FULTON Sheen em sua reflexão natalina se refere ao Natal comentando sobre a passagem de Maria  cobrindo   seu filho Jesus com os lençóis e faz referência   ao momento da Sua morte. E também,  por que o Evangelista Lucas vai descrever que, após seu nascimento, Maria o coloca numa manjedoura? Porquê manjedoura é um local de alimentar um ser vivo. Jesus desce do céu para alimentar toda a criação. Para alimentar a cada um de nós, o Pão vivo que desceu do céu! Ele se dá em alimento. Aqui está o Grande PORQUÊ!

                  Ciência é muito importante pois nos leva a questionar o Universo inteiro, e como ele funciona. A pouca fé nos afasta de Deus a muita nos aproxima ( Pasteur). Muitos grandes cientistas ao longo dos séculos eram católicos, muitos inclusive religiosos como padres ou monges.

                  Ciência e Fé não devem se contradizer pois são complementares. Ciência pergunta Como  e O quê, a Fé pergunta O Porquê e Quem!

                  Há duas formas de olhar o Universo, a primeira é olhar como se Deus não existisse e a outra como se Deus existisse.

                  Do ponto de vista de Deus não existir, nada do que você fizer faz diferença pois não existirá o porquê, vida sem significado. É como se tudo fosse um acidente.

                  Se Deus existe eu não deveria fazer o que eu quero apenas, porque tudo que eu faço tem consequências. Tudo que você fizer importará.

                  Do ponto de vista ateísta você pode vencer ou perder. Do ponto de vista do que crê, você pode perder para ganhar. O PORQUÊ do que  crê está acima de tudo, e há uma vida eterna onde não haverá mais choro ou ranger de dentes.

                  Simon Sinek escreveu um livro eu já citei aqui, chamado de Comece com um grande porquê! Ele menciona a Apple, dizendo que nós compramos produtos Apple baseados não em como ou o quê, mas porquê. Porque há inúmeras qualidades nos produtos que fazem deles os ícones perante o mundo moderno. Apple começou dizendo que eles poderiam mudar o mundo com uma tecnologia diferente , usando produtos de altíssima qualidade. O porquê da Apple define o quê da tecnologia.

                  Voltando a esse dia tão maravilhoso o porquê desse Dia nos remete ao LOGOS. Logos traz SIGNIFICADO. Dentro desse LOGOS todos nós somos importantes. Nenhuma outra Religião no mundo traz a prova ou ao conhecimento de que com a vinda do Messias VOCÊ se tornou importante para DEUS!

                  Diga comigo: EU SOU IMPORTANTE PARA DEUS!!!

                  O que eu tenho que atrai Deus para você e para mim? NADA. São Paulo na sua Carta aos Romanos 5, diz que Jesus deu sua vida por nós, por todos os desvalidos, os improváveis, os perdidos, os derrotados. Alguém poderia talvez dar a vida por um justo, mas Ele não fez objeções ao Seu Amor, foi por todos. Neste Natal nós ouvimos São João nos dizer que no principio o Verbo era a Palavra e a Palavra estava com Deus e a Palavra era Deus. O Logos se fez carne  e habitou entre nós. Aqui está o porquê e o QUEM! Aqui está o sentido da vida de todos nós!

                  Infelizmente mesmo sabendo de tudo isso ainda continuamos vivendo a vida como um ateu prático, ou seja, numa vida que parece sem sentido, parece que a mensagem de São João acima não faz diferença na vida, a vida parece um  acidente.  Fazendo coisas e não demonstrando que sabemos o Porquê de tudo isso aqui.

                  Isso me remete a Viktor Frankl , em seu livro , O Sentido da Vida, escrito a partir da sua experiência no campo de concentração de Auschwitz. Qual era a diferença entre os que caíam e os que se mantinham em pé? Ele concluiu que o ser humano pode sobreviver a qualquer O quê, se tiver um grande PORQUÊ! Um momento emblemático do seu livro, ele narra  os que não suportavam e sucumbiam e os que iam sóbrios a caminho da câmara de gás cantando Shema Israel ou rezando o Pai Nosso!

                  O PORQUÊ se fez carne e viveu entre nós. O significado da nossa vida andou entre nós. Viveu como um de nós. Viu tudo o que os seus passam aqui, e sofreu todo tipo de maldade desse mundo e tomou tudo sobre seus ombros para nossa Redenção. Aqui está o grande Porquê, a nossa Salvação! Tudo o que Ele fez entre nós, tudo sem exceção : PARA FAZER A VONTADE DO PAI!

