As dores vêm  e vão. As perdas vêm e vão. As dificuldades vêm e vão… São cruzes que nos fazem crescer. Não podemos correr delas. Ao contrário, precisamos abraçá-las, amá-las, crescer com elas e… continuar… nossa vida não pode parar nessas dificuldades, pois, assim, não haveria  possibilidade de CRESCER: humanamente e espiritualmente.

E aqui fala quem já enterrou um filho… não podia parar na morte de meu filho. Do contrário, não cresceria e não ajudaria minha filha, que também contava comigo, ou minha esposa, que também tinha perdido, junto comigo, o filho, ou a mim mesmo… More »

Quanto a nós, amamos a Deus porque ele nos amou primeiro” I Jo 4,19

Nosso amor a Deus é uma resposta. Importante sabermos disso. Nosso amor a Deus não é fruto de um querer nosso. Seria muita prepotência nossa. Mas, ao contrário, é fruto do próprio Amor de Deus por nós.

Deus nos ama eternamente. E quando nos permitimos ser amados por Ele, damos uma brecha somente, ao Amor de Deus entrar em nós, E esse Amor gera amor em nós, como resposta. Encontra ressonância em nós, reverbera em nós e, só assim, conseguimos amar Deus. More »

Estava rezando com o livro de Atos do Apóstolos, capítulo 27. Nele diz que Paulo, como preso, estava sendo levado para uma outra cidade e, durante a viagem de navio, Paulo adverte que, devido o mar e tempo não estarem propiciando uma boa viagem, seria melhor pararem num porto e aguardarem o tempo melhorar. More »

Hoje é um dia bem especial: Dia da Epifania do Senhor, isto é, dia da manifestação de Jesus como Messias, Filho de Deus e Salvador do mundo.
A liturgia trata da Epifania com o Evangelho de São Mateus, Mt 2,1-12, falando sobre os 3 reis magos, Melquior, Baltasar e Gaspar, que, de acordo com São Beda, o Venerável (673-735), monge beneditino na Inglaterra e doutor da Igreja, e primeiro a escrever seus nomes, eles vieram de Ur, na Caldeia; região montanhosa, perto do Mar Cáspio e Golfo Pérsico, na Arábia, logo, vieram de regiões diferentes. Eles não estavam juntos, mas, seguindo a Estrela, chegaram juntos. More »

Essa foi a direção de Deus para mim, quando estava fazendo minha última oração de 2019: “TEM CONFIANÇA. Assim como deste testemunho de mim em Jerusalém, é preciso que seja minha testemunha também em Roma.” At 23, 11

Deus, no caso de Paulo, compara 2 lugares e diz que precisa ser o mesmo em ambos. No primeiro lugar, como já se foi, já passou, é mais fácil ouvir… mas, e no segundo lugar, que nem chegou direito, como se dará? Aí que Deus diz a Paulo: “TEM CONFIANÇA“.

Pedir confiança para um ano que já passou, 2019, é fácil, pois nos restam horas para acabar o ano… mas, e no caso de 2020, como será? Como viverei? O que acontecerá em 2020? Como resposta Deus me diz e diz a você: “TEM CONFIANÇA“. More »

Como eu não pudesse ver por causa da intensidade daquela luz” At 22, 11.
A Luz de Cristo cegou Paulo. Interessante que cegou SOMENTE Paulo, pois no versículo 9, a Palavra de Deus diz que os companheiros de Paulo também viram a luz, mas não ficaram cegos.
Então, por que será que Paulo ficou cego? Porque ele sempre viveu na escuridão. E quando sempre se vive na escuridão, qualquer luz, por mais fraca que seja, torna-se forte para a pessoa. Pense, por exemplo, nas pessoas que ficavam dias, semanas, meses, e até anos nas masmorras e calabouços. Quando saiam para ver o dia, por mais cedo que fosse, e menos luz ue tivesse, aquela luz lhe doía os olhos. More »

A liturgia de hoje nos ajuda muito a termos experiência com o Divino. Em especial, queria falar sobre o último versículo do Evangelho que diz: “A Deus, ninguém jamais viu. Mas o Unigênito de Deus, que está na intimidade do Pai, ele no-lo deu a conhecer” Jo 1,18.

