Talvez muito de nós estamos preocupados com tantos problemas que não notamos o Lázaro de hoje, perto de nós, na nossa frente, no nosso caminho, na nossa porta.

Todas as vezes que paramos diante desta passagem entre Lázaro e o Homem Rico, focamos neles e não em nós. Nós somos o Homem Rico e é só olhar com detalhe para as escrituras. Nesta passagem encontramos alguém mais no prato do que precisa para comer. Que tem muito mais roupas no armário do que necessita. Que tem muito mais coisas inúteis em casa do que realmente necessitaria. Somos a geração que pensa que se temos todos também tem, se temos o que comer todos tem, ou ainda alguém irá encher a barriga de quem não tem.

Não notamos Lázaro hoje em nossas vidas, não porque somos maus, porque estamos muito ocupados para nota-lo. As midias sociais, os problemas que não tem mais tempo para serem pensados, pois este lugar de  honra na nossa vida está ocupado por elas.

Construimos uma geração que se tornou insensível, dormente ao sofrimento do outro. Como poderemos dizer que somos de Cristo! A grande característica que os pagãos notavam descrito por São Lucas era::Olha como eles se amam!!! Significa que se eu posso sentir a Dor de um irmão, então eu sou de Cristo! Mirem em Santa Madre Teresa, não é sentir, é colocar em prática, em ação! A maior fome da humanidade nos dias de hoje, que não poupa os países mais civilizados, é a Fome de AMOR!

Saiamos na nossa zona de conforto e busquemos águas mais profundas, e não estejamos muito ocupados, para não abraçar a Graça que passa….Pois, SÓ Deus Basta!

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