saúde, das artes, da cultura e da promoção social, com o objetivo específico de contribuir concretamente na transformação do ser humano e das estruturas sociais. Sua finalidade é a formação de homens novos para o Mundo Novo, através da evangelização, de modo a preparar e apressar a vinda gloriosa do Senhor.

Olhando para a história, hoje reconhecemos aí o nosso chamado e o nosso envio. Nascemos do chamado que o bispo diocesano fez diante da palavra da Igreja, que urgia a necessidade de evangelizar no mundo de hoje e para isso fomos enviados.

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Catequese de hoje foi dedicada ao mandamento sobre honrar pai e mãe; Francisco destacou que os pais nunca devem ser insultados

Da Redação, com Boletim da Santa Sé

Papa Francisco na audiência geral / Foto: Vatican Media

Honrar pai e mãe. O quarto Mandamento foi o tema da catequese do Papa Francisco nesta quarta-feira, 19, dando continuidade ao ciclo de de reflexões sobre o Decálogo. 

Francisco partiu do significado de “honra”, explicando que a palavra hebraica indica a glória, o valor, a consistência de uma realidade. “Honrar pai e mãe quer dizer, portanto, reconhecer a sua importância também com atos concretos, que exprimem dedicação, afeto e cuidado. Mas não se trata somente disso”, explicou o Santo Padre. Ele destacou que este mandamento contém um êxito: honrar os pais leva a uma vida longa e feliz.  

Acesse
.: Outras catequese do Papa

O quarto mandamento não fala da bondade dos pais, nem requer que os pais e mães sejam perfeitos, acrescentou o Papa. Fala de um ato dos filhos, independentemente dos méritos dos pais, e fala de algo extraordinário e libertador: uma vida plena e feliz depende do reconhecimento para com quem nos colocou no mundo, mesmo que nem todos os pais sejam bons e nem todas as infâncias sejam serenas. 

“Pensemos em quanto esta Palavra pode ser construtiva para tantos jovens que vêm de histórias de dor e para todos aqueles que sofreram na juventude. Muitos santos – e muitos cristãos – depois de uma infância dolorosa viveram uma vida luminosa, porque, graças a Jesus Cristo, se reconciliaram com a vida”. 

Este mandamento, segundo o Santo Padre, dá a orientação que conduz a Cristo: Nele se manifesta o verdadeiro Pai, que oferece “renascer do alto”, que prepara a uma vida de filhos seus. As feridas, acrescentou Francisco, começam a ser potencialidades quando, por graça, descobre-se que o verdadeiro enigma não é “por que”, mas “por quem” aconteceu algo na vida. “Em vista de qual obra Deus me forjou através da minha história? Aqui tudo se inverte, tudo se torna precioso, tudo se torna construtivo. (…) Então podemos começar a honrar nossos pais com a liberdade de filhos adultos e com misericordiosa acolhida de seus limites”.

O Papa conclui a catequese lembrando que os pais devem ser honrados, foram eles que deram vida aos filhos. “Se você se afastou dos seus pais, faça um esforço e volte, volte para eles; talvez sejam idosos…Deram a vida a você. E depois, entre nós existe este costume de dizer coisas feias, também palavrões. Por favor, nunca, nunca, nunca insultar os pais dos outros. Nunca! Nunca se insulta a mãe, nunca insultar o pai. Nunca! Nunca! Tomem vocês mesmos esta decisão interior: de hoje em diante nunca insultarei a mãe ou o pai de quem quer que seja. Nos deram a vida! Não devem ser insultados”. 

Queremos a humildade da Virgem Maria, pois só com ela vamos configurar para sempre a constelação do Céu, brilhando com Cristo para sempre

Eis aqui a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra!” (Lucas 1,38). 

Hoje, celebramos Nossa Senhora Rainha, aquela que está à direita de Deus, coroada como Rainha do Céu e da Terra. Quem é essa mulher? Quem é essa que avança como aurora? Quem é essa a quem os anjos servem? É Maria, a serva do Senhor!

.:Participe do Aprofundamento ‘Estudo Orante da Bíblia’ com padre Roger Araújo

Deus é aquele que exalta os humilhados e humilha aqueles que se exaltam. Maria, por toda a sua vida, foi uma mulher que se colocou como serva, comportou-se como uma discípula do Senhor Jesus, a filha de Deus Pai que seguiu os passos do Mestre Jesus. Ela é a Mãe do Senhor, a Mãe do Salvador. 

