Quinta-feira-de-Adoração (1)Eucaristia nosso tesouroO Corpo de Jesus, presente na Eucaristia, vem atingir plenamente o nosso ser.

Na comunhão:
Quem recebe a Eucaristia recebe o Corpo do Senhor. Ele permanece em nós e nós n’Ele.
Quando comungamos, é a pessoa inteira de Jesus que recebemos, é Cristo Ressuscitado com Seu Corpo glorioso.Ao comungar, entramos em comunhão com as chagas de Jesus, abertas por nós, para curar as nossas feridas e o que o pecado nos deixou. Comungamos o coração do Senhor, que amou e ainda ama cada um de nós, o mesmo coração que foi perfurado pela lança.
 
Na adoração:
A cura física e espiritual de que necessitamos está na adoração. Mesmo na fraqueza, precisamos usar nossa boca, nossa mente, nossos sentimentos e joelhos para adorar Jesus.
A adoração nos tira das garras do inimigo. Mesmo sem palavras, adoremos em espírito, diante do Trono da Graça. Na adoração, a tentação é obrigada a ceder.
Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib

Confira a programação e os temas de cada dia do Cerco de Jericó:
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13/02: Derrubar muralhas pela força do amor e do cuidado
20/02: Não desanime, o Senhor caminha contigo!
27/02: Derrubando as muralhas erguidas pelo pecado: libertação dos jugos espirituais e comportamentais
06/03: Cultivar a fé que abre portas e derruba muralhas
13/03: Curando as feridas emocionais para amadurecer
20/03: Libertar pela força do exemplo
27/03: Libertos para viver um novo tempo!

Sobre o Cerco de Jericó:

A prática do Cerco de Jericó, que foi baseada nas Sagradas Escrituras, nasceu na Polônia. Consiste na oração incessante e suplicante, durante sete dias e seis noites, diante do Santíssimo Sacramento exposto. No Antigo Testamento, depois da morte de Moisés, Deus escolheu Josué para conduzir o povo hebreu. Deus disse ao sucessor de Moisés que atravessasse o Jordão com todo o povo e tomasse posse da Terra Prometida. A cidade de Jericó era uma fortaleza inexpugnável. Ao chegar junto às muralhas de Jericó, Josué ergueu os olhos e viu um anjo, com uma espada na mão, que lhe deu ordens concretas e detalhadas. Ele e todo o povo executaram fielmente as ordens recebidas: durante seis dias, os valentes guerreiros de Israel deram uma volta em torno da cidade. No sétimo dia, deram sete voltas ao redor dela. Durante a sétima volta, ao som da trombeta, todo o povo levantou um grande clamor e, pelo poder de Deus, as muralhas de Jericó caíram (cf. Josué 6, 1-19).t

Precisamos da adoração tanto quanto da respiração.

Quinta-feira-de-Adoração (1)

Precisamos da adoração tanto quanto da respiração. Somos acostumados com a promessa de Jesus que diz: “Pedi e recebereis, buscai e acharei, batei a porta e abrir-se-vos-á”. Uma coisa está ligada à outra, se você pede, recebe; se busca, encontra, se bater a porta será aberta. A oração é como ginástica, quanto mais você a pratica, mais afiado você fica. Usei de propósito a palavra “praticar”, porque a oração é como um esporte, como a natação, o pilates… É preciso praticar.

Quando você está acostumado a orar, mas, num determinado momento, já não consegue, a oração não vem, não brota. Você pode estar diante do Senhor sem gozo, sem vontade, mas o seu coração, o seu espírito ora. É impressionante! Parece que essa oração, que exige esforço, é mais gostosa do que aquela oração do impulso.

Revestir-se da armadura de Deus quer dizer deixar que a oração penetre em nós, pois não é contra qualquer um que estamos lutando, mas contra o demônio. E quanto mais estiver próxima a vinda do Senhor, mais intensa será a luta. Nossa luta não é contra a política ou a economia, mas contra o inimigo. Por isso precisamos nos revestir da armadura de Deus, porque já estamos nos dias maus. Precisamos estar inabaláveis, por pior que esteja a luta. (Efésios 6, 10-18 )

 

Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib

Fundador da Comunidade Canção Nova

A3-CercodeJericó (1)“Já é hora de despertar!

Despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da luz”     (Rm 13, 11-12)

CANÇÃO NOVA REALIZA CERCO DE JERICÓ

A Comunidade Canção Nova realiza, entre os dias 13 de fevereiro e 27 de março, às segundas-feiras, o grande Cerco de Jericó, na Catedral Maronita Nossa Senhora do Líbano, Liberdade, São Paulo (SP). Ao todo são sete Celebrações Eucarísticas presididas pelo Pe. Adriano Zandoná e transmitidas ao vivo pela TV Canção Nova, com início às 19h30h.

Cantores católicos vão animar as Santas Missas, e cada encontro será encerrado com a adoração ao Santíssimo Sacramento e a oração de “quebra das muralhas de Jericó”, um momento em que cada participante poderá interceder pela quebra das “muralhas” de sua vida pessoal e de seus relacionamentos familiares, e por diversas intenções.

