Saiba quais são os fundamentos bíblicos e teológicos do dogma da Assunção da Beatíssima Virgem Maria.

Neste artigo, respondemos as perguntas do leitor Kleber de Aguiar a respeito dos fundamentos do dogma da Assunção da Santíssima Virgem Maria. Na proximidade da Solenidade da Assunção de Nossa Senhora, é significativo que meditemos sobre os ensinamentos da Igreja Católica a respeito desse sublime e elevado mistério. Nesse sentido, as perguntas de nosso Leitor são muito oportunas:

Saiba quais são os fundamentos bíblicos e teológicos do dogma da Assunção da Beatíssima Virgem Maria.

Nossa Senhora da Assunção

Quais são os relatos (fontes, etc) nos quais são baseados o dogma mariano da Assunção de Nossa Senhora aos Céus e o fato Dela, Nossa Senhora, ter tido uma morte praticamente indolor (“Dormição da Beatíssima Virgem Maria”)? Como a Igreja atestou a veracidade divina dos mesmos?

Para responder essas perguntas recorremos à Tradição da Igreja, ao testemunho teólogos e santos, ao Magistério da Igreja e às Sagradas Escrituras. Continue lendo…

Conheça a belíssima história de São Francisco com a igreja de Nossa Senhora dos Anjos da Porciúncula.

A história da igreja de Nossa Senhora dos Anjos da Porciúncula é um capítulo importante da vida de Giovanni di Pietro di Bernardone, que ficaria mundialmente conhecido como São Francisco de Assis. Este Santo homem, pequeno em estatura, humilde no pensamento e menor por vocação, “escolheu para si e para os seus um pedacinho do mundo, enquanto aqui tinha de viver, pois não poderia servir a Cristo sem ter alguma coisa do mundo. E não foi sem presciência do oráculo divino que o lugar se chamou Porciúncula (pequena porção) desde os tempos antigos, lugar que deveria caber por sorte àqueles que deste mundo não queriam ter quase nada”1.

Conheça a belíssima história de São Francisco com a igreja de Nossa Senhora dos Anjos da Porciúncula.

Detalhe interno da igreja de Nossa Senhora dos Anjos da Porciúncula

Nele foi construída uma igreja dedicada a Santíssima Virgem Maria, que por sua humildade singular mereceu ser cabeça de todos os santos logo depois de seu Filho. Em Santa Maria dos Anjos teve início a Ordem dos Frades Menores, aí se levantou a nobre estrutura de inumerável multidão de irmãos, como que sobre um fundamento estável. “O santo teve uma preferência especial por esse lugar, quis que os frades o venerassem de maneira toda particular e quis que fosse conservado como espelho de toda a sua Ordem na humildade e na altíssima pobreza, deixando sua propriedade para outros e reservando para si e para os seus apenas o uso”2. Continue lendo…

Saiba qual é a razão mais profunda da devoção a São Joaquim e Santa Ana, os santos pais de Maria Santíssima.

No dia 26 de Julho, celebramos a festa de São Joaquim e Santa Ana, as almas venturosas a quem, depois de Deus, a Santíssima Virgem Maria é devedora de tudo quanto possui. Por essa razão, deduzimos o quanto deve agradar Nossa Senhora o nosso amor e veneração para com estes Santos. Pois, como disse o Rei Salomão: “A glória dos filhos são seus pais – Gloria filiorum patres eorum” (Pr 17, 6).

Saiba qual é a razão mais profunda da devoção a São Joaquim e Santa Ana, os santos pais de Maria Santíssima.

São Joaquim, Santa Ana e a Santíssima Virgem Maria

Sendo assim, se amamos a Mãe de Deus, sejamos também devotos de seus santos pais. Agradeçamos muitas vezes a Santíssima Trindade os dons, as graças e os privilégios que concedeu a Joaquim e Ana, e os invoquemos em nossas necessidades. Procuremos principalmente imitar as suas virtudes, especialmente o amor que nutriam pela sua santíssima filha, a Virgem de Nazaré. Continue lendo…

A profundidade da oração da Virgem Maria manifesta-se desde a luz do Natal, passa pelos sofrimentos da Paixão, para transbordar-se no derramamento do Espírito no Pentecostes.

No Natal, manifestação do Verbo neste mundo é uma manifestação de luz: uma claridade surge no céu, uma estrela guia os magos, os anjos cantam na terra “paz aos homens, objeto da benevolência divina” (Lc 2, 14); e nessa manifestação simbólica de luz, iluminados também por ela, nós encontramos são José e a Santíssima Virgem.

A profundidade da oração da Virgem Maria manifesta-se desde a luz do Natal, passa pelos sofrimentos da Paixão, para transbordar-se no derramamento do Espírito no Pentecostes.

Adoração dos pastores no Natal de Jesus

A vida que a habitou não deixa a Virgem; essa vida está daqui em diante no Verbo encarnado que ela contempla e que as almas poderão agora contemplar como ela, sob o doce véu da carne que ela lhe deu. Nós gostamos de vê-la, a primeira a inclinar-se sobre o olhar que se abre do Menino Deus. Nós pensamos nas fontes cristalinas de são João da Cruz, nas cavernas de pedra[1]; é a Virgem a primeira a conhecê-las. Continue lendo…

Meditemos sobre a oração de Jesus Cristo e a vida de oração da Virgem Maria antes e no momento da Anunciação do mistério da Encarnação.

A Santíssima Virgem exerce sua função maternal em sua vida e por sua vida.

Nosso Senhor foi mediador por seu sacrifício. Ele rezou porque devia essa homenagem a seu Pai; fez esse ato de dependência ainda que, gozando da visão beatífica[1], tivesse tudo o que podia desejar.

Meditemos sobre a oração de Jesus Cristo e a vida de oração da Virgem Maria antes e no momento da Anunciação do mistério da Encarnação.

Anunciação do Anjo a Virgem Maria.

Ele rezou também para nos ensinar a fazê-lo. Mas rezou sobretudo porque é a Cabeça do Corpo místico [de Cristo] e, como tal, trazia, para as reunir nesse mistério, todas as humanidades que lhe seriam ligadas pela graça, não importa a que grau. Ele estava sempre em estado de oração. Procurou por isso, em certos momentos, a solidão e o deserto, mesmo durante a vida pública. Ele rezou vocalmente ou interiormente. Quis realizar assim essa união das almas no Corpo místico: é a grande intenção que nos deixou, após a Ceia, na oração sacerdotal em que ele pede para nós essa união individual à divindade, nele e por ele, ao Pai, na unidade. Continue lendo…

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