Neste Ano Mariano, comemorativo dos 300 anos de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, meditemos sobre o mistério da Imaculada Conceição de Maria.

Neste Ano Nacional Mariano, no qual comemoramos os 300 anos de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, é significativo que meditemos sobre o sublime mistério da Imaculada Conceição de Maria. Em nossa meditação, nos voltemos para Carta Encíclica Fulgens Corona, na qual o Sumo Pontífice Papa Pio XII nos transmite a doutrina da Imaculada conforme os Santos Padres e Doutores, a Tradição e o Magistério da Santa Igreja Católica.

Neste Ano Mariano, comemorativo dos 300 anos de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, meditemos sobre o mistério da Imaculada Conceição de Maria.

Nossa Senhora da Imaculada Conceição

Através da Carta Encíclica Fulgens Corona, o Papa Pio XII proclamou o primeiro Ano Mariano para toda a Igreja Católica na história, em comemoração do primeiro centenário da definição do dogma da Imaculada Conceição da Bem-aventurada Virgem Maria. Nesta Carta, Pio XII convidou os fiéis a aprofundar o conhecimento da doutrina da Imaculada Conceição. Por ocasião do Ano Nacional Mariano, é muito oportuno que meditemos piedosamente esta doutrina, tendo em vista que nossa padroeira é Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Continue lendo…

Saiba por que convinha a Santíssima Trindade honrar a Virgem Maria com o singular privilégio da Imaculada Conceição.

Conveio a Santíssima Trindade preservar a Santíssima Virgem Maria da culpa original, no mistério sublime da Imaculada Conceição. “Conveio ao Pai, por ser ela sua Filha primogênita. Conveio ao Filho, porque queria incarnar no seio puríssimo de Maria. Conveio ao Espírito Santo, porque a tinha escolhido para sua castíssima Esposa”[1]. Façamos um ato de fé viva em tão singular privilégio de Maria Santíssima, e rendamos graças a Trindade Santíssima por honrar a tal ponto a nossa Mãe. Regozijemo-nos com o mistério desta Menina imaculada e nela coloquemos toda a nossa confiança.

Saiba por que convinha a Santíssima Trindade honrar a Virgem Maria com o singular privilégio da Imaculada Conceição.

Nossa Senhora da Imaculada Conceição

Incalculável foi a ruína causada pelo pecado a Adão e a toda a humanidade. Adão perdeu miseravelmente não somente a graça de Deus, mas também todos os outros bens que no princípio o enriqueciam. Sobre si e seus descendentes, atraiu numerosos males. Mas, Deus quis livrar a Virgem de Nazaré desse infortúnio. Em seu desígnio benevolente, predestinou Nossa Senhora para ser Mãe de Jesus Cristo, o novo Adão (cf. 1 Cor 15, 20-21; Rm 5, 17-19), que viria ao mundo para reparar o mal causado pelo primeiro. Sendo assim, vejamos por que convinha às Três Pessoas divinas preservar a Virgem Maria do pecado original, por ser ela Filha de Deus Pai, Mãe de Deus Filho e Esposa de Deus Espírito Santo. Continue lendo…

A celeste menina Maria, que se apresenta no Templo, é modelo por excelência de consagração, de entrega total a Deus.

Ao celebramos a festa da Apresentação da Santíssima Virgem Maria, é significativo que meditemos sobre a sua consagração total a Deus, Uno de Trino. A princípio, a apresentação da menina Maria no templo de Jerusalém pode não parecer um evento extraordinário. Pois, a consagração de uma menina era algo comum na tradição judaica. No entanto, há alguns fatos transmitidos a nós pela Tradição da Igreja que nos ajudam a compreender a apresentação de Maria no Templo como um desígnio especialíssimo de Deus.

A celeste menina Maria, que se apresenta no Templo, é modelo por excelência de consagração, de entrega total a Deus.

A Apresentação da menima Maria no Templo

Podemos dizer que o primeiro milagre do Filho de Deus foi a Imaculada Conceição de sua Mãe, Maria Santíssima. Pois, a celeste Menina foi preparada pelo Verbo de Deus para ser a sua Mãe, para dar a Ele a sua humanidade. Nascida sem a mancha do pecado original, a menina Maria foi consagrada a Deus para que nela se realizasse o mistério da Encarnação do Verbo Eterno. Esta entrega radical de Maria ao Senhor, de certo modo, diz respeito ao chamado divino de também nos consagrar inteiramente a Ele. Continue lendo…

Saiba por que podemos dizer que a Virgem Maria é o coração amoroso e orante da Santa Igreja.

A Santíssima Virgem Maria é este coração orante e amoroso, que não vemos, mas tudo move, e que se fez presente desde os inícios na Igreja. Antes do derramamento do Espírito Santo em Pentecostes, a Mãe da Igreja já estava presente, com os apóstolos e discípulos de Jesus Cristo: “Todos eles perseveravam unanimemente na oração, juntamente com as mulheres, entre elas Maria, mãe de Jesus” (At 1, 14).

Saiba por que podemos dizer que a Virgem Maria é o coração amoroso e orante da Santa Igreja.

Nossa Senhora de Pentecostes

No Cenáculo em Jerusalém, a Virgem de Pentecostes perseverava em oração junto com a Igreja nascente, à espera da vinda do Espírito prometido por Cristo: “porque João batizou na água, mas vós sereis batizados no Espírito Santo daqui há poucos dias” (cf. At 1, 5). Esta presença orante e amorosa da Virgem Maria na Igreja primitiva nos ajuda a compreender como deve ser a nossa atitude na Igreja. Continue lendo…

A Santíssima Virgem Maria está presente na Bíblia desde o Antigo Testamento, na figura da Mulher, da excelsa Filha de Sião.

A Bíblia e a Tradição da Igreja, que juntas formam o único depósito da Revelação divina, mostram de modo cada vez mais evidente o papel da Santíssima Virgem Maria, Mãe de Jesus Cristo, na economia da salvação da humanidade. Hoje, sabemos que “os livros do Antigo Testamento descrevem a história da salvação na qual se vai preparando lentamente a vinda de Cristo ao mundo”[1].

A Santíssima Virgem Maria está presente na Bíblia desde o Antigo Testamento, na figura da Mulher, da excelsa Filha de Sião.

O nascimento de Jesus Cristo, o Emanuel.

Os livros do Velho Testamento, lidos na Igreja e interpretados à luz da Tradição viva, evidenciam a figura de uma “Mulher”, a Mãe do Filho de Deus, especialmente naquele que é chamado de “Protoevangelho”: “Maria encontra-se já profeticamente delineada na promessa da vitória sobre a serpente (cf. Gn 3,15), feita aos primeiros pais caídos no pecado”[2]. Continue lendo…

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