Confira a programação e os temas de cada dia do Cerco de Jericó:

13/02: Derrubar muralhas pela força do amor e do cuidado

20/02: Não desanime, o Senhor caminha contigo!

27/02: Derrubando as muralhas erguidas pelo pecado: libertação dos jugos espirituais e comportamentais

06/03: Cultivar a fé que abre portas e derruba muralhas

13/03: Curando as feridas emocionais para amadurecer

20/03: Libertar pela força do exemplo

27/03: Libertos para viver um novo tempo!

Sobre o Cerco de Jericó:

A prática do Cerco de Jericó, que foi baseada nas Sagradas Escrituras, nasceu na Polônia. Consiste na oração incessante e suplicante, durante sete dias e seis noites, diante do Santíssimo Sacramento exposto. No Antigo Testamento, depois da morte de Moisés, Deus escolheu Josué para conduzir o povo hebreu. Deus disse ao sucessor de Moisés que atravessasse o Jordão com todo o povo e tomasse posse da Terra Prometida. A cidade de Jericó era uma fortaleza inexpugnável. Ao chegar junto às muralhas de Jericó, Josué ergueu os olhos e viu um anjo, com uma espada na mão, que lhe deu ordens concretas e detalhadas. Ele e todo o povo executaram fielmente as ordens recebidas: durante seis dias, os valentes guerreiros de Israel deram uma volta em torno da cidade. No sétimo dia, deram sete voltas ao redor dela. Durante a sétima volta, ao som da trombeta, todo o povo levantou um grande clamor e, pelo poder de Deus, as muralhas de Jericó caíram (cf. Josué 6, 1-19).

Participe conosco desta maravilhosa jornada de oração!

 Tome Nota!
Cerco de Jericó

Data:
13 de fevereiro à 27 de março, às segundas-feiras

Horário:
19h30 | Santa Missa (transmitida ao vivo pela TV Canção Nova)

21h | Adoração ao Santíssimo Sacramento

Local:

Catedral Maronita Nossa Senhora do Líbano

  1. Tamandaré, 355, Liberdade, São Paulo (SP)

(metrô São Joaquim)

Celebrante: Pe. Adriano Zandoná

 

Informações:

(11) 33829800 ou eventossp@cancaonova.com

 

UNIVERSAL

Por todos os que vivem em provação, sobretudo os pobres, os prófugos e os marginalizados, para que encontrem acolhimento e conforto nas nossas comunidades.

ESPECIAL

Rezemos pelas crianças que estão em perigo devido à interrupção da gravidez e também pelas pessoas em fim de vida.

ORAÇÃO

Deus, nosso Pai e Pai de todos.

Ao ler o Evangelho,

chama a nossa atenção a preferência de Jesus pelos mais pequenos,

pelos pobres, os doentes,

os que são postos à margem da sociedade.

Manifestou, mesmo no meio de incompreensões,

a proximidade da tua misericórdia,

curando, perdoando,

chamando cada um a fazer de novo parte da comunidade.

Nestes tempos em que tantos pobres,

marginalizados,

pessoas em busca de uma vida melhor batem às nossas portas,

passam nas nossas ruas,

pedimos que não tenhamos um coração endurecido e indiferente

às suas necessidades.

A comunidade cristã é o primeiro lugar do acolhimento.

Dá-nos, Senhor, a graça e a coragem de acolher a todos, como Jesus.


 DESAFIOS PARA ESTE MÊS:

– Num tempo em que se vivem tantos receios e resistências ao acolhimento dos refugiados no nosso país, procurar ganhar distância da propaganda que exclui e ganhar maior consciência dos dramas humanos que estão por detrás destas migrações forçadas.

– Acolher ou colaborar com instituições que acolhem refugiados ou trabalham com os marginalizados da sociedade.

– Ao cruzar-se com algum pobre e marginalizado na rua, não o evitar nem desviar o olhar, mas ser capaz de ver nele um filho de Deus e um irmão.

Rede Mundial de Oração Papa Francisco 

« DOM BOSCO CONTINUA MAIS VIVO DO QUE NUNCA! » DIZEM-ME EM ALEPO.
TODOS OS SALESIANOS SE MANTIVERAM AQUI, SÃO O REFLEXO DO PAI QUE AMAMOS «
Dom Bosco em Aleppo

”Estou em companhia do Provincial da província salesiana do Médio Oriente. Ele, Abbuna Munir, é sírio, nascido em Alepo, e dizia-me, de lágrimas nos olhos – não só pela dor do seu povo e da sua gente – mas também pelas coisas incrivelmente boas que está a viver no meio das balas, das bombas e da destruição.

