Saiba como os três pastorinhos de Fátima faziam penitências, jejuns e sacrifícios, pela conversão e salvação dos pecadores.

Os três pastorinhos, videntes das aparições de Nossa Senhora em Fátima, Portugal, fizeram duras penitências, jejuns e sacrifícios, pela conversão e salvação dos pecadores. Estas crianças sabiam da necessidade destas práticas principalmente por causa de duas visões. Numa delas, os pastorinhos viram, ao lado esquerdo de Nossa Senhora, um pouco mais alto, um Anjo com uma espada de fogo na mão esquerda. Dela, saíam chamas que incendiariam o mundo. Mas, estas apagavam-se quando entravam em contato com o brilho que saía da mão direita da Virgem Maria. O Anjo, apontando com a mão direita para a terra, com voz forte disse: “Penitência, Penitência, Penitência!”1

Saiba como os três pastorinhos de Fátima faziam penitências, jejuns e sacrifícios, pela conversão e salvação dos pecadores.

Os pastorinhos: Jacinta, Lúcia e Francisco

Outra visão que marcou profundamente a vida dos videntes de Fátima foi a visão que Nossa Senhora lhes concedeu do Inferno, para onde vão as almas dos condenados. As três crianças viram, mergulhados no fogo, os demônios e as almas, que caiam para todos os lados, sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dor e desespero. Os demônios distinguiam-se por sua formas horríveis e asquerosas de animais espantosos e desconhecidos. Esta visão foi momentânea e, além disso, a Santíssima Virgem preveniu as crianças antes de conceder a visão e prometeu, na primeira aparição, levá-las para o Céu! “Se assim não fosse, creio que teríamos morrido de susto e pavor”2, disse Irmã Lúcia.

Esta visão do Inferno e a visão do Anjo, que disse: “Penitência, Penitência, Penitência!”, concederam aos três pastorinhos a visão espiritual de que, especialmente em nossos tempos, é urgente fazer penitências, jejuns e sacrifícios, pela conversão e salvação dos pecadores, pois são muitíssimas as almas que vão para o Inferno por não ter quem reze e faça sacrifícios por elas.

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As penitências de Lúcia, Francisco e Jacinta, pelos pobres pecadores

As aparições de Nossa Senhora – as visões do Anjo com uma espada de fogo na mão e do Inferno – foram precedidas pelas aparições do Anjo da Paz, ou Anjo de Portugal, que também prepararam o espírito dos pastorinhos para as futuras experiências místicas que viveriam. Numa das suas aparições, o Anjo da Guarda de Portugal disse aos pastorinhos, que descansavam à sombra das árvores:

Que fazeis? Orai! Orai muito! Os Corações de Jesus e Maria têm sobre vós desígnios de misericórdia. Oferecei constantemente ao Altíssimo orações e sacrifícios.

Como nos havemos de sacrificar? [… perguntou Lúcia].

De tudo que puderdes, oferecei um sacrifício em ato de reparação, pelos pecados com que Ele é ofendido, e de súplica pela conversão dos pecadores. Atraí, assim, sobre a vossa Pátria, a paz. Eu sou o Anjo da sua guarda, o Anjo de Portugal. Sobretudo, aceitai e suportai com submissão o sofrimento que o Senhor vos enviar3.

Estas palavras do Anjo gravaram-se no espírito dos pastorinhos como uma luz, que os fazia compreender quem era Deus, como os amava e queria ser amado. As três crianças também entenderam o valor do sacrifício, que este era agradável ao Senhor e, em consideração desses sacrifícios, que convertia os pecadores. A partir desse momento, Lúcia, Francisco e Jacinta, começaram a oferecer ao Senhor tudo que os mortificava, sem pensar em procurar outras mortificações ou penitências, exceto passar horas seguidas prostrados por terra, repetindo a oração que o Anjo lhes tinha ensinado:

Não temais. Sou o Anjo da Paz. Orai comigo.