                  E fazer a Vontade do Pai, é amar sem medida! Deus nos escolhe um por um pois Ele nos ama, individualmente, para cada um de uma maneira particular  de nos amar. Aqui está o Grande Porquê!

                  Feliz Natal de um Deus que apesar de todas as nossas quedas, Ele com Amor sabe nos erguer e nos apontar para o significado da nossa existência, amar a Ele acima de tudo e a todos como a nós mesmos!

                 

                 

                   

                 

                          

                                   

        

                  Oremos: Abbá (Pai) Amado, diante do Presépio eu só posso te contemplar de alma aberta e te agradecer por ter vindo habitar no meio de nós. Com São Francisco eu quero derramar as minhas lágrimas por admirar o Senhor no mais pobres dos pobres lugares do mundo. Eu quero acolher em meus braços e te aquecer. Eu mal posso esperar para com o Senhor vir fazer a Tua vontade em mim. Renova-me como seu nascimento em todo o meu interior que necessita de restauração e de redenção. Como Santo Agostinho, dá-me o que me pedes e pedes o que quiseres!

Pai em tuas mãos entrego meu coração! Cura-me Senhor, Restaura-me Senhor!  Amém

 

Uma reflexão natalina magistral da filósofa judia que se converteu a Cristo, morreu mártir em Auschwitz e foi canonizada pela Igreja

No recolhimento da abadia beneditina de Beuron, em 1932, três anos antes de entrar no Carmelo, Edith Stein escreveu uma riquíssima meditação teológica sobre o Natal. O texto, pronunciado numa conferência da Associação de Acadêmicos Católicos de Ludwigshafen, na Renânia-Palatinado, Alemanha, foi publicado pela primeira vez em 1950, em Colônia.

 

Filósofa, judia, ateia, convertida, religiosa e mártir, essa mulher especial começa a meditação não com uma citação erudita, como quem se esforçasse por captar as atenções, e sim com uma reflexão que surpreende pela simplicidade; pela simplicidade de quem tem o olhar inclusivo da fenomenologia. Edith Stein destaca que o fascínio do Natal atinge a todos, mesmo os que pertencem a outras religiões e os não crentes, para quem a antiga história do Menino de Belém não diz nada.

Nas semanas anteriores ao dia de Natal, “uma cálida corrente de amor inunda toda a terra“, porque “todos preparam a festa e tentam irradiar um raio de alegria“. É sempre apreciável o gesto de procurar e dar alegria, de preparar e de preparar-se para uma festa: são gestos estruturalmente humanos. Para o cristão, porém, especialmente para os cristãos católicos, a estrela que leva até a manjedoura é diferente. O coração de quem vive com a Igreja, desde o repicar do Rorate Coeli até os cantos do Advento, começa a bater em uníssono com a sagrada liturgia que emoldura um momento único: o tempo de uma espera que é também ardente nostalgia. Uma espera-nostalgia que cresce durante o Advento e encontra satisfação somente quando os sinos da Missa do Galo anunciam que “o Verbo se fez carne“. Com este anúncio, vemo-nos sempre diante do fascínio do Menino na manjedoura, que estende as mãos e parece já dizer, sorrindo, o que mais tarde os seus lábios de Mestre repetirão até o último suspiro na cruz: “Segue-Me“.

 

Atenção: a Luz da estrela e o encanto do Menino na manjedoura duram um piscar de olhos. “À luz descida do céu, opõe-se, ainda mais escura, a noite do pecado“. Diante do Menino, ao mesmo tempo, os espíritos se dividem em “contra” e “a favor”. Diante do “Segue-Me“, quem não é por Ele é contra Ele. Não por acaso, no dia depois do Natal, enquanto ainda ecoam os sons festivos dos sinos da noite e das festivas liturgias natalinas, a Igreja se desveste do branco de festa e se reveste do vermelho do sangue, e, no quarto dia, já usa o roxo do luto para recordar o primeiro mártir, Estêvão, e as crianças inocentes que foram mortas por Herodes. O que isto significa? Onde foi parar o encanto do Menino na manjedoura? Onde está o bem-aventurado silêncio da noite santa?

 

O que preciso mudar para ser mais feliz?

