Em entrevista exclusiva, Ana Lígia Lira fala sobre nova edição do seu livro “O Diário do Silêncio” e sobre as aparições de Nossa Senhora em Pernambuco.

Neste artigo, temos uma entrevista com Ana Lígia Lira da Silva, pesquisadora e escritora, autora do livro “O Diário do Silêncio”. Ana Lígia é formada em Comunicação. Biografa conceituada, com livros lançados em 10 países e traduzidos para 4 idiomas, ela é autora dos livros: “Sangue, Suor e Riqueza”, “O Capitão dos Índios”, “Amissa – Uma história sobre tráfico humano”, “Um Brasileiro na SWAT”, “A noite Escura da Alma” e “O Diário do Silêncio”[1],

Em entrevista exclusiva, Ana Lígia Lira fala sobre nova edição do seu livro “O Diário do Silêncio” e sobre as aparições de Nossa Senhora em Pernambuco.

Ana Lígia Lira

A principal característica literária de Ana Lígia é a propriedade de unir a pesquisa com a literatura, apresentando livros com uma rara característica, que prende o leitor da primeira até a última página. “Elogiada por jornais como O Diário da Manhã (Portugal) e O Clarin (Argentina) é tida como uma das mais eminentes jovens escritoras brasileiras”[2]. Ana Lígia Lira desenvolveu também uma pesquisa de cunho religioso durante três anos, para então escrever o livro “O Diário do Silêncio”, que conta a história de Irmã Adélia, uma das videntes das aparições de Nossa Senhora das Graças no Sítio Guarda, na localidade de Cimbres, que fica na cidade de Pesqueira, no estado de Pernambuco. Continue lendo…

Os beatos Francisco e Jacinta e o premente apelo de Nossa Senhora do Rosário de Fátima à conversão e à penitência pela salvação dos pecadores.

Hoje celebramos os beatos Francisco a Jacinta Marto, cuja vida foi um contínuo apelo à conversão e à penitência pela salvação dos pecadores. Por isso, na iminência do início da Quaresma, a vida dos dois irmãos Francisco e Jacinta – que ficaram conhecidos, com a Irmã Lúcia, como os “três pastorinhos de Fátima” – nos ajuda a repensar as nossas vidas e a fazer propósitos bem concretos de penitência, de mudança de vida. Como a maioria de nós, os pastorinhos eram católicos comuns. A segunda conversão dos três aconteceu a partir de revelações privadas, que mudaram para sempre suas vidas e podem também mudar as nossas.

Os beatos Francisco e Jacinta e o premente apelo de Nossa Senhora do Rosário de Fátima à conversão e à penitência pela salvação dos pecadores.

Os beatos Francisco e Jacinta Marto

Antes das aparições, Lúcia, Jacinta e Francisco eram crianças católicas comuns, que moravam no vilarejo de Aljustrel, na diocese de Leiria-Fátima, Portugal. Os pastorinhos brincavam como todas as outras crianças, gostavam de jogos e de danças. Os três viviam um catolicismo verdadeiro. Porém, como a maioria dos católicos, limitavam-se ao mínimo necessário para cumprir suas obrigações. Mas, depois das aparições do Anjo da Guarda de Portugal, em 1916, os três pastorinhos viveram uma conversão radical de vida e passaram a fazer orações, penitências e sacrifícios pelos pecadores. Em 1917, em uma de suas aparições, Nossa Senhora do Rosário falou-lhes com voz e coração de mãe: convidou-os a oferecerem-se como vítimas de reparação e ofereceu-se para conduzi-los, seguros, até Deus. “Foi então que das suas mãos maternas saiu uma luz que os penetrou intimamente, sentindo-se imersos em Deus como quando uma pessoa ― explicam eles ― se contempla num espelho”[1]. Continue lendo…

Conheça a impressionante história de Santa Bernadette, a vidente das aparições de Nossa Senhora em Lourdes.

Santa Bernadette Soubirous nasceu em Lourdes, na França, no dia 7 de Janeiro de 1844 e faleceu em Nevers, em 16 de Abril de 1879. No Brasil, a sua festa é celebrada nesta data, mas, na França, esta acontece no dia 18 de Fevereiro. Bernadette, a filha mais velha da família, viveu em extrema pobreza com seus pais, Francisco Soubirous e Luísa Castèrot, e seus irmãos, Marie, Jean-Marie e Justin.