E ajoelhando em terra, curvou a fronte até ao chão. Levados por um movimento sobrenatural, imitamo-lo e repetimos as palavras que lhe ouvimos pronunciar:

Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão para os que não creem, não adoram, não esperam e não Vos amam4.

As aparições do Anjo de Portugal foram uma espécie de preparação dos pastorinhos para tudo o que eles experimentariam no futuro. Irmã Lúcia conta que a visão do Inferno horrorizou Jacinta a tal ponto que todas as penitências e mortificações lhe pareciam nada, para conseguir livrar de lá algumas almas. A pequenina Jacinta compreendeu e deixou-se possuir por um extraordinário espírito de mortificação e de penitência. Este foi concedido a Jacinta por uma graça especial que Deus, por meio do Imaculado Coração de Maria, quis conceder-lhe através da visão do Inferno e da desgraça das almas que aí caem. Hoje em dia, como naqueles tempos, até mesmo pessoas piedosas não querem falar do Inferno às crianças, para não as assustar. No entanto, Deus não hesitou em mostrá-lo a três crianças.

Na época, Jacinta tinha apenas 6 anos de idade. Com frequência, ela sentava-se no chão, ou em alguma pedra, e dizia: “O inferno! o inferno! que pena eu tenho das almas que vão para o inferno! E as pessoas lá vivas a arder como a lenha no fogo!” [meio trêmula, ajoelhava-se, de mãos postas, e rezava a oração que Nossa Senhora lhes tinha ensinado:] Ó meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as alminhas todas para o Céu, principalmente as que mais precisarem5”.

Com o tempo, os três pastorinhos encontravam sempre formas de fazer, cada vez mais, duras penitências. Certo dia, as crianças levavam as ovelhas por um caminho, no qual Lúcia encontrou um pedaço de uma corda, grossa e áspera. Por brincadeira, atou a corda a um dos braços e não demorou a notar que a corda a machucava. Disse, então, aos primos: “Olhem: isto faz doer. Podíamos atá-la à cinta [à altura da cintura] e oferecer a Deus este sacrifício”6. As pobres crianças logo aceitaram a ideia da prima e imediatamente a dividiram em três e as ataram à cintura. A grossura e a aspereza da corda, e também porque às vezes as crianças a apertavam demais, fazia com que este instrumento lhes causasse, por vezes, sofrimentos horríveis. Jacinta deixava, às vezes, cair algumas lágrimas por causa do incômodo que a corda lhe causava. Lúcia dizia, algumas vezes, que tirasse a corda, mas ela respondia: “Não! Quero oferecer este sacrifício a Nosso Senhor, em reparação e pela conversão dos pecadores”7.

Em outro dia, a três crianças brincavam, apanhando algumas folhas que, apertadas nas mãos, soltavam estalidos. Jacinta, ao apanhar estas plantas, colheu também, sem querer, folhas de urtiga, com as quais se machucou. Ao sentir a dor, apertou-as mais nas mãos e disse a Lúcia e Francisco: “Olhem, olhem outra coisa com que nos podemos mortificar!” Desde então, os três adquiriram o costume de, de vez em quando, golpear as próprias pernas com as urtigas, para oferecer a Deus os sofrimentos causados por elas.

Assista ou ouça programa do Padre Paulo Ricardo com o tema “A Igreja ainda aprova o uso do cilício?”:

Os sacrifícios dos três pastorinhos pelos pecadores

Certo dia, os pastorinhos corriam alegres e brincavam, na véspera do encontro marcado com Nossa Senhora, quando Jacinta lembra-se disso e diz: “Então não brinquemos mais. Fazemos este sacrifício pela conversão dos pecadores”8. É interessante que Jacinta, a mais jovem das três crianças, então com apenas sete anos de idade, toma a iniciativa de chamar Lúcia e Francisco para fazerem esse sacrifício. Certamente, custava muito para aquelas crianças renunciar às brincadeiras e com que amor e piedade faziam os sacrifícios pela salvação das almas. O mais interessante é que os pastorinhos faziam estes sacrifícios pela conversão e salvação dos pecadores em geral, mas também sempre o faziam por pessoas em particular, as quais por vezes alcançavam graças.

