VIGÍLIA CANÇÃO NOVA ABRE A SEMANA SANTA

A Comunidade Canção Nova realiza no dia 08 de abril de 2017, a partir das 21h, a Vigília Canção Nova, com o tema:

“A Esperança não decepciona por que o Amor de Deus foi derramado em nossos corações”. (Romanos 5,5).

A noite de oração acontecerá na Basílica Nossa Senhora da Penha, São Paulo (SP), transmissão pela  Rádio América, 1410 AM. A Vigília abrirá a Semana Santa com a Missa de Ramos, liturgia que prepara para a memória e Celebração da Paixão do Senhor.

Estarão presentes para conduzir a madrugada de clamor e oração o Pe. Adriano Zandoná, o cantor e animador católico Gil Monteiro e a Comunidade Canção Nova.

A Vigília Canção Nova, tradicionalmente, proporciona aos participantes uma noite inteira de momentos intensos de louvor, súplica, intercessão, adoração ao Santíssimo Sacramento, confissões, Santa Missa e oração do Terço da Misericórdia às 03h da madrugada, na presença do Santíssimo.

São momentos privilegiados de oração em que o Senhor derrama profusamente graças e bênçãos, curas e milagres, pois Deus se deixa alcançar por aqueles que oram incansável e fervorosamente.

Participe conosco e venha você também experimentar as misericórdias do Senhor!

Tome Nota!

Vigília Canção Nova
“A Esperança não decepciona por que o Amor de Deus foi derramado em nossos corações (Romanos 5,5)

Data:

08 de abril de 2017

Horário:

A partir das 21h00

Presença:

Pe. Adriano Zandoná

Gil Monteiro

Comunidade Canção Nova

Local:

Basílica Nossa Senhora da Penha

Rua Santo Afonso, 199, Penha, São Paulo/SP

(metrô Penha)

 

* Levar 1Kg de alimento não perecível

Informações:

(11) 3382-9800 ou eventossp@cancaonova.com

Acesse: saopaulo.cancaonova.com

 

 

 

 

 

 

08-03

8 de Março dia da mulher, festa da humanidade.

E pensável uma humanidade só de mulheres?
E pensável uma humanidade só de homens?

Seria um horror.

Um pesadelo, anuncio de morte certa.

Não é bom que o homem esteja só…
Não é bom que a mulher esteja só..

Não há maior e nem menor.
Há caminhos juntos, vida juntos, partilha juntos.
Construindo juntos o presente e o futuro

A agressão de um é destruição do outro.

Assim Deus o quer, assim o amor o quer
Ou vivemos juntos ou morremos juntos.

Até Deus para se fazer carne no seu filho JESUS e habitar no meio de nós, precisou do SIM de Maria de Nazaré. As mulheres por serem geradoras de vida merecem atenção especial.

Frei Patricio Sciadini – (Atualmente ele se encontra em missão do Egito)

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A Comunidade Católica Canção Nova realiza no dia 23 de março de 2017, quinta-feira, a partir das 09h30, o “Feirão da Providência”, com o objetivo de levantar fundos para as atividades evangelizadoras da Missão Canção Nova de São Paulo e em prol do Projeto Dai-me Almas.

O Feirão acontecerá na Catedral Maronita Nossa Senhora do Líbano. O Brechó Canção Nova traz artigos de decoração, roupas, sapatos, peças de vestuário em geral semi-novos, com descontos e preços acessíveis. E nesse dia estará abrindo as portas para quem deseja conhecê-lo e visitá-lo!

Venha participar e ajude a Canção Nova a evangelizar São Paulo!

Tome Nota!

Feirão da Providência

Data:

23 de março de 2017

Horário:  A partir das 09h30. Encerramento às 18h.

Local: Catedral Maronita Nossa Senhora do Líbano

R. Tamandaré, 355, Liberdade, São Paulo,SP  (metrô São Joaquim)

Informações: (11) 3382-9800 ou eventossp@cancaonova.com

“Procura nos bolsos da minha batina. Tira a carteira para ver se há algum dinheiro. Creio que não há nada, mas se houver, entrega-o imediatamente ao ecônomo. Quero se saiba que Dom Bosco nasceu pobre e morreu sem um centavo”.
Um homem rico que ajudou Lázaro

O Papa Francisco em sua carta para a Quaresma deste ano faz um apelo a ser generosos com os necessitados, orientando que a generosidade nos leve a dar não o que nos sobra, mas a dar do nosso. Neste sentido, o exemplo de Chuck Feeney, homem de 85 anos, que doou toda a sua fortuna para obras de caridade aplica-se a frase: “Não repartiu migalhas. Deu o pão inteiro”.

