Messori revela nomes e sobrenomes de “lobbys” anticristãos

Arquivado em: Igreja — Prof. Felipe Aquino at 11:29 am on Domingo, Fevereiro 25, 2007

 

MADRI, 2007-02-22 (ACI).- O jornalista e escritor Vittorio Messori denunciou que a Organização Mundial da Saúde (OMS), certos setores da maçonaria, associações homossexuais, multinacionais farmacêuticas e potentes organizações ecologistas constituem “lobbys” anti-católicos que ” odeiam o cristianismo por nostalgia do paganismo”. Em uma entrevista ao jornal italiano
La Stampa e traduzida ao espanhol por
La Razón, o articulista italiano assegura, em sintonia com o Papa Bento XVI, que “a ação destes influentes grupos de pressão não se dirige só para o matrimônio e a família da perspectiva da fé, mas sim contra todo o complexo ético e moral da Igreja”.
 

Depois de descrevê-los como círculos liberais radicais “do politicamente correto”, Messori afirmou que fala “por exemplo, da OMS em temas de contracepção, aborto, diagnóstico pré-natal para eliminar os fetos com má formações; também de algumas siglas importantes do meio ambiente que quereriam libertar do Evangelho para recuperar nostalgias pagãs ou certos setores da maçonaria que, sobre tudo nos países latinos e sob influências francesas e espanholas, são hostis à moral católica”.  

Estes “‘lobbys’ aos que se refere o Papa” são também as “grandes organizações de homossexuais, muitas de matriz anglo-saxônica. Os gays, como todas as minorias, freqüentemente brigam no seio de suas comunidades, mas especialmente nos EUA superam suas desavenças na aversão virtualmente unânime da ética ‘papista’”. 

“Depois –continua– está à colossal indústria farmacêutica, o negócio mais rentável da economia global, que obtém lucros formidáveis da produção de pílulas anticoncepcionais, preservativos e outros fármacos e instrumentos que contradizem com os fatos as indicações da Igreja”.  

Zapatero: caricatura do “eticamente correto” 

O jornalista católico adverte na entrevista sobre os grupos de pressão políticos que atacam à família, “sobre tudo certos influentes setores do Partido Socialista Europeu, esse grupo euro-parlamentar que não aceitou o católico Rocco Buttiglione como delegado só porque não ocultou que é fiel; os mesmos que não quiseram mencionar as raízes cristãs no texto da Constituição Européia”.  

A respeito, e após qualificar o Presidente espanhol José Luis Rodríguez Zapatero de “cabeça quase caricata do ‘eticamente correto’ que impera em Bruxelas”, de “um radicalismo de massas que vê na Igreja seu inimigo jurado”, Messori assegura que o “ódio para com o cristianismo” destes grupos explica seu “desejo de fechar um parêntese evangélico que durou vinte séculos”. 

O problema está em casa 

O conhecido apologista católico não só reconhece e agradece de uma perspectiva providencial os ataques frontais que sofre a Igreja de fora mas sim lamenta as dificuldades em seu interior: “Às vezes tenho a impressão de que o Papa é um chefe sem tropas”, expressa. 

“Hoje assistimos a uma espécie de cisma submerso dos fiéis que, sem manifestá-lo publicamente, não obedecem em privado às normas morais da Igreja. São os que, se os perguntas, dizem-se católicos, inclusive vão a Missa, mas não seguem as normas sobre ética sexual e familiar. Do uso dos métodos contraceptivos à aceitação do divórcio, à convivência, a homossexualidade ou inclusive o aborto”.  

Finalmente, o jornalista critica a incoerência entre doutrina e praxe dos políticos que se postulam a si mesmos como defensores a “até a morte” da Igreja e a família. Como amostra disso menciona os líderes italianos da CdL (a coalizão italiana de centro direita) contrários às novas leis de casais de fato (DICO). “Estão todos, mas absolutamente todos, em uma situação familiar que para a Igreja é irregular”, assinala. 

