Oração para pedir a Castidade
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Senhor Jesus Cristo, esposo da minha alma, deleite do meu coração, verdade do meu coração e da minha alma. Me ajoelho diante de Ti e te peço, com todo o fervor do qual sou capaz, de conceder-me a graça de perseverar e crescer cada dia na vida de fé.
Por isso, doce Jesus, faz que eu rejeite cada tentação, ponha um freio aos desejos da carne e aos desejos das riquezas que se agitam na minha alma.
Concede-me, com a tua ajuda, a graça de guardar a castidade e a pureza do coração.
Ó santíssima e imaculada Virgem Maria, virgem das virgens e mãe nossa amadíssima, purifica cada dia o meu coração e a minha alma, pede para. Mim o santo temor do Senhor e a graça da temperança.
São José, guardião da virgindade de Maria, guarda a minha alma de cada pecado.
Gloriosos arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael, espelhos de humildade e de pureza, com a potência divina dá-me força e coragem nas provas da vida, defende-me de todas as tentações do maligno, guarda-me na paz.
Vós todas Virgens santas, que seguiram em toda parte o Cordeiro divino, intercedei por mim de modo que não peque em pensamentos, palavras, obras e omissões e jamais me separe do coração puríssimo de Jesus.
Amém!
Assim começou a missão Canção Nova
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Tags: missão
Não desista do que é certo por causa das dificuldades!
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A nós, seres humanos, cabem os projetos do nosso dia, da nossa vida; mas a resposta e a inspiração vêm de Deus. O homem deve planejar, mas para nós que somos cristãos isso também significa interpretar o plano de amor do Pai para conosco. Esse plano vai se revelando pouco a pouco e precisamos descobri-lo.
Existem muitas pessoas que me perguntam: Por que Deus não nos revela tudo de uma vez? Primeiro, porque saber de tudo que vai acontecer na nossa vida seria muito chato. O incrível da vida é a surpresa do dia a dia. Depois, porque existem coisas que só poderemos saber quando estivermos preparados. Saber antes só iria prolongar o sofrimento.
Deus sabe o que faz e só permite o sofrimento para que cresçamos e nos convertamos. O plano de Deus Pai só se realiza na nossa vida se nós colaborarmos com Ele. O plano não é imposto, é proposto. Há muitas pessoas que não aceitam o projeto de Deus e preferem ficar com o seu pequeno [projeto], alegando que a vida é delas e que fazem o que quiserem.
O caminho do Senhor, pode acreditar, é muito melhor que o seu! Os projetos de Deus para a sua vida são maiores do que você pode imaginar e do que os seus desejos humanos possam querer. Você deve sonhar, porque os sonhos nos levam para frente, mas é preciso estar atento à voz do Pai.
Todo caminho tem seus altos e baixos e você precisa de oração para permanecer na verdade. Não desista do que é certo por causa das dificuldades! Tenha misericórdia de você e das pessoas que o amam e pare de insistir no caminho errado!
Como você espera ser atendido por Deus se você vive magoando seus irmãos? Sim, porque, ao insistir em algo errado, as pessoas que amam você se magoam. Qual é o pai que presenteia um filho que vive massacrando o irmão? Normalmente, o pai coloca-o de castigo.
Primeiro, você precisa sair do caminho do mal, depois, persistir no caminho do bem. Porque não adianta sair e, tempos depois, cair nos mesmos erros de antes. Como evitamos isso? No versículo 6 da passagem que estamos refletindo hoje aparece a resposta: “É pela bondade e pela verdade que se expia a iniquidade; pelo temor do Senhor evita-se o mal”.
Confie os seus negócios ao Senhor e os seus planos terão êxito, meu irmão! É na intimidade, no seu encontro com o Senhor pela oração, que você descobre o que Ele quer de você. A demora de Deus também é uma resposta. É uma preparação para você receber o que deseja. O Senhor fez Moisés esperar 40 anos para receber o seu pedido, que era a libertação do seu povo.
Esperar não é fácil, mas essa disciplina que o Pai nos dá ajuda muito no nosso crescimento. Confie seus projetos nas mãos de Deus, faça essa experiência e compreenda que esta Palavra é verdade.
Márcio Mendes
Missionário da Comunidade Canção Nova
Tags: dificuldades
Vocação: chamado de Deus
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Vocação significa chamado: Alguém chama e alguém é chamado. Há uma ligação íntima entre aquele que vocaciona e aquele que é vocacionado ou chamado. Quem vocaciona dá a vocação e alimenta a chama do vocacionado.
