26 de Agosto - Dia do Catequista

Filed under: Equipe Vocacional — anacapucho at 6:00 am on Tuesday, August 26, 2008

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Quando Jesus se sentava entre os amigos e os discípulos e lhes falava de Deus, quando se esquecia das horas passadas felizes debaixo da sombra das árvores para revelar a Boa Nova a todos, quando abria seu coração para ensinar a rezar, a cuidar da vida, a ser bom, a buscar a verdade e a justiça, a chamar Deus de Pai, Paizinho, Jesus era catequista.

Quando Maria, lá na sua casa de Nazaré, colocava Jesus menino em seus joelhos e lhe falava de Deus e lhe explicava a história do povo de Israel, quando juntos rezavam os salmos, quando ela abria seu coração e louvava ao Senhor, cantando como os anjos do céu, Maria era catequista.

Quando Ana, mãe de Maria, chamava a filha junto de si e lhe falava das promessas de Deus, quando lhe lembrava as profecias que anunciavam o Messias, quando rezavam juntas para que o Salvador viesse logo, Ana era catequista.

E a história vai longe no tempo passado e irá mais longe no tempo futuro, porque ser catequista é uma alegria muito grande, porque é transmitir a preciosíssima herança da fé, o bem mais importante que uma família pode legar a seus filhos, que uma comunidade pode dar a seus irmãos. Porque ser catequista é aceitar um dom de pura doação e felicidade, visto que só é possível falar da abundância do coração. Porque ser catequista é assumir também o testemunho de vida, visto que a palavra ensinada precisa ter o eco dos gestos e dos sentimentos, e dos atos e do olhar. Porque ser catequista é ser sempre discípulo e um pouco mestre, sempre disponível e missionário.

Mas a maior alegria de ser catequista é viver se sentindo como que junto a Jesus, debaixo das árvores, ouvindo-o falar de Deus. Naquelas horas de encontro, de partilha e pura felicidade, parece que Maria nos toma em seu colo de Mãe e os anjos se aproximam para louvar ao Senhor. Porque a catequese pode ser como que um pedacinho de Paraíso, espaço e tempo de busca e encontro de Deus.

Deus abençoe todos os catequistas!

Ritinha

 

Vocação para os ministérios e serviços na comunidade e na sociedade, especialmente o de Catequista.

Filed under: Uncategorized — anacapucho at 7:00 am on Monday, August 25, 2008

Todos os fiéis leigos são “os cristãos que estão incorporados a Cristo pelo batismo”. Pela sua participação no corpo de Cristo são chamados a exercer o tríplice múnus (sacerdotal, profético e régio), por meio de ministérios, realizando sua missão no mundo.  Entre os diversos ministérios destaca-se o de catequista.

Nossa Senhora Rainha

Filed under: Mensages para Meditar — anacapucho at 3:57 pm on Friday, August 22, 2008

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Nossa Senhora, verdadeira Mãe de Jesus Cristo, Rei do Universo, é invocada hoje com o título de Rainha do Céu e da Terra. Antigamente a festa da realeza de Nossa Senhora era celebrada no dia 31 de maio.

A liturgia sagrada já invoca a Mãe de Deus com os títulos de Rainha dos Anjos, dos Patriarcas, dos Profetas, dos Apóstolos, dos Mártires, dos Confessores, das Virgens, de todos os  Santos, Rainha Imaculada, Rainha do Santíssimo Rosário, Rainha da Paz e Rainha Assunta ao Céu.

Este título de Rainha exprime então o pensamento de  a Santíssima Virgem se  avantajar a  todas as  ordens de  santidade e de  virtude, Rainha dos meios que levam a Jesus Cristo, e de que, sendo Rainha  assunta ao Céu, já era sobre a terra, isto é, Rainha reconhecida pela terra e pelo céu como sendo a criatura mais perfeita e  mais avantajada em toda a  santidade e  semelhança de Deus Criador!

Mas, quando falamos no título da Realeza de Maria Santíssima, trata-se da  Realeza que Lhe cabe por direito como Soberana, deduzida das  suas relações com Jesus Cristo, Rei por direito de tudo o criado, visível e invisível,  no céu e na terra.