A ESTRELA DA EVANGELIZAÇÃO

Arquivado em: Nossa Senhora — Prof. Felipe Aquino at 11:09 am on Domingo, Fevereiro 25, 2007

 

 

Na extraordinário encíclica Evangelização no mundo contemporâneo, o Papa Paulo VI, de saudosa memória, chamou Maria de Estrela da Evangelização.Hoje, mais do que antes, percebemos que a Mãe de Jesus é a maior promotora da evangelização em todo o mundo. Com suas aparições, há anos consecutivos, em Medjugorje, onde pude estar presente, ela vem arrastando multidões no mundo todo a voltarem-se para Deus, numa conversão alicerçada no arrependimento dos pecados, na Confissão, na oração, no jejum, nos sacrifícios e na fé. Esses frutos autênticos são a maior prova de que as aparições são reais e aceitas por centenas de bispos, milhares de sacerdotes e milhões de fiéis. O Papa, embora não tenha ainda se pronunciado oficialmente, não desaprova as peregrinações de Medjugorje e se refere freqüentemente à Virgem Santíssima como a “Senhora das Mensagens”.Desde 24 de junho de 1981 que ela, através de um grupo de jovens chama os homens do mundo todo para Deus. O testemunho dos bispos, padres, leigos e teólogos que ali chegaram é eloqüente. A razão dos sinais de Maria no mundo todo (lágrimas, aparições, etc.), embora não todas autênticas, têm uma razão simples: Maria tem pressa de chamar os homens de volta para Deus; por isso ela é a grande evangelizadora dos nossos dias.Tenho testemunhado, pessoalmente, muitas pessoas - jovens, homens e mulheres - reconciliando-se com Deus e com os irmãos pelos sinais e mensagens da Mãe de todos.Naquele livrinho famoso, Tratado da verdadeira devoção à Santíssima Virgem, de São Luiz Maria Grignion de Monfort, o santo disse que: “Por meio de Maria, Deus começou a salvação do mundo e é por meio de Maria que esta deve ser consumada.” O santo afirmou que “Maria terá um papel especial nos últimos tempos justamente porque ela é o meio mais seguro, mais fácil mais rápido e mais perfeito de chegar a Jesus”. E faz questão de dizer que “Maria Santíssima tem sido, até aqui, desconhecida e que é esta uma das razões porque Jesus Cristo não é conhecido como deve ser. Ela O deu ao mundo a primeira vez e também da segunda O fará resplandecer”. Ensinou-nos ainda São Luiz de Monfort que “quanto mais o Espírito Santo encontra Maria, sua querida e inseparável esposa, em uma alma, mais operante e poderoso se torna para produzir Jesus Cristo nessa alma, e essa alma em Jesus Cristo”.É doutrina da Igreja, plenamente confirmada por muitos papas e santos doutores (Santo Agostinho, Santo Afonso, São Bernardo, etc.), que Maria é medianeira e dispensadora de todas as graças de Deus. Chega a dizer São Monfort que “ela distribui os dons e as graças de Deus a quem quer, quanto quer, como quer e quando quer,  e dom nenhum é concedido aos homens que não passe por suas mãos virginais”. O santo a chamou de “soberana do céu e da terra, general dos exércitos de Deus, tesoureira de Suas riquezas, dispensadora de Suas graças, artífice de Suas maravilhas, reparadora do gênero humano…”, e resume: “Deus Pai ajuntou todas as águas e denominou-as mar; reuniu todas as Suas graças e chamou-as Maria.”Gostaria de lembrar que em 12 de maio de 1853 foi promulgado, em Roma, o decreto que declara os escritos de São Luiz de Monfort isentos de qualquer erro que pudesse servir de obstáculo à sua canonização.A Igreja sempre teve Maria como aquela que mais cooperou na obra da Redenção da humanidade, pois ela participou diretamente, do princípio ao fim, do mistério da redenção realizado por Jesus. Sendo Mãe de Jesus, tornou-se também Mãe da Igreja, Corpo Místico de Jesus. Por isso, ela é Mãe de cada um de nós, preocupada com nossa salvação e conversão. Ela é o caminho que Deus inaugurou para chegar a nós homens por conseguinte, ela é também o caminho mais curto e rápido para o homem chegar a Deus.Estou convencido de que Maria, por suas intervenções extraordinárias, realiza hoje na Igreja uma obra singular, única, na mesma lógica de Fátima e Lourdes. A abertura do leste Europeu, a queda do muro de Berlim e a agonia do comunismo são parte do que ela prometeu: “Por fim, meu coração imaculado triunfará.” Já está triunfando! Felizes os pobres de coração que crerem… 

