Ser “Solteiro para Deus” é um estado de vida?

“Estar solteiro (a) e permanecer solteiro (a) é uma realidade possível na Canção Nova” (Mons. Jonas Abib)

Na Igreja os estados de vida se reconhecem por aqueles que abraçam o celibato, o sacramento da ordem e o matrimônio. Porém, ao longo da nossa história foram se destacando entre nós aqueles irmãos e irmãs, que apesar de já terem definido seu estado de vida para o matrimônio, permanecem solteiros por diversos motivos, um deles é a sua resposta vocacional ao carisma e a missão de evangelizar. Estes membros da Canção Nova, o nosso pai fundador, Monsenhor Jonas Abib, chama carinhosamente de “solteiros para Deus”. 

Foto: Larissa Ramos/cancaonova.com

Estar solteiro (a) e permanecer solteiro (a) é uma realidade possível na Canção Nova, como acontece também em outras realidades da sociedade,  como, por exemplo,  é o caso de alguns médicos sem fronteira e outras pessoas que abrem mão do matrimônio em vista da profissão ou de uma causa. No nosso caso,  o que nos move e o nosso diferencial, é o ardor de anunciar Jesus Cristo e seu Evangelho, e isso deve ser vivido com muita liberdade e abertura de coração (Mons. Jonas Abib)

O Magistério da Sagrada Congregação para a Educação Católica, no documento Orientações Educativas sobre o Amor Humano – Linhas Gerais para uma Educação Sexual, no número 33, quando se refere à vida afetiva, também cita a vida daqueles que vivem como solteiros:

A vida afetiva, própria de cada sexo, exprime-se de modo característico nos diversos estados de vida: a união dos cônjuges, o celibato consagrado escolhido pelo Reino, a condição do cristão que não atingiu ainda o momento do compromisso matrimonial ou porque permaneceu solteiro, ou porque escolheu permanecer assim. Em todos os casos esta vida afetiva deve ser acolhida e integrada na pessoa humana.

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Dentro do nosso Carisma, os “solteiros  para Deus” são aqueles que já constataram que são chamados ao Matrimônio, mas a sua condição de vida atual é estarem solteiros (as), devido a tantas situações ou impossibilidades de se casar; porém, o grande diferencial é que consagraram suas vidas a Deus, e nesta consagração encontram realização e sentido para suas vidas.  “Somos todos e antes de tudo, consagrados a Deus” (Mons. Jonas Abib)

 

Equipe Vocacional

Comunidade Canção Nova