Dizia-me: Dom Bosco está vivo, mais vivo do que nunca na Síria, em Alepo. No meio dos escombros, a casa salesiana abre todos os dias as suas portas para receber centenas de meninos e meninas e jovens porque queremos que, entre tanta morte, continue a vida. E posso dizer que é incrível como, em vez de diminuir, o número de jovens aumenta e continua a aumentar. Torna-se comovente para mim ver mais de 1.500 rapazes, moças e jovens, o dobro de antes, a querer vir para a nossa, a casa de Dom Bosco, para viver, para rezar e para jogar.

E acrescentava: Quero dizer-te que o que mais me comove é que os meus irmãos salesianos fizeram questão de ficar aqui com os que nos procuram. Podiam ir-se embora, se quisessem, mas nenhum deles quis retirar-se e todos estão a correr a mesma sorte que a sua gente.

Eu escutava-o sem conseguir dizer palavra, também profundamente comovido.

E é verdade. Dom Bosco continua mais vivo do que nunca. Certamente, no paraíso, na Outra Vida que é Vida em Deus, mas também aqui, entre nós porque há centenas e centenas de salesianos, de irmãs, de leigos e de jovens que mantêm vivo o seu sonho e a sua obra educativa e evangelizadora, e o encontro pessoal com cada rapaz, com cada jovem.

E tal como falo de Alepo, poderia falar de muitos outros lugares.

Uma das lembranças que com mais insistência Dom Bosco recordava aos seus salesianos, e muito especialmente aos missionários que iam para a América era esta: “Cuidai sobretudo dos doentes, das crianças, dos idosos e dos pobres”, e isto explica o pequeno ‘milagre salesiano em Alepo’. Ser uma casa onde cada um pode ter o seu lugar. Pouco haverá que comer, porque a escassez é geral, mas continua-se a cantar à vida e a apostar fortemente pela vida numa situação de morte.

Alegra-me profundamente de que seja assim e daqui dirijo hoje palavras de homenagem e de agradecimento a Dom Bosco que, sem nunca o pretender, foi grande porque com um olhar, com um silêncio, com uma palavra chegava ao fundo do coração das pessoas. Algo semelhante ao que vai acontecendo em tantos “Valdoccos” de hoje no mundo.

Neste sentido, não resisto a contar-lhes um facto muito simples que diz bem do bom sentido e grande coração de Dom Bosco. Verão que é só uma anedota mas que diz tudo. Narra-o, muitos anos depois da morte de Dom Bosco, um salesiano, padre Alessandro Luchelli, que viveu alguns anos com Dom Bosco no Oratório. Conta ele como, no princípio do ano de 1884, a disciplina no Oratório de Valdocco (Turim) se havia tornado muito severa, contrária à tradição salesiana, isto apesar de Dom Bosco ali viver e com pena assistir a algumas coisas. De facto, a nossa conhecida ‘Carta de Roma’ expressa a sua preocupação. Pois bem, conta Alessandro: “Um dia encontrava-me ao lado de uma fila de rapazes a meu cargo, enquanto esperavam a sua vez de ir para a sala de estudo. Eu punha-os em ordem com aspeto severo exigindo que mantivessem bem a fila. Naquele momento passa Dom Bosco, põe a mão no meu ombro e diz-me: ‘ma lascia um po’stare’ (deixa lá!). Dom Bosco não queria filas. Só as tolerou quando o número de rapazes havia aumentado muito e parecia tornarem-se necessárias”.

É apenas um dos muitos testemunhos que nos falam desse coração de pai que cuida até das coisas mais simples da casa, da família, dos jovens da casa salesiana. Como em Alepo, como na Serra Leoa, como no Ghana, como na Ciudad Don Bosco da Colômbia, como na Etiópia, como com os rapazes refugiados nas casas salesianas da Alemanha… E assim centenas e centenas de nomes que poderia acrescentar.

É isto que nos leva a dizer também hoje, juntamente com Abuna Munir de Alepo, que Dom Bosco, continua vivo, bem vivo em tanta vida das casas salesianas do mundo e em tanta vida que os seus filhos e filhas, quer sejam religiosos, religiosas, ou leigos de todo o mundo que procuram, na simplicidade das suas vidas, ‘ser Dom Bosco hoje’.”

Reitor-Mor, P. Ángel Fernández Artime, a Família Salesiana.
Saiba mais sobre os Salesianos no  Oriente Médio.

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Homilia de Dom Odilo Pedro Scherer, em ocasião do 463 aniversário de São Paulo.

“Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura”

Uma pequena aldeia tornou-se esta grande metrópole que é hoje São Paulo.

Os sinais que acompanharão aqueles que crerem serão estes: expulsaram demônios, falaram diversas línguas, quando impuserem as mãos sobre os doentes, eles ficarão curados.

As diversas culturas do mundo inteiro foram marcadas por este grande apóstolo de J

esus Cristo, São Paulo. As leituras de hoje falam de sua conversão. A conversão de São Paulo foi uma obra extraordinária de Deus.

A Arquidiocese e a cidade de São Paulo olha com especial atenção para este grande apóstolo nesse dia. Queremos como ele ficar firmes nos ensinamentos da Palavra de Cristo, que ele levou para tão longe, com tanto amor e tanta dedicação.