Chuck vinha de uma família de católicos imigrantes da Irlanda do Norte que foi viver em Nova Jersey, Estados Unidos. Sua mãe era enfermeira e seu pai trabalhava numa seguradora. Seu primeiro trabalho, aos dez anos, foi vender cartões de Natal de casa em casa.

Ajuntou uma formidável fortuna de 8 bilhões de dólares; ele é o inventor dos “free shops” nos aeroportos. Seu interesse pelos problemas das pessoas mais carentes foi uma constante em sua vida mediante as obras de filantropia.

Há alguns anos, depois de garantir o futuro dos filhos, criou em 1982, a Fundação “Atlantic Philanthropies”. Com seu dinheiro serviu a causas que abrangem desde a saúde até as missões de paz. Em dezembro de 2016, desprendeu-se dos últimos sete milhões de dólares que lhe restavam. “Disse estar tranquilo consigo mesmo depois de dar todo o seu dinheiro”.

Vive atualmente com sua esposa num apartamento modesto, do qual nem sequer é proprietário. Sua propriedade mais valiosa é o relógio de plástico de 15 dólares que está sempre em seu pulso. Para sair de casa usa o metrô pois não tem automóvel.

O importante vai além do dinheiro. Consiste na satisfação de que se está conseguindo algo de útil para os outros. “Nunca me doeu desprender-me do dinheiro, porque nunca me senti apegado à riqueza material. Gosto de viver como acredito, sabendo que através do trabalho da fundação fizemos muito bem a pessoas que nunca o esperavam. E ver a felicidade dessa gente foi uma espécie de recompensa”. Palavras de Chuck Feeney.

Esse é um testemunho digno de ser difundido, pois enquanto a sociedade e os meios de comunicação insistem em apresentar-nos as riquezas como meta e fonte da felicidade e do sucesso pessoal, este homem optou por ir contracorrente e dar tudo o que tinha para fazer o bem às pessoas ajudando-as a viverem mais felizes.

Chuck Feeney está longe da figura do homem rico que acaba ficando cego diante do sofrimento do irmão Lázaro e contentando-se com uma vida medíocre e egoísta. “Uma riqueza excessiva que exibe de maneira habitual todos os dias: «Banqueteava-se esplendidamente todos os dias» (v. 19). Vê-se nele de forma clara a corrupção do pecado, que se realiza em três momentos sucessivos: o amor ao dinheiro, a vaidade e a soberba” (Mensagem para a Quaresma).

Este testemunho apela à consciência de todo cristão a pensar onde está a verdadeira riqueza e onde exatamente está o coração no momento de compartilhar com o outro que nada tem. Damos, de verdade, ou damos somente do que nos sobra?

Dom Bosco antes de morrer pediu ao P. Rua que tirasse de seus bolsos as poucas moedas que tinha, expressando assim o seu desapego ao dinheiro: “Procura nos bolsos da minha batina. Tira a carteira para ver se há algum dinheiro. Creio que não há nada, mas se houver, entrega-o imediatamente ao ecônomo. Quero se saiba que Dom Bosco nasceu pobre e morreu sem um centavo”.

Fonte ANS (Agência de InfoSalesiana)

 

unnamedPROMOÇÃO: CANÇÃO NOVA EM MINHA CASA

Durante todo o mês de março de 2017, as pessoas que se tornarem Sócias Evangelizadoras da Canção Nova em São Paulo (SP), fazerem sua contribuição e doarem o seu algo a mais, estarão concorrendo a uma visita do Pe. Adriano Zandoná e dos missionários da Comunidade Canção Nova em sua casa.

O sacerdote e missionário da Comunidade Canção Nova, juntamente com os missionários da Canção Nova, estará conduzindo um momento de oração e de benção do lar, além de autografar os seus livros e promover uma confraternização com a família.

O sorteio acontecerá durante a sua Missa, no dia 1º de maio, às 19h30, na Catedral Maronita Nossa Senhora do Líbano, no bairro Liberdade, São Paulo (SP).

Para concorrer, além de se tornar sócio e realizar a sua contribuição, o algo a mais deverá ser feito nos seguintes locais:

  • Casa de Evangelização Canção Nova R. Tamandaré, 355, Liberdade, São Paulo/SP (metrô São Joaquim)
  • Loja Canção Nova Rua São Bento, 43, Centro | Horário: seg. à sex., das 9h às 18h (metrô Sé)
  • Grupo de Oração De Mãos Unidas – Auditório Paulo Apóstolo R. Dona Inácia Uchoa, 62, Vila Mariana, São Paulo/SP Terças, de 19h30 às 22h Obs.:


*A promoção é válida somente para São Paulo e região metropolitana.

Torne-se sócio e evangelize conosco!

Tome Nota!

Promoção: Canção Nova em Minha Casa Data: Promoção válida durante o mês de março de 2017 Prêmio:

O ganhador receberá uma visita do Pe. Adriano Zandoná e dos missionários da Canção Nova em sua casa. Haverá benção do lar e das famílias, oração, autógrafos e confraternização.

