A Virgem Maria é a Fôrma de Deus, na qual são moldados os santos.

Maria, a Fôrma de Deus

Nossa Senhora de Czestochowa, padroeira da Polônia.

A Santíssima Virgem Maria é a Fôrma de Deus, em latim forma Dei, na qual os santos são moldados. Nossa Senhora é um lugar santo, o Santo dos Santos1, onde os santos são formados e moldados à imagem e semelhança de Deus. “Santo Agostinho chama a Santíssima Virgem ‘Fôrma de Deus’, Fôrma própria para formar e moldar deuses: ‘Sois digna de ser chamada Fôrma de Deus’. Aquele que é lançado nesta Fôrma Divina depressa é formado e moldado em Jesus Cristo e Jesus Cristo nele. Facilmente e em pouco tempo será transformado em Deus, divinizado, pois é lançado no próprio molde que formou um Deus”2. Continue lendo…

A submissão e a obediência a Virgem Maria nos alcança os tesouros e as maravilhas de Deus.

A obediência a Virgem Maria e a graça divina

Bodas de Caná (Jo 2, 1-12).

No Céu, Nosso Senhor Jesus Cristo continua a ser filho da Santíssima Virgem Maria, por isso, conserva a “submissão e a obediência do mais perfeito de todos os filhos para com Maria, a melhor das mães”1. Todavia, Nossa Senhora, está infinitamente abaixo de seu Filho, que é Deus. Logo, não Lhe impõe como uma mãe da Terra faz a seu filho. “Maria está toda transformada em Deus pela graça e pela glória, que transformam n’Ele todos os santos. Por isso não pede, não quer, não faz nada que seja contrário à eterna e imutável vontade de Deus”2. Consequentemente, o Senhor não resiste nunca à oração de sua Mãe, porque é sempre humilde e conforme à Sua vontade. Continue lendo…

São Luís Maria nos apresenta a Virgem Maria como a obra-prima de Deus.

A Virgem Maria, obra-prima do Deus AltíssimoSão Luís Maria Grignion de Montfort ensina, no seu livro “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”, que Maria é a obra-prima por excelência do Altíssimo, cuja posse e conhecimento Deus reservou para si (cf. TVD 5). Nossa Senhora é a Mãe admirável do Filho de Deus, Jesus Cristo, que quis humilhá-la e escondê-la durante a vida para favorecer a sua humildade. Por isso, o Filho tratava sua Mãe pelo nome de “Mulher” (cf. Jo 2, 4; 19, 26), como a uma estranha, embora no seu Coração a estimasse mais do que a todos os anjos e a todos os homens. A Santíssima Virgem Maria é a fonte selada e a esposa do Espírito Santo, onde só Ele tem entrada. “Maria é o Santuário e o Repouso da Santíssima Trindade, onde Deus está mais magnífica e divinamente que em qualquer outro lugar do universo. Neste santuário nenhuma criatura, por mais pura que seja, pode entrar, a não ser por grande privilégio.” (TVD 5). Continue lendo…

O exemplo de fé da Santíssima Virgem Maria, que faz parte da vida da Igreja de todos os tempos, ilumina hoje a nossa caminhada na fé.

A participação da fé da Virgem Maria.A experiência de fé da Virgem Maria nos foi transmitida pela Palavra de Deus e pela Tradição da Igreja. O Papa Emérito Bento XVI, na Carta Apostólica Porta Fidei, nos apresenta o exemplo de fé de Nossa Senhora de forma extraordinária. Mas, os santos também nos transmitiram a sua experiência com a fé da Mãe de Deus e da Igreja. Santo Afonso Maria de Ligório expressa a fé de Maria com profundidade, em seu livro “As glórias de Maria”, de forma belíssima. São Luís Maria Grignion de Montfort, no “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”, nos mostra como participar da fé de Nossa Senhora. Continue lendo…

Conheça a origem do Tratado da Verdadeira Devoção, de São Luís Maria, este tesouro que permaneceu escondido durante 130 anos.

"Encontramos um tesouro!", o Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem.São Luís Maria Grignion de Montfort escreveu o “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem“, que tem como origem entre os anos de 1712 e 1713. Nos anos sucessivos, durante a Revolução Francesa, os “dias do terror”, em Saint Laurent-Sur-Sèvre, a residência da família Monfortana foi ameaçada de um incêndio das “colunas infernais”. Por causa das perseguições, a Comunidade precisou colocar em um lugar seguro as coisas mais importantes, especialmente os manuscritos do Fundador. Montfort, como sabemos, havia predito a ira cheia de raiva do demônio avançar contra o seu próprio livro (cf. TVD 114). Continue lendo…

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