Estudos recentes vem colocando em terceiro lugar a depressão como fator de risco importante para o desenvolvimento da Doença de Alzheimer. Importante salientar como é importante o reconhecimento da depressão ainda cedo na vida de uma pessoa. Como hábitos saudáveis, como alimentação adequada, exercicios fisicos e também uma espiritulaidade vivida no Amor pelos irmãos pode fazer com que uma pessoa consiga combater com altivez suas neuroses, e não alimentá-las, fomentá-las pois o passo seguinte para o desenvolvimento das doenças afetivas terá iniciado. Vejam como há uma importante cascada que se inicia precocemente vida, com transtornos de deficit de atenção não identificados, depois ansiedade juvenil, depois adição, tendencia a droga adição, depois sinais e sintomas de TOC, evoluindo com depressão cronica e finalmente as doenças degenerativas cerebrais. Portanto como temos que cuidar desde cedo da Saúde Mental, fatos como esses no leva então a poder até arriscar dizer que estas doenças degenerativas cerebrais de terceira idade, devem ser cada vez mais prevenidas com ações que cabem na infância, na meia idade e não quando a doença já tenha se desencadeada.

A doença do presente século, do tempo do imediatismo, da exclusão, da exploração e do desamor, a depressão ainda é entre as cinco doenças mais diagnosticadas no mundo. Muito se tem estudado, e uma gama imensa de medicamentos antidepressivos tem sido lançado a cada 3 meses, para responder a seguinte questão: –  Pode alguém com esta doença ser curada?

Nós médicos lançamos mão de todo o arsenal terepeutico atual, contextualizamos a pessoa e sua personalidade, complementamos com Terapia neuropsicológica e estimulamos as pessoas a crescerem em sua fé. Mas muitas vezes tudo isto escapa do nosso controle científico e os pacientes são classificados de intratáveis. Para esta categoria de pacientes são recomendados hoje pela AAFNS, da qual faço parte o Implante de Eletrodo na área Subgenual do giro área CG25.

Não é uma panacéia, os pacientes devem ser devidamente triados com pelo menos 2 psiquiatras fazendo seus relatórios ao grau de refratariedade e um terceiro opinando sem conhecer o caso previamente. Diante deste documental associado ao consentimento informado se pode assim implantar os eletrodos para fins de estimulação cerebral crônica para Depressão…

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