O momento da conversão de São Paulo o fez mudar totalmente a sua atitude, gerou uma profunda mudança em sua vida.

Saulo ainda não se chamava Paulo. Ele assistiu ao apedrejamento de Estevão. Ele ainda era muito jovem. As testemunhas desse ato deixavam mantos aos pés de Saulo. Ele não só assistiu como consentiu na execução de Estevão.

Depois do apedrejamento, começou-se uma grande perseguição aos cristãos. O papel de Saulo apareceu ainda mais destacado: entrava em casas e arrastava as pessoas aos cárceres. Sua intenção era castigar os que seguiam a Jesus Cristo.

Ele mesmo explica em suas cartas que o seu começo não foi amistoso em seu ardor juvenil. Ele via nas comunidades cristãs um desvio dos valores transmitidos pelo judaísmo e pelas famílias.

Paulo fala sobre este desvio de conduta e abandono de valores porque quer levar a todos a pensar na importância de não se gloriar de sua carreira judaica, de ter sido esta pessoa “justa e irrepreensível”, perseguidor da igreja, o que contava muitos pontos e glória em seu começo de juventude.

Em suas cartas, ele fala do kerigma, da morte de Jesus na cruz pela nossa salvação, da ressurreição de Jesus, da aparição de Jesus a ele próprio, de quanto não é merecedor por tanto ter perseguido os cristãos.

Mas o que aconteceu de tão forte e convincente que o fez abandonar esta cegueira de outrora?

Grande era o espanto que esta conversão causava: “aquele que antes nos perseguia, agora está pregando a nossa fé, que antes ele queria destruir”, as pessoas diziam.

Aquela voz que ele ouvia: Saulo, Paulo, porque me persegue? Esta voz mexera com a sua consciência: – quem és tu? Ele ouve: “Eu sou Jesus, aquele que estás perseguindo”.

Essa luz o iluminou. Naquele momento ele compreendeu o que é a Igreja. A Igreja é o próprio Jesus que continua vivo, o qual ele perseguia.

Dedicar-se à Igreja é dedicar-se a Jesus Cristo. A Igreja é o próprio corpo de Jesus Cristo que está vivo e presente no mundo.

O próprio Jesus fez esta promessa: “Eu estarei convosco até o fim dos tempos”.

Nesta festa somos convidados a olhar para o exemplo de São Paulo, o homem que aceitou o desafio de ser testemunha de Jesus Cristo, de seguir esta voz. Deus procura encontrar-nos nos caminhos mais contraditórios de nossa vida.

Como Paulo, devemos perguntar: “o que querer que eu faça?”.

Precisamos renovar nossa escuta de Deus, como religiosos, cristãos, leigos, nós que procuramos viver de uma forma ou de outra. Ouvir a voz de Deus que se manifesta, para sermos servidores de Jesus Cristo, do povo, na pregação, na evangelização, nos serviços religiosos, na solidariedade, no serviço da ordem.

Somos todos convidados a nos colocar à disposição de Deus, a serviço do evangelho, para a Igreja que vive nesta grande metrópole!

Assim seja.

Transcrição e adaptação: Vanessa Lacquaneti (missionária da Comunidade Canção Nova)

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Da Introdução à Vida Devota, de São Francisco de Sales, bispo

A devoção deve ser praticada de modos diferentes
Na criação, Deus Criador mandou às plantas que cada uma produzisse fruto conforme sua espécie. Do mesmo modo, ele ordenou aos cristãos, plantas vivas de sua Igreja, que produzissem frutos de devoção, cada qual de acordo com sua categoria, estado e vocação.
A devoção deve ser praticada de modos diferentes pelo nobre e pelo operário, pelo servo e pelo príncipe, pela viúva, pela solteira ou pela casada. E isto ainda não basta. A prática da devoção deve adaptar-se às forças, aos trabalhos e aos deveres particulares de cada um.

Dize-me, por favor, Filotéia, se seria conveniente que os bispos quisessem viver na solidão como os cartuxos; que os casados não se preocupassem em aumentar seus ganhos mais que os capuchinhos; que o operário passasse o dia todo na igreja como o religioso; e que o religioso estivesse sempre disponível para todo tipo de encontros a serviço do próximo, como o bispo. Não seria ridícula, confusa e intolerável esta devoção?
Contudo, este erro absurdo acontece muitíssimas vezes. E no entanto, Filotéia, a devoção quando é verdadeira não prejudica a ninguém; pelo contrário, tudo aperfeiçoa e consuma. E quando se torna contrária à legítima ocupação de alguém, é falsa, sem dúvida alguma.

A abelha extrai seu mel das flores sem lhes causar dano algum, deixando-as intactas e frescas como encontrou. Todavia, a verdadeira devoção age melhor ainda, porque não somente não prejudica a qualquer espécie de vocação ou tarefa, mas ainda as engrandece e embeleza.
Toda a variedade de pedras preciosas lançadas no mel, tornam-se mais brilhantes, cada qual conforme sua cor; assim também cada um se torna mais agradável e perfeito em sua vocação quando esta for conjugada com a devoção: o cuidado da família se torna tranquilo, o amor mútuo entre marido e mulher, mais sincero, o serviço que se presta ao príncipe, mais fiel, e mais suave e agradável o desempenho de todas as ocupações.