Maria não se deixou engrandecer por nada deste mundo, não deixou que o seu coração fosse tomado pelo orgulho, pelo sentimento de grandeza, pelas exaltações e os louvores humanos. Pelo contrário, ela é a humilde serva do Senhor.

Quando contemplamos a Festa da Coroação de Maria, os méritos dela estão nas suas virtudes e, entre essas virtudes, podemos admirar tantas que brilham no Céu. Eu destaco, hoje, a virtude da humildade. Como a humildade é agradável aos olhos de Deus, pois encanta e faz bem, melhora os relacionamentos humanos, destrói todo o egoísmo e soberba que se apoderam do nosso coração.

Precisamos investir num coração humilde, porque o orgulho se apodera de nós, gera todos os descontentamentos humanos, gera as disputas, as competições, as brigas e rivalidades. O orgulho é o veneno do inferno na vida humana, e a humildade é o remédio de salvação.

Olhamos, hoje, para a bem-aventurada, a sempre Virgem Maria, e queremos aprender dela a sermos humildes. Aquela que nós aplaudimos como Rainha do Céu e da Terra, brilha no meio de nós por toda a excelência de humildade que ela viveu no seu coração. Sempre serva, somente serviu a Deus e não buscou nenhuma ostentação humana.

No mundo onde vivemos, onde é tão importante aparecer, estar à frente dos outros, querer ser melhor – até nas igrejas as pessoas querem brilhar, querem reconhecimento, aplausos, destaque e likes –, o que nós queremos é a humildade da Virgem Maria. É só com ela que vamos configurar para sempre a constelação do Céu, brilhando com Cristo para sempre.

Ó bem-aventurada, sempre Virgem Maria, Rainha do Céu e da Terra, ensine-nos o caminho da humildade.

Deus abençoe você!

A MULHER DE VALOR

Prov 31, 10-31. “A mulher de valor… proporciona sempre alegria… nunca desgosto… trabalha prazerosamente… cinge-se com firmeza… redobra a força de seus braços… Fortaleza e dignidade são seus adornos, ela sorri para o futuro… abre a boca para a sabedoria e uma instrução bondosa está na  sua língua”.

Onde está a mulher de valor? Como se pode alcança-la? A mulher de valor é fruto da conquista de cada momento. É preciso fazer bem todas as coisas e dar sentido a tudo que se realiza. As decisões da vida cotidiana constroem a mulher de valor. Ela vai escolhendo bem em cada momento.

Ela sabe viver o hoje para assim, dar oportunidade a Deus de reconciliá-la com seu passado. Ela vive a simplicidade de cada momento e só assim sabe proporcionar alegria sem nunca dar desgosto. Sua beleza vem desta sabedoria de viver bem o tempo que se chama hoje. A mulher de valor é bondosa porque sabe ser agradecida, fez a experiência de receber mais do que mereceu.

Ah! A mulher virtuosa! Onde a encontrar? Ela está longe de mim! Ela parece o ideal porque na verdade, encontro outra pessoa dentro de mim. Eu a busco com todas as minhas forças, eu desejo. Senhor transforma a mulher velha na mulher nova, dou livre acesso. Eu quero ser a alegria do meu Senhor. Eu quero ser uma mulher de valor. Alegria, louvor, gratidão, acolhimento, disponibilidade, simplicidade, eis as características de uma mulher de valor.

Vera Lúcia Reis

Comunidade Canção Nova

 

 

Quando nos encontramos com Jesus, Ele ressuscita a nossa vida e se torna o grande amor da nossa existência

“Então Maria Madalena foi anunciar aos discípulos: ‘Eu vi o Senhor!’, e contou o que Jesus lhe tinha dito” (João 20,18).

Maria Madalena era a discípula amada. A vida dela, o que ela viveu, os amores que ela teve na vida, ficaram para trás porque Jesus tornou-se o grande amor da sua vida. Por isso, ela foi ao encontro d’Ele, com todo amor do seu coração. Maria é a discípula que não deixou o medo falar mais alto do que o seu amor e a sua fé.

Temos, muitas vezes, amor por Jesus e não é pouco. Entretanto, o nosso amor se mistura com os nossos medos, com as nossas confusões, inquietações, preocupações e frustrações. Maria Madalena teve tudo isso, mas o sentimento que norteou o seu coração foi o amor profundo ao Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Alguns, por não conhecerem o amor de Deus da sua forma mais sublime, querem até confundir esse amor de Madalena, querem colocar no coração dela sentimentos que ela não teve. Os sentimentos de Madalena foram os sentimentos de uma mulher que apaixonou-se pelo Evangelho e teve a vida transformada por Ele. Madalena foi uma testemunha digna, fiel e amada; ela teve olhos e coração para ouvir o Ressuscitado falar ao seu coração, por isso ela foi testemunha.