No lugar onde moravam os pastorinhos, havia uma mulher que sempre os insultava quando os encontrava. Num desses encontros, depois de serem costumeiramente insultados pela mulher, só que desta vez mais duramente do que das outras vezes, Jacinta diz a Lúcia: “Temos que pedir a Nossa Senhora e oferecer-Lhe sacrifícios pela conversão desta mulher. Diz tantos pecados que, se não se confessa, vai para o inferno”9. Passados alguns dias, voltamos à cena acima, na qual Jacinta oferece como sacrifício as brincadeiras com Lúcia e Francisco, pela conversão dos pecadores. Sem pensar que alguém a estava vendo, ela levanta as mãozinhas e os olhos ao Céu e faz o oferecimento, bem em frente da casa da mulher. Esta espreitava e impressionou-se tanto aquele gesto de Jacinta que, conforme confidenciara à mãe de Lúcia, não necessitava de outra prova para crer nas aparições da Virgem Maria. Daí por diante, a mulher não somente não insultava as três crianças, mas pedia continuamente que rezassem por ela a Nossa Senhora, para que lhe fossem perdoados os seus pecados.

Em outra ocasião, foi até Jacinta um soldado, que chorava como se fosse uma criança. Ele acabava de saber-se convocado para a guerra. Por isso, teria que deixar sua mulher, que estava na cama, doente, e três filhos pequenos. O rapaz pedia a cura da mulher enferma, ou a revogação da convocação militar. Jacinta convidou-o a rezar o Terço com ela. Depois de rezarem, disse-lhe: “Não chore. Nossa Senhora é tão boa! Com certeza faz-lhe a graça que lhe pede”10. Jacinta não esqueceu mais aquele soldado. No fim do Terço, rezava sempre uma Ave-Maria por ele. Passados alguns meses, o rapaz apareceu com sua esposa e seus três filhinhos, para agradecer a Virgem Maria as duas graças recebidas. Por causa de uma febre que teve na véspera de partir, ele foi dispensado do serviço militar e sua esposa foi curada por milagrosamente.

Os pastorinhos sempre encontravam ocasiões de fazer pequenos sacrifícios. Certa vez, a mãe de Jacinta cortou alguns cachos de uva e levou às três crianças para que os comessem. Mas, Jacinta não esquecia nunca os seus pecadores, aquelas pessoas por quem rezava e oferecia penitências e sacrifícios. “Não os comemos – dizia ela – e oferecemos este sacrifício pelos pecadores. Depois, correu a levar as uvas às outras crianças que brincavam na rua”11. Outra vez, a tia de Lúcia chamou os pastorinhos para comer deliciosos figos que trouxera para casa. Jacinta senta-se à mesa feliz, com Lúcia e Francisco, e pega um figo para comer. Mas, antes de colocá-lo na boca, lembra-se e diz: “É verdade! Ainda hoje não fizemos nenhum sacrifício pelos pecadores! Temos que fazer este”12. Imediatamente, Jacinta põe o figo na cesta e faz o oferecimento, bem como as outras duas crianças, pela conversão dos pecadores. Jacinta fazia frequentemente sacrifícios pela conversão e salvação dos pecadores, e Lúcia e Francisco a acompanhavam nessas práticas de piedade.