Efetivamente as prerrogativas de Jesus Cristo tem todas os seus reflexos na Santíssima Virgem, Sua Mãe admirável: Assim Jesus Cristo é o Autor da graça, e Sua Mãe é a dispenseira e intercessora de todas as  graças;  Jesus Cristo está unido à Santíssima Virgem pelas suas  relações de Filho e nós, corpo místico de Jesus Cristo, estamos também unidos a Sua Mãe pelas relações  que Ela tem conosco como Mãe dos homens.  E assim, pelo reflexo da Realeza de Jesus Cristo, seu filho, Ela é Rainha do céu e da terra, dos Anjos e dos homens, das famílias e dos  corações, dos justos e dos pecadores que, na Sua  Misericórdia real, encontram perdão e refúgio.

Oh! Se os homens aceitassem, de verdade prática, a Realeza da Santíssima virgem, em todas as nações, em todos os  Lares e  realmente pelo seu governo maternal regulassem os interesses  deste mundo material, buscando primeiro que tudo o Reino de Deus, o Reino de Maria Santíssima, obedecendo aos seus ditames e  conselhos Reais, como depressa se  mudaria a  face da terra!

Todas as heresias foram,  em todos os  tempos, vencidas pelo cetro da Santíssima Mãe de Deus. Nesses  nossos tempos, tão conturbados pelas  sumas das heresias, os homens debatem-se numa pavorosa luta em que vemos e apalpamos, da maneira mais trágica, serem insuficientes os meios humanos para restabelecer a paz na sociedade humana!  De resto, demasiado puderam os homens a  sua confiança nos  sistemas  sociais, nos meios do progresso científico, no poder das armas  de destruição, no terrorismo,  e  tudo isso só serviu para o mundo assistir agora desorientado à maldição profetizada aos homens que põem  a sua confiança nos homens, afastando-se de Deus e da ordem sobrenatural da graça!

Maria Santíssima, Rainha do Céu e da terra, foi sempre a  vencedora de todas as batalhas de Deus: Voltem-se os governantes do mundo para Ela e  o Seu cetro fará triunfar a causa do bem, com o triunfo da Igreja e  do Reino de Deus!

ENCÍCLICA DO PAPA PIO XII SOBRE A FESTA DE NOSSA SENHORA RAINHA

O Papa pio XII, em encíclica dirigida aos membros do episcopado a respeito da Realeza de Maria, recorda que o povo cristão sempre se dirigiu à Rainha do céu nas circunstâncias felizes e sobretudo nos períodos  graves da história da Igreja.

Antes de anunciar a sua decisão de instituir a festa litúrgica da “Santa Virgem Maria Rainha”, assinalou o Papa:  “Não queremos propor com isso ao povo cristão uma nova verdade e acreditar, porque o próprio título e os  argumentos que justificam a dignidade real de Maria já foram abundantemente formulados em todos os tempos e  encontram nos documentos antigos da Igreja e nos livros litúrgicos. Tencionamos apenas chamá-lo com esta encíclica a  renovar os louvores à nossa Mãe do céu, para reanimar em todos os espíritos uma devoção mais ardente e  contribuir assim para o seu bem espiritual”

Pio XII cita em seguida as palavras dos doutores e santos que desde a origem do Novo testamento até os nossos dias salientaram o caráter soberano, real, da Mãe de Deus, co-redentora: Santo Efrem, São Gregório de Naziano, Orígenes, Epifânio, Bispo de Constantinopla, São Germano, São João Damasceno, até Santo Afonso Maria de Ligório.

Acentua o Santo Padre que o povo cristão através das idades, tanto no oriente quanto no ocidente, nas mais diversas  liturgias, cantou os louvores de Maria, Rainha  dos Céus.

“A iconografia, disse o Papa, para traduzir a dignidade real da bem-aventurada Virgem Maria, enriqueceu-se em todas as  épocas com obras de arte do maior valor. Ela chegou mesmo a  representar o divino Redentor cingindo a fronte de sua Mãe com uma coroa refulgente”.

Na última parte do documento o Papa declara que tendo adquirido, após longas e maduras reflexões, a convicção de que decorrerão para a Igreja grandes vantagens dessa verdade solidamente demonstrada”, decreta e institui a  festa de Maria Rainha,  e ordena que nesse dia se renove a  consagração do gênero humano do Coração Imaculado na Bem-Aventurada Virgem Maria “porque nessa consagração repousa uma viva esperança de ver surgir uma era de felicidade que a paz cristã e  o triunfo da religião alegrarão”.

Quando a missa se torna uma obrigação…

Filed under: — anacapucho at 3:40 pm on Friday, August 22, 2008
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Sua voz parecia me pedir socorro…

Religião é uma forma de religar. Religa partes, une pontas e diminui distâncias. O sacramento está sempre unido a um símbolo justamente por isso, pois ele é uma forma de concretizar a natureza da religião. Ele é a parte humana que se estende em direção a Deus com o intuito de tocá-lo e experimentá-lo. O símbolo é uma forma de prazer e o sacramento também, pois nele o sacrifício está redimensionado, já tem cores de ressurreição.