 

 

Gestos de amor e carinho que quebraram o protocolo da família real britânica

 

 

Como encontrar ajuda e esperança para depressão durante as festas de fim de ano

 

 

O santo que adorava meditar sobre o Natal

 

 

O dia em que Padre Pio segurou o Menino Jesus nos braçoO mistério da noite de Natal, escreve Edith Stein, carrega uma verdade grave e séria que o encanto da manjedoura não deve encobrir aos nossos olhos: “O mistério da encarnação e o mistério do mal estão intimamente unidos“.A alegria do Menino e das figuras luminosas que se ajoelham em torno da manjedoura, das crianças inocentes, dos pastores esperançosos, dos reis humildes, dos mártires, dos discípulos, dos homens de boa vontade que seguem o chamado do Senhor, essa alegria, enfim, caminha de mãos dadas com a constatação de que nem todos os homens são de boa vontade; de que a paz não alcança “os filhos das trevas“; de que, para esses, o Príncipe da Paz “traz a espada“; de que, para esses, Ele é a “pedra de tropeço” que os derruba. Aquele Menino divide e separa, porque, enquanto o contemplamos, Ele nos impõe uma escolha: “Segue-Me“. Ele a impõe a nós também, hoje, e nos coloca diante da decisão entre a luz e a escuridão. As mãos do Menino “dão e exigem ao mesmo tempo“.

Se colocarmos as nossas mãos nas do Menino Deus e respondermos sim ao seu “Segue-Me“, o que recebemos?

“Oh, maravilhoso intercâmbio! O Criador da humanidade nos dá, assumindo um corpo, a sua divindade!“. Aqui reside a grandeza do mistério da Encarnação: quem escolhe a luz, quem fica do lado do Menino, “abre caminho para que a sua vida divina se derrame sobre nós” e traz “de forma invisível o Reino de Deus dentro de si“. O Natal é o começo da aventura de deixar a graça “permear de vida divina toda a vida humana“. Por que Deus se fez homem? Deus se tornou um filho do homem para que os homens se tornem filhos de Deus. Escreve Edith Stein: “Um de nós tinha rasgado o vínculo da filiação divina; um de nós tinha que reatá-lo e pagar pelo pecado. Mas nenhum descendente da antiga progênie, doente e bastarda, tinha condições de fazê-lo. Era preciso enxertar-lhe um ramo novo, saudável e nobre“. Estas palavras de Edith Stein evocam, por analogia óbvia, uma passagem do “Cur Deus Homo” (CDH), de Santo Anselmo, que contém a mesma lógica da redenção: “A restauração da natureza humana não teria acontecido se o homem não tivesse pagado a Deus o que lhe devia pelo pecado. Mas a dívida era tão grande que a satisfação, de obrigação apenas do homem, mas possível somente a Deus, precisava ser dada por um homem-Deus” (CDH 2,6).

Edith Stein tinha aprendido, na escola dos professores do Carmelo, Teresa de Ávila e João da Cruz em particular, que a graça se desenvolve em nós como uma semente que nos transforma, deixando-nos participar da própria vida de Deus. Por esta razão, a meditação seguinte insiste nos sinais fundamentais de uma vida humana unida a Deus.

O primeiro sinal da filiação divina é “ser um só com Deus“. O Menino desceu ao mundo para ser um “corpo misterioso” conosco: “Ele é a nossa cabeça, nós os Seus membros“. Não existimos mais “um ao lado do outro, como pessoas isoladas, autônomas, e sim, todos juntos, como uma só coisa com Cristo“. O segundo sinal da filiação divina é “ser um só em Deus“: “Se, no corpo místico, Cristo é o corpo e nós os membros, então somos membros uns dos outros e, todos juntos, somos um só em Deus“. A medida do nosso amor a Deus é o nosso amor para com o próximo, “seja parente ou não, seja-nos simpático ou não, seja moralmente digno da nossa ajuda ou não; quem ama com o amor de Cristo, ama a humanidade por Deus e não por si“. O terceiro sinal da filiação divina é a disponibilidade para aceitar qualquer coisa da mão de Deus: o “faça-se a Tua vontade!“, em toda a sua extensão, deve ser o critério da vida cristã. Ele deve permear a jornada da manhã até a noite, o curso do ano e de toda a vida. “Deve ser a única preocupação do cristão. Todas as outras o Senhor as toma para Si“.

