Estimulação Paraforniciana em pacientes com Doença de Alzheimer

Neuromodulação é o nome que se dá a um sistema que pode ser implantado em qualquer área do sistema nervoso central ou periférico que promova o controle de sintomas desfavoráveis. Neste caso estamos falando de Dor Crônica.

– Procedimentos invasivos para dor são todas as formas de interferir no mecanismo da iniciação da dor, da sua propagação e da sua interpretação.       

–        Seja intervindo diretamente no disco intervertebral com ablações por radiofreqüência ou coagulações nucleares,

–      Seja intervindo com radiofreqüência contínua ou pulsátil no gânglio da raiz dorsal, ou seja, intervindo nas facetas diminuindo os impulsos aferentes dolorosos. 

–     Seja com epiduroscopia entrando pelo forame sacral maior e podendo se estender até a altura da transição tóracolombar para a extirpação de fibroses peridurais, periradiculares ou perimedulares que causam estenose sintomática pós operatória ou até mesmo dores recorrentes mistas neuropáticas e compressivas.

A falta de sono pode provocar distúrbios psiquiátricos?
Estudo mostra que a privação de sono resulta na reprogramação do circuito emocional do cérebro
Walker descreveu o aumento na reação emocional em estado de cansaço como “profundo”, destacando que “nunca testemunhamos um aumento dessa magnitude entre os dois grupos em nenhum dos estudos anteriores”.

A equipe também verificou as leituras do fMRI para determinar se quaisquer outras regiões do cérebro demonstraram um padrão similar de atividade, o que indicaria que as redes cerebrais estavam se comunicando entre si. Nos participantes normais, a amígdala parecia estar se comunicando com o córtex pré-frontal medial, uma camada externa do cérebro que, de acordo com Walker, ajuda a contextualizar as experiências e emoções. Mas, no cérebro daqueles que não dormiram, a amígdala parecia ser “reprogramada”, conectando-se com uma área do tronco cerebral chamada locus coeruleus, que secreta noradrenalina, um hormônio precursor da adrenalina que desencadeia reações do tipo “lutar ou fugir”.

“O córtex pré-frontal medial é o policial do cérebro emocional”, afirma Walker. “Ele nos torna mais racionais. Essa conexão inibitória de cima para baixo é interrompida na condição de privação de sono. Aparentemente a amígdala é capaz de perder o controle.” As pessoas nesse estado sentem como se estivessem em uma montanha russa de emoções, apresentando sinais de transtorno e irritação ou até euforia em alguns momentos, afirma.

“Parece haver uma relação casual entre o sono prejudicado e algumas sintomatologias e distúrbios psiquiátricos que estamos observando, afirma Robert Stickgold, professor adjunto de psiquiatria da Harvard Medical School que não participou deste estudo. Ele menciona pesquisas associadas à apnéia do sono, em que a respiração é descontínua, até distúrbio de déficit de atenção e hiperatividade, e evidências de haver uma conexão entre depressão e insônia como exemplos. “Pode ser que essas regiões frontais mediais estejam dizendo ao resto do cérebro ‘pode relaxar’, afirma. “Esses circuitos ficam exaustos ou se tornam alterados depois da falta de sono.”

Walker conta que a equipe agora planeja examinar os efeitos da interrupção de certos tipos de sono, tais como o sono REM ou o sono de onda lenta. “Acho que podemos começar a pensar sobre uma nova função potencial para o sono”, diz Walker. “Na prática, o descanso prepara nosso cérebro emocional para as interações sociais e emocionais do dia seguinte.”