Assista ou ouça programa do Padre Paulo Ricardo sobre “O sentido do sacrifício”:

Os jejuns das três crianças pela conversão dos pecadores

Certo dia, os três pastorinhos cuidavam do rebanho e Jacinta sentou-se pensativa, em uma pedra. Ela pensava nos pedidos de Nossa Senhora para que rezassem o Terço e fizessem sacrifícios pela conversão dos pecadores. A esse respeito, perguntou: “E os sacrifícios como os havemos de fazer? O Francisco discorreu em breve um bom sacrifício: – Demos a nossa merenda às ovelhas e fazemos o sacrifício de não merendar!”13 Então, as crianças distribuíram o que tinham levado para comer entre o rebanho. Naquele dia, passaram um dia de jejum, igual à do mais austero cartuxo!14

Jacinta levou tão a sério os sacrifícios pela conversão dos pecadores, que não deixava escapar nenhuma oportunidade. Algumas crianças sempre pediam doações de alimentos pelas casas do povoado onde moravam os pastorinhos. Certa vez, estes os encontraram enquanto cuidavam do rebanho. Jacinta, ao vê-los, disse: “Damos a nossa merenda àqueles pobrezinhos, pela conversão dos pecadores?” Sem esperar a resposta, levou a comida àquelas crianças pedintes. Mais tarde, sentiram fome e decidiram comer das bolotas dos carvalhos, para fazer o sacrifício de comer uma coisa amarga. Depois disto, Jacinta tomou este por um dos seus sacrifícios habituais. Certo dia, Lúcia lhe disse: “Jacinta, não comas isso, que amarga muito”. [Esta respondeu:] “Pois é por amargar que o como, para converter os pecadores”15.

Não foram só estes os jejuns dos três pastorinhos de Fátima. Estes combinaram entre si que, sempre que encontrassem aquelas crianças pobres, dariam a elas a comida que levavam para o dia. As pobres crianças, contentes com a caridade dos três, procuravam encontrá-los e os esperavam pelo caminho. Logo que as via, a Jacinta corria para levar-lhes todo o sustento do dia, com tanta satisfação que parecia não lhe fazer falta. Nesses dias, os pastorinhos comiam pinhões, raízes, amoras, cogumelos, ou frutas, se houvesse por perto, em alguma das propriedades pertencentes a seus pais.

A pequena Jacinta parecia insaciável na prática do sacrifício. Um dia, um vizinho ofereceu para a mãe de Lúcia uma boa pastagem para o rebanho. No entanto, o lugar era muito longe e estavam justamente na época mais quente do verão. A mãe aceitou a oferta feita com tanta generosidade e mandou os pastorinhos para lá. Pelo caminho, encontraram os queridos pobrezinhos e Jacinta, como de costume, correu para levar-lhes a esmola. O dia estava lindo, mas o sol, mais ardente do que nunca, naquela terra árida e seca, parecia querer abrasar tudo. As três crianças tinham sede e não havia fonte d’água para beber! A princípio, ofereciam o sacrifício com generosidade, pela conversão dos pecadores. Entretanto, depois do meio-dia, não resistiram. Lúcia propôs aos seus companheiros ir a uma casa próxima pedir um pouco de água. Os dois irmãos aceitaram a proposta. Então, Lúcia foi bater à porta da casa, onde morava uma velhinha, que deu-lhe uma vasilha com água e também um bocado de pão. Lúcia aceitou e correu para dividir com Francisco e Jacinta. Mas, ambos não quiseram beber, para sofrer e oferecer o sacrifício pela conversão dos pecadores.

Naquele calor de verão, as cigarras, os grilos e as rãs que havia no local faziam um barulho insuportável. Jacinta, debilitada pela fraqueza e pela sede, disse a Lúcia, com a simplicidade habitual:

Diz aos grilos e às rãs que se calem! Dói-me tanto a minha cabeça!

Então, o Francisco perguntou-lhe:

Não queres sofrer isto pelos pecadores?!

A pobre criança, apertando a cabeça entre as mãozinhas, respondeu:

Sim, quero. Deixa-as cantar16.