Prof, Felipe Aquino

A maior de todas as histórias de amor

Arquivado em: Meditação — Prof. Felipe Aquino at 11:05 am on Domingo, Fevereiro 25, 2007

Antes que Eu criasse o mundo e todas as coisas, Eu já pen­sava
em você… Eu
já o conhecia pelo nome e desejava que você viesse ao banquete da vida. Queria que você participasse da Minha Vida e des­frutasse de toda a riqueza da Minha divindade…      Foi por isso que Eu o criei. Eu o teci no ventre de sua mãe, cuidadosamente, e o amei com amor eterno.       Eu o fiz à Minha semelhança para que você pudesse compartilhar Comigo de todos os Meus bens inefáveis. Dei-lhe faculdades e potências que não coloquei em nenhum dos outros seres criados: inteli­gência, vontade, memória, consciência, capacidade de amar; de sonhar; de sorrir; de chorar, de cantar; de falar…       Não sei se você já percebeu que você é o único ser vivo capaz de sorrir, abraçar e derramar lágrimas de emoção diante da dor e do belo.      Como Eu fiz você belo!

      As pe­dras não sonham como você, as árvores não falam como você e os animais não podem sorrir e cantar como você. Só a você Eu permiti que fosse assim tão cheio de dons, porque só você foi feito à Minha Imagem.