À luz e ao calor da Noite Santa, quando mal começamos a nos confiar ao Menino, apertamos confiantes a Sua mão e vemos com clareza o que devemos fazer ou não fazer. Mas a situação não ficará assim para sempre. Quem vê o encanto do Menino na Noite Santa não pode fingir que não percebe que o caminho que parte de Belém conduz ao Gólgota, vai da manjedoura até a cruz. “Quem pertence a Cristo deve viver toda a vida d’Ele“. A noite de Natal e a noite da cruz são uma única noite. Chegará o tempo do sofrimento e da morte para cada homem. Quando ele vier, a confiança em Deus permanecerá firme? Estaremos dispostos a aceitar qualquer coisa da Sua mão? Seremos ainda capazes de dizer “faça-se a Tua vontade“, mesmo na “noite escura“, quando a luz divina já não brilhar e a voz do Senhor silenciar?

Os mistérios do cristianismo são um todo indivisível. Quem se aprofunda em um, acaba por tocar os outros todos, escreve Edith Stein. Sobre o luminoso esplendor da manjedoura paira a sombra da cruz. A luz da Noite Santa se apaga na escuridão da Sexta-Feira Santa, mas volta a brilhar mais forte na manhã da Ressurreição. O Filho encarnado de Deus, através da cruz e da paixão, chega até a glória da ressurreição. É assim que cada homem deve sofrer e morrer. Se for um membro vivo do Corpo de Cristo, porém, o seu sofrimento e a sua morte se tornarão, graças à divindade da Cabeça do corpo, redentores: “Cada um de nós, toda a humanidade, chegará, com o Filho do homem, através do sofrimento e da morte, até a mesma glória“. E o Salvador, sabendo que somos homens em luta diária com as nossas fraquezas, vem em nosso auxílio com aqueles que Edith Stein chamava de “meios de salvação“: “estar todos os dias em relação com Deus” através da escuta da Palavra, da oração litúrgica e interior, da vida sacramental. Mas é principalmente para o “Salvador eucarístico” que precisamos abrir espaço, para podermos transformar a nossa vida na d’Ele. Assim como o corpo terreno precisa do pão de cada dia, assim também a vida divina aspira em nós a ser alimentada continuamente: “Em quem realmente faz d’Ele o seu pão de cada dia, cumpre-se diariamente o mistério do Natal, a encarnação do Verbo“. E esta é, sem dúvida, a maneira mais segura de manter ininterrupta a união com Deus e de enraizar-se todos os dias e cada vez mais firmemente no corpo místico de Cristo.

Edith Stein escreveu vinte páginas de meditação sobre o Natal, densíssimas, para lembrar que os mistérios do cristianismo são um todo indivisível, porque todos são mistérios portadores de salvação. Encarnação, cruz e ressurreição são inseparáveis. Só porque verdadeiramente o Filho, que é Deus, “se fez carne” é que Ele poderia morrer e ressuscitar, arrebatando-nos da morte e nos abrindo um futuro em que esta “carne”, a nossa existência terrena, entrará na eternidade do Reino de Deus. Celebramos o Natal como um convite a nos deixar transformar por Aquele que entrou em nossa carne, que se uniu a nós e nos uniu a Si, para permear de vida divina toda a vida humana.

Que o mistério da noite de Natal nos lembre que algo extraordinário acontece mediante a encarnação: a carne se torna o instrumento da salvação.

“Verbum caro factum est“: o Verbo Se fez carne, escreve João Evangelista, e um autor cristão do século III, Tertuliano, afirma: “Caro salutis est cardo“, a carne é o eixo da salvação.

“Se a alma se torna totalmente de Deus, é a carne que o torna possível! A carne é batizada para que a alma seja purificada; a carne é ungida para que a alma seja consagrada; a carne é marcada pela cruz para que a alma fique incólume; a carne é coberta pela imposição das mãos para que a alma seja iluminada pelo Espírito; a carne se nutre do Corpo e do Sangue de Cristo para que a alma se sacie de Deus. Elas não serão, pois, separadas no dia da recompensa, porque estiveram unidas durante as obras” (De carnis resurrectione, 8,3: PL 2,806).

 

                          

                                    Deus tem iniciado um bom trabalho em você. A propósito, Ele tem começado bons trabalhos. Muitos deles terão um fim em breve. Na verdade a grande obra que Deus tem feito, é aquela que Ele pretende continuar até o fim. Pois Ele nunca começa algo que Ele não termine.