Testemunha é quem vê e experimenta e, Maria Madalena, experimentou o Ressuscitado, ainda quando não tinha morrido, e depois, Ele se manifestou a ela e plenificou tudo aquilo que ela havia experimentado na sua vida.

Permitamos nos encontrar, de fato, com Jesus, permitamos que Ele ressuscite a nossa vida, ressuscite e inflame o nosso coração para que, também, sejamos apaixonados por Ele, para que possamos proclamar que Jesus está vivo.

Maria viu, acreditou e foi contar, testemunhar que Jesus estava vivo. Não anunciamos que Jesus está vivo, paramos nas decepções, nas dificuldades, nas coisas que estão negativas porque, muitas vezes, a nossa experiência com o Ressuscitado não é uma experiência que transforma o nosso coração e os nossos afetos.

Quando nos encontramos com Jesus, Ele ressuscita a nossa vida e se torna o grande amor da nossa existência.

Deus abençoe você!

Pe Roger Araújo

Há 40 anos, desde o início da Canção Nova, que segundo o seu fundador, Monsenhor Jonas Abib, esta comunidade é uma escola de formação. “Formação é a palavra que mais tem sido usada na nossa história. E sinto que é a realidade mais buscada”, afirma Abib.

Formar para a comunhão foi um dos propósitos do encontro que aconteceu na casa da Canção Nova em Lavrinhas/SP. Entre os dias 22 e 25 de fevereiro de 2018 participaram deste evento todos os responsáveis pelas 20 frentes de missão da Comunidade no Brasil e uma no Paraguai. 

Despertar o princípio de que “a corda tripla não se rompe facilmente”, conforme Eclesiástico 4,12b, foi a motivação da 3ª edição da Escola de Comunhão que proporcionou às lideranças da comunidade em suas frentes de missão, momentos de oração, partilha, reflexão, estudo e convivência fraterna.

Em cada frente de missão da Canção Nova há um governo local, que segundo a organização da Comunidade denomina-se “tripé”: Refere-se à unidade de um membro que cuida da Formação dos membros, o Formador; Outro membro que cuida do patrimônio e finanças, o Ecônomo; Um terceiro, o Responsável de Missão, que responde pela comunidade a nível local. Esses três missionários são os primeiros chamados ao serviço, doação e resposta coerente em suas vocações.

“A Escola de Comunhão é uma grande oportunidade para que esses membros dos ‘tripés’ experimentem o cuidado de Deus que os envia para zelar por seus irmãos e pela Obra Canção Nova espalhada em usas frente de missão”. Que a primeira ação diante das autoridades civis e religiosas seja a oração por aqueles que foram escolhidos por Deus para governar uma parcela do povo de Deus!

São José, valei-nos!

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Padre Jonas e como tudo começou

Eu conheci monsenhor Jonas Abib em 1970, quando participava dos encontros de jovens que ele realizava na Casa de Retiro dos Salesianos, em Campos de Jordão. Depois, ele veio para o Colégio São Joaquim, na cidade de Lorena-SP, em 1971, onde eu morava e, posso dizer que, desde então nunca nos separamos. Em Lorena, ele começou os encontros de Jovens nesse colégio e, nos sábados, à noite, nos reuníamos para celebrar a Missa e para formação. Com a profundidade espiritual do monsenhor Jonas e seu talento para compor e cantar, ele reunia-se com os jovens que trabalhavam nos encontros.

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Foto: Encontro de jovens promovido pelo padre Jonas, em Areias-SP.

Em 1973, padre Jonas conheceu a Renovação Carismática Católica, em Campinas-SP, com o padre Haroldo Hahn, que a trouxe dos EUA. Renovado no Espírito Santo, pelo Batismo no Espírito, padre Jonas começou a realizar as “Experiências de Oração” na diocese de Lorena-SP e, logo, em outros estados do país. Foi um tempo de graças e de muitos trabalhos. Andávamos por muitos lugares, atendendo os pedidos de muitos.

Com isso, os grupos de oração se multiplicaram em toda a região, e padre Jonas começou, também, o catecumenato em várias cidades da diocese, dando formação aos jovens. Eu pude participar desse trabalho; eram belos encontros de catequese sobre a Igreja, os sacramentos, os mandamentos e a espiritualidade. Com todo esse trabalho, padre Jonas foi formando muitos jovens que, hoje, são adultos atuantes na Igreja.