A pergunta

O menino chegou e perguntou-me: “Padre, eu sou obrigado ir à missa?”. Olhei seus olhos e percebi uma honestidade na questão formulada. Junto da honestidade, havia uma ansiedade que lhe impedia o sorriso. No rosto, não havia alegria. Estava tomado de uma certeza de que a liturgia católica, para ele, estava longe de ser um acontecimento que lhe extraia gratuidade. Era uma obrigação a ser cumprida.

Sua voz parecia me pedir socorro, feito escravo com sua carta de alforria em mãos, a me pedir assinatura.

Naquele momento, fiquei sem palavras. Senti o coração apertado no peito e o desejo de nada responder. Reportei-me à Escritura Sagrada e senti-me como o próprio Abraão, diante do questionamento de Isaac: “Pai, onde está a vítima do sacrifício?” (Gn 22, 7). Pergunta que não tem resposta. Pergunta cheia de ansiedade, de silêncio, de motivos, honesta e plena de razões.

Olhei-o com muita firmeza e resolvi desafiá-lo: “É obrigado visitar alguém a quem se ama?”. Ele disse: “Não, não é não, padre”. Seguiu-se o silêncio. Calou-se ele, e eu também.

A pergunta que não cala

Algumas horas depois, retomei sua pergunta e fiquei pensando nela. Coloquei-me a pensar na religião que se apresenta ao coração humano como obrigação a se cumprir, feito mochila pesada que se leva nas costas.

Fico pensando no quanto a obrigação pode se opor ao prazer. E o quanto é contraditório fazer a religião ser o local da obrigação. Na expressão: “Deus é amor”  definição que João nos apresenta em sua carta, está a declaração da gratuidade de Deus.

Deus é o próprio ato de amar. Ele é o amor acontecendo, e a liturgia é a atualização dessa verdade na vida das pessoas. Ir à missa é tomar posse da parte que nos cabe.

Tudo o que ali se celebra e se realiza tem o único objetivo de nos lembrar que há um Deus que se importa conosco, que nos ama e quer nos ver mais de perto. O sacramento nos aproxima de Deus.

Tudo bem, essa é a Teologia, mas e a vida, corresponde à verdade teológica?

Nem sempre. Nosso rito, por vezes, cansa mais do que descansa. É lamentável que a declaração de amor de Deus por nós tenha se tornado uma obrigação.

Sou obrigado a ouvir alguém dizer que me ama?

Se muita gente pensa assim, é porque não temos conseguido “amorizar” a celebração. Racionalizamos o recado de Deus e o reduzimos a uma informação fria e calculada. Dizemos: “Deus nos ama!”, da mesma forma como informamos: “A cantina estará funcionando depois da missa!”.

A resposta que responde perguntando

Pudera eu ter uma solução! Ou quem sabe uma resposta que aliviasse os corações que se sentem obrigados a conhecer o amor de Deus, como o coração daquele menino. Talvez, o teu coração também já tenha experimentado essa angústia e essa ansiedade. Gostaria de saber restituir o sabor lúdico das celebrações católicas. Torná-las acontecimentos reveladores, palavras para não serem esquecidas e imagens que despertassem o coração humano para o desejo de descansar ali todas as questões existenciais que o perturbam. O problema não está no conteúdo do que celebramos, mas, sim, na forma. A natureza simbólica da vida é o lugar do encanto. Por isso, a celebração é cheia de símbolos. Mas o símbolo, se explicado, deixa de ser símbolo, perde a graça e deixa de comunicar. Talvez seja isso o que tem acontecido conosco. Na ansiedade de sermos eficientes, tornamos a celebração um local de comunicar recados. Falamos, falamos, de maneira ansiosa, cansada e repetitiva. Temos que falar algo, pois também o padre tem a sua obrigação!

E assim vamos celebrando, obrigando o coração e os sentidos a uma espécie de ritual que nos alivia a consciência, mas não nos alivia a existência.

A missa é muito mais do que uma obrigação: é um encontro. Encontro de partes que se amam e se complementam. É só abrir os olhos e perceber!

Creio que possa ser diferente.