Eu o fiz para Mim. Eu o fiz para viver Comigo sempre, na terra e no céu. Eu sou o Seu Senhor. Você é Meu. Sou louco de amor por você e não aceito perdê-lo de forma alguma, porque você é Minha criatura predileta, Minha glória sobre a terra, Minha maior honra.Eu o amei tanto que quis lhe dar o maior dom: a liberdade. Meu amor por você exigia que Eu o fizesse livre, capaz de decidir pela inteligência, e não escravo dos instintos como os animais irracionais. O amor exige que se dê a liberda­de! Eu sabia que você poderia usar mal desta liberdade. Eu sabia, sim, que você poderia até Me rejeitar, Me abandonar e não querer ouvir a Minha voz e nem ouvir os  Meus conselhos… e até me virar as costas.  Mas, se Eu não lhe desse a liberdade, você não seria Minha Imagem; seria apenas como um robô ou como uma marionete. Por isso Eu o fiz livre. Não quis você limitado e frio como um computador ou como um tele-guiado.Na verdade, fiquei desesperado quando você Me rejeitou, Me abandonou e achou que podia ser feliz sem Mim. Fiquei angustiado quando você matou em si mesmo a vida eter­na que lhe dei, separando-se de Mim que sou a fonte da Vida. Sofri demais quando você virou-Me as costas e abandonou o céu e a Mim para sempre.Então, no Meu amor infinito por você, resolvi vir ao mundo para salvá-lo. Me fiz como você, de carne e osso. Nasci de uma santa mulher, que o Pai tinha escolhido e preparado desde a eternidade.Eu assumi a sua natureza humana e nela escondi a Minha divindade para poder falar com você e mostrar-lhe ansiosamente o Caminho da vida.E depois, depois de lhe ter mostrado todo o Meu amor, com Minhas palavras e milagres, quis amá-lo até o extremo Sacrifício, para que você nunca duvidasse do  meu amor por você. Eu Me deixei matar em seu lugar, conscien­temente, para que a Minha morte destruísse a sua, e a Minha ressurreição lhe devolvesse vida eterna junto de Mim. Nunca alguém sofreu e amou tanto quanto Eu sofri e amei você. O Cria­dor morreu por Sua criatura. Como disse uma vez ao Meu querido filho Santo Antônio: “Eu vim até você para que você pudesse voltar para Mim”. E mais ainda: Para ficar com você para sempre, Eu Me fiz pão e vinho. Sei que você não pode compreender as loucuras do meu amor por você…, mas Eu o fiz para poder ficar com você. Quando se ama alguém, não se consegue ficar lon­ge da pessoa amada. Fiz tudo isso por você, por amor a você.Mas, infelizmente, você ainda não reconhece o Meu amor. Você ainda Me despreza e abandona. Eu lhe ofereço a Minha vida nos Evangelhos, mas você prefere outras leituras vazias… e às vezes perigosas. Eu lhe ofereço o Meu próprio Corpo imolado e Meu Sangue derramado, testemunhas do Meu amor, mas você os des­preza totalmente, dizendo: “Isso é coisa de velhos e de crianças…” Eu lhe ofereço a Minha presença viva em todos os Sacrários, mas você não acredita que estou ali… Sabe, eu quero te confidenciar, o que mais fere o meu coração é a sua ingrati­dão e a sua indiferença. Você entra na Minha casa, a Igreja, e não Me olha, não Me fala, não se une a Mim… Sua desconfiança Me sangra o coração. E Eu.., esperando ansiosamente, dese­jando ao menos por um minuto receber a retribuição do seu amor. Mas parece que o mundo malvado deixou você cego, surdo e mudo para Mim. Será que o mundo matou o Meu amor em você? O que mais eu poderia ter feito por você? Não foi bastante a Minha Cruz?… O pior de tudo é que por causa disso você perdeu a paz, perdeu o sentido da vida e vive agora sem rumo, triste e sofredor, envelhecido antes da hora. Eu derramei todo o Meu sangue na cruz e morri de dor; para que os seus pecados fossem perdo­ados, mas você despreza o Meu perdão, despreza os Meus sa­cerdotes e o sacramento da Penitência. Como você é ingrato Comigo! Mas Eu continuo aqui a esperá-lo; nunca Me cansarei porque você é Meu e tenho ciúme de você. Sei que um dia você virá. Quando a “mentira do mundo” cair a seus pés, você se lembrará de Mim. Então, como aquele Pai, Eu farei uma grande festa para você, pois como entendeu perfeitamente o Meu querido Agostinho de Hipona: “Eu o criei para Mim, e o seu coração vive inquieto enquanto não repousar em Mim.” 

Prof. Felipe Aquino  

 

 

 


 

Aquecimento global

Arquivado em: Opinião — Prof. Felipe Aquino at 9:58 am on Sexta-feira, Fevereiro 23, 2007

por Thomas Sowell em 28 de junho de 2006

Thomas Sowell é doutor em Economia pela Universidade de Chicago e autor de mais de uma dezena de livros e inúmeros artigos, abordando tópicos como teoria econômica clássica e ativismo judicial. Atualmente é colaborador do Hoover Institute.

Resumo: Nada é mais fácil do que criar modelos matemáticos para cenários catastróficos. Políticos e burocratas do governo têm tentado, por mais de uma década, vender o cenário apocalíptico do aquecimento global, fato que teria aumentado o poder de – você pode adivinhar? – políticos e burocratas.

