Conheçamos e rezemos a “Oração Abrasada” de São Luís Maria Grignon de Montfort.

São Luís Maria Grignon de Montfort, grande apóstolo da Santíssima Virgem Maria, fundou a Companhia de Maria e compôs a “Oração Abrasada”, para pedir missionários para sua Congregação. Na proximidade da festa desse grande santo, que comemoramos no dia 28 de Abril, conheçamos e rezemos esta bela e profundíssima oração.

Conheçamos e rezemos a “Oração Abrasada” de São Luís Maria Grignon de Montfort.

São Luís Maria Grignon de Montfort

Nestes tempos em que, mais do que nunca, se faz necessário que se apresentem os verdadeiros apóstolos da Virgem Maria, rezemos fervorosamente esta oração. Peçamos que venham esses apóstolos dos últimos tempos:

…que serão verdadeiros discípulos de Jesus Cristo, andando nas pegadas da pobreza e humildade, do desprezo do mundo e caridade, ensinado o caminho estreito de Deus na pura verdade, conforme o santo Evangelho, e não pelas máximas do mundo, sem se preocupar nem fazer acepção de pessoa alguma, sem poupar, escutar ou temer nenhum mortal, por poderoso que seja. Terão na boca a espada de dois gumes da palavra de Deus; em seus ombros ostentarão o estandarte ensanguentado da cruz, na direita, o crucifixo, na esquerda o rosário, no coração os nomes sagrados de Jesus e de Maria, e, em toda a sua conduta, a modéstia e a mortificação de Jesus Cristo.[1] Continue lendo…

No início do tempo Pascal, meditemos sobre a presença da Rainha do Céu e dos Santos Anjos no mistério da redenção da humanidade.

A tradicional oração do “Angelus” é substituída, no tempo Pascal, pelo canto “Regina caeli” ou “Rainha do Céu”, que exprime a alegria da Santíssima Virgem Maria pela ressurreição do seu divino Filho Jesus Cristo. Deste modo, ela torna-se modelo da comunidade cristã que se “alegra” pela Páscoa do seu Senhor, fonte de autêntica alegria para todos nós que cremos. O Ressuscitado é a fonte e a razão última desta alegria espiritual.

No início do tempo Pascal, meditemos sobre a presença da Rainha do Céu e dos Santos Anjos no mistério da redenção da humanidade.

Nossa Senhora Rainha dos Anjos

A liturgia da Oitava de Páscoa repete constantemente: “Cristo ressuscitou como havia prometido”. Proclamamos também esta verdade da fé católica no “Regina caeli”, oração tão apreciada pela piedade popular.

A partir de hoje, Segunda-feira de Páscoa ou Segunda-feira do Anjo, no Vaticano se inicia o canto “Regina caeli” e esta é uma oportunidade de refletirmos sobre a participação destes seres angélicos no mistério da Redenção da humanidade. Além disso, nesta Segunda-feira do Anjo, prolongamento do dia da Páscoa, somos chamados a nos deter junto ao sepulcro vazio para meditar sobre a presença da Virgem Maria neste grande e prodigioso mistério que é a ressurreição de Jesus Cristo. Continue lendo…

Especialmente neste Ano Mariano, rezemos juntos, com muita fé e devoção, a Coroa das Sete Dores da Virgem Maria.

A Coroa das Sete Dores da Santíssima Virgem Maria tem uma clara conotação cristológica e eclesial, ou seja, está intimamente ligada a nosso Senhor Jesus Cristo e à Santa Igreja. Pois, esta oração ajuda-nos a descobrir o significado salvífico da dor da Mãe de Deus no contexto do mistério de Cristo e da Igreja. Mas, ao mesmo tempo, esta tem uma conotação antropológica, enquanto faz-nos compreender o valor do sofrimento de Nossa Senhora relacionado com a nossa condição existencial, com as nossas lutas e angústias, aspirações e destino.

Especialmente neste Ano Mariano, rezemos juntos, com muita fé e devoção, a Coroa das Sete Dores da Virgem Maria.