Pe. Fábio de Melo

O poder de um sorriso

Filed under: Uncategorized — anacapucho at 6:00 am on Friday, August 22, 2008

monsenhor.jpgHavia um pequeno menino que queria se encontrar com Deus. Ele sabia que tinha um longo caminho pela frente, portanto ele encheu sua mochila com pasteis e guaraná, e começou sua caminhada.

Quando ele andou umas 3 quadras, encontrou um velhinho sentando em um banco da praça olhando os pássaros. O menino sentou-se junto dele , abriu sua mochila , e ia tomar um gole de guaraná, quando olhou o velhinho e viu que ele estava com fome, então ofereceu-lhe um pastel.

O velhinho muito agradecido aceitou e sorriu ao menino. Seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo, então ele ofereceu-lhe seu guaraná. Mais uma vez o velhinho sorriu ao menino. O menino estava muito feliz! Ficaram sentados ali sorrindo, comendo pastel e bebendo guaraná pelo resto da tarde sem falarem um ao outro.

Quando começou a escurecer o menino estava cansado e resolveu voltar para casa, mas antes de sair ele se voltou e deu um grande abraço no velhinho. O velhinho deu-lhe o maior sorriso que o menino já havia recebido.

Quando o menino entrou em casa, sua mãe surpresa perguntou ao ver a felicidade estampada em sua face: -”O que você fez hoje que te deixou tão feliz? Ele respondeu: -”Passei a tarde com Deus” e acrescentou -”Você sabe, ele tem o mais lindo sorriso que eu jamais vi”.

Enquanto isso, o velhinho chegou em casa radiante, e seu filho perguntou:

-”Por onde você esteve que te deixou tão feliz?”

Ele respondeu:

-”Comi pasteis e tomei guaraná no parque com Deus”. Antes que seu filho pudesse dizer algo ele falou:

-”Você sabe que ele é bem mais jovem do que eu pensava?”

Nunca subestime a força de um sorriso, o poder de uma palavra, de um ouvido para ouvir, um honesto elogio, ou até um ato de carinho. Tudo isso tem o potencial de fazer virar uma vida. Por medo de diminuir deixamos de crescer. Por medo de chorar deixamos de sorrir!!! Portanto Sorria !!!

Para partilhar: O que este texto fala a você? Qual é o chamado que Deus te faz através desse texto?
Fonte: ACI Digital

Aguardo seu comentário,

Ritinha

Jejum de Daniel

Filed under: vamos Rezar? — anacapucho at 4:20 pm on Thursday, August 21, 2008

Roteiro para a oração pessoal nos dias de Jejum:

1º Ore o Salmo 15 e tome posse da herança que o Senhor reservou para você.

2º Ore o Salmo 19 e levante bandeiras de vitória na sua vida, em nome do Senhor.

3º Ore o Salmo 23 e deixe entrar o Rei da Glória na sua vida e na sua casa.

4º Ore o Salmo 33 e prove como o nosso Deus é bom.

5ºOre o Salmo 56 e mantenha o seu coração firme em meio as dificuldades.

6º Ore o Salmo 31 e receba o maravilhoso perdão que Deus tem para você.

7º Ore o Salmo 85 e creia que o Senhor ouve você nos dias de angústia.

8º Ore o Salmo 102 e bendiga o Senhor que afasta de nós os nossos pecados.

9º Ore o Salmo 26 e vença todo medo com a luz e a salvação que vem do Senhor.

10º Ore o Salmo 29 e exalte o Senhor que livra você de todos os males.

11º Ore o Salmo 114 e declare o seu amor e gratidão ao Senhor.

12º Ore o Salmo 24 e volte seus olhos só para o Senhor e seus caminhos.

13º Ore o Salmo 83 e encontre um abrigo seguro junto do coração de Deus.

14º Ore o Salmo 53 e declare que o Senhor já esta vindo em seu auxílio.

15º Ore o Salmo 120 e creia: o socorro vem somente do Senhor.

16º Ore o Salmo 148 e louve o nome Santo do Senhor com toda a criação.

17º Ore o Salmo 125 e creia na promessa: você colherá frutos de alegria.

18º Ore o Salmo 146 e adore o Senhor que cura o seu coração ferido.

19º Ore o Salmo 137 e cante ao Senhor na presença dos seus anjos.

20º Ore Lucas 1, 46-55 e engrandeça o Senhor de todo o seu coração.

21º Ore Efésios 1, 3-12 e creia: você já recebeu todas as graças do céu em Cristo Jesus. Aleluia!

Senhor é a minha luz e a minha salvação,

a quem temerei?”