Assista ou ouça programa do Padre Paulo Ricardo sobre “O jejum e o vinho novo”:

As nossas penitências, jejuns e sacrifícios, pelos pecadores

Assim, as penitências, os jejuns e os sacrifícios, que os três pastorinhos de Fátima faziam pela conversão e salvação dos pecadores são exemplos luminosos de verdadeiro amor a Deus e ao próximo, que ajudam-nos a refletir sobre como estamos vivendo nossas práticas penitenciais. Em tempos nos quais as facilidades, o conforto, o bem-estar, o luxo, os pratos requintados, estão cada vez mais presentes em praticamente todas as culturas, pensar na vida austera que viviam aquelas crianças, por amor a Deus e pela salvação das almas, faz com que nos sintamos constrangidos e, inspirados pela Virgem Maria, também nós queiramos fazer essa experiência.

Nas mais diversas áreas das nossas vidas, podemos imitar os três pastorinhos: rezando de joelhos ou prostrados por terra; usando uma roupa ou um calçado que não seja bonita, da moda, confortável; dormindo no chão ou numa cama desconfortável; sentando numa cadeira ou sofá menos confortável; comendo pratos mais simples, alimentos menos saborosos ou que não gostamos; usando um automóvel ou motocicleta mais simples, sem muito conforto, recursos e comodidades; morando numa casa mais pobre e simples. Podemos fazer estas e ou outras práticas que Nossa Senhora nos inspirar, pela conversão dos pecadores, pela salvação de tantas almas que “caem” no Inferno por não terem quem reze e ofereça sacrifícios por elas. Como nos pediu a Virgem Maria, façamos penitências, jejuns e sacrifícios, pela conversão e salvação dos pecadores. Beato Francisco e Beata Jacinta, rogai por nós! Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós!

Oração de São Nicolau de Flue

Meu Senhor e meu Deus, tirai-me tudo o que me afasta de Vós.

Meu Senhor e meu Deus, dai-me tudo o que me aproxima de Vós.

Meu Senhor e meu Deus, desprendei-me de mim mesmo para doar-me por inteiro a Vós.

Natalino Ueda, escravo inútil de Jesus por Maria.

Links relacionados:

CANÇÃO NOVA FORMAÇÃO. Saiba quais são os tipos de jejum.

PADRE PAULO RICARDO. A lei da abstinência.

TODO DE MARIA. A reparação ao Coração Imaculado de Maria.

Referências e nota:

1 PADRE LUÍS KONDOR. Memórias da Irmã Lúcia, p. 213.

2 Idem, p. 121.

3 Idem, p. 168.

4 Idem, p. 169.

5 Idem, p. 123.

6 Idem, p. 92.

7 Idem, ibidem.

8 Idem, p. 56.

9 Idem, ibidem.

10 Idem, p. 57.

11 Idem, ibidem.

12 Idem, p. 58.

13 Idem, p. 46.

14 Os cartuchos são monges contemplativos, filhos e filhas de São Bruno e, como ele, os solitários, desde há nove séculos, procuram ser fiéis ao chamado que receberam de Deus. Com simplicidade, tentam dizer quem são, a favor de todos aqueles que são atraídos por uma vida separada do mundo. Os cartuchos são considerados os monges que têm uma das vidas mais austeras da Igreja Católica.

15 PADRE LUÍS KONDOR. Op. cit., p. 47.

16 Idem, p. 48.


Natalino Ueda é brasileiro, católico, formado em Filosofia e Teologia. Na consagração a Virgem Maria, segundo o método de São Luís Maria Grignion de Montfort, explicado no seu livro “Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem”, descobriu o caminho fácil, rápido, perfeito e seguro para chegar a Jesus Cristo. Desde então, ensina e escreve sobre esta devoção, o caminho “a Jesus por Maria”, que é hoje o seu maior apostolado.

2 Comentários

  1. Shirley do Rosário Soares

    Qual e a diferença entre penitência e sacrifício?

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