A vocação, sem a qual nenhuma outra nos enriqueceria, é o chamado a existir, à vida. A vida humana, segundo a Palavra revelada, é dom sagrado, precioso e sublime do amor de Deus. Eis o que afirma a Bíblia: Deus disse: “Façamos o homem à nossa imagem e semelhança”. (Gen 1)
A Bíblia ratifica a Vocação à vida humana como Dom de Deus a cada pessoa e diz categoricamente que “o Senhor Deus formou, pois, o homem do barro da terra, e inspirou-lhe nas narinas um sopro de vida e o homem se tornou um ser vivente” (Gen 2,7).
A imagem bíblica deixa clara a procedência da vida humana, matéria trabalhada pelas mãos do criador e pelo sopro vivificante do Espírito de Deus moldando à criatura humana em uma unidade perfeita, distinta e diferente Dele, mas criada à sua imagem e semelhança.
Somos chamados à vida, ou seja, a sua, a minha, as nossas vidas são dons de Deus, nós apenas as recebemos da gratuidade de seu amor. Mas… vida dada, vida recebida, o que fazer com a vida? Só temos uma vida e precisamos usá-la bem.
É necessário canalizá-la, a partir da nossa liberdade, iluminada pela fé e em diálogo com a Igreja, para objetivos que discernimos como “a vontade de Deus para nós” .Vocação é um desígnio pessoal do amor de Deus para cada pessoa. Quando Deus nos chamou à vida, no seu coração de Pai, Ele já guardava desde toda a Eternidade um estado de vida, uma graça para enriquecer a pessoa e enviá-la à missão.
Vocação e missão se encontram estreitamente ligados. Por isso, o que importa é discernir a vontade de Deus e abraçá-la. Se esta for o casamento, vamos assumí-la, se for o sacerdócio ou a vida religiosa ou mesmo consagrados como casados, assumamos a postura de Maria: “Faça-se em mim segundo a vossa Palavra”( Lc 1, 38 ).
Na grande vocação cristã há um chamado de Deus dirigido a todos: “sede santos porque eu sou Santo”. No Novo Testamento está escrito “a vontade de Deus é a vossa santificação”. Religiosos, padres e leigos vocacionados, são chamados antes de tudo à santidade.
Jesus nos ilumina para discernir a vontade de Deus, propondo o caminho do amor: “A quem me ama eu me manifestarei”. A vocação à santidade é para todos, ninguém está excluído. No céu entra quem, aceitando o chamado de Deus, se deixa conduzir pelo Espírito Santo e se assemelha, no coração e na prática da vida, a Jesus, aqui na terra.
Mas, vocação, no caminho da Igreja, é chamado de Deus, graça que enriquece o batizado e o convida para uma consagração e uma missão. O primado do ser sobre o ter é o reconhecimento do sentido da vida como o chamado do amor gratuito de Deus, como dom livre e responsável de si mesmo aos outros em Cristo e na atitude evangélica de serviço de Maria. Não fostes vós que me escolhestes mas eu que vos escolhi” (Jo 15,16).
Vocacionados ao sacerdócio, à vida religiosa sob os mais diversos carismas são sempre pessoas amadas pessoalmente por Deus e candidatos à consagração. Ainda hoje Deus continua chamando. Qual sua resposta a Jesus que te chama?
Dom José Palmeira Lessa
Arc. Metropolitano de Aracaju – SE
“No coração da Igreja serei o amor”
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O mês de Outubro é na Igreja o mês missionário, por excelência. No dia 1 celebra-se a festa de Santa Teresa do Menino Jesus, que a Igreja proclamou padroeira dos missionários
Vale a pena relembrar algumas facetas desta jovem que aos 24 anos encerrou uma vida cheia de comunhão com Deus e com a humanidade.
Cada santo é um dom para a Igreja e para a humanidade. É como uma fotografia de Deus, de cuja plenitude colhe um aspecto ou um pormenor que ilumina toda a sua vida. Vem isto a propósito de Santa Teresa de Lisieux, proclamada por João Paulo II doutora da Igreja, em 1997.
Olhando para a sua vida, poderá causar admiração o facto de uma Carmelita, que viveu 9 anos num convento de rígida clausura, ter sido proclamada padroeira das Missões juntamente com o grande evangelizador S. Francisco Xavier. Pode igualmente maravilhar o facto de ela ter sido proclamada doutora da Igreja ao lado de S. Teresa de Ávila e de Santa Catarina de Sena, ela que apenas deixou uma sua autobiografia, algumas cartas e poesias. Não faltaram vozes de iminentes teólogos a louvar esta iniciativa.