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O começo de toda a obra

Em seguida, padre Jonas conseguiu uma casa na fazenda, em Areias-SP, perto de Cachoeira Paulista-SP, e ali foram realizados dezenas de encontros como: Maranathás, Aprofundamentos e Experiências de Oração com jovens e adultos, que logo se espalharam por muitos lugares. Foram tempos de muitos sacrifícios, porque a estrada para a fazenda era de terra, e no tempo de chuva, muitas vezes, era difícil de lá chegar. A casa não tinha luz elétrica; a água para os banheiros era levada por meio de um velho motor a diesel, que muitas vezes não pegava. Muita gente, de muitas cidades, passou por essa casa abençoada onde a Capela era num pequeno quarto fora da casa. Padre Jonas viajou muito para “pregar” esses encontros em outras cidades.

Em 1978, ele começou a Comunidade Canção Nova, em uma casa em Lorena-SP, com 12 jovens. Em seguida, comprou a pequena Rádio Bandeirantes de Cachoeira Paulista-SP, através da qual pôde e, graças a Deus, ainda pode evangelizar e espalhar o amor de Deus pelo ar. E na atual “Chácara Santa Cruz”, em Cachoeira Paulista-SP, estabeleceu a sede da comunidade Canção Nova. Assim tudo começou!

Hoje na Frente de Missão de São José do Rio Preto, Dom Tomé. celebra missa de ação de graças, ocasião onde os missionários renovam o seu compromisso com Deus no Carisma Canção Nova.

Parabéns Comunidade Canção Nova. Que o Senhor nos faça fiéis.

A Comunidade Canção Nova em parceria com Catedral, realizou no último final de semana o Acampamento de Oração Cura e Libertação, com os pregadores Pe. Fábio Camargos e Ana Lúcia, membros da Canção Nova.

Muitas pessoas de São José do Rio Preto e Região vieram fazer uma experiência pessoal com Jesus e seu Evangelho, crescer na fé e vivenciá-la em sua Comunidade.

Os pais puderam participar com tranquilidade do evento, porque uma Equipe voluntária se dedicou com muito carinho, cuidando da evangelização seus filhos. A Canção Nova agradece a Dom Tomé, ao Padre Deusdet, Equipe de Comunicação da Diocese e todos aqueles que de uma maneira ou outra contribuíram para o bom êxito de deste Evento. 

Mais Informações sobre a Canção Nova e suas atividades:

Comunidade Canção Nova São José do Rio Preto

Rua XV de Novembro, 3635 – Centro

Fone: 17 3233-4600 ( Casa de Evangelização)

Redes Socias:

facebook.com/cnriopreto

Blog: riopreto.cancaonova.com

Instagram: @cnriopreto / @radioriopretocn

Fotos: @samucamolina

O Acampamento RVJ tem como objetivo levar os jovens a uma experiência de reflexão e conversão através de provas físicas.

O nome Revolução Jesus surgiu a partir de uma palestra ministrada pelo pai-fundador da Comunidade Canção Nova, Monsenhor Jonas Abib que, antes de iniciar a comunidade já pregava retiro para jovens nos inícios da década de 70. Retiros estes conhecidos como Maranathá (palavra em grego que significa “Vem Senhor Jesus!”).

Resgatando a proposta da evangelização dos jovens através dos Maranathás e atualizando a sua metodologia para o século XXI, o Revolução Jesus está inserido nas principais questões que envolvem os jovens de hoje (e sempre) buscando uma linguagem atual dentro das novas tecnologias de comunicação social que constantemente surgem e se aperfeiçoam.

.Acreditamos que somente através de um encontro pessoal com Jesus Cristo e da busca de uma verdadeira vida sob a ação do Espírito Santo (batismo no Espírito) é que poderemos dar prosseguimento a esta Revolução iniciada a quase 2000 anos atrás quando o próprio Deus se encarnou e veio implantar o seu reino de amor.

.O Revolução Jesus é formado por missionários e colaboradores da Canção Nova, que acreditam que esta boa nova chamada Jesus Cristo deve ser propagada o mais alto possível e de todas as formas até que TUDO finalmente Lhe seja submetido.

“A característica de um Revolucionário é a perseverança”. (Monsenhor Jonas Abib)

Fotos do Acampamento RVJ na Canção Nova São José do Rio Preto

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