Critérios para participar:

● Se cadastrar como um novo sócio dentro deste período, e já fazer uma contribuição;

● Fazer o seu algo mais (com comprovante de recebimento) nos locais acima citados.

Visite o Clube da Evangelização anexo a Loja Canção Nova: Rua: São Bento, 43 Tel: 11-3587-3141.

Pela Evangelização: Ajudar os cristãos perseguidos

Pelos cristãos perseguidos, para que experimentem o apoio de toda a Igreja na oração e através da ajuda material.

Oração

Deus de bondade,
ao longo da história da Igreja
os cristãos foram perseguidos por causa da sua fé em Jesus.
Hoje, esta perseguição ganha proporções dramáticas
e difíceis de entender
num mundo onde tanto se fala de tolerância e respeito pelas diferenças.
Ser discípulo de Cristo comporta sempre a cruz e a incompreensão,
mas há alturas em que este peso é quase insuportável.
Muitas vezes, são realidades distantes de nós, cultural e fisicamente,
as notícias chegam-nos de forma filtrada
e não temos consciência das situações terríveis
por que passam tantos irmãos e irmãs na fé.
Dá-lhes, Senhor,
a graça da fortaleza e da esperança,
e a nós,
a graça de um coração inquieto,
que não se deixe acomodar e procure fazer algo por eles, com urgência.

Desafios para o mês

  • Dar a conhecer, junto de amigos e conhecidos, através das redes sociais, os aspetos da perseguição aos cristãos que são silenciados pela comunicação social.
  • Organizar, nas próprias comunidades, eventos de oração e sensibilização pelos cristãos perseguidos.
  • Enviar ajuda material para instituições que trabalham com estas situações de perseguição.

Card-Missa-Cinzas“Eis o tempo de conversão”
Comunidade Canção Nova celebra Missa de Cinzas

A Comunidade Canção Nova celebra, no dia 1º de março de 2017, a Santa Missa de Cinzas, rito que marca o início da Quaresma, tempo de penitência e oração para toda a Igreja.

A Missa de Cinzas acontecerá na Catedral Maronita Nossa Senhora do Líbano, com início às 19h30, presidida pelo Pe. Adriano Zandoná.

“As cinzas bentas e colocadas sobre nossas cabeças nos fazem lembrar que nosso corpo corruptível, em Cristo, é refeito de maneira gloriosa para não mais perecer, e ganhar a vida eterna” (Professor Felipe Aquino)

Venha viver a Quaresma com a Canção Nova!

Tome Nota!

Missa de quarta-feira de Cinzas

Data: 1º de março de 2017   Horário: 19h30  Celebrante:   Pe. Adriano Zandoná

Local: Catedral Maronita Nossa Senhora do Líbano
Rua Tamandaré, 355, Liberdade, São Paulo/SP
(metrô São Joaquim)

Informações:

(11) 3382-9800 | eventossp@cancaonova.com

A Catedral Maronita no Brasil celebra a Festa de São Marun.

Domingo dia 19 de fevereiro teremos Santa Missa em honra a São Marun, no Rito Maronita,  que será transmitida pela TV Canção Nova, às 11:30 h.
Rua Tamandaré 355, bairro Liberdade – SP.  Acompanhe pela http://tv.cancaonova.com/.

A Igreja Maronita deve seu nome a um importante mosteiro, São Marun, que recebeu o nome em homenagem ao anacoreta Marun (Maron). Infelizmente, temos poucas informações sobre a vida e as atividades de nosso eremita. O único relato que nos dá alguns pormenores vem-nos de Teodoreto, bispo de Cyr, morto no ano de 458, em sua obra HISTÓRIA RELIGIOSA, escrita por volta do ano de 440. Este grande historiador não nos informa sobre a data de nascimento ou de morte de São Marun. Todavia, graças a ele, sabemos que o monge Marun nasceu no século IV. Depois de renunciar ao mundo, levava, em seu eremitério, muitas vezes ao ar livre, vida ascética das mais austeras.