                  Marie Louise Gurtner ou Maddie como sua família gostava de chama-la se tornou um dos grandes exemplos de alguém que ouviu a Palavra de Jesus e colocou em prática. Maddie era uma talentosa pianista, morava na França e era católica. Maddie tinha 18 anos, quando a Alemanha Nazista tomou a França. Como pianista ela decidiu se apresentar atrás das linha inimigas  e assim poder trazer informações para a Resistencia Francesa. E ela se pos a fazer isso, fazia seu sarau e trazia as informações. Um dia ela foi apanhada pelos nazistas e colocada na prisão. Na prisão conheceu o inferno na pessoa de Dr. Leo. Dr. Leo era um médico torturador. Dr Léo foi a pessoa que pegou o sonho de Maddie de se tornar uma grande concertista, uma renomada pianista em pó. Como? Ele passou durante quase três anos torturando Maddie. Dentro dessas torturas, uma em especial, fazia com que suas mãos fossem destruídas e deformadas tornando Maddie incapaz para fazer o que mais amava, ser uma pianista. Maddie foi violentada, foi abusada, foi usada como algo descartável. Após sua libertação, não conseguia se levantar uma só vez, sem sentir dores terríveis pelo  corpo. Seus órgãos genitais se tornaram estéreis. Maddie não poderia mais se tornar uma artista, uma pianista e nem ser mãe.

                  O que você faria no lugar de Maddie? O que pensar? Isso é o fim! Ninguém pode concertar isso! Não há caminho de volta. Acabou! Essa é uma realidade, não há como mentir sobre isso! Na nossa vida muitas vezes estamos nesse tipo de situação, não tão devastadora, mas ainda assim, um final de período onde você não pode voltar e fazer seus testes de novo, ou fazer uma apresentação de novo, uma oratória de novo, o ENEM desse ano já foi, a escolha da sua faculdade após a prova já foi. Também nos vemos nessa situação após terminar um namoro, um noivado ou um relacionamento, ou ainda uma profissão, amputada tão cedo por um acidente, ou por uma demissão, ou ainda diante da morte de alguém próximo de nós. Acabou, fim.

                  Para tudo isso, o Sonho pode ter acabado mas a História não! Para um homem ou mulher de fé! A Bíblia é cheia de história do povo de Deus, onde tudo parecia já sem solução, Deus vinha e apontava o caminho Dele, mostrando que o sonho acabou mas a história não.

                  Baruc era um profeta do tempo de Jeremias. Ele descreve a devastação sofrida pelos inimigos às tribos do Norte de Israel. Ele narrava dizendo que mesmo os Assírios tendo destruído as tribos no Norte para sempre e o Persas tomando as tribos do sul e Jerusalém, nesse tempo de destruição, de olhar ao redor e ver que tudo acabou, a cidade, o templo e tudo mais, tempo de achar que Deus os teria abandonado. Contudo Deus não começa nada sem que Ele termine. Quando lemos tantas histórias na Bíblia vemos que muitas delas foram escritas sob as trevas, sob a escravidão do povo de Israel.

                  São Paulo aos Filipenses é chamada Carta Prisional, ou seja, ele escreveu de dentro da prisão, atrás das grades. Mas Ele diz, Eu sou confiante. Aquele que começou um bom trabalho em você irá completar. Pode ser o fim do sonho , mas não da história. Quando tudo parecia perdido, Ele vem terminar o que começou.

                  Deus começou muitas coisas em nossas vidas que ainda não terminou. Pare hoje e medite sobre isso, pois isso aumentará muito em seu conhecimento de Deus e seu Amor! Todas as coisas que Deus realiza em nós é bom! Sabemos também que há grandes coisas que Ele está fazendo! A Obra com O maiúsculo em nós.

                  Baruc vai dizer ao Povo de Israel mesmo com toda a dificuldade, com toda as batalhas, ainda assim o povo se alegrava, porque Deus lembrava deles. Porque Deus estava batalhando e não cessaria de lutar pelo povo de Israel.

                  Deus está batalhando por você e por mim agora, nesse momento. Ele não está passivo, não está apenas nos observando. Ele age continuamente. Precisamos aprender a andar na escuridão com a certeza que Deus está ali, tomando-nos pelas mãos.

