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A Irmã Lúcia, vidente das aparições de Fátima, passou por vários sofrimentos, que ofereceu por amor a Jesus Cristo e ao Imaculado Coração de Maria.

Em 1917, no tempo das aparições de Nossa Senhora do Rosário em Fátima, Portugal, os três pastorinhos, Lúcia, Francisco e Jacinta, passaram por diversos sofrimentos e provações, que suportaram heroicamente por amor a nosso Senhor Jesus Cristo e a Santíssima Virgem Maria.

No mês de Julho, a pequena Lúcia foi extremamente provada. Até mesmo sua mãe não acreditava nas aparições e, por influência de um sacerdote, dizia a sua filha que estas poderiam ser obra do Demônio. Depois desta breve introdução, vejamos a descrição dos acontecimentos nas palavras da própria Irmã Lúcia:

A Irmã Lúcia, vidente das aparições de Fátima, passou por vários sofrimentos, que ofereceu por amor a Jesus Cristo e ao Imaculado Coração de Maria.

Lúcia de Jesus Rosa dos Santos, vidente de Fátima, professou na Ordem dos Carmelitas, em 31 de maio de 1949, e passou a chamar-se Irmã Maria Lúcia de Jesus e do Coração Imaculado.

Quanto esta reflexão me fez sofrer, só Nosso Senhor pode saber, porque só Ele pode penetrar nosso íntimo. Comecei, então, a duvidar se as manifestações seriam do Demônio que procurava, por esse meio, perder-me. E, como tinha ouvido dizer que o Demônio trazia sempre a guerra e a desordem, comecei a pensar que, na verdade, desde que via estas coisas, não tinha tido mais alegria nem bem-estar em nossa casa. Que angústia que eu sentia! Manifestei a meus primos a minha dúvida. A Jacinta respondeu: Continue lendo…

A Grande Promessa do Sagrado Coração de Jesus e a comunhão reparadora das nove primeiras sextas-feiras do mês.

Nosso Senhor Jesus Cristo apareceu a Santa Margarida Maria de Alacoque numerosas vezes, de 1673 até 1675, mostrando-lhe seu Sacratíssimo Coração. Numa dessas aparições, o Senhor disse a Santa Margarida:

Eis o Coração que tanto amou os homens, que nada poupou, até se esgotar e se consumir para lhes testemunhar seu amor. Como reconhecimento, não recebo da maior parte deles senão ingratidões, pelas suas irreverências, sacrilégios, e pela tibieza e desprezo que têm para comigo na Eucaristia. Entretanto, o que Me é mais sensível é que há corações consagrados que agem assim[1].

Aparição do Sagrado Coração de Jesus a Santa Margarida.

Numa sexta-feira, durante a Sagrada Comunhão, Jesus Cristo fez aquela que ficou conhecida como a Grande Promessa:

Prometo-te, na excessiva misericórdia do meu Coração, que o seu amor onipotente obterá a todos aqueles que comunguem nove primeiras sextas-feiras do mês seguidas a graça da penitência final, que não morrerão na minha desgraça, sem receber os seus sacramentos e que o Meu divino Coração será o seu refúgio assegurado no último momento[2]. Continue lendo…

Fomos resgatados pelo preciosíssimo Sangue de Jesus Cristo: “Redemisti nos Deo in sanguine tuo… et fecisti nos Deo nostro regnum — Remiste-nos para Deus com o teu sangue… e fizeste-nos para nosso Deus reino” (Ap 5, 9).

No dia 1º de Julho, antes da reforma litúrgica pós-conciliar, celebrava-se a festa do Preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, que foi suprimida, mas pode ser celebrada como Missa votiva. Se no mês de Junho celebramos o Santíssimo Corpo e Sangue do Senhor, na Solenidade de Corpus Christi, é justo que no mês seguinte comemoremos o seu preciosíssimo Sangue. Além disso, esta comemoração é oportuna visto que há um nexo indissolúvel que une as devoções ao Santíssimo Nome de Jesus e ao seu Sacratíssimo Coração, esta também celebrada no mês de Junho, àquela que pretende honrar o Sangue preciosíssimo do Verbo encarnado, “derramado por muitos em remissão dos pecados” (cf. Mt 26,28)[1].

Cena do filme “A Paixão”: a Virgem Maria recolhe o preciosíssimo Sangue de Cristo.

Jesus Cristo podia obter-nos a salvação sem sofrimentos; pois, uma lágrima ou uma oração do Senhor seria o bastante para salvar uma infinidade de mundos. No entanto, a fim de manifestar o seu infinito amor por nós, quis derramar o seu preciosíssimo Sangue até a última gota, no meio das mais atrozes dores. Como é que a humanidade responde a um amor tão grande? Mostremo-nos, ao menos nós, gratos para com esse Coração amabilíssimo e, para reparar as ofensas que lhe tenhamos feito, habituemo-nos a oferecer ao eterno Pai, muitas vezes, o seu Sangue preciosíssimo, preço da nossa Redenção. Continue lendo…

Meditemos sobre o amor abrasado do Coração de Jesus Cristo por nós: “In caritate perpetua dilexi te; ideo attraxi te miserans – Com amor eterno te amei; por isso compadecido de ti, te atraí a mim” (Jr 31, 3).

Como compreender o abrasado e insondável amor do Sagrado Coração de nosso Senhor Jesus Cristo para conosco?! O Verbo divino e eterno não se contentou de nos ter criado de preferência a tantos outros, mas quis se fazer homem, escolheu uma vida penosíssima e morreu em uma cruz por amor a nós.Meditemos sobre o amor abrasado do Coração de Jesus Cristo por nós: “In caritate perpetua dilexi te; ideo attraxi te miserans – Com amor eterno te amei; por isso compadecido de ti, te atraí a mim” (Jr 31, 3).

Este amor ardente levou Jesus Cristo a permanecer conosco no Santíssimo Sacramento e nele parece que não tem outro ofício senão o de amar os homens. Mais ainda, o amor levou o Filho de Deus a fazer-se nosso alimento, a fim de se unir a nós e de fazer dos nossos corações e do seu próprio uma só realidade. Sendo assim, porque correspondemos tão mal ao infinito amor de Jesus por nós? Continue lendo…

Saibamos como surgiu a controvérsia sobre quem esmagou a cabeça da serpente, se foi Jesus ou Maria, e qual é a interpretação da Igreja Católica dessa passagem.

Desde o livro do Gênesis subsiste a ideia de que alguém deverá esmagar a cabeça de Satanás. “Porei ódio entre ti e a mulher”, diz o Criador à serpente, “entre a tua descendência e a dela. Esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gn 3, 15).Saibamos como surgiu a controvérsia sobre quem esmagou a cabeça da serpente, se foi Jesus ou Maria, e qual é a interpretação da Igreja Católica dessa passagem.

Quem será, porém, o responsável por esse aniquilamento completo do mal? Será a própria mulher ou a sua descendência? A Virgem Maria ou nosso Senhor Jesus Cristo? Continue lendo…

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