12366110_913722885371910_6030353653081195172_oA vida monástica na Igreja não se constituiu da noite para o dia; tampouco foi obra de um só homem: A vida monástica existiu desde o começo da Igreja. No fundo, é seguir a Cristo e o esforço constante de viver o Evangelho da maneira mais perfeita. Por isso que a vida monástica é chamada de “caminho da perfeição cristã”. Assim, das origens do cristianismo até nossos dias, encontramos número considerável de monges, eremitas, ascetas, que procuram viver o Evangelho. O monge Marun era apaixonado por Cristo, e tomado de entusiasmo pela perfeição cristã. Para atingir este ideal, renunciou ao mundo e às suas cobiças, e embrenhou-se numa das montanhas da diocese de Cyr, onde habitou nas ruínas de um antigo templo pagão, transformando-o em lugar de oração e meditação. Nessas montanhas, levou vida monástica mais austera que a de seus confrades, monges da região. Sua reputação logo atraiu ao seu redor todos os que, igualmente entusiasmados pela perfeição cristã, procuravam um modelo e um guia espiritual experiente. Destarte, seus discípulos foram muito numerosos e sua escola ascética, das mais prósperas. Muitas pessoas o visitaram no seu eremitério, solicitando a cura tanto das doenças corporais, quanto espirituais, e foram atendidos.

São Marun morreu no início do século V, e ao que tudo indica, no ano 410. Depois de morrer, seu corpo foi objeto de disputa entre os habitantes de diversas cidades da região, vistos os milagres que fazia. Cada uma queria para si o corpo daquele santo solitário; por fim, os habitantes do lugar mais povoado e o mais forte tornaram para si o corpo; depositaram-no em um templo construído especialmente para ele, e dedicado à sua memória. O santuário não tardou em transformar-se em local de peregrinação para os fiéis vindas de todas as regiões. No ano de 452, o Imperador Marciano mandou construir, para os discípulos deste santo, os monges maronitas, um grande mosteiro. Este mosteiro de São Marun foi o berço da Igreja Maronita.
                                                                             Unidade entre a Igreja de Roma e Igreja Maronita 
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Como se formou a Igreja Maronita?
Depois do Concilio Ecumênico de Calcedônia que foi convocado em 451 e declarou que Nosso Senhor Jesus Cristo é, há um tempo, “Verdadeiro Deus e Verdadeiro Homem”, os monges maronitas se revelaram os mais fortes defensores desta verdadeira doutrina da Igreja. Neste momento, a importância do Mosteiro de São Marun foi se tornando cada vez maior, de modo que o seu superior logo tornou-se, num lapso relativamente curto, chefe da região ao mesmo tempo espiritual e temporal. Também a influência dos monges, discípulos de nosso Santo, sobre os fiéis, tornou-se tão grande que estes se aplicavam a imitar os monges no modo de rezar, trabalhar, comer, jejuar e repousar.

No século VII, no momento em que o mosteiro de São Marun gozava dessa proeminência e testemunhava grande influência, os árabes invadiram o Oriente Médio. Resultou que a Sé patriarcal da Igreja oficial de Antioquia ficou desocupada por quase um século, pois o patriarca se refugiou em Constantinopla, e vaga durante quase quarenta anos. Foi neste período, consideravelmente perturbado pelos acontecimentos, e enquanto a Igreja oficial de Antioquia ‘encontrava-se sem um chefe, que o poderoso mosteiro de São Marun, tendo jurisdição sobre a população das vizinhanças do convento, declarou-se independente, e formou uma verdadeira Igreja, à testa da qual encontramos, no século VIII, um patriarca: “Patriarca de Antioquia e de todo o Oriente”. Até agora, a Igreja Maronita é considerada “comunidade monástica”.

892356_913709018706630_7248779835449930309_oA Igreja de Antioquia foi fundada por São Pedro, chefe dos Apóstolos, antes de ir a Roma. Por isso, só o patriarca maronita tem a prerrogativa de acrescentar a seu nome o de “Pedro”, em honra de São Pedro que foi o primeiro patriarca de Antioquia. Esta Igreja Antioquia tem a honra de ter como língua litúrgica o aramaico, a língua falada por Jesus Cristo, como tem a honra de ter sido a única Igreja Oriental que ficou sempre Católica Apostólica Romana, ligada ao Papa.

Em 423, após o litoral fenício-libanês ter sido cristianizado pelos Apóstolos, depois da ressurreição de Nosso Senhor, a montanha libanesa, que ficou até esta data pagã, foi evangelizada pelo discípulo de São Marun, o monge Abraão de Cyr, que foi nomeado pelos historiadores “Apóstolo do Líbano”. Batizou o povo desta região; e podemos dizer que a montanha libanesa, a partir desta data, foi cristianizada e, mesmo, “maronitizada”. É bem verdade que o Líbano, terra e povo, existia bem antes da chegada dos maronitas. Mas o Líbano atual, território e povo, não existiria, se os maronitas não estivessem lá. Pos isso que se diz muitas vezes, e com justiça, que “O Líbano e a Maronidade são duas realidades gêmeas”.
Isto demonstra o insistente apego dos maronitas pelas montanhas libanesas e a resistência tenaz que testemunharam ao longo dos séculos para defender o Líbano, seu país e a fortaleza de sua fé, sua identidade, e sua liberdade. O centro desta Igreja está no Líbano onde fica a Residência do Patriarcado Maronita. Nesta TERRA SANTA libanesa nasceram nossos santos CHARBEL, RAFQA e NIMATULLAH. Os três foram buscar sua espiritualidade na tradição monástica da Igreja Maronita e foram formados na Ordem Libanesa Maronita que encarnou esta espiritualidade.
                                                                                               Festa Nossa Senhora do Líbano 