                  Quando olhamos para o Evangelho desse segundo Domingo do Advento jamais prestamos atenção em algo que deve ser grifado. A narrativa corre de forma Histórica. O Evangelista faz questão de situar os personagens da história para que ficasse registrado o que aconteceu e não apenas uma metáfora. Deus escolhe enviar seu Filho, no pior momento da história para o povo de Deus. Tibério César, o mais insano e cruel dos imperadores romanos, Pilatos um sanguinário executor pelo prazer de executar e se divertir com o sofrimento e a tortura do povo, Herodes um devasso, cruel, corrupto e psicopata, ou seja, o lado Político não poderia ser pior no mundo para aquele tempo, o pior da política e o pior da Fé, os Sumos Sacerdotes Anás e Caifás eram de corruptos a usurpadores da moral e dos bons costumes, além de soberbos e desumanos, que deveriam cuidar das coisas de Deus, se utilizavam de suas posições para benefício próprio, gananciosos e ambiciosos, adoradores do dinheiro. Nesse cenário Deus vai trazer seu Filho para libertar o povo da Escravidão imposta pelos políticos e lideres religiosos, mas antes de tudo, envia João Batista aquele que anuncia um Batismo de conversão, um batismo de água, para purificar de toda a podridão que pairava sob o povo de Deus. Preparai os caminhos do Senhor.

                  E no meio de tudo isso, Jesus veio e ficou com seu povo por 33 anos. O Verbo  se faz carne, e encarnado vem e caminha com seu povo, que olhava para todos os lados e achavam então que o sonho tinha acabado. E Deus estava com eles, e ainda assim não viram.

                  Maddie, tomou a decisão de não tornar sua vida uma tortura eterna. Já não poderia mais ser pianista e não ser mãe, sentir dor todos os dias. Como ela passou seus próximos 40 anos, não fazendo da sua vida uma tragédia? Como um exemplo de Católica, ela decidiu pedir a Jesus para fazer do seu coração igual ao Dele. Maddie decidiu tornar a sua vida semelhante a vida de Jesus. Pediu a Jesus que um dia ela pudesse encontrar Dr. Leo se ele ainda fosse vivo. Em 1984, Maddie recebeu esse presente. Ao abrir sua correspondência encontrou uma carta do Dr Leo, agora bem idoso, suplicando que ela o recebesse, para o perdoar. Maddie consentiu esse encontro. Ao ver Maddie Dr Leo se pos de joelhos diante dela e suplicou seu perdão. A toda deformada Maddie, a toda atingida em seu corpo e mente, jamais foi atingida na Alma, pois ali o Senhor combatia por ela. Maddie tomou as mãos de Leo sobre as suas, recostou a cabeça de Leo no seu ventre feito estéril por aquelas mãos torturadoras, e naquele momento Maddie entregou Leo no coração de Deus,  dizendo Leo eu te perdoo! O perdão é bom para quem dá! O perdão liberta a nossa alma dos venenos desse mundo e suas provocações, o perdão faz nobre quem o entrega.

                  Os sonhos de Maddie terminaram mas a sua história não. Ao final de 40 anos se via ali o final da história, escrita pelas mãos do próprio Deus. Deus não é passivo, Deus está sempre perto, nunca para, pois Ele sempre batalha por nós!

                  O Sonho terminou mas a história não!

        

                  Oremos: Abbá (Pai) Amado, ajuda me a perdoar meus inimigos. Entra no meu coração e derrama o perdão que eu preciso dar! Eu não sou nada sem a Tua presença em mim! Pai eu quero te pedir perdão por todas as vezes em que eu duvidei da sua presença e Te culpei pelas coisas difíceis que ocorreram na minha vida. Quando eu Te acusei de ter causado as coisas ruins para mim, para me castigar, e assim esqueci que o Seu Amor vela por mim! Pai me faça ser aquele que sempre se  abre ao perdão, diante dos mais difíceis para assim um dia estar na Sua presença, com coração limpo, leve e pronto ao Amor eterno! Pois pode ser hoje!

Pai em tuas mãos entrego meu coração! Cura-me Senhor, Restaura-me Senhor!  Amém

 

Desde os primórdios das intervenções cirúrgicas, a cirurgia de coluna já marcava presença. Tantos foram, são e serão tratados pelas técnicas cirúrgicas que cada vez se tornam mais sofisticadas e menos invasivas. Por que as pessoas tem tanto medo de operar a coluna? Por que as pessoas preferem ouvir os vizinhos do  que os médicos? Por que tem pessoas que nunca melhoram de suas dores mesmo após operações e reintervenções? Aqui vão algumas dicas para um sucesso nas patologias cirúrgicas da coluna vertebral.

