Meditemos sobre a superioridade de Maria Santíssima como modelo de amor a Deus e ao próximo.

Santo Afonso Maria de Ligório nos ajuda a compreender que a Santíssima Virgem Maria é o modelo máximo do amor a Deus e ao próximo. A princípio pode parecer exagero, mas se meditarmos profundamente sobre a presença da Mãe de Deus no mistério da salvação da humanidade, realizado por seu Filho Jesus Cristo, certamente reconheceremos o seu amor incomparável por Deus e por cada um de nós, seus filhos.

Meditemos sobre a superioridade de Maria Santíssima como modelo de amor a Deus e ao próximo.

Primeiro milagre de Jesus, nas Bodas de Caná.

O amor ao próximo nasce do amor que nutrimos para com Deus. Consequentemente, do mesmo modo que nunca existiu, nem jamais existirá, quem tenha amado Deus mais do que a Santíssima Virgem Maria, também não houve, nem haverá, quem mais tenha amado e ame o próximo do que a Santíssima Virgem. A prova disso é que a sua caridade para conosco a levou a oferecer à morte, entre as mais terríveis e insuportáveis dores, o seu Filho Jesus Cristo, pela nossa salvação. Sendo assim, felizes de nós se soubermos imitar uma Mãe tão amorosa. Em resposta, ela usará para conosco da mesma caridade que tivermos para com o nosso próximo. Continue lendo…

Vivamos esta Páscoa especialíssima do Ano Nacional Mariano na companhia da Bem-aventurada Virgem Maria.

No programa “Uma Páscoa com Maria”, gravado especialmente por ocasião do Ano Jubilar Mariano de 2017, no qual celebramos os 300 anos de Aparecida e os 100 anos de Fátima, Padre Paulo Ricardo nos ajuda a meditar sobre os principais mistérios do Tríduo Pascal, sobre a paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo na perspectiva de sua Mãe, Maria Santíssima.Vivamos esta Páscoa especialíssima do Ano Nacional Mariano na companhia da Bem-aventurada Virgem Maria.

Meditaremos sobre a instituição da Eucaristia, passando pela paixão e morte de Cristo e pelo silêncio do Sábado Santo na companhia de Nossa Senhora, e veremos de que modo ela pode ajudar-nos a colher os abundantes frutos espirituais que o mistério Pascal de Cristo tem a nos oferecer. Continue lendo

Neste Ano Mariano, comemorativo dos 300 anos de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, meditemos sobre o mistério da Imaculada Conceição de Maria.

Neste Ano Nacional Mariano, no qual comemoramos os 300 anos de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, é significativo que meditemos sobre o sublime mistério da Imaculada Conceição de Maria. Em nossa meditação, nos voltemos para Carta Encíclica Fulgens Corona, na qual o Sumo Pontífice Papa Pio XII nos transmite a doutrina da Imaculada conforme os Santos Padres e Doutores, a Tradição e o Magistério da Santa Igreja Católica.

Neste Ano Mariano, comemorativo dos 300 anos de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, meditemos sobre o mistério da Imaculada Conceição de Maria.

Nossa Senhora da Imaculada Conceição

Através da Carta Encíclica Fulgens Corona, o Papa Pio XII proclamou o primeiro Ano Mariano para toda a Igreja Católica na história, em comemoração do primeiro centenário da definição do dogma da Imaculada Conceição da Bem-aventurada Virgem Maria. Nesta Carta, Pio XII convidou os fiéis a aprofundar o conhecimento da doutrina da Imaculada Conceição. Por ocasião do Ano Nacional Mariano, é muito oportuno que meditemos piedosamente esta doutrina, tendo em vista que nossa padroeira é Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Continue lendo…

Saiba por que convinha a Santíssima Trindade honrar a Virgem Maria com o singular privilégio da Imaculada Conceição.

Conveio a Santíssima Trindade preservar a Santíssima Virgem Maria da culpa original, no mistério sublime da Imaculada Conceição. “Conveio ao Pai, por ser ela sua Filha primogênita. Conveio ao Filho, porque queria incarnar no seio puríssimo de Maria. Conveio ao Espírito Santo, porque a tinha escolhido para sua castíssima Esposa”[1]. Façamos um ato de fé viva em tão singular privilégio de Maria Santíssima, e rendamos graças a Trindade Santíssima por honrar a tal ponto a nossa Mãe. Regozijemo-nos com o mistério desta Menina imaculada e nela coloquemos toda a nossa confiança.

Saiba por que convinha a Santíssima Trindade honrar a Virgem Maria com o singular privilégio da Imaculada Conceição.

Nossa Senhora da Imaculada Conceição

Incalculável foi a ruína causada pelo pecado a Adão e a toda a humanidade. Adão perdeu miseravelmente não somente a graça de Deus, mas também todos os outros bens que no princípio o enriqueciam. Sobre si e seus descendentes, atraiu numerosos males. Mas, Deus quis livrar a Virgem de Nazaré desse infortúnio. Em seu desígnio benevolente, predestinou Nossa Senhora para ser Mãe de Jesus Cristo, o novo Adão (cf. 1 Cor 15, 20-21; Rm 5, 17-19), que viria ao mundo para reparar o mal causado pelo primeiro. Sendo assim, vejamos por que convinha às Três Pessoas divinas preservar a Virgem Maria do pecado original, por ser ela Filha de Deus Pai, Mãe de Deus Filho e Esposa de Deus Espírito Santo. Continue lendo…

A celeste menina Maria, que se apresenta no Templo, é modelo por excelência de consagração, de entrega total a Deus.

Ao celebramos a festa da Apresentação da Santíssima Virgem Maria, é significativo que meditemos sobre a sua consagração total a Deus, Uno de Trino. A princípio, a apresentação da menina Maria no templo de Jerusalém pode não parecer um evento extraordinário. Pois, a consagração de uma menina era algo comum na tradição judaica. No entanto, há alguns fatos transmitidos a nós pela Tradição da Igreja que nos ajudam a compreender a apresentação de Maria no Templo como um desígnio especialíssimo de Deus.

A celeste menina Maria, que se apresenta no Templo, é modelo por excelência de consagração, de entrega total a Deus.

A Apresentação da menima Maria no Templo

Podemos dizer que o primeiro milagre do Filho de Deus foi a Imaculada Conceição de sua Mãe, Maria Santíssima. Pois, a celeste Menina foi preparada pelo Verbo de Deus para ser a sua Mãe, para dar a Ele a sua humanidade. Nascida sem a mancha do pecado original, a menina Maria foi consagrada a Deus para que nela se realizasse o mistério da Encarnação do Verbo Eterno. Esta entrega radical de Maria ao Senhor, de certo modo, diz respeito ao chamado divino de também nos consagrar inteiramente a Ele. Continue lendo…

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