Oração para São Marun

Ó Deus, que suscitastes São Marun e fizestes dele um modelo de virtudes, concedei-nos, pela sua intercessão: compreender a nossa vocação cristã para uma vida de fé inabalável, de esperança firme e de amor perfeito; seguir pelo caminho da perfeição cristã e salvação; e chegar, por uma vida de oração e contemplação, às alegrias de Vosso Reino. Por Nosso Jesus Cristo Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo! Amém. Pai Nosso…Ave Maria…Glória…
São Marun, rogai por nós!

Fonte: Memórias do Líbano

Quinta-feira-de-Adoração (1)Eucaristia nosso tesouroO Corpo de Jesus, presente na Eucaristia, vem atingir plenamente o nosso ser.

Na comunhão:
Quem recebe a Eucaristia recebe o Corpo do Senhor. Ele permanece em nós e nós n’Ele.
Quando comungamos, é a pessoa inteira de Jesus que recebemos, é Cristo Ressuscitado com Seu Corpo glorioso.Ao comungar, entramos em comunhão com as chagas de Jesus, abertas por nós, para curar as nossas feridas e o que o pecado nos deixou. Comungamos o coração do Senhor, que amou e ainda ama cada um de nós, o mesmo coração que foi perfurado pela lança.
 
Na adoração:
A cura física e espiritual de que necessitamos está na adoração. Mesmo na fraqueza, precisamos usar nossa boca, nossa mente, nossos sentimentos e joelhos para adorar Jesus.
A adoração nos tira das garras do inimigo. Mesmo sem palavras, adoremos em espírito, diante do Trono da Graça. Na adoração, a tentação é obrigada a ceder.
Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib

Confira a programação e os temas de cada dia do Cerco de Jericó:
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13/02: Derrubar muralhas pela força do amor e do cuidado
20/02: Não desanime, o Senhor caminha contigo!
27/02: Derrubando as muralhas erguidas pelo pecado: libertação dos jugos espirituais e comportamentais
06/03: Cultivar a fé que abre portas e derruba muralhas
13/03: Curando as feridas emocionais para amadurecer
20/03: Libertar pela força do exemplo
27/03: Libertos para viver um novo tempo!

Sobre o Cerco de Jericó:

A prática do Cerco de Jericó, que foi baseada nas Sagradas Escrituras, nasceu na Polônia. Consiste na oração incessante e suplicante, durante sete dias e seis noites, diante do Santíssimo Sacramento exposto. No Antigo Testamento, depois da morte de Moisés, Deus escolheu Josué para conduzir o povo hebreu. Deus disse ao sucessor de Moisés que atravessasse o Jordão com todo o povo e tomasse posse da Terra Prometida. A cidade de Jericó era uma fortaleza inexpugnável. Ao chegar junto às muralhas de Jericó, Josué ergueu os olhos e viu um anjo, com uma espada na mão, que lhe deu ordens concretas e detalhadas. Ele e todo o povo executaram fielmente as ordens recebidas: durante seis dias, os valentes guerreiros de Israel deram uma volta em torno da cidade. No sétimo dia, deram sete voltas ao redor dela. Durante a sétima volta, ao som da trombeta, todo o povo levantou um grande clamor e, pelo poder de Deus, as muralhas de Jericó caíram (cf. Josué 6, 1-19).t

Precisamos da adoração tanto quanto da respiração.

Quinta-feira-de-Adoração (1)

Precisamos da adoração tanto quanto da respiração. Somos acostumados com a promessa de Jesus que diz: “Pedi e recebereis, buscai e acharei, batei a porta e abrir-se-vos-á”. Uma coisa está ligada à outra, se você pede, recebe; se busca, encontra, se bater a porta será aberta. A oração é como ginástica, quanto mais você a pratica, mais afiado você fica. Usei de propósito a palavra “praticar”, porque a oração é como um esporte, como a natação, o pilates… É preciso praticar.

Quando você está acostumado a orar, mas, num determinado momento, já não consegue, a oração não vem, não brota. Você pode estar diante do Senhor sem gozo, sem vontade, mas o seu coração, o seu espírito ora. É impressionante! Parece que essa oração, que exige esforço, é mais gostosa do que aquela oração do impulso.