Mas que terá acontecido no mundo interior desta jovem que aos 24 anos atinge o cume da santidade? Seria preciso ler ou reler a sua autobiográfica “História de uma alma” e outros escritos para entender as maravilhas que Deus realizou na sua tão breve existência. Compreenderíamos como é importante o ambiente familiar em que se cresce e se é evangelizado, mas também como são possíveis voos altíssimos de santidade em almas que no seu nada se oferecem totalmente a Deus para o bem da humanidade. Nunca vi ninguém tão consciente da sua pequenez. Mas também nunca vi ninguém com um coração tão largo capaz de abranger o mundo inteiro no desejo de salvar todos os homens.
“Apesar da minha pequenez, gostaria de iluminar as almas como fizeram os profetas e os doutores. Tenho vocação de apóstolo… Gostaria de percorrer o mundo, pregar o teu nome e plantar no solo infiel a tua cruz gloriosa, mas, meu Amado, não me bastaria uma só missão; gostaria ao mesmo tempo de anunciar o Evangelho nas cinco partes do mundo e até às ilhas mais remotas… Gostaria de ser missionária não só por um ano, mas sim desde a criação do mundo e até à consumação dos séculos… Gostaria de derramar o meu sangue por ti, até à última gota”.
Escrevendo ao missionário P. Roulland dirá: “Sentir-me-ei verdadeiramente feliz por trabalhar convosco na salvação das almas; foi com esta finalidade que me fiz Carmelita; não podendo ser missionária pela acção, quis sê-lo pelo amor”.
Um caminho completamente novo
Teresa de Lisieux ensinou um caminho de santidade acessível a todos: o caminho da pequenez evangélica e do abandono filial nos braços do Pai.
“Sempre desejei ser santa, mas comparando-me com os santos vi que entre eles e mim havia a mesma diferença que existe entre uma montanha, cujo cume se perde nos céus, e um grãozinho de areia perdida e pisada debaixo dos pés de quem passa. Em vez de desanimar, disse para mim mesma: Deus não inspira desejos que não se podem actuar, e por isso posso, apesar da minha pequenez, aspirar à santidade. Tornar-me maior é-me impossível, devo aceitar-me assim como sou, com todas as minhas imperfeições, mas quero procurar o meio de ir para o céu por um caminho bem mais direito, muito breve, um pequeno caminho completamente novo.
Estamos num século de invenções, já não vale a pena subir pelas escadas; nas casas dos ricos há um ascensor que as substitui com vantagem. Queria também eu encontrar um ascensor para subir até Jesus, porque sou pequena demais para subir a dura escada da perfeição. Procurei nos Livros Santos a indicação do ascensor, objecto do meu desejo, e li estas palavras pronunciadas pela Sabedoria eterna: “Se alguém é pequeno venha até mim” (Prov 9,4). (…) Ser pequeno é reconhecer o próprio nada, esperar tudo de Deus misericordioso, como uma criancinha espera tudo do seu papá, e não se preocupar com coisa alguma, não ganhar riquezas”.
A chave da sua vocação
“Não obstante a minha pequenez, queria iluminar as almas como os Profetas, os Doutores, sentia a vocação de ser Apóstolo… Li no cap. 12 da 1ª Carta de S. Paulo aos Coríntios que nem todos podem ser ao mesmo tempo Apóstolos, Profetas, Doutores, etc. , que a Igreja é formada por membros diferentes e que os olhos não podem ao mesmo tempo ser as mãos. A resposta era clara, mas não satisfazia completamente os meus desejos e não me trazia a paz. Continuei a ler e encontrei esta frase que me confortou profundamente: Procurai com ardor os dons mais perfeitos; eu vou mostrar-vos um caminho mais excelente. E o Apóstolo explica como todos os dons mais perfeitos não são nada sem o amor e que a caridade é o caminho mais excelente que nos leva com segurança até Deus. Finalmente tinha encontrado a tranquilidade. A caridade ofereceu-me a chave da minha vocação. Compreendi que, se a Igreja apresenta um corpo formado por membros diferentes, não lhe falta o mais necessário e mais nobre de todos; compreendi que a Igreja tem coração, um coração ardente de amor; compreendi que só o amor fazia agir os membros da Igreja e que, se o amor viesse a extinguir-se, nem os Apóstolos continuariam a anunciar o Evangelho, nem os mártires a derramar o seu sangue; compreendi que o amor encerra em si todas as vocações, que o amor é tudo, que abrange todos os tempos e lugares, numa palavra, que o amor é eterno… Encontrei finalmente a minha vocação. A minha vocação é o amor. Sim, encontrei o meu lugar na Igreja: no coração da Igreja, minha Mãe, eu serei o amor”.
