Amados vejam o que ficou após a devastação causada pela chuva em Petrópolis, no Vale do Cuiabá, com tantas pessoas que morreram…Mas veja o Sinal do Sagrado!!!1

Nossa Senhora das Graças em teresópolis

Amados amigos de São José dos Campos, Paróquia Divino Espírito SAnto e Casa de Missáo Canção Nova SJC, agradecimentos eternos pela maravilhosa acolhida e táo frutífera participacão nas Celebrações do Aniversário da Livraria da CAnçáo NOva , primeiro ano. Ficamos de combinar a data, que deverá ser próxima para participação com meu amigo Sebastiáo do Grupo de Oração dos Homens, em breve…Cura dos Traumas e um Kairós cheio do Espirito SAnto, para fazer jus ao nome…Deus os abençoe muito, obrigado

dr Nasser

Obrigado pelo acolhimento em Jales e São José do Rio Preto. Agradeço a todos, pois são tantos que fico limitado de dizer nome por nome. Claro que a hospedagem na casa do Paulo/Mariana não deixo de mencionar pela alegria que uma famila de Deus proporciona aos nossos corações. Obrigado mesmo, que tudo que foi plantado por Deus através do meu ministério neste final de semana, germine, cresça e frutifique.

Os sinais acompanharão aqueles que creem no Senhor…Farão coisas maiores do que Aquele que primeiro vos amou!!!

DR Nasser

Ser um monge, viver a vida monástica, ser chamado e dizer Sim, Senhor tu sabes que eu te Amo!!!! Todo o sentido da vida está nas mãos do Senhor e a Palavra de Deus nos inspira dia após dia a caminhar nos caminhos que nos leva ao Pai!!!Jesus!!!!
Nasser
O espírito de Tibhirine soprou sobre nós’, diz cineasta francês O objetivo pretendido pelo cineasta Xavier Beauvois foi fazer o filme com o rigor que a vida monástica lhe inspirava.

A entrevista é de Jean-Claude Raspiengeas e está publicada no jornal francês La Croix, 18-05-2010. A tradução é do Cepat.

Eis a entrevista.

Em que momento da sua vida se impôs a necessidade de rodar este filme sobre os monges de Tibhirine?

Eu estou ficando velho. Eu refleti sobre o sentido da vida. Este projeto veio no momento certo. Eu reuni muitos documentos sobre eles. Procurei descobrir quem eles eram. Descobrindo, eu fui seduzido, fiquei apaixonado por eles. Toda a equipe, depois – atores, técnicos –, experimentou este sentimento.

Eu me senti habitado por eles e eu senti prazer. Eu tive a impressão, em alguns momentos, de que eles me falavam. Eu me encontrei com o irmão Jean-Pierre [um dos dois sobreviventes], um homem santo. Eu vi a bondade nos seus olhos. Tantas coisas que saíram deste homem… Contemplar seu sorriso me encorajou a entrar nesta aventura, para propagar a sua mensagem.

Você diz que ficou apaixonado por eles?

Eles tiveram essa coragem. Ter uma arma kalashnikov apontada para a cabeça. Ficar lá, não vacilar na sua vontade de testemunhar, de permanecer com e entre esta população, tão próximos de seus vizinhos, do outro. Para mim, eles são aventureiros, artistas do amor, contemplativos e intelectuais. E este dom de si: é isto que mais falta hoje.

Você pode ser padre, monge, e se interessar pelo Islã, se apaixonar por esta outra religião. Falamos tanto e tantas vezes o que está errado. Fiquei feliz por filmar uma convivência feliz entre os monges cristãos e a população muçulmana.

O Festival de Cannes age como um alto-falante para ouvir a palavra desses irmãos. Meu trabalho é de captar a luz com uma máquina e, em seguida, com uma outra para espalhá-la por todo o mundo. Espero que onde estiverem agora, estejam orgulhosos de nós.

Da sua permanência no mosteiro de Tamie, em Savoy, para preparar o filme, você diz ter extraído os princípios morais para a sua montagem. Quais?

Sem complicações com a câmera. Nada de andar durante as missas, durante a elevação ou quando os monges mostram o corpo de Cristo. Dar lugar de destaque às suas canções, aos Salmos. Não fazer imagens, mas planos.

Adotar o mesmo rigor da sua vida monástica. Eu sempre pensei nas famílias. Eles ainda não viram o filme. Eu quero muito que o vejam. Estou mais preocupado com as reações deles do que com a crítica.

Como você sentiu a presença desses irmãos nas filmagens no Marrocos?

Vou dar um exemplo. Fiz um molde de suas cabeças cortadas para o final. Quanto mais o tempo passava, mais sentia que os monges me diziam: faça um bom filme, mas pense também nas nossas famílias.

E então um dia, quando nos aproximávamos do dia da filmagem, a neve, inesperada, imprevisível, caiu durante quarenta e oito horas. Como se eles me dessem a resposta para o problema que me colocavam. Terminei o filme com esse dom vindo do céu que respeita a sua integridade, sem atentar contra a dor de seus familiares.

O tempo das filmagens foram os dois meses mais bonitos da minha vida. Um perpétuo estado de graça. Tudo era simples, límpido, fácil, óbvio, estranho e bonito. Sim, o espírito de Tibhirine soprou sobre nós. Ele existe. Espero que toque o festival e faça bem a todos. Dentro de dois dias, será o 14º aniversário de sua morte. Domingo, dia de Pentecostes, vai coincidir com o achado do testamento do Irmão Christian

Em que a mensagem dele o transformou pessoalmente?

Falemos e tudo será melhor. Estendamos a mão. Fiquei tocado por essa mensagem e o exemplo de suas vidas. Não vejo mais o mundo da mesma maneira. Estou mais sereno. Antes, eu pensava que não poderíamos mudar nada. Os irmãos de Tibhirine me ensinaram que sempre podemos.