É um erro, senão até mesmo uma heresia, querer excluir a vida devota dos quartéis de soldados, das oficinas dos operários, dos palácios dos príncipes, do lar das pessoas casadas. Confesso, porém, caríssima Filotéia, que a devoção puramente contemplativa, monástica e religiosa de modo algum pode ser praticada em tais ocupações ou condições. Mas, para além destas três espécies de devoção, existem muitas outras, próprias para o aperfeiçoamento daqueles que vivem no estado secular.
Portanto, onde quer que estejamos, devemos e podemos aspirar à vida perfeita.

Fonte: Liturgiadashoras

Volte a sonhar e reencontre a felicidade
Os sonhos estão intimamente ligados à vida, e não há como seguir em busca da felicidade sem os considerar

Felicidade é a grande meta de todo ser humano, e como encontrá-la é o desafio que nos une a milhões de pessoas espalhadas pelo mundo. Aliás, vale a pena lembrar que buscar a felicidade é condição para encontrá-la, pois se costuma encontrar o que se procura.

Se você busca a felicidade, vai encontrar razões para ser feliz mesmo em meio às adversidades; porém, se não a busca, mesmo quando ela vier ao seu encontro não a reconhecerá. Conheço um provérbio popular que diz: “Para o barqueiro que não sabe aonde quer chegar, nenhum vento lhe é favorável”. Ou seja, quem não sabe o que quer, dificilmente chega a alguma conquista, e até mesmo quando acontecem coisas boas, nada parece favorecê-lo. É claro que existem pedras no caminho e nem todos os ventos sopram a nosso favor, mas quando temos uma meta definida, algumas pedras nos servem de degraus e alguns ventos fazem nosso barco avançar mar adentro com maior velocidade. Então, se você deseja ser feliz, é preciso dar passos firmes em direção à felicidade, e um dos passos que considero essencial é reencontrar sua essência, depois fazer as pazes com os acontecimentos que marcam sua história e voltar a sonhar, porque os sonhos estão intimamente ligados à vida, e não há como seguir em busca da felicidade sem os considerar.

Fonte: formacao.cancaonova.com

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“Deus não se esqueceu de você” (Is 49,15)

Canção Nova realiza Aprofundamento de Cura Interior

A Comunidade Canção Nova realiza, entre os dias 18 e 19 de março de 2017, o Aprofundamento de Cura Interior, no Auditório Paulo Apóstolo – Paulinas, Vila Mariana, São Paulo (SP).

Com o tema: “Deus não se esqueceu de você” (Is 49,15), o encontro tem como objetivo levar os participantes a uma experiência de restauração e de cura das vivências dolorosas do passado, as quais deixaram marcas em suas histórias.

O encontro começa às 08h da manhã e encerra às 18h, no sábado e no domingo, com momentos intensos de oração de cura interior, pregação da Palavra, Santa Missa e Adoração ao Santíssimo Sacramento.

Estarão presentes para conduzir o aprofundamento: Pe. Adriano Zandoná, Pe. Serginho, Dijanira Silva e Comunidade Canção Nova.

Inscrições:

Para fazer a sua inscrição, basta se dirigir à Casa de Evangelização da Canção Nova em São Paulo, localizada na Rua Tamandaré, 355, Liberdade (metrô São Joaquim). Informe-se quanto aos horários de funcionamento no seguinte telefone: (11) 3382-9800.

Você pode se inscrever também na Loja Canção Nova, Rua São Bento, 43, Centro (metrô Sé). Horário de funcionamento: De segunda à sexta, das 09h às 18h. Sábados, das 09h às 13h.

A cura interior é a restauração da personalidade, a chave para a cura plena de uma pessoa. A cada dia, o Senhor nos reserva uma surpresa e uma graça; cabe a nós colher d’Ele o caminho de cura que necessitamos trilhar.

Por isso, participe e viva conosco este final de semana de bênçãos e graças!

Tome Nota!

Aprofundamento de Cura Interior
“Deus não se esqueceu de você” (Is 49,15)

Data:

18 e 19 de março (sábado e domingo)

Horário:

Sábado: 08h às 18h
Domingo: 08h às 18h

Local do Aprofundamento 

Auditório Paulo Apóstolo – Paulinas
R. Dona Inácia Uchoa, 62, Vila Mariana, São Paulo/SP
(5 minutos do metrô Vila Mariana)

Inscrições:

Facebook - Inscrições online

 

 

 

 

 

Casa de Evangelização
Rua Tamandaré, 355, Liberdade, São Paulo/SP
(metrô São Joaquim)
Informações: (11) 3382-9800 ou eventossp@cancaonova.com

Grupo de Oração – ”De mãos unidas’
Auditório Paulo Apóstolo – Paulinas
R. Dona Inácia Uchoa, 62, Vila Mariana, São Paulo/SP
(5 minutos do metrô Vila Mariana) – Terças-feiras de 19:30h as 22h

Loja Canção Nova
Rua São Bento, 43, Centro, São Paulo (SP)
(metrô Sé)
Informações: (11) 3587-3141 – Horário comercial 9h as 18h

Valor da Inscrição: R$ 100,00 (individual – não aceitamos cartões)

 

testemunho João Batista

O mês de dezembro está chegando ao fim e nós contamos com você, para juntos chegarmos ao 100%.