Um alimento sólido e puro
Através da Palavra de Deus rezada e meditada, Teresa de Lisieux descobriu o amor de Deus como fonte de comunhão e de solidariedade com todos, santos e pecadores, crentes ou não crentes. O Evangelho foi para ela o alimento sólido que nunca abandonou, mesmo quando a sua fé foi atormentada por uma terrível escuridão. “Os livros deixavam-me na aridez; quando abro um livro de um autor espiritual, sinto o meu coração fechar-se e leio sem compreender, ou então compreendo sem pôr lá o meu coração. É nestas circunstâncias que a Escritura e a Imitação me vêm em socorro e aí encontro alimento sólido e puro. É sobretudo o Evangelho que me ocupa durante a oração: nele encontro alimento, para a minha pobre alma. Descubro sempre coisas novas, luzes novas… Compreendo e sei por experiência que o reino de Deus está entre nós”.
Qualquer pequenez pode ser estimada e transformada em missão permanente.
Aos olhos de Deus, é inestimável o valor da oração, do trabalho e do sacrifício oferecido pela missão da Igreja.
Escrever aos missionários, que se encontram no campo de trabalho, como ela fazia, não só manifesta interesse por uma causa que é de todos, mas é uma óptima forma de apoio e uma comunhão de fé, de oração e de oferta da própria vida.
Viver, como ela vivia, o momento presente dá intensidade e fecundidade a tudo aquilo que se faz como acto de amor a Deus e de amor a cada irmão: “Tu bem sabes, ó meu Deus, que para amar-te só tenho este momento”.
Fonte:http://www.fatimamissionaria.pt
Viver Reconciliado
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O que é viver reconciliado? É uma disposição de coração que se traduz num modo de vida. É um contínuo perdoar e ser perdoado!
Entre mim e meu irmão está Jesus. Ele continua a defender cada filho Seu, como defendeu a mulher adúltera: “Se você nunca pecou, atire a primeira pedra”. Deus deve estar sempre em primeiro lugar, depois o irmão; esta é fonte do verdadeiro perdão: “Tudo que passa primeiramente por Deus se santifica, do contrário, é um mero ato humano, que traz simplesmente alívio e acomodação humana; o verdadeiro perdoar e ser perdoado gera vida nova e comunhão de coração”.
A exemplo de Jesus, que vive sempre reconciliado: Ele foi crucificado, mas mesmo assim se reconcilia com o homem. Do alto da cruz Ele diz: Perdoai-lhes porque não sabem o que fazem”.
É preciso colocar todo problema à luz de Jesus. ter os olhos de Jesus, as atitudes de Jesus, para que assim aconteça a reconciliação. Devemos ser pecadores redimidos pelo sangue de Jesus por meio do contínuo arrempendimento dos nossos pecados e da reconciliação com nossos irmãos.
Pe. Jonas Abib
Tags: reconciliaçao
“A nossa formação de dá na vida …”
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Tags: formação
A Canção Nova é antes de tudo uma comunidade
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“Somos chamados a viver em comum unidade, partilhar a nossa vida, partilhar os nossos bens materiais e espirituais, colocar em comum as nossas riquezas e usufruir das riquezas uns dos outros. Somos uma colméia.”
Mons. Jonas Abib
Tags: comunidade
Queremos ir aonde está o jovem
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Aprendi a acreditar em tudo o que Deus pode fazer na vida de um jovem, quando este tem uma oportunidade de se encontrar com Jesus. Hoje, olhando para toda a minha vida de sacerdote, posso constatar que sempre estive rodeado pelos jovens, e sempre fui buscado por eles em muitas situações; eu mesmo tomei a iniciativa de me fazer próximo deles e sou testemunha de diversas transformações.
Precisamos estar no meio dos jovens, porque eles desejam o que é correto, mas, se ao redor deles só há o que não é bom e há a oferta de caminhos errados, eles não serão capazes de fazer sozinhos e cederão às pressões da moda. Precisamos fazer a diferença na vida deles, sendo uma presença amiga de qualidade. Não podemos cobrar do jovem um comportamento maduro e correto se não oferecemos a ele o convívio com pessoas que possam sinalizar um caminho diferente das velhas opções.