 

Jejum de Daniel

Filed under: vamos Rezar? — anacapucho at 4:18 pm on Thursday, August 21, 2008

Naqueles dias eu Daniel, estava prateando por 3 semanas inteiras. Nenhuma coisa desejável comi, nem carne nem vinho entraram em minha boca, nem me ungi com ungüento, até que se cumpriram as 3 semanas completas.” ( Dn 10,2-3)

A passagem acima descrita, tirada do livro de Daniel é o exemplo clássico de um “ jejum parcial”, realizando em meio as atividades do dia a dia, com o propósito de alcançar de Deus a revelação de sua vontade. Chamamos “jejum parcial” porque a aplicação de uma dieta limitada, ao invés de abstinência absoluta de alimentos.

Esta claro que existe um valor muito grande neste tipo de jejum. Lendo os capítulos seguintes deste capitulo de Daniel verificando que o culminar deste jejum foi uma visitação do anjo do Senhor com uma revelação indispensável a respeito das batalhas que se travam nas regiões celestes ( vers. 13,22). Além disso, o próprio Senhor, em sua visita a Daniel, assegura com palavras encorajadas a eficácia de seu jejum e penitência. “ Não Temas. Daniel! Porque deste o primeiro dia em que aplicastes teu espírito a compreender, e em que te humilhastes diante de teu Deus, tua oração foi ouvida, e é por isso que eu vim.” ( Vs 12 )

Aleluia! Quando nós somos movidos pela promessa de Deus e numa atitude que o agrada, começamos a transformar esta promessa em realidade no jejum e na oração; no momento mesmo em que o nosso coração se humilha e busca a face do Senhor, as nossas palavras são ouvidas no céu.

Daniel dedicou 3 semanas completas (21 dias ) ao jejum e a oração. O tempo dedicado ao jejum é reservado para buscar o Senhor, mesmo em meio as atividades cotidianas. Em Mt 6,1-18 vemos como Jesus indica o jejum, a oração e a esmola como sinais característicos da vida de um cristão fiel. Em alguns momentos de decisão, porém somos convocados a intensificar nossa comunhão com o Senhor. Segundo o desejo de Jesus, devemos fazer isto sem ostentação, mas com discrição e buscando agradar somente ao Pai.

Outro fator importante em um tempo de jejum é o propósito que nos move a fazê-lo. Um jejum sem propósito definido é como vagar num túnel escuro, sem saber de onde vem ou pra onde vai. Olhando as Sagradas Escrituras, encontraremos muitas razões que levaram as pessoas ao jejum. Se vamos jejuar, temos que ter objetivos firmes e claros pelos quais lutar e estar com Deus;receber a sua palavra e alguma orientação ou interceder por alguém ou alguma situação; enfrentar satanás e suas tentações …

Como faremos o nosso jejum?

Por 3 semanas ( 21 dias ), somos convocados ao jejum parcial. Será um tempo de maior oração e dedicação ao Senhor. Durante este tempo, evitaremos alimentos pelos quais buscamos mais saciar nosso gosto do que as necessidades reais do nosso organismo ( doces, refrigerantes, excesso de frituras ou outros alimentos que constituem hábitos alimentares aos quais estamos apegados).

Além disso, evitando extravagâncias, vamos escolher entre 2 opções: iniciar a alimentação diária só a partir das 12hs, ou simplesmente cortar uma das refeições do dia.

Cuidado somente para não “ descontar” na próxima refeição para compensar o que foi omitido. Pessoas que fazem uso de medicamentos devem estabelecer o jejum em conformidade com o horário dos remédios. Pessoas com problemas de pressão ou diabete, ou outro tipo de limitação de saúde, devem conhecer as necessidades do seu organismo e adaptar o jejum. Pessoas que não podem fazer nenhum tipo de restrição na alimentação, podem fazer jejum de televisão, conversas ou outras coisas. Mas lembre-se inicialmente o jejum consta de algum sacrifício na alimentação.

No primeiro dia faremos a consagração do jejum num momento de louvor e adoração. Neste dia, traga as intenções pelas quais você vai oferecer o jejum ( peça que o Espírito Santo lhe revele o que será a motivação do seu tempo de penitência). No último dia participe da Celebração da Santa Missa em gratidão ao Senhor , por tudo o que Ele nos dará nestes dias.

 

Jejum de Daniel

Filed under: — anacapucho at 4:16 pm on Thursday, August 21, 2008

Amados do vocacional. Algumas pessoas nos escreveram pedindo para postar o Jejum de Daniel. Atendendo vosso pedido, já está sendo postado!