Revestir-se da armadura de Deus quer dizer deixar que a oração penetre em nós, pois não é contra qualquer um que estamos lutando, mas contra o demônio. E quanto mais estiver próxima a vinda do Senhor, mais intensa será a luta. Nossa luta não é contra a política ou a economia, mas contra o inimigo. Por isso precisamos nos revestir da armadura de Deus, porque já estamos nos dias maus. Precisamos estar inabaláveis, por pior que esteja a luta. (Efésios 6, 10-18 )

 

Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib

Fundador da Comunidade Canção Nova

A3-CercodeJericó (1)“Já é hora de despertar!

Despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da luz”     (Rm 13, 11-12)

CANÇÃO NOVA REALIZA CERCO DE JERICÓ

A Comunidade Canção Nova realiza, entre os dias 13 de fevereiro e 27 de março, às segundas-feiras, o grande Cerco de Jericó, na Catedral Maronita Nossa Senhora do Líbano, Liberdade, São Paulo (SP). Ao todo são sete Celebrações Eucarísticas presididas pelo Pe. Adriano Zandoná e transmitidas ao vivo pela TV Canção Nova, com início às 19h30h.

Cantores católicos vão animar as Santas Missas, e cada encontro será encerrado com a adoração ao Santíssimo Sacramento e a oração de “quebra das muralhas de Jericó”, um momento em que cada participante poderá interceder pela quebra das “muralhas” de sua vida pessoal e de seus relacionamentos familiares, e por diversas intenções.

Confira a programação e os temas de cada dia do Cerco de Jericó:

13/02: Derrubar muralhas pela força do amor e do cuidado

20/02: Não desanime, o Senhor caminha contigo!

27/02: Derrubando as muralhas erguidas pelo pecado: libertação dos jugos espirituais e comportamentais

06/03: Cultivar a fé que abre portas e derruba muralhas

13/03: Curando as feridas emocionais para amadurecer

20/03: Libertar pela força do exemplo

27/03: Libertos para viver um novo tempo!

Sobre o Cerco de Jericó:

A prática do Cerco de Jericó, que foi baseada nas Sagradas Escrituras, nasceu na Polônia. Consiste na oração incessante e suplicante, durante sete dias e seis noites, diante do Santíssimo Sacramento exposto. No Antigo Testamento, depois da morte de Moisés, Deus escolheu Josué para conduzir o povo hebreu. Deus disse ao sucessor de Moisés que atravessasse o Jordão com todo o povo e tomasse posse da Terra Prometida. A cidade de Jericó era uma fortaleza inexpugnável. Ao chegar junto às muralhas de Jericó, Josué ergueu os olhos e viu um anjo, com uma espada na mão, que lhe deu ordens concretas e detalhadas. Ele e todo o povo executaram fielmente as ordens recebidas: durante seis dias, os valentes guerreiros de Israel deram uma volta em torno da cidade. No sétimo dia, deram sete voltas ao redor dela. Durante a sétima volta, ao som da trombeta, todo o povo levantou um grande clamor e, pelo poder de Deus, as muralhas de Jericó caíram (cf. Josué 6, 1-19).

Participe conosco desta maravilhosa jornada de oração!

 Tome Nota!
Cerco de Jericó

Data:
13 de fevereiro à 27 de março, às segundas-feiras

Horário:
19h30 | Santa Missa (transmitida ao vivo pela TV Canção Nova)

21h | Adoração ao Santíssimo Sacramento

Local:

Catedral Maronita Nossa Senhora do Líbano

  1. Tamandaré, 355, Liberdade, São Paulo (SP)

(metrô São Joaquim)

Celebrante: Pe. Adriano Zandoná

 

Informações:

(11) 33829800 ou eventossp@cancaonova.com

 

UNIVERSAL

Por todos os que vivem em provação, sobretudo os pobres, os prófugos e os marginalizados, para que encontrem acolhimento e conforto nas nossas comunidades.

ESPECIAL

Rezemos pelas crianças que estão em perigo devido à interrupção da gravidez e também pelas pessoas em fim de vida.

ORAÇÃO

Deus, nosso Pai e Pai de todos.

Ao ler o Evangelho,

chama a nossa atenção a preferência de Jesus pelos mais pequenos,

pelos pobres, os doentes,

os que são postos à margem da sociedade.

Manifestou, mesmo no meio de incompreensões,

a proximidade da tua misericórdia,

curando, perdoando,

chamando cada um a fazer de novo parte da comunidade.

Nestes tempos em que tantos pobres,

marginalizados,

pessoas em busca de uma vida melhor batem às nossas portas,

passam nas nossas ruas,

pedimos que não tenhamos um coração endurecido e indiferente

às suas necessidades.

A comunidade cristã é o primeiro lugar do acolhimento.

Dá-nos, Senhor, a graça e a coragem de acolher a todos, como Jesus.


 DESAFIOS PARA ESTE MÊS:

– Num tempo em que se vivem tantos receios e resistências ao acolhimento dos refugiados no nosso país, procurar ganhar distância da propaganda que exclui e ganhar maior consciência dos dramas humanos que estão por detrás destas migrações forçadas.