Nossa Senhora das Dores

A Quaresma, especialmente esta Sexta-feira, que precede o Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor, é um tempo propício para a oração da Coroa das Sete Dores de Nossa Senhora. Pois, se “na Virgem Maria tudo se relaciona a Cristo e tudo dele depende”[1], as suas “dores” também relacionam-se com o mistério da Paixão do seu divino Filho, que lhes é causa, lhes dá sentido e da qual adquirem eficácia salvífica na vida da Igreja e de cada um de nós em particular. Sendo assim, rezemos com devoção a Coroa das Sete Dores da Virgem Maria. Continue lendo…

Conheça o “Credo di Maria” ou “Credo Mariano”, uma belíssima oração composta por um coração apaixonado por Nossa Senhora.

Neste Ano Nacional Mariano, rezemos com amor e confiança a belíssima oração chamada “Credo di Maria” ou “Credo Mariano”. Esta oração foi composta por São Gabriel de Nossa Senhora das Dores, também conhecido como São Gabriel da Virgem Dolorosa ou simplesmente São Gabriel das Dores, um jovem que tinha um coração profundamente apaixonado por Nossa Senhora. Em seu “Credo di Maria”, São Gabriel recorda-nos a fé profundamente mariana e, ao mesmo tempo, cristocêntrica dos santos de todos os tempos da Igreja Católica.

Conheça o “Credo di Maria” ou “Credo Mariano”, uma belíssima oração composta por um coração apaixonado por Nossa Senhora.

Nossa Senhora das Dores

Como todo bom membro da “Congregação da Paixão de Jesus Cristo” ou simplesmente “Congregação Passionista”, São Gabriel nutriu um profundo amor à Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo e às dores de sua Mãe, Maria Santíssima, tanto que assumiu o título de Nossa Senhora das Dores em seu nome religioso. Unido intimamente a Jesus Cristo crucificado e a Virgem das Dores, São Gabriel santificou-se rapidamente e alcançou os cumes da perfeição cristã. Nas palavras de seu “Credo di Maria”, São Gabriel nos revela traços marcantes de sua espiritualidade, o amor e a confiança que nutria para com a Santíssima Virgem. Continue lendo…

Os beatos Francisco e Jacinta e o premente apelo de Nossa Senhora do Rosário de Fátima à conversão e à penitência pela salvação dos pecadores.

Hoje celebramos os beatos Francisco a Jacinta Marto, cuja vida foi um contínuo apelo à conversão e à penitência pela salvação dos pecadores. Por isso, na iminência do início da Quaresma, a vida dos dois irmãos Francisco e Jacinta – que ficaram conhecidos, com a Irmã Lúcia, como os “três pastorinhos de Fátima” – nos ajuda a repensar as nossas vidas e a fazer propósitos bem concretos de penitência, de mudança de vida. Como a maioria de nós, os pastorinhos eram católicos comuns. A segunda conversão dos três aconteceu a partir de revelações privadas, que mudaram para sempre suas vidas e podem também mudar as nossas.

Os beatos Francisco e Jacinta e o premente apelo de Nossa Senhora do Rosário de Fátima à conversão e à penitência pela salvação dos pecadores.

Os beatos Francisco e Jacinta Marto

Antes das aparições, Lúcia, Jacinta e Francisco eram crianças católicas comuns, que moravam no vilarejo de Aljustrel, na diocese de Leiria-Fátima, Portugal. Os pastorinhos brincavam como todas as outras crianças, gostavam de jogos e de danças. Os três viviam um catolicismo verdadeiro. Porém, como a maioria dos católicos, limitavam-se ao mínimo necessário para cumprir suas obrigações. Mas, depois das aparições do Anjo da Guarda de Portugal, em 1916, os três pastorinhos viveram uma conversão radical de vida e passaram a fazer orações, penitências e sacrifícios pelos pecadores. Em 1917, em uma de suas aparições, Nossa Senhora do Rosário falou-lhes com voz e coração de mãe: convidou-os a oferecerem-se como vítimas de reparação e ofereceu-se para conduzi-los, seguros, até Deus. “Foi então que das suas mãos maternas saiu uma luz que os penetrou intimamente, sentindo-se imersos em Deus como quando uma pessoa ― explicam eles ― se contempla num espelho”[1]. Continue lendo…

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