Para evangelizarmos necessitamos…“dos pés daqueles que vão, que saem em missão, que deixam tudo, para tornar Jesus conhecido; dos joelhos daqueles que ficam, que permanecem na intercessão, que rezam para que a missão aconteça e das mãos daqueles que contribuem, que ajudam a manter a evangelização, para que ela chegue em todos os cantos e possam permitir que outras pessoas façam uma experiência viva e verdadeira com Jesus..”

Nossa missão de evangelizar, para continuar transformando vidas, necessita de você.

Joao Batista Silva, que fez aniversário no mesmo dia em que o Monsenhor Jonas Abib, ele é morador da cidade de São Paulo, sócio evangelizador, apaixonado pela da Canção Nova, ele teve sua vida transformada por Jesus através do Carisma Canção Nova, e a partir dai assumiu o compromisso nos ajudar. 

“ Tornei-me um sócio evangelizador, porque tenho um compromisso como cristão de participar dessa Obra.”… ”Monsenhor Jonas Abib, completou 80 anos no dia 21 de dezembro, a mesma data natalícia que a minha e eu fico feliz,  o seu amor missionário enraizou a Canção Nova… ”disse Sr. João Batista.

Confira o testemunho do Sr. João, ele tem um pedido a você. Acesse fb/cancaonovasp

Edição: Vanessa Lacquaneti
Gravação: Simone Souza
Texto:  Fernanda Ap. Ferreira.

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Evangelho das Bem Aventuranças – Mateus 5, 1-11

“De esperança em esperança”

O lema de Ordenação Episcopal de Dom Paulo Evaristo Arns e a liturgia preparada para a Celebração das exéquias do Arcebispo Emérito de São Paulo norteou a reflexão do Cardeal Odilo Pedro Scherer nesta tarde na qual acontecerá o sepultamento.

“Dom Paulo foi motivado e conduzido por essa grande esperança, em todos os momentos de sua vida. Esperança que aponta a meta suprema de toda a existência humana. Dom Paulo não só cultivou essa esperança, como consagrou sua vida na missão de levar a paz, a justiça, os sinais da esperança e das bem-aventuranças ao povo.

 

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“Senhor, quem morará em vossa casa?”

Dom Odilo também refletiu o salmo do dia, o anseio do salmista pela morada do Senhor.

“Deus preparou para nos uma morada para sempre, e Jesus no evangelho confirma: “na casa do meu pai existe muitas moradas”.

Dom Odilo afirma: “Durante esses dias, durante o velório, foi cantado: no céu não haverá tristeza, nem dor, somente a certeza de se viver eternamente com o Senhor. E esta é a grande meta do anúncio do evangelho e da esperança vivida pelo Dom Paulo”.

“Quem alcançara esta meta, de viver junto ao senhor? Quem cultiva a verdade e não usa a língua para falcidades contra o seu próximo, quem não se deixa corromper pelos maus”.

Foi essa a coroa conquistada pelo Dom Paulo na eternidade.

E na primeira leitura diz isso: “minha justiça não tardará a se manifestar para aqueles que forem justos”.

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Dom Odilo continua a sua homilia com as seguintes palavras:

Dom Paulo deixou se guiar por essas palavras, acreditou em suas promessas, e sua vida foi fecunda, unida a fé inabalável. Deus deu sabedoria a ele, deu-lhe franciscana santidade, o desapego dos bens materiais, a alegria da fraternidade para denunciar os males que ofendem e humilham as pessoas e o convívio social digno.

Dom Paulo Evaristo Arns se dedicou a Arquidiocese de São Paulo por quase 22 anos. Promoveu eficazmente a evangelização nessa imensa metrópole, ampliou as estruturas católicas nas periferias pobres de nossa cidade, as decisões e ensinamentos da Igreja. O povo humilde mereceu o amor deste pastor. Empenhou-se na renovação cultural do nosso povo, em tempos difíceis, dando amparo a muitas pessoas feridas, no corpo ou na dignidade, que lutavam pelos direitos humanos.

Animou a comunidade arquidiocesana, a sociedade inteira a agir e caminhar na mesma esperança. Testemunhou que a igreja não pode se cansar, mesmo quando os frutos não chegam imediatamente.

Dom Paulo entregou de forma corajosa e abnegada sua vida e expos sua vida a perigos por amor ao seu rebanho.

