A batalha espiritual entre a Mulher revestida de sol e o Dragão vermelho pode ser compreendida como a luta entre dois amores: amor e egoísmo.

Santo Agostinho diz que a história da humanidade consiste na luta entre dois amores: amor e egoísmo. Esta batalha espiritual entre amor e egoísmo está presente simbolicamente no livro do Apocalipse, na Mulher revestida de sol e no grande Dragão vermelho.A batalha espiritual entre a Mulher revestida de sol e o Dragão vermelho pode ser compreendida como a luta entre dois amores: amor e egoísmo.

Estas duas formas de interpretar a história da humanidade primeiramente nos ajudam a identificar de qual lado dessa batalha espiritual nós estamos lutando. A partir disso, somos chamados a fazer uma escolha entre o amor e o egoísmo, entre a Mulher e o Dragão. Pois, não há como conciliar essas realidades, pois são antagônicas, incompatíveis entre si. Continue lendo…

Saiba o que é e como fazer um ato de fé, que é indispensável para nosso crescimento na vida espiritual.

Muitos de nós, no início da vida espiritual, achamos que sabemos o que é um ato de fé e também como fazer um ato de fé. No mais das vezes, pensamos que o ato de fé são sentimentos, consolações, que acontecem em momentos de oração, de intimidade com Deus. No entanto, as sensações de amor, paz, alegria, são apenas consequências do ato de fé, são frutos da ação do Espírito Santo em nossas almas (cf. Gl 5, 22). Nossos atos de fé podem ser acompanhados de sentimentos e consolações, mas estes não são a essência da vida espiritual.

Saiba o que é e como fazer um ato de fé, que é indispensável para nosso crescimento na vida espiritual.

Monsenhor Jonas Abib rezendo em ação de graças

A essência da espiritualidade católica consiste basicamente naquilo que comumente chamamos de ato de fé. Ter essa consciência é muito importante porque, da mesma forma que acontece no amor entre um homem e uma mulher, os sentimentos passam. “Os sentimentos vão e vêm. O sentimento pode ser uma maravilhosa centelha inicial, mas não é a totalidade do amor”[1]. Na vida espiritual, os sentimentos e consolações também passam. Mas, isso não significa que nossa fé acabou, que não temos mais fé. Ao contrário, esses tempos podem ser de aridez espiritual, de tentações e provações, nos quais somos chamados a crescer na fé e no amor.

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Conheça o “Credo di Maria” ou “Credo Mariano”, uma belíssima oração composta por um coração apaixonado por Nossa Senhora.

Neste Ano Nacional Mariano, rezemos com amor e confiança a belíssima oração chamada “Credo di Maria” ou “Credo Mariano”. Esta oração foi composta por São Gabriel de Nossa Senhora das Dores, também conhecido como São Gabriel da Virgem Dolorosa ou simplesmente São Gabriel das Dores, um jovem que tinha um coração profundamente apaixonado por Nossa Senhora. Em seu “Credo di Maria”, São Gabriel recorda-nos a fé profundamente mariana e, ao mesmo tempo, cristocêntrica dos santos de todos os tempos da Igreja Católica.

Conheça o “Credo di Maria” ou “Credo Mariano”, uma belíssima oração composta por um coração apaixonado por Nossa Senhora.

Nossa Senhora das Dores

Como todo bom membro da “Congregação da Paixão de Jesus Cristo” ou simplesmente “Congregação Passionista”, São Gabriel nutriu um profundo amor à Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo e às dores de sua Mãe, Maria Santíssima, tanto que assumiu o título de Nossa Senhora das Dores em seu nome religioso. Unido intimamente a Jesus Cristo crucificado e a Virgem das Dores, São Gabriel santificou-se rapidamente e alcançou os cumes da perfeição cristã. Nas palavras de seu “Credo di Maria”, São Gabriel nos revela traços marcantes de sua espiritualidade, o amor e a confiança que nutria para com a Santíssima Virgem. Continue lendo…

Saiba mais sobre a dor de Jesus Cristo e da Virgem Maria por nossos pecados e a necessidade da reparação aos seus Sagrados Corações.

O culto às dores da Virgem Maria e a devoção reparadora está intimamente ligado às dores de Jesus Cristo. Durante a Idade Média, desenvolveu-se o culto piedosíssimo do mistério das sete dores da Virgem Maria. No século XIII, surgiu a famosa sequentia, em latim, conhecida como “Stabat Mater Dolorosa”, que diz: Stabat mater dolorosa, juxta crucem lacrimosa… – De pé, a mãe dolorosa junto da cruz, lacrimosa… (cf. Jo 19, 25). Nesse tempo, a Igreja aprendeu a meditar sobre as sete dores de Maria: a profecia de São Simeão, de que uma espada transpassaria o coração de Nossa Senhora (cf. Lc 2, 22-35); a dor por causa da fuga e do exílio no Egito (cf. Mt2, 13-23); a dor da Mãe de Deus, que perde o Filho Jesus e o encontra no templo de Jerusalém (cf. Lc 2, 41-52); a dor de Maria, que encontra Jesus a caminho do Calvário; a dor da Virgem Mãe aos pés da cruz (cf. Jo 19, 25); a dor de Nossa Senhora que recebe seu Filho morto nos braços; e a dor do sepultamento do seu amado Filho.

Saiba mais sobre a dor de Jesus Cristo e da Virgem Maria por nossos pecados e a necessidade da reparação aos seus Sagrados Corações.

Encontro de Jesus com Maria a caminho do Calvário.

O que gostaríamos de salientar e meditar e fazer notar é o fato de que estas não são dores físicas. Nossa Senhora tinha dores físicas. Mas, essas dores que meditamos são espirituais. O problema é que nós, pecadores e insensíveis por causa do pecado, ficamos com capacidade de sofrer espiritualmente embotada. O pecado nos torna dormentes, enquanto a pureza de um Coração Imaculado torna este sensibilíssimo à tragédia espiritual do pecado. Exatamente porque nós somos insensíveis ao pecado que nosso Senhor, Deus, se fez homem e morreu na cruz, para que na dor física do Cristo na cruz nós enxerguemos a tragédia do pecado. Continue lendo…

Meditemos sobre a Apresentação de Jesus Cristo, a profecia do velho Simeão e a dor da Virgem Maria.

Neste primeiro sábado do mês, no qual queremos reparar as ofensas cometidas contra o Imaculado Coração de Maria Santíssima, meditemos sobre o mistério da Apresentação Jesus Cristo no templo de Jerusalém e a profecia da espada da dor que transpassaria seu coração de Mãe. Com esta meditação, cumpriremos uma das quatro práticas da devoção dos cinco primeiros sábados em reparação ao Imaculado Coração de Maria, tão ultrajado pelos pecados dos homens.

Meditemos sobre a Apresentação de Jesus Cristo, a profecia do velho Simeão e a dor da Virgem Maria.

A Apresentação Jesus cristo no templo de Jerusalém

Na Apresentação de seu Filho Jesus Cristo no Templo, a Virgem Maria ouviu a profecia do velho Simeão: “Eis que este menino está destinado a ser uma causa de queda e de soerguimento para muitos homens em Israel, e a ser um sinal que provocará contradições, a fim de serem revelados os pensamentos de muitos corações. E uma espada transpassará a tua alma” (Lc 2, 34-35). Continue lendo…

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