– Acolher ou colaborar com instituições que acolhem refugiados ou trabalham com os marginalizados da sociedade.

– Ao cruzar-se com algum pobre e marginalizado na rua, não o evitar nem desviar o olhar, mas ser capaz de ver nele um filho de Deus e um irmão.

Rede Mundial de Oração Papa Francisco 

« DOM BOSCO CONTINUA MAIS VIVO DO QUE NUNCA! » DIZEM-ME EM ALEPO.
TODOS OS SALESIANOS SE MANTIVERAM AQUI, SÃO O REFLEXO DO PAI QUE AMAMOS «
Dom Bosco em Aleppo

”Estou em companhia do Provincial da província salesiana do Médio Oriente. Ele, Abbuna Munir, é sírio, nascido em Alepo, e dizia-me, de lágrimas nos olhos – não só pela dor do seu povo e da sua gente – mas também pelas coisas incrivelmente boas que está a viver no meio das balas, das bombas e da destruição.

Dizia-me: Dom Bosco está vivo, mais vivo do que nunca na Síria, em Alepo. No meio dos escombros, a casa salesiana abre todos os dias as suas portas para receber centenas de meninos e meninas e jovens porque queremos que, entre tanta morte, continue a vida. E posso dizer que é incrível como, em vez de diminuir, o número de jovens aumenta e continua a aumentar. Torna-se comovente para mim ver mais de 1.500 rapazes, moças e jovens, o dobro de antes, a querer vir para a nossa, a casa de Dom Bosco, para viver, para rezar e para jogar.

E acrescentava: Quero dizer-te que o que mais me comove é que os meus irmãos salesianos fizeram questão de ficar aqui com os que nos procuram. Podiam ir-se embora, se quisessem, mas nenhum deles quis retirar-se e todos estão a correr a mesma sorte que a sua gente.

Eu escutava-o sem conseguir dizer palavra, também profundamente comovido.

E é verdade. Dom Bosco continua mais vivo do que nunca. Certamente, no paraíso, na Outra Vida que é Vida em Deus, mas também aqui, entre nós porque há centenas e centenas de salesianos, de irmãs, de leigos e de jovens que mantêm vivo o seu sonho e a sua obra educativa e evangelizadora, e o encontro pessoal com cada rapaz, com cada jovem.

E tal como falo de Alepo, poderia falar de muitos outros lugares.

Uma das lembranças que com mais insistência Dom Bosco recordava aos seus salesianos, e muito especialmente aos missionários que iam para a América era esta: “Cuidai sobretudo dos doentes, das crianças, dos idosos e dos pobres”, e isto explica o pequeno ‘milagre salesiano em Alepo’. Ser uma casa onde cada um pode ter o seu lugar. Pouco haverá que comer, porque a escassez é geral, mas continua-se a cantar à vida e a apostar fortemente pela vida numa situação de morte.

Alegra-me profundamente de que seja assim e daqui dirijo hoje palavras de homenagem e de agradecimento a Dom Bosco que, sem nunca o pretender, foi grande porque com um olhar, com um silêncio, com uma palavra chegava ao fundo do coração das pessoas. Algo semelhante ao que vai acontecendo em tantos “Valdoccos” de hoje no mundo.

Neste sentido, não resisto a contar-lhes um facto muito simples que diz bem do bom sentido e grande coração de Dom Bosco. Verão que é só uma anedota mas que diz tudo. Narra-o, muitos anos depois da morte de Dom Bosco, um salesiano, padre Alessandro Luchelli, que viveu alguns anos com Dom Bosco no Oratório. Conta ele como, no princípio do ano de 1884, a disciplina no Oratório de Valdocco (Turim) se havia tornado muito severa, contrária à tradição salesiana, isto apesar de Dom Bosco ali viver e com pena assistir a algumas coisas. De facto, a nossa conhecida ‘Carta de Roma’ expressa a sua preocupação. Pois bem, conta Alessandro: “Um dia encontrava-me ao lado de uma fila de rapazes a meu cargo, enquanto esperavam a sua vez de ir para a sala de estudo. Eu punha-os em ordem com aspeto severo exigindo que mantivessem bem a fila. Naquele momento passa Dom Bosco, põe a mão no meu ombro e diz-me: ‘ma lascia um po’stare’ (deixa lá!). Dom Bosco não queria filas. Só as tolerou quando o número de rapazes havia aumentado muito e parecia tornarem-se necessárias”.

É apenas um dos muitos testemunhos que nos falam desse coração de pai que cuida até das coisas mais simples da casa, da família, dos jovens da casa salesiana. Como em Alepo, como na Serra Leoa, como no Ghana, como na Ciudad Don Bosco da Colômbia, como na Etiópia, como com os rapazes refugiados nas casas salesianas da Alemanha… E assim centenas e centenas de nomes que poderia acrescentar.