Enxergo na juventude um vasto e fecundo campo de missão, investimos nossos esforços para plantar ali, naquele coração, as sementes do Evangelho, que certamente crescerão ao longo do tempo, fazendo a diferença e formando um cristão verdadeiro, capaz de ser um agente de transformação nas realidades onde estiver inserido. A Comunidade Canção Nova está repleta desta juventude, com todas as realidades próprias desta etapa da vida. Percebo que, em meio às lutas próprias de toda a juventude, esses jovens encontraram em Jesus uma razão nova de viver, escolheram fazer d’Ele seu projeto de vida e investem, para valer, todas as suas energias nesse lindo processo de conversão rumo à maturidade da fé.
Isso não é exclusividade para os jovens da nossa comunidade, e aqui está a razão dos nossos esforços contínuos para alcançarmos cada vez mais a juventude do Brasil e do mundo. Temos uma parcela de contribuição a dar nesse cuidado com os jovens, embora sejamos bem pequenos, nós queremos fazer a nossa parte. Por isso, não descansamos na missão de evangelizar.
Sei que os meios de comunicação (Rádio, TV e Internet) se transformaram em um meio privilegiado para alcançarmos essa juventude da era digital. Queremos e precisamos oferecer a eles opções sadias, com qualidade superior a que é encontrada por aí em outros meios. Graças a Deus, não estamos sozinhos nessa batalha, contamos com inúmeros sócios colaboradores, que compartilham conosco desta linda e grandiosa responsabilidade e entenderam o valor deste nosso trabalho. Você tem nos ajudado a alcançar inúmeros jovens, isso é uma realidade linda desta parceria que Deus mesmo estabeleceu entre nós. Termino dizendo que eu, em primeiro lugar, e comigo toda a Canção Nova, quero junto com você realizar a parte que nos cabe nesta formação de Homens Novos para um Mundo Novo.
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova
Tags: jovem
Assunção de Nossa Senhora
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Hoje, solenemente, celebramos o fato ocorrido na vida de Maria de Nazaré, proclamado como dogma de fé, ou seja, uma verdade doutrinal, pois tem tudo a ver com o mistério da nossa salvação. Assim definiu pelo Papa Pio XII em 1950 através da Constituição Apostólica Munificentissimus Deus: “A Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre foi assunta em corpo e alma à glória celestial.”
Antes, esta celebração, tanto para a Igreja do Oriente como para o Ocidente, chamava-se “Dormição”, porque foi sonho de amor. Até que se chegou ao de “Assunção de Nossa Senhora ao Céu”, isto significa que o Senhor reconheceu e recompensou com antecipada glorificação todos os méritos da Mãe, principalmente alcançados em meio às aceitações e oferecimentos das dores.
Maria contava com 50 anos quando Jesus subiu ao Céu. Tinha sofrido muito: as dúvidas do seu esposo, o abandono e pobreza de Belém, o desterro do Egito, a perda prematura do Filho, a separação no princípio do ministério público de Jesus, o ódio e perseguição das autoridades, a Paixão, o Calvário, a morte do Filho e, embora tanto sofrimento, São Bernardo e São Francisco de Sales é quem nos aponta o amor pelo Filho que havia partido como motivo de sua morte.
É probabilíssima, e hoje bastante comum, a crença de a Santíssima Virgem ter morrido antes que se realizasse a dispersão dos Apóstolos e a perseguição de Herodes Agripa, no ano 42 ou 44. Teria então uns 60 anos de idade. A tradição antiga, tanto escrita como arqueológica, localiza a sua morte no Monte Sião, na mesma casa em que seu Filho celebrara os mistérios da Eucaristia e, em seguida, tinha descido o Espírito Santo sobre os Apóstolos.
Esta a fé universal na Igreja desde tempos remotíssimos. A Virgem Maria ressuscitou, como Jesus, pois sua alma imortal uniu-se ao corpo antes da corrupção tocar naquela carne virginal, que nunca tinha experimentado o pecado. Ressuscitou, mas não ficou na terra e sim imediatamente foi levantada ou tomada pelos anjos e colocada no palácio real da glória. Não subiu ao Céu, como fez Jesus, com a sua própria virtude e poder, mas foi erguida por graça e privilégio, que Deus lhe concedeu como a Virgem antes do parto, no parto e depois do parto, como a Mãe de Deus.
Nossa Senhora da Assunção, rogai por nós!
