Deus nos deu a conhecer seu Filho, Jesus. Está disponível para termos contato e conhecê-lo, no sentido mais profundo e teológico do verbo CONHECER. Mas a decisão por conhecer Jesus está comigo e com você. Jesus está a nossa disposição, a nossa espera, pois Deus nos deu a conhecer Jesus, mas a atitude de conhecê-lo depende de nossa ida ao encontro. More »

No outro artigo que escrevi sobre BIFE À PARMEGIANA, falei para aqueles que já tinham experimentado um suculento bife à parmegiana. Que realmente sacia a fome… antes de ler esse artigo, precisa clicar no link acima… se já conhece o primeiro artigo, continue lendo esse…

Pra você que já experimentou um bife à parmegiana, não gostou pois, por exemplo, o bife estava duro, frio, sem molho ou algum outro motivo, e pensou: “Nunca mais vou experimentar outro bife à parmegiana, pois os que experimentei eram ruins”, sugiro que experimente um verdadeiro bife à parmegiana, bem suculento, ao ponto, de alcatra… aí sim, você entenderá o que efetivamente sacia uma fome…

Faço uma analogia para dizer a você que nunca viveu uma verdadeira experiência com Deus na Igreja Católica Apostólica Romana… já foi em outras igrejas e não foi saciado. Convido a fazer essa experiência com Deus… verá o quanto você perdeu tempo indo em outras igrejas e nada lhe saciava… essa sim, a Igreja dos Papas, dos Santos, de Nossa Senhora, pode saciar sua fome, transformar sua vida, mudar você interiormente e exteriormente! More »

Eu amo bife à parmegiana: uma alcatra, aquele queijo derretido… bem ao ponto… na hora do almoço… dá até pra sentir o gosto, enquanto escrevo…
Agora imagine um outro bife à parmegiana, agora a carne sendo um coxão duro, um queijo duro, bem mal passado, frio, sem gosto…
Ambos são bife à parmegiana, mas, o primeiro é bem mais gostoso que o segundo.
A questão da comparação só ocorre quando você experimenta os 2. Se só experimenta o segundo, pode se acostumar com o gosto ruim ou, até mesmo, achar que todo bife à parmegiana é ruim e nunca mais experimentar um bife à parmegiana. Com isso, deixará de conhecer um ÓTIMO BIFE À PARMEGIANA.
Em contrapartida, se você come o primeiro tipo, o suculento, acredito que, dificilmente, vai querer um outro tipo, pois terá saboreado do melhor.
A grande questão é que o primeiro, por ter qualidade, por saciar sua fome, por ser suculento, é mais caro, exige mais daquele que deseja comê-lo. Não se compra com qualquer dinheiro. More »

Em Lucas, 9-23 Jesus dá um direcionamento: “Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz cada dia, e siga-me.”

Veja que a primeira questão é referente a uma decisão que só Eu, Você, podemos dar. Ninguém pode tomar essa decisão por nós. A decisão é referente a seguir Jesus. Após ter tomado essa decisão, eu/você precisamos dar 2 passos:
=> “renuncie a si mesmo“: essa é uma atitude tomada para o resto da vida. Você só toma uma vez, mas vale para o resto de sua vida. Que nem casamento ou sacramento da Ordem: vale pra toda a vida. Por isso precisa ser pensado direitinho: desejo renunciar a mim mesmo? Minhas vontades, projetos, planos, vida, por causa de Jesus?
=> o segundo passo pra seguir a Jesus, diferente do primeiro passo, é feito diariamente: “tome sua cruz cada dia“. É uma atitude que preciso tomar todos os dias. Pra seguir a Jesus não posso tomar a minha cruz uma vez por semana ou só uma hora por dia. Ao contrário, preciso tomar a minha cruz TODOS OS DIAS. Tem dias que serão mais difíceis que outros, mas preciso focar no dia de hoje e carregar a cruz hoje. Sobre carregar amanhã, preocupar-me-ei amanhã. Mas? Até morrer, não poderei me esquecer dessa decisão diária.

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