  • Procure se informar bem sobre o seu problema.
  • Procure ser tratado por Cirurgião de Coluna que tenha uma boa equipe e que você tenha informações de outros pacientes operados. Cada caso é um caso, e não fique comparando laranja com maçã, as patologias, as idades, as doenças associadas, tudo precisa ser pareado para se comparar a mesma coisa. Uma cirurgia percutãnea é bem diferente de uma cirurgia extensa aberta da coluna, os riscos são distintos.
  • Jamais se submeta a uma cirurgia de coluna, claro fixações, estabilizações, descompressões sem terem feito: Estudo de Ressonância Magnética da Coluna, Tomografia com cortes finos e reconstrução 3D, Radiografias dinâmicas do segmento da coluna a ser tratado e Radiografia Panorâmica da Coluna Vertebral com avaliação das deformidades e cálculos dos ângulos se houver deformidades.
  • Após os exames é preciso preencher o critério do perfeito casamento entre : História clínica de dor e comprometimento radicular, com dores irradiadas para os segmentos e ou déficit neurológico coerentes com os exames, Exame Físico mostrando que o paciente realmente vai de encontro à sua história e finalmente os exames complementares mostram que a hérnia é à direita e a área do deslocamento discal é à direita. Se o paciente tem uma dificuldade de marcha a área do comprometimento está relacionado ao segmento estenosado ou estreitado
  • Tenha em mente que a reabilitação se for indicada seria melhor ainda se começasse antes do procedimento e que a mesma é tão importante quanto a cirurgia. Boa reabilitação é igual a boa recuperação e volta mais rápido para as funções de trabalho.
  • Saiba que se você é fumante crônico, obeso, sedentário, se você usou cortisona por muito tempo, se você tem patologias endócrinas ou mesmo se foi adiando seu tratamento e acabou por afetar diferentes níveis a serem tratados, as dificuldades serão maiores para que a estabilização, a enxertia, a robustez se faça mais adequadamente.
  • Os pacientes com ganhos secundários jamais ficarão bem depois de uma cirurgia de coluna, pois a Dor é altamente subjetiva e quem já deseja o sofrimento, não ficará livre do mesmo por nada.
  • A cirurgia de coluna desde que bem indicada e realizada por mãos experientes está entre os melhores resultados cirúrgicos da atualidade, bem acima de muitos procedimentos que as pessoas se submetem sem piscar os olhos.
  • Doenças afetivas prejudicam demais o resultado. Caso você tenha um sintoma de transtorno do humor, busque ser tratado e bem tratado antes de se submeter a qualquer procedimento cirúrgico na coluna.
  • Não há idade para um paciente ser operado da coluna, seja o procedimento que for. Temos pacientes de todas as idades, até os octogenários, mas o que é mais preocupante é ter liberado por Clinico experiente o risco cirúrgico. O riscos da cirurgia apesar de tão famosos, estão abaixo de três% e são mais ligados a infecção e hemorragia do que problemas neurológicos, como paralisias ou dormências ou coisas deste tipo

Bem, hora de atualizar seus conceitos a respeito do que venha a ser Cirurgia de Coluna, pois a pior doença é a ignorância.

Faça exercícios freqüentes, evite alimentos gordurosos e fuja da obesidade, jamais faça esforço sem estar devidamente preparado fisicamente. Tenha hábito saudáveis e sua coluna te agradecerá sempre pela sua contribuição. Boa Saúde.

 

 

Dr José Augusto Nasser

 

Um dos meus Super-heróis se chama São Bonifácio! O maior Santo de Devoção da Alemanha, entendam o porquê!
Quando pensamos em um santo, talvez em um primeiro momento não consideramos que essa pessoa seja ousada, empunhe um machado, um martelo ou que derrube árvores como os carvalhos. Entretanto, existe um santo assim, conhecido como São Bonifácio.

