A história de São Francisco em animação para crianças

Olá amigos do blog, paz e bem!

Esses dias conheci o projeto Arte Piedosa, um projeto que vale a pena apoiar. Como no momento eu não posso ajudar financeiramente, estou compartilhando com vocês este vídeo e convido aqueles que podem contribuir. São projetos assim que a Igreja precisam para contribuir na missão de evangelizar as nossas crianças.

A Arte Piedosa é formada por um grupo de cristãos que busca mostrar a beleza da Santa Igreja Católica através de desenhos animados.
Desenvolve produtos para, primeiramente, louvar a Deus, catequizar o público cristão e evangelizar para que mais pessoas conheçam a beleza da fé.
A equipe de artistas trabalha na área de desenhos animados há mais de 10 anos, participou de diversos trabalhos premiadíssimos, entre séries de animação e longas metragens, e recebeu três indicações ao Oscar. Contudo, seu maior sonho é contar as maravilhas de Deus através da arte, especialmente do desenho animado.

A fé em Jesus Cristo é o maior bem que os pais podem dar aos filhos.

Por Adailton Batista

Arquivo Canção Nova / Wesley Almeida: cancaonova.com

Como é bonito a cada domingo ver chegar na paróquia aquelas famílias: pais, mães e filhos, para juntos celebrar a Eucaristia.

Me encanta ver as crianças imitando seus pais em cada gesto da celebração, e como eles na sua simplicidade e doçura de criança chamam a atenção dos fiéis.

Na catequese as crianças aprendem o valor da Santa Missa, embora a maior catequese é o testemunho autêntico dos pais. Não deixemos portanto que os filhos cresçam para escolher ir ou não para a Igreja. Participar da vida eclesial e – principalmente a Santa Missa dominical – dever ser um compromisso de cada família católica. Aqueles, porém, embora tenha outras atividades, mas que podem participar da missa no meio da semana, participe. Mas aos domingo Eucaristia deveria ser a primeira preocupação do católico.

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Deus nos ama e deseja nossa santificação, para juntos como filhos de Deus que somos cheguemos um dia a vida eterna. É na eucaristia celebrada e comungada que nos aproximamos mais do céu.

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A sétima arte apontando temas que servem de alerta para a sociedade

Pelo nome do filme, você agora deve estar pensando num quarto lindo, de um garoto de nome Jack. Ainda pode imaginar os diversos objetos espalhados entre as quatros paredes: notebook, celular, livros, quadros, bola, roupa etc. Nada disso! O longa “O quarto de Jack” ( Room no original) mostra a história de Jack (Jacob Tremblay ), um menino de cinco anos que é criado por sua mãe Joy Newsome (Brie Larson ), em um cativeiro. Má, como é carinhosamente chamada por Jack foi sequestrada ainda quando criança e isolada do mundo, presa por sete anos em um contenier.

imagem ilustrativa – foto divulgação

O menino Jack é fruto de um estupro do algoz e sequestrador de sua mãe. A trama não mostra o exato momento em que Joy é sequestrada, mas pelo desenrolar do roteiro, este fato fica evidente. O estupro é um crime que toda a sociedade tende unir forças para criar campanhas combater. No Brasil, de acordo com estudo divulgado pelo Banco Mundial em 2016, a cada 11 minutos uma mulher é estuprada. Este ano segundo o levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), realizado com base nos dados de 2011 do Sistema de Informações de Agravo de Notificação do Ministério da Saúde (Sinan), mostrou que 70% das vítimas de estupro no Brasil são crianças e adolescentes. Só não vê quem não quer. O diretor mostra com o filme mais que um apelo, aponta uma realidade urgente, não só no Brasil, mas em todo o mundo como vamos discutir mais a frente. Voltando ao filme Jack cresce num universo claustrofóbico onde apenas uma claraboia ilumina o quarto. Não sou de chorar, mas o filme foi capaz de arrancar minhas lágrimas, pois a cada cena, gerava em mim o desejo de salvar aquelas pobres almas indefesas.

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«Deus ouve os humildes de coração»

As palavras e petições dos que oram devem ser ordenadas, tranquilas e discretas. Pensemos que estamos na presença de Deus e que devemos agradar aos seus olhos, tanto pela atitude do corpo como pelo tom da voz. Porque assim como é falta de educação falar em altos gritos, também é próprio de pessoas bem educadas rezarem com recolhimento e modéstia. De facto, o Senhor mandou-nos e ensinou-nos a rezar em segredo, nos lugares escondidos e remotos e até nos próprios aposentos. A fé ensina-nos que Deus está em toda a parte, escuta e vê a todos, e na plenitude da sua majestade penetra nos lugares mais recônditos, segundo está escrito: Eu sou um Deus próximo e não um Deus distante. Poderá um homem ocultar-se em lugares escondidos, sem que Eu o veja? Porventura, a minha presença não enche o céu e a terra? E noutra passagem: Em todo o lugar os olhos do Senhor observam os bons e os maus.

E quando nos reunimos com os irmãos e celebramos o santo sacrifício com o sacerdote de Deus, devemos proceder com respeito e ordem, e não lançar desordenadamente ao vento as nossas orações com palavras rudes, nem pronunciar com loquacidade barulhenta aquela petição que deve ser apresentada a Deus com modesta dignidade. Deus ouve mais o coração do que as palavras. Não é preciso gritar para chamar a atenção de Deus, porque Ele vê os nossos pensamentos. bem o mostrou quando disse: Porque pensais mal em vossos corações? E noutro lugar: Todas as Igrejas saberão que Eu sou Aquele que perscruta os rins e os corações.

Segundo conta o Primeiro Livro dos Reis, Ana, que era figura da Igreja, guardava e conservava interiormente as coisas que pedia a Deus, dirigindo-se a Ele não em altas vozes mas com silêncio e modéstia, no segredo do seu coração. Ao falar, a oração era escondida, mas a fé manifesta; não falava com a voz mas com o coração, sabendo que deste modo Deus a ouviria. Assim obteve o que pedia, porque pediu com fé. Afirma-o claramente a divina Escritura: Falava em seu coração; apenas movia os lábios, sem se lhe ouvir palavra alguma; mas o Senhor atendeu-a. Do mesmo modo lemos nos salmos: Orai em vossos corações; e arrependei-vos no silêncio dos vossos aposentos. O mesmo sugere e ensina o Espírito Santo por meio de Jeremias, quando diz: Dizei em vossos corações: só a Vós, Senhor, devemos adorar.

Portanto, irmãos caríssimos, quem adora não deve ignorar o modo como o publicano orou no templo, juntamente com o fariseu. Não tinha os olhos atrevidamente levantados para o céu, nem erguia as mãos com insolência, mas, batendo no peito e confessando os pecados ocultos, implorava o auxílio da misericórdia divina. Entretanto o fariseu comprazia-se em si mesmo. Assim mereceu ser justificado o que orava com humildade, porque não tinha posto a esperança da sua salvação na própria inocência, pois ninguém é inocente. Orou, confessando humildemente os seus pecados. E Aquele que perdoa aos humildes escutou a sua oração.

Do Tratado de São Cipriano, bispo e mártir, sobre a Oração Dominical
(Nn. 4-6: CSEL 3, 268-270) (Sec. III)

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