A Solenidade do Sagrado Coração de Jesus nos recorda o mistério do amor que Deus tem pelos homens de todos os tempos.

Hoje a Igreja Católica celebra a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus que, segundo o Papa São João Paulo II, “lembra o mistério do amor que Deus tem pelos homens de todos os tempos”[1]. Esta Solenidade passou a ser celebrada a pedido do próprio Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus encarnado. Em junho 1675, o Sagrado Coração de Jesus transmitiu esse desejo e, ao mesmo tempo, uma promessa a Santa Margarida Maria Alacoque:

A Solenidade do Sagrado Coração de Jesus nos recorda o mistério do amor que Deus tem pelos homens de todos os tempos.

Sagrado Coração de Jesus

Peço que na primeira sexta-feira depois da oitava de Corpus Christi, se celebre uma Festa especial para honrar meu Coração, e que se comungue nesse dia para pedir perdão e reparar os ultrajes por ele recebidos durante o tempo que permaneceu exposto nos altares. […] Prometo-te que o Meu Coração se dilatará para derramar com abundância as influências de Seu divino Amor sobre os que tributem esta divina honra e que procurem que ela lhe seja prestada[2].

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Saiba como rezar o Terço ou Rosário, oração que a Virgem Maria indicou para alcançarmos a paz no mundo, o fim da guerra e a salvação das almas dos pobres pecadores.

O Santo Rosário ou Terço Mariano é um verdadeiro caminho espiritual, onde a Santíssima Virgem Maria se faz nossa Mãe, Mestra e Guia, e apoia a todos nós com a sua poderosa intercessão. O Terço converge para nosso Senhor Jesus Cristo que, desta forma, abre e fecha o nosso próprio itinerário da oração. Em Cristo, está centrada a nossa vida e consequentemente a nossa oração. “Tudo parte d’Ele, tudo tende para Ele, tudo por Ele, no Espírito Santo, chega ao Pai”[1].

Saiba como rezar o Terço ou Rosário, oração que a Virgem Maria indicou para alcançarmos a paz no mundo, o fim da guerra e a salvação das almas dos pobres pecadores.

Nossa Senhora do Rosário

Na última aparição da Virgem Maria em Fátima, que aconteceu no dia 13 de Outubro de 1917, em apareceu sob o título de Nossa Senhora do Rosário. Nessa aparição, ela pediu que rezássemos sempre o Terço, todos os dias, em honra a Nossa Senhora do Rosário, para obter a paz no mundo, o fim da guerra e a salvação dos pobres pecadores[2]. Continue lendo…

Conheçamos e rezemos a “Oração Abrasada” de São Luís Maria Grignon de Montfort.

São Luís Maria Grignon de Montfort, grande apóstolo da Santíssima Virgem Maria, fundou a Companhia de Maria e compôs a “Oração Abrasada”, para pedir missionários para sua Congregação. Na proximidade da festa desse grande santo, que comemoramos no dia 28 de Abril, conheçamos e rezemos esta bela e profundíssima oração.

Conheçamos e rezemos a “Oração Abrasada” de São Luís Maria Grignon de Montfort.

São Luís Maria Grignon de Montfort

Nestes tempos em que, mais do que nunca, se faz necessário que se apresentem os verdadeiros apóstolos da Virgem Maria, rezemos fervorosamente esta oração. Peçamos que venham esses apóstolos dos últimos tempos:

…que serão verdadeiros discípulos de Jesus Cristo, andando nas pegadas da pobreza e humildade, do desprezo do mundo e caridade, ensinado o caminho estreito de Deus na pura verdade, conforme o santo Evangelho, e não pelas máximas do mundo, sem se preocupar nem fazer acepção de pessoa alguma, sem poupar, escutar ou temer nenhum mortal, por poderoso que seja. Terão na boca a espada de dois gumes da palavra de Deus; em seus ombros ostentarão o estandarte ensanguentado da cruz, na direita, o crucifixo, na esquerda o rosário, no coração os nomes sagrados de Jesus e de Maria, e, em toda a sua conduta, a modéstia e a mortificação de Jesus Cristo.[1] Continue lendo…

No início do tempo Pascal, meditemos sobre a presença da Rainha do Céu e dos Santos Anjos no mistério da redenção da humanidade.

A tradicional oração do “Angelus” é substituída, no tempo Pascal, pelo canto “Regina caeli” ou “Rainha do Céu”, que exprime a alegria da Santíssima Virgem Maria pela ressurreição do seu divino Filho Jesus Cristo. Deste modo, ela torna-se modelo da comunidade cristã que se “alegra” pela Páscoa do seu Senhor, fonte de autêntica alegria para todos nós que cremos. O Ressuscitado é a fonte e a razão última desta alegria espiritual.

No início do tempo Pascal, meditemos sobre a presença da Rainha do Céu e dos Santos Anjos no mistério da redenção da humanidade.

Nossa Senhora Rainha dos Anjos

A liturgia da Oitava de Páscoa repete constantemente: “Cristo ressuscitou como havia prometido”. Proclamamos também esta verdade da fé católica no “Regina caeli”, oração tão apreciada pela piedade popular.

A partir de hoje, Segunda-feira de Páscoa ou Segunda-feira do Anjo, no Vaticano se inicia o canto “Regina caeli” e esta é uma oportunidade de refletirmos sobre a participação destes seres angélicos no mistério da Redenção da humanidade. Além disso, nesta Segunda-feira do Anjo, prolongamento do dia da Páscoa, somos chamados a nos deter junto ao sepulcro vazio para meditar sobre a presença da Virgem Maria neste grande e prodigioso mistério que é a ressurreição de Jesus Cristo. Continue lendo…

Especialmente neste Ano Mariano, rezemos juntos, com muita fé e devoção, a Coroa das Sete Dores da Virgem Maria.

A Coroa das Sete Dores da Santíssima Virgem Maria tem uma clara conotação cristológica e eclesial, ou seja, está intimamente ligada a nosso Senhor Jesus Cristo e à Santa Igreja. Pois, esta oração ajuda-nos a descobrir o significado salvífico da dor da Mãe de Deus no contexto do mistério de Cristo e da Igreja. Mas, ao mesmo tempo, esta tem uma conotação antropológica, enquanto faz-nos compreender o valor do sofrimento de Nossa Senhora relacionado com a nossa condição existencial, com as nossas lutas e angústias, aspirações e destino.

Especialmente neste Ano Mariano, rezemos juntos, com muita fé e devoção, a Coroa das Sete Dores da Virgem Maria.

Nossa Senhora das Dores

A Quaresma, especialmente esta Sexta-feira, que precede o Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor, é um tempo propício para a oração da Coroa das Sete Dores de Nossa Senhora. Pois, se “na Virgem Maria tudo se relaciona a Cristo e tudo dele depende”[1], as suas “dores” também relacionam-se com o mistério da Paixão do seu divino Filho, que lhes é causa, lhes dá sentido e da qual adquirem eficácia salvífica na vida da Igreja e de cada um de nós em particular. Sendo assim, rezemos com devoção a Coroa das Sete Dores da Virgem Maria. Continue lendo…

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