Estamos na Semana Santa. Ontem, domingo de Ramos, acompanhamos Jesus à sua entrega ao Pai e a humanidade. É bonito da vida é a iniciativa: muitos de nós, por exemplo, diante das escolhas precisamos entregar muitas coisas, situações e até mesmo pessoas. São escolhas!

Contudo, hoje, a liturgia nos convida a nos prostrarmos aos pés do Mestre, Jesus. Ele que há seis dias de Sua Páscoa estava na casa de Marta, de Maria e de Lázaro, seus amigos. Maria sempre se colocava aos pés do Mestre para escutá-Lo e, naquele momento, também para ungi-Lo e prestar-Lhe o verdadeiro culto. No entanto, talvez tenha parecido um gesto escandaloso, porque o perfume de nardo, puríssimo e muito caro.

Em nós há muitos vasos de perfume em nós, que ainda precisa ser entregue a Jesus. O fundamental é a entrega do nosso ser. Maria, nos ensina como ser “nardo” que exala um bom perfume. O perfume de Deus! É preciso se derramar à Jesus a tocar na liberdade.

Quando a gente ama, a distancia pouco importa para darmos o melhor presente. 

Maria ofertou o que tinha de melhor. Aprendemos com ela que é preciso percorrer um caminho para se ofertar. Precisamos “exalar” o perfume de Deus e para que essa aproximação seja sincera, devemos quebrar barreira. Precisamos ser exagerados no amar a Deus, pois: quando o amor é eterno ele rompe todas as barreiras humanas.

Quando se derrama tudo, se esvazia: essa é a condição para ser preenchido!

  • Qual trajeto preciso percorrer para dar o melhor presente para Deus?
  • Como minha vida transmite e ensina sobre o amor e a justiça de Deus?
  • O que está entre eu e Deus?
  • O que tem nos separado?

(Extraído da homilia de Pe Aluísio Ricardo, 02/04/12)

 


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