limaoVocê considera-se uma pessoa com sentimentos de inferioridade? Com complexo de culpa? Raivosa? Ríspida? Bruta? Com baixa auto estima? Que sente-se rejeitado(a)? Alguém que traz uma profunda dor na alma? Alguém rotulado de “azedo(a)”? Então, seja bem-vindo(a): Jesus te acolhe e quer curar sua alma agora!

Hoje, quero partilhar essa maravilhosa pregação de cura interior, ministrada por Monsenhor Jonas Abib, em 14/01/05. Leia o resumo extraído do site oficial PadreJonas.com

headphones-9 Ouça aqui a pregação: “Dai me tuas tristezas”

Diante de qualquer mal e não somente de uma doença, quando acontece qualquer coisa, por exemplo, um fato que é doloroso, ruim, negativo, nos tornamos uns verdadeiros “ruminadores”, pior do que o boi e a vaca. Veja: nas horas de tranquilidade, nas horas em que tínhamos o direito de estar tranquilos (e Deus queria que nós estivéssemos tranquilos!), nós, benditos (desculpe mais uma vez: iguaizinhos à vaca, ao boi e a outros ruminadores), ficamos ruminando, fazendo com que venha “aquilo lá” que já passou, que já estava dentro de nós, mas nós o puxamos de novo e voltamos a ruminar. É da cabeça para as emoções, das emoções para a cabeça. E fica aquele “bate-bola”. Não é?

Nesses bons “bate-bolas” em que os jogadores, muitas vezes, antes do início do jogo, se aquecem batendo bola, a gente vê um verdadeiro espetáculo. Porque os jogadores são craques (ainda mais se pertencem a uma seleção), o “bate-bola” deles ali equivale até a um jogo! É tão bonito ver esses atletas batendo bola, porque eles são tão artistas no que fazem. E impressionante: esses dois “artistas”, esses dois “jogadores dribladores”, que são a nossa cabeça e as nossas emoções, fazem um “bate-bola” tão combinado, tão artístico, que isso acaba com a gente!

Pai, precisamos nos lançar em Seus braços”

mons_tranquiloJustamente a cabeça compra as coisas da nossa emoção, porque aquilo feriu a nossa emoção, feriu os nossos sentimentos, o nosso brio, aquilo que a pessoa falou, aquilo que a pessoa fez, aquilo que aconteceu conosco, aquela injustiça, aquele problema, aquela bendita pessoa. Então nós sentimos! E a nossa cabeça comprou isso. E ela [cabeça] começa a trabalhar. Logo ela “passa a bola” para as emoções, mas com a coisa trabalhada. E as nossas emoções pegam a coisa trabalhada e a deixam mais “pra baixo”, mais triste, mais fechada, mais ofendida, mais raivosa. E depois as emoções devolvem isso para a inteligência. A nossa cabeça pega isso novamente e trabalha outra vez. E assim vai. Noites a fio.

Você está diante do tanque, da máquina [de lavar roupas], no fogão, e o “bate-bola” está acontecendo. Você está no seu serviço, às vezes, até em seu escritório, no meio de um trabalho que exige a sua atenção, mas, infelizmente, por causa da bendita ruminação, está naquele “bate-bola” entre sua cabeça e suas emoções, e o pior: acabando com você mesmo! Mas o duro é que não acaba só com você, porque a coisa fica tão ruim em seu interior (porque quem tem mau hálito não precisa dizer que tem. Todo mundo percebe antes que o próprio cidadão! Verdade ou não é?) que você espalha o azedo que está em seu interior. Há muitas pessoas que estão azedas e azedam todo o ambiente.

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Veja: eu não estou falando por falar. Estou falando porque o Senhor já está querendo curar você. […] Ele quer curar a mim e a você das consequências desse bendito ruminar. Porque aí é que está: se você tem uma doença e fica ruminando os males desta doença, você acaba ficando mais doente ainda! Muitas vezes, o seu problema não é uma enfermidade física, mas sim, uma ofensa, uma injustiça cometida contra você, uma calúnia, alguma coisa que você não gostou. E interessante: aquilo que, de início, era somente psicológico torna-se realmente uma doença. Você realmente acaba ficando enfermo. Doença que você não tinha começa agora a surgir em seu corpo. […]

Infelizmente, todos temos a triste mania, a tendência de centrar em nós mesmos os momentos duros de sofrimento. E o que nos ensinou a música? “Vem a mim, dai-me tuas tristezas, tuas dores e o teu coração!” É isso, gente! É isso! A solução está aí! Ou a gente centra a vida nos momentos de dor, de doença e de sofrimento (e temos uma terrível tendência para isso!) ou nos jogamos em Deus, nos lançamos em Seus braços.

Trecho da pregação “Dai-me tuas tristezas” de Monsenhor Jonas Abib

 

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Que Deus te abençoe.
Um abraço.

 

Cleber dos Santos Rodrigues
Comunidade Canção Nova