Este santo nasceu na Inglaterra por volta do ano 680. Bonifácio ingressou em um mosteiro beneditino antes de ser enviado pelo Papa para evangelizar os territórios que pertencem a atual a Alemanha. Primeiro foi como um sacerdote e depois eventualmente como bispo.
Sob a proteção do grande Charles Martel (conhecido como Carlos Magno), Bonifácio viajou por toda a Alemanha fortalecendo as regiões que já tinham abraçado o cristianismo e levou a luz de Cristo àqueles que ainda não o conheciam.
A respeito deste santo, o Papa Bento XVI disse no ano 2009 que “seu incansável trabalho, seu dom para a organização e seu caráter flexível, amigável e forte” foram fundamentais para o sucesso das suas viagens.
O escritor Henry Van Dyke o descreveu assim, em 1897, em seu livro The First Christmas Tree, (A primeira árvore de natal): “Que pessoa tão boa! Que boa pessoa! Era branco e magro, mas reto como uma lança e forte como um cajado de carvalho. Seu rosto ainda era jovem; sua pele suave estava bronzeada pelo sol e pelo o vento. Seus olhos cinzas, limpos e amáveis, brilhavam como o fogo quando falava das suas aventuras e das más ações dos falsos sacerdotes aos quais enfrentou”.
Aproximadamente no ano 723, Bonifácio viajou com um pequeno grupo de pessoas na região da Baixa Saxônia. Ele conhecia uma comunidade de pagãos perto de Geismar que, no meio do inverno, realizavam um sacrifício humano (onde a vítima normalmente era uma criança) a Thor, o deus do trovão, na base de um carvalho o qual consideravam sagrado e que era conhecido como “O Carvalho do Trovão”.
Bonifácio, acatando o conselho de um irmão bispo, quis destruir o Carvalho do Trovão não somente a fim de salvar a vítima, mas também para mostrar àqueles pagãos que ele não seria derrubado por um raio lançado por Thor.
O Santo e seus companheiros chegaram à aldeia na véspera de Natal, bem a tempo para interromper o sacrifício. Com seu báculo de bispo na mão, Bonifácio se aproximou dos pagãos que estavam reunidos na base do Carvalho do Trovão e lhes disse: “Aqui está o Carvalho do Trovão e aqui a cruz de Cristo que romperá o martelo do Thor, o deus falso”.
O verdugo levantou um martelo para matar o pequeno menino que tinha sido entregue para o sacrifício. Mas, o Bispo estendeu seu báculo para impedir o golpe e milagrosamente quebrou o grande martelo de pedra e salvou a vida deste menino.
Logo, dizem que Bonifácio disse ao povo: “Escutai filhos do bosque! O sangue não fluirá esta noite, a não ser que piedade se derrame do peito de uma mãe. Porque esta é a noite em que nasceu Cristo, o Filho do Altíssimo, o Salvador da humanidade. Ele é mais justo que Baldur, maior que Odim, o Sábio, mais gentil do que Freya, o Bom. Desde sua vinda, o sacrifício terminou. A escuridão, Thor, a quem chamaram em vão, é a morte. No profundo das sombras de Niffelheim ele se perdeu para sempre. Desta forma, a partir de agora vocês começarão a viver. Esta árvore sangrenta nunca mais escurecerá sua terra. Em nome de Deus, vou destruí-la”.
Então, Bonifácio pegou um machado que estava perto dele e, segundo a tradição, quando o brandiu poderosamente ao carvalho, uma grande rajada de vento atingiu o bosque e derrubou a árvore, inclusive as suas raízes. A árvore caiu no chão, quebrou-se em quatro pedaços.
Depois deste acontecimento, o Santo construiu uma capela com a madeira do carvalho, mas esta história foi muito além das destruições da poderosa árvore.
O “Apóstolo da Alemanha” continuou pregando ao povo alemão que estava assombrado e não podia acreditar que o assassino do Carvalho de Thor não tivesse sido ferido por seu deus. Bonifácio olhou mais à frente onde jazia o carvalho e assinalou um pequeno abeto e disse: “Esta pequena árvore, este pequeno filho do bosque, será sua árvore santa esta noite. Esta é a madeira da paz…É o sinal de uma vida sem fim, porque suas folhas são sempre verdes. Olhem como as pontas estão dirigidas para o céu. Terá que chamá-lo a árvore do Menino Jesus; reúnam-se em torno dela, não no bosque selvagem, mas em seus lares; ali haverá refúgio e não haverá ações sangrentas, mas presentes amorosos e gestos de bondade”.
Desta forma, os alemães começaram uma nova tradição nessa noite, a qual foi estendida até os nossos dias. Ao trazer um abeto a seus lares, decorando-o com velas e ornamentos e ao celebrar o nascimento do Salvador, o Apóstolo da Alemanha e seu rebanho nos mostraram o que hoje conhecemos como a árvore de Natal.