© 2006 MidiaSemMascara.org

Um novo dogma político está sendo criado pela mídia. A “ciência”, dizem eles, provou que o aquecimento global é um perigo real e que os seres humanos são os responsáveis por ele, de forma que precisamos tomar decisões drásticas para reduzir o efeito estufa. Tem havido uma reação ampla a uma recente [de 2001] publicação da Academia Nacional de Ciências (NAS), que muitos na mídia têm usado como prova de que precisamos seguir as exigências drásticas dos acordos de Kioto, a fim de reduzir a ameaça do aquecimento global. Há muitos cientistas pesos-pesados envolvidos nas discussões do NAS sobre o aquecimento global. Mas, como o próprio relatório afirma claramente, esses cientistas não só não o escreveram, como nem o viram antes da publicação. Eles “não foram convidados a endossar as conclusões ou recomendações, nem viram a versão final do relatório antes de sua publicação”. É o máximo que se pode afirmar sobre a “ciência” ter “provado” a existência do aquecimento global e sua causa humana. Os cientistas foram usados de enfeites no relatório feito por autoridades governamentais. Além disso, mesmo esse relatório foi incapaz de construir uma unanimidade entre os cientistas sobre o assunto aquecimento global, apesar de alguns na mídia parecerem acreditar nisso. A bumba-meu-boi em direção a mudanças draconianas em nossa economia e em todo o “american way of life” exigido pelos acordos de Kioto é demasiadamente apropriado ao modo de pensar da “intelligentzia” em geral e à imprensa esquerdista
em particular. Qualquer coisa que requeira impor, por meio do governo, a sabedoria e virtude superior dessa classe à massa de bárbaros, tem uma recepção favorável. Nos anos 1970, a histeria era sobre o esfriamento global e os prospectos de uma nova era glacial. Um relatório daquela época, da Academia Nacional de Ciência, levou a revista Science a concluir em sua edição de 1º de março de 1975 que uma longa “era glacial é uma possibilidade real”. De acordo com a edição de 28 de abril de 1975 da Newsweek, “o clima da terra parece estar se resfriando”. Uma impressão de urgência era parte da histeria do esfriamento global de então, tanto quanto o é na histeria atual do aquecimento global. De acordo com a edição de fevereiro de 1973 da Science Digest, “quando o congelamento começar, será muito tarde”. Nada é mais fácil do que criar modelos matemáticos para cenários catastróficos. Políticos e burocratas do governo têm tentado, por mais de uma década, vender o cenário apocalíptico do aquecimento global, fato que teria aumentado o poder de – você pode adivinhar? – políticos e burocratas. Dentre os cientistas especialistas em clima e tempo, há muitas diferenças de opinião, refletindo a complexidade e a incerteza da massa de dados disponível. Dentre os proeminentes cientistas que não acompanham a histeria do aquecimento global estão Richard S. Lindzen, professor de meteorologia no MIT, e Dr. S. Fred Singer, criador do sistema americano de satélites meteorológicos e cujo livro “Hot Talk, Cold Science” (algo como, “Nariz em pé, ciência deitada”) é leitura obrigatória para quem deseja fatos científicos em vez de pânico político. Apesar de o Professor Lindzen ser um dos grandes nomes listados do relatório da Academia Nacional de Ciências, ele não concorda com a histeria do aquecimento global. Como ele nota, “o clima está sempre mudando”. Fatores inumeráveis mudam a temperatura e muitos desses fatores, tais como o calor emitido pelo Sol em diferentes eras, estão além do controle dos seres humanos. Certos gases, tal como o dióxido de carbono, têm o potencial de afetar a temperatura mas é coisa completamente diferente dizer que um particular aumento de temperatura, durante uma era particular, é necessariamente devido ao “efeito estufa”. A maior parte do aumento de temperatura do século passado ocorreu antes da II Grande Guerra – antes, também, do grande aumento das emissões atuais de dióxido de carbono. O próprio relatório da Academia Nacional de Ciência pisa em ovos quando toca no fato de que ocasiões de aumento de temperatura não coincidem como os de aumento dos gases do efeito estufa. Como ele coloca: “As causas dessas irregularidades e disparidades [não simultaneidade das ocorrências dos dois efeitos] não são compreendidas completamente”. Mesmo que atrofiássemos nossa economia, adotando os passos radicais propostos nos acordos de Kioto, isso “não resultaria numa substancial redução do aquecimento global”, de acordo com Professor Lindzen. Ele lamenta o uso da ciência “como fonte de autoridade para nocautear oponentes políticos e enganar cidadãos desinformados”. Infelizmente, muitos desses cidadãos desinformados são profissionais da mídia.