Caminhemos na esperança sem nunca desanimar, porque a esperança nunca pode desanimar. Ela está fundada em Deus, fiel as suas promessas, justo e próximo da humanidade. Deus pedagogo e pai, que ama, ensina, corrige e tem paciência com os seus filhos, nos trata com imensa misericórdia.

São Paulo nos lembra que não temos morada definitiva aqui na terra. Nossa casa definitiva é na vida eterna, na Jerusalém celeste, onde ele próprio está, junto do Pai e do Espírito Santo.

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Deus nos preparou um lugar na morada eterna. Dom Paulo encerrou a sua peregrinação, e já alcançou a sua meta antes mesmo de morrer. Ele sussurrava: “vocês não percebem que já estou partindo?”.

Carregado nos ombros do Bom Pastor, ele mereça agora passar a vida eterna na presença dos santos. Que o bom pastor o colha como uma ovelha amada, e que o seu exemplo de vida nos ajude a viver a esperança. Ele morreu mas vive agora ao lado de Deus.”

Transcrições e Adaptações: Vanessa Lacquaneti

 

A3-Noite-de-Oração (1)

Preparem o caminho! 

Canção Nova realiza Noite de Oração em preparação para o Natal!

O Advento é um tempo especial na Igreja em preparação para um grande acontecimento:

a chegada do Senhor, Salvador da humanidade.

E neste clima de expectativa para a chegada do Senhor, a Comunidade Canção realiza no

dia 16 de dezembro de 2016, uma noite de oração, com o tema; Preparai-vos, o Salvador

está chegando! 

O evento acontecerá das 18h às 20h, na Loja Canção Nova, localizada no centro de São

Paulo, à Rua São Bento, 43 (metrô Sé ou São Bento).

Haverá louvor, animação, adoração e benção do Santíssimo Sacramento.

Estarão presentes para conduzir esta noite de oração a apresentadora da TV Canção

Nova – Dijanira Silva, e Pe. Serginho – sacerdote da Comunidade Voz dos Pobres.

Participe e venha viver com a Canção Nova a alegria do Senhor que vem!

Tome Nota!

Noite de Oração em preparação para o Natal

Data:

16 de dezembro de 2016

Horário:

18h às 20h

Presenças:

Dijanira Silva (Locutora e Apresentadora da TV Canção Nova)

Pe. Serginho (Sacerdote da Comunidade Voz dos Pobres)

Comunidade Canção Nova

Local:

Loja Canção Nova

R. São Bento, 43, Centro, São Paulo/SP

(metrô São Bento ou Sé)

Informações:

(11) 3382-9800

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Reflita sobre o papel da terapia e a melhor abordagem psicológica

Vivemos um tempo em que a terapia deixou de ocupar o lugar da “loucura” para assumir seu verdadeiro papel. E qual seria esse papel? Auxiliar o indivíduo em seu processo de autoconhecimento e autodomínio.

As vivências humanas de hoje sofrem muito com o desgaste emocional. Reflexo disso é o aumento da procura por atendimento psicológico. Não só a adesão ao tratamento psicológico tem aumentado, quanto a necessidade real desse auxílio, devido ao aumento de patologias psíquicas desencadeadas.

Como tornar a terapia um tratamento eficazFoto: Copyright: shironosov 

A terapia é verdadeiramente eficaz?

Com toda certeza é possível dar uma resposta positiva a essa pergunta. As abordagens psicológicas têm contribuído em diversos aspectos para o bem-estar do ser humano.
No entanto, o que é interessante saber, nesse caso, é o que a torna eficaz. Muitas pessoas abandonam o tratamento psicológico por desacreditar na eficácia da terapia. Questiono, então, por que aquilo que era bom passou a ser ruim? O psicólogo? O tempo? A pessoa que está no processo terapêutico? São muitas as possibilidades, e irei apontar algumas delas:

Abordagens psicológicas

Muita gente não sabe, mas existem diversas abordagens psicológicas como Terapia Cognitivo Comportamental, Psicanálise, Humanista Existencial, Sistêmica dentre outras. Com isso, é preciso compreender que cada pessoa se identifica com uma abordagem específica.

Pode ser que o problema da eficácia não esteja no psicólogo ou na pessoa que faz terapia, mas na abordagem. É interessante respeitar o fato de que para cada abordagem existe um público específico. Umas trabalham de forma direta, focada; outras, mais indiretas, sendo assim menos invasivas. Vai sempre depender da necessidade da pessoa e do que ela vive no momento.

Um exemplo: para um anoréxico em grau avançado, é mais indicado buscar uma abordagem mais direta, pois existe um grave risco de morte, e não há tempo hábil para tratar determinados aspectos. Por isso, diante de uma insatisfação com o processo terapêutico, seria indicado iniciar o tratamento com uma nova abordagem, diferente da anterior, e não abandonar a terapia. Tudo bem que todo mundo quer acertar de primeira, mas, infelizmente, pode ser que isso não aconteça. E aí, vai abandonar? É melhor gastar um pouco mais de tempo em um recomeçar do que ficar paralisado em um sofrimento psíquico.