Deus abençoe a cada um!

Ritinha

Curados para AMAR

Filed under: — anacapucho at 9:01 pm on Wednesday, August 20, 2008

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Outros caíram e se machucaram muito cedo. Com você não precisa ser assim! Por causa de “amigos” que contam vantagens e fazem mil insinuações, talvez você seja um daqueles que vivem titubeando, sem saber mais o que é certo e errado. Outros caíram e se machucaram muito cedo. Com você não precisa ser assim!

Quando eu era menino, queimei o meu braço com água fervendo. Até hoje tenho a cicatriz e tenho de tomar muito cuidado, porque qualquer queda o machuca, pois tornou-se uma região muito frágil e sensível.

É incrível como o mundo e a tentação são cruéis com os homens. Muitos rapazes caíram e se queimaram também muito cedo. Sei que eles gostam de se exaltar, contando aventuras! Mas, francamente: infeliz de você que se queimou tão cedo! O certo era ter chegado virgem ao casamento! É que o mundo inverteu os valores. Creia, a verdade não se faz por maioria.

Se você fosse a um rio e encontrasse lá muito cascalho e pouquíssimo ouro, o que você pegaria: o cascalho ou o ouro? Claro que pegaria o ouro! Repito: a verdade não se faz pela maioria. Não é porque muitos caíram que você precisa cair. O mesmo acontece com as meninas: antigamente conservavam a virgindade até o casamento. Nos tempos atuais, infelizmente, o mundo, a televisão, as novelas têm mudado de tal maneira a cabeça das mulheres que elas acreditam que chega a ser um vexame conservar a virgindade.

O que está em jogo é a sua pureza!

Muitas meninas ficam com a cabeça confusa: “Será que estou certa? As minhas colegas constantemente falam na minha cabeça. Quase me empurram! Se recuso e não entro nessas aventuras, parece-me que sou menos que elas e sou fatalmente rejeitada…” Não, você não é menos: é mais! Se os rapazes “se queimam” quando têm relações sexuais antes do casamento, a “queimadura” para as mulheres é muito mais dolorosa.

Neste imenso desafio de viver a pureza e a castidade, é triste ver pai e mãe aconselhando seus filhos a usar camisinha porque “afinal de contas, ninguém consegue se segurar”. É uma falsa prevenção! Assim como digo aos rapazes e moças, que conservaram a sua virgindade, que façam um compromisso ao Senhor de se conservarem virgens até o casamento, digo também àqueles que, por mil motivos, perderam a virgindade: façam, também, o mesmo compromisso com o Senhor: Daqui para frente, me comprometo com o Senhor a viver em perfeita castidade até o casamento.

Da mesma forma como cuido do meu braço, que já foi queimado, para que não se queime mais, também convido você para, a partir de agora, se manter “virgem” até o casamento. Seja qual for a sua história, por mais dolorosa que seja, Jesus é capaz de mudar seu interior e seu físico. Tem muita gente com vergonha de si mesmo e até do próprio corpo por causa das situações das quais já foram vítimas. Assuma o que a Palavra de Deus nos diz:

“Se alguém está em Cristo, é uma nova criatura. O mundo antigo passou, eis que aí está uma realidade nova”

Padre Jonas Abib

(Read on …)

“Ide Por todo mundo e Pregai a Boa Nova a toda Criatura”

Filed under: Testemunhos — anacapucho at 7:00 am on Wednesday, August 20, 2008

32.jpgEsta foi a frase que me motivou desde cedo a doar a minha vida por causa do Evangelho.

De fato para o Senhor não existe fronteiras. Ele chama quem quer e quando quer; cabe nos deixar que sua voz nos conduza.

Hoje sou discípula da Comunidade Canção Nova, para isso tive que deixar tudo inclusive meu país, Portugal, mas quando o Senhor nos escolhe Ele nos capacita de forma a superarmos todas as provas, como diz São Paulo na 1ª carta aos coríntios, no cap. 10 vs.13 ” Não vos sobreveio prova alguma que ultrapasse as forças humanas”.

Durante este tempo de discipulado sou convidada a mergulhar no carisma Canção Nova e deixar que ele seja aflorado em mim. É também um tempo de morrer para as minhas vontades e deixar que Deus realize em mim os seus projetos, não sei quais serão mas, a aventura de me lançar em seus braços é certeza de trilhar o caminho certo.

De uma coisa não tenho dúvidas ser Canção Nova é bom de mais!

Maria do Socorro (discípula em Lavrinhas)

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