Entrevista sobre os 40 anos da RCC

Arquivado em: RCC — Prof. Felipe Aquino at 11:48 am on Quinta-feira, Fevereiro 22, 2007

Esta entrevista foi dada em 21 fev 2007 a Comunidade Dei Verbum; www.deiverbum.com.br

Como um ícone Igreja no Brasil como você se sente neste momento de Festa da Igreja?

Eu me sinto muito feliz com os 40 anos da RCC no Brasil e no mundo; porque de fato é um renovar do Pentecostes

na vida da Igreja. Nesses tempos tristes de tantas heresias, seitas, relativismo religioso e moral, desrespeito e desobediência ao Papa e à Igreja, a RCC veio como um antídoto a tudo que atrapalha a verdadeira evangelização. A triste Teologia da Libertação lançou a Igreja na América em uma politização perigosa, falsificou o Evangelho de Cristo e quase eliminou o Sagrado e o verdadeiro catolicismo; mas Deus nos socorreu com a RCC ,entre outros bons movimentos. Alegro-me porque estou na RCC desde 1974 e nunca me arrependi. Ela está resgatando o verdadeiro catolicismo: amor a Igreja, amor e obediência ao Papa e aos Bispos, amor á oração, à adoração do Santíssimo, o amor a Maria e a oração do Rosário, a meditação da Palavra de Deus, a vida sacramental madura, a fuga do pecado, a busca da santidade.

Como a Igreja, seus presbíteros e seus bispos veêm esse momento?

A RCC soube mostrar aos bispos e presbiteros que ela é séria e veio mesmo do Espirito Santo, e, portanto para ficar e para renovar a Igreja. Os bispos e presbiteros de boa vontade viram e veêm os seus frutos de conversão e de salvação e não podem negar isto. A CNBB através do doc. 53 aprovou tranquilamente a RCC no Brasil, o que todos os Papas já fizeram várias vezes para o mundo todo ao receberem os líderes mundiais da RCC muitas vezes. Bento XVI ama a RCC; ele disse isso.  

Como a RCC no Brasil deveria comemorar o seu jubileu dos 40 anos?

Para mim o maior fruto pastoral da RCC no Brasil e no mundo foram os Grupos de Oração, a fonte de maior resgate do povo católico enganado pelas seitas e pelo protestantismo; além de ser uma fonte de conversão, formação, santificação do nosso povo. Então, eu penso que a celebração dos 40 anos da RCC deveria ser no sentido de fomentar o nascimento e o crescimento dos Grupos de Oração: para homens, mulheres, crianças, jovens, etc… nas escolas, nas fábricas, nas ruas, nos jardins, nas praias, nas universidades, nos aeroportos, nos portos, nas rodovias, nas rodoviárias, nos shoppings… enfim, onde houver gente. É a melhor forma de anular o triste efeito das seitas que levam tantos batizados na Igreja.

Diga para os internautas O que é Celebrar Pentecostes?

É deixar que o Espírito Santo tome conta e dirija a sua vida para ela não ser uma vida medíocre e sem sentido.

É renunciar a todo pecado e fazer uma boa Confissão; é participar da Santa Missa e comungar , se puder todo dia; é rezar o seu Terço ou Rosário todos os dias; é ler e meditar a Palavra de Deus inspirada pelo Espírito Santo; é estudar o Catecismo da Igreja todos os dias; é estar um tempo com Jesus no Sacrário todos os dias; é vigiar e orar sem cessar; é aceitar na fé o sofrimento que não pode ser eliminado, e oferece-lo ao Senhor para a Redenção dos homens…

Agradecendo sua atenção, deixe aos internautas uma convocação e um convite para Celebrar esses 40 anos de RCC no Brasil.

Meu amigo internauta, se você conhece ainda esta bênção que é a RCC, não deixe para amanhã, conheça-a já através de uma Comunidade de Vida ou de Aliança ou de um Grupo de Oração; abra-se para ao fogo do Espírito Santo é você será uma nova criatura a serviço de Deus, da Igreja e dos irmãos.

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