É isto que nos leva a dizer também hoje, juntamente com Abuna Munir de Alepo, que Dom Bosco, continua vivo, bem vivo em tanta vida das casas salesianas do mundo e em tanta vida que os seus filhos e filhas, quer sejam religiosos, religiosas, ou leigos de todo o mundo que procuram, na simplicidade das suas vidas, ‘ser Dom Bosco hoje’.”

Reitor-Mor, P. Ángel Fernández Artime, a Família Salesiana.
Saiba mais sobre os Salesianos no  Oriente Médio.

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Homilia de Dom Odilo Pedro Scherer, em ocasião do 463 aniversário de São Paulo.

“Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura”

Uma pequena aldeia tornou-se esta grande metrópole que é hoje São Paulo.

Os sinais que acompanharão aqueles que crerem serão estes: expulsaram demônios, falaram diversas línguas, quando impuserem as mãos sobre os doentes, eles ficarão curados.

As diversas culturas do mundo inteiro foram marcadas por este grande apóstolo de J

esus Cristo, São Paulo. As leituras de hoje falam de sua conversão. A conversão de São Paulo foi uma obra extraordinária de Deus.

A Arquidiocese e a cidade de São Paulo olha com especial atenção para este grande apóstolo nesse dia. Queremos como ele ficar firmes nos ensinamentos da Palavra de Cristo, que ele levou para tão longe, com tanto amor e tanta dedicação.

O momento da conversão de São Paulo o fez mudar totalmente a sua atitude, gerou uma profunda mudança em sua vida.

Saulo ainda não se chamava Paulo. Ele assistiu ao apedrejamento de Estevão. Ele ainda era muito jovem. As testemunhas desse ato deixavam mantos aos pés de Saulo. Ele não só assistiu como consentiu na execução de Estevão.

Depois do apedrejamento, começou-se uma grande perseguição aos cristãos. O papel de Saulo apareceu ainda mais destacado: entrava em casas e arrastava as pessoas aos cárceres. Sua intenção era castigar os que seguiam a Jesus Cristo.

Ele mesmo explica em suas cartas que o seu começo não foi amistoso em seu ardor juvenil. Ele via nas comunidades cristãs um desvio dos valores transmitidos pelo judaísmo e pelas famílias.

Paulo fala sobre este desvio de conduta e abandono de valores porque quer levar a todos a pensar na importância de não se gloriar de sua carreira judaica, de ter sido esta pessoa “justa e irrepreensível”, perseguidor da igreja, o que contava muitos pontos e glória em seu começo de juventude.

Em suas cartas, ele fala do kerigma, da morte de Jesus na cruz pela nossa salvação, da ressurreição de Jesus, da aparição de Jesus a ele próprio, de quanto não é merecedor por tanto ter perseguido os cristãos.

Mas o que aconteceu de tão forte e convincente que o fez abandonar esta cegueira de outrora?

Grande era o espanto que esta conversão causava: “aquele que antes nos perseguia, agora está pregando a nossa fé, que antes ele queria destruir”, as pessoas diziam.

Aquela voz que ele ouvia: Saulo, Paulo, porque me persegue? Esta voz mexera com a sua consciência: – quem és tu? Ele ouve: “Eu sou Jesus, aquele que estás perseguindo”.

Essa luz o iluminou. Naquele momento ele compreendeu o que é a Igreja. A Igreja é o próprio Jesus que continua vivo, o qual ele perseguia.

Dedicar-se à Igreja é dedicar-se a Jesus Cristo. A Igreja é o próprio corpo de Jesus Cristo que está vivo e presente no mundo.

O próprio Jesus fez esta promessa: “Eu estarei convosco até o fim dos tempos”.

Nesta festa somos convidados a olhar para o exemplo de São Paulo, o homem que aceitou o desafio de ser testemunha de Jesus Cristo, de seguir esta voz. Deus procura encontrar-nos nos caminhos mais contraditórios de nossa vida.

Como Paulo, devemos perguntar: “o que querer que eu faça?”.

Precisamos renovar nossa escuta de Deus, como religiosos, cristãos, leigos, nós que procuramos viver de uma forma ou de outra. Ouvir a voz de Deus que se manifesta, para sermos servidores de Jesus Cristo, do povo, na pregação, na evangelização, nos serviços religiosos, na solidariedade, no serviço da ordem.

Somos todos convidados a nos colocar à disposição de Deus, a serviço do evangelho, para a Igreja que vive nesta grande metrópole!

Assim seja.

Transcrição e adaptação: Vanessa Lacquaneti (missionária da Comunidade Canção Nova)