Conheça a impressionante história de Santa Bernadette, a vidente das aparições de Nossa Senhora em Lourdes.

Santa Bernadette Soubirous

A família Soubirous morava de graça numa cela abandonada da cadeia da cidade, que foi abandonada por ser um lugar insalubre. Nossa Senhora apareceu à jovem Bernadette em 11 de fevereiro de 1858, quando ela apanhava lenha para esquentar a mísera cela onde morava e para que sua mãe cozinhasse uma pobre sopa. Bernadette dizia que Nossa Senhora a escolheu como única vidente porque era a pessoa mais ignorante de Lourdes. De fato, ela era analfabeta e, além disso, vivia praticamente na miséria extrema e consequentemente tinha a saúde muito frágil. Continue lendo…

A visão do inferno como noite escura do espírito que purificou e fez progredir na caridade os três pastorinhos.

A Irmã Lúcia, ao ser questionada sobre o que santificou os dois Beatos, Francisco e Jacinta Marto, não hesitou em dizer que foi a visão que tiveram do inferno. Pode parecer estranho, mas esta resposta é perfeitamente coerente com a teologia da santificação. Nossa Senhora apareceu aos três pastorinhos e, em primeiro lugar, abriu os braços e então um grande clarão de luz os atingiu e fez com que recebessem uma infusão especialíssima da graça divina. A esse respeito, Lúcia disse que se Nossa Senhora não tivesse feito brilhar aquela luz sobre eles, teriam morrido de susto ao ver o inferno, porque a visão foi tremenda. Depois dessa visão, as três crianças tornaram-se fervorosas na pratica da oração e da penitência, pela salvação dos pecadores.

A visão do inferno como noite escura do espírito que purificou e fez progredir na caridade os três pastorinhos.

Os três pastorinhos: Lucia, Francisco e Jacinta.

Na vida espiritual, uma pessoa fica santa porque a graça divina concede a ela uma purificação profunda e um progresso na caridade. Mas, para que isso aconteça, é necessário passar pelo que São João da Cruz chamou de “noite escura dos sentidos”. Essa purificação põe em ordem as paixões desordenadas da pessoa, para que ela seja mais dócil e comece assim o seu caminho de santidade, que Santa Teresa d’Ávila chamou de “quarta morada”. Essa noite escura – que fez os três pastorinhos, sustentados pela graça de Deus, progredirem na vida espiritual – foi a visão do inferno[1]. Continue lendo…

Conheça as mensagens de Nossa Senhora de Lourdes, que continuam a ecoar pelos tempos e têm muito a nos dizer.

Nas suas aparições em Lourdes, na França, Nossa Senhora quis confirmar de forma prodigiosa a proclamação do dogma da Imaculada Conceição e também deixar a nós ensinamentos e mensagens preciosíssimos. Em 1858, ainda não havia passado quatro anos da proclamação do Dogma quando a Virgem Maria se revelou – com semblante juvenil e inocente, vestida de branco e cingida com uma faixa azul – a uma inocente e simples menina, na gruta de Massabielle. Santa Bernadette Soubirous, a única vidente, presenciou várias de suas aparições e insistentemente perguntava o seu nome, até que, levantando os olhos ao céu e com um suave sorriso, a Virgem de Lourdes responde: “Eu sou a Imaculada Conceição”[1].

Conheça as mensagens de Nossa Senhora de Lourdes, que continuam a ecoar pelos tempos e têm muito a nos dizer.

Imagem de Nossa Senhora de Lourdes

Fiéis de todas as partes do mundo até hoje fazem peregrinações à gruta de Massabielle, e lá reavivam a sua fé, intensificam a sua piedade e procuram conformar sua vida com os preceitos cristãos. Em Lourdes, milhares de fiéis alcançaram, e continuam alcançando, milagres que suscitaram a admiração de todos e confirmaram a religião católica como a única aprovada por Deus. Além disso, em suas aparições em Lourdes, Nossa Senhora deixou-nos lições espirituais, caminhos a seguir e um convite especial a todos nós, seus filhos. Continue lendo…

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