O vínculo é algo que pode ser positivo inicialmente, mas também pode prejudicar a eficácia do tratamento. Existem casos em que a relação psicólogo e cliente deixa de ser terapêutica e se torna mais familiar. A aproximação, o permitir viver bem próximo um da vida do outro, iniciando um vínculo de amizade, prejudica a eficácia do tratamento terapêutico. Existe uma “distância” saudável, que precisa ser respeitada, para um bom tratamento.

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Comprometimento! Essa é uma das chaves para que esse processo seja eficaz. Se você não acredita no psicólogo, não acredita que a terapia funciona, não vai com a “cara” do seu psicólogo ou até mesmo faz terapia, porque alguém impôs e não por achar que precisa, sua terapia não terá evolução nenhuma. O trabalho terapêutico depende muito do reconhecimento e do desejo de tratamento. É um comprometimento mútuo, um trabalho conjunto.

Terapia não é algo para um público específico, pois todos nós, em algum momento da vida, apresentamos questionamentos, sofrimentos e angústias que passam a dominar e reger nossa vida.

Nesse momento, acreditar na eficácia da terapia e decidir investir na própria vida, em um processo terapêutico, seria a escolha mais acertada.

Invista em você!

Fonte: formacao.cancaonova.com

Artigo: Aline Rodrigues é missionária da Comunidade Canção Nova, no modo segundo elo. É psicóloga desde 2005, com especializações na área clínica e empresarial.

Combata a ansiedade com a confiança em Deus

Gosto de olhar fotos antigas e tentar me recordar da ocasião em que elas foram tiradas, pensar no que eu estava vivendo naquele momento e fazer um paralelo com o que mudou daquele dia até hoje. Outro dia, vi uma dessas fotos que me fez refletir uma questão: como eu me preocupava com coisas desnecessárias!

Era o batizado de uma sobrinha há uns quinze anos. Na foto, quase todos estavam alegres, descontraídos e voltados com ternura para aquele pequeno ser vestido de branco que acabara de se tornar cristão pelas águas do batismo. Eu, ao contrário, apareço na foto tão tensa que até minha testa estava franzida. Comecei a pensar se havia alguma razão para eu estar assim tão preocupada na ocasião, e percebi claramente que não. Recordo-me de que foi me pedido apenas para ajudar a posicionar as pessoas na foto e pronto. Só isso.

Dicas para controlar a ansiedadeFoto: Wesley Almeida/cancaonova.com

Eu me preocupava demais com coisas extremamente desnecessárias, e a foto fez com que eu me recordasse disso. Se você me perguntar, hoje, se eu continuo me preocupando com as coisas, a resposta será sim, com certeza! Mas em uma proporção muito menor, pois tenho aprendido a confiar mais em Deus; e à medida que cresço na confiança, diminuo na preocupação. Na verdade, uma das coisas mais difíceis na vida são as preocupações que temos. Seja com nossos filhos, amigos, cônjuge, pais, emprego e tantas outras coisas que fazem parte de nossa vida. Mas me diga: quem, até hoje, conseguiu resolver alguma coisa à custa de preocupação?

Dar um basta na ansiedade

Bem sabemos que o fato de nos preocuparmos não resolve nada; na verdade, o que mais queremos, nesta vida, é deixar de nos preocupar, só não sabemos como fazer isso. Mesmo sabendo que, amanhã, talvez, já tenhamos nos esquecido de quais eram as preocupações de hoje, conscientes de que nossa vida pode deixar de existir a qualquer momento, achamos impossível fazer com que a nossa mente viva tranquila sem nos preocuparmos. Daí, vem a questão: afinal, será que existe algo que possamos fazer para nos preocuparmos menos e darmos um basta na ansiedade?

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Lendo os escritos do padre Henri Nouwen, descobri que existe, sim, uma solução. Ele explica que se é verdade que não podemos mudar seja o que for pelo fato de nos preocuparmos com a situação, o remédio é treinarmos nosso coração e nossa mente no sentido de não perdermos tanto tempo e energia com a ansiedade. Ele também nos mostra o caminho e nos recorda as palavras de Jesus: “Procurai, antes de tudo, o Reino de Deus e sua justiça e tudo mais virá por acréscimo” (Mt 6,33).

Compreendi com isso que, quanto mais tenho me lançado na confiança em Deus e priorizado a ação do Reino d’Ele em minha vida, mais serenidade experimento mesmo em meio às lutas, e a transmito também aos outros. Essa mudança está registrada claramente em minhas fotos, como pude perceber no álbum de família. Como é interessante olharmos para nossa história e percebermos o quanto Deus vai nos moldando pela força de Sua graça! Já parou para pensar sobre isso? Desejo que, no dia de hoje, o Senhor também o visite e fortaleça sua confiança n’Ele, concedendo-lhe mais serenidade e alegria no viver o dia de hoje como ele é: um grande presente de Deus.

Fonte: formacao.cancaonova.com