Meditemos sobre a obscuridade, a monotonia e as dificuldades na vida cotidiana da Sagrada Família de Nazaré.

Após a alegre e luminosa festa de Natal, após a festa da Epifania, em que a luz brilha ao longe, com a adoração dos Magos que mostra à Santíssima Virgem e a São José o que deve ser seu Filho; após também a festa da Apresentação no Templo, marcada pelas predições de Simeão e da profetisa Ana, eis que a Sagrada Família se lança na sombra.

Meditemos sobre a obscuridade, a monotonia e as dificuldades na vida cotidiana da Sagrada Família de Nazaré.

São José, o Menino Jesus e a Virgem Maria.

Maria e José estão agora munidos de uma luz suficiente para avançar no caminho traçado pela Providência, para realizar o desígnio de Deus. Ei-los a caminho de Nazaré, esta cidadezinha desprezada em que a Sagrada Família vai viver durante longos anos, uma vida inteiramente ordinária: eles desaparecem. Continue lendo…

Meditemos sobre a importância da Virgem Maria e de São José no mistério da salvação, especialmente no Natal de Jesus Cristo.

No mistério do Natal de nosso Senhor Jesus Cristo, bem como no mistério da salvação como um todo, a Virgem Maria e São José têm particular importância. Tanto que, no presépio, outros personagens podem ficar de fora, mas Jesus, Maria e José não podem faltar. Este fato nos ajuda a compreender o mistério da Sagrada Família no desígnio divino da salvação.

Meditemos sobre a importância da Virgem Maria e de São José no mistério da salvação, especialmente no Natal de Jesus Cristo.

A Sagrada Família: Jesus, Maria e José.

Jesus Cristo é o Salvador da humanidade, é a Chave de Davi, que veio ao mundo para nos libertar dos grilhões da escravidão do pecado. No entanto, Ele não quis realizar a salvação da humanidade sem a participação algumas almas escolhidas. Nesse sentido, as cooperações especialíssimas de Nossa Senhora e São José são indispensáveis no mistério da salvação. Continue lendo…

Neste mês, no qual celebramos Nossa Senhora das Graças, rezemos pelas almas do purgatório, que tanto necessitam das graças divinas.

É significativo que em novembro celebremos a festa de Nossa Senhora das Graças e este mês seja dedicado à oração pelas almas do purgatório. Em uma de suas aparições na rue du Bac, em Paris, na França, que aconteceu justamente no dia 27 de novembro de 1830, Nossa Senhora revelou a Santa Catarina Labouré algo muito surpreendente, que nos ajuda a compreender a importância da oração pelas almas do purgatório.

Nesta aparição, a Santíssima Virgem apareceu vestida de branco, com indizível beleza, trazendo nas mãos uma esfera de ouro que representava o globo terrestre, o mundo inteiro e cada pessoa em particular, que estão sob os seus cuidados maternos. Nos dedos da Virgem Maria, Catarina vê anéis revestidos de belíssimas pedras preciosas, das quais saíam raios muito brilhantes. “Estes (raios) são o símbolo das graças que Eu derramo sobre as pessoas que mas pedem”[1], explicou Nossa Senhora. Mas, havia também anéis dos quais não partiam raios, a respeito dos quais a Santíssima Virgem disse: “Os anéis dos quais não partem raios simbolizam as graças que se esquecem de me pedir”[2].

Certamente que muitas dessas graças, que nos esquecemos de pedir, seriam destinadas às almas do purgatório. Isto é uma grande falta de caridade, pois essas almas muito padecem e não têm mais como rezar por si mesmas nem como adquirir méritos, que poderiam livrá-las desse sofrimento. Continue lendo…

Saiba o que Frei Galvão tem a nos ensinar sobre a devoção a Virgem Maria e o sacerdócio na Igreja Católica.

Na memória de Santo Antônio de Sant’Ana Galvão, mais conhecido como Frei Galvão, Padre Paulo Ricardo nos explica, em sua homilia, que ele foi um sacerdote exemplar que nutria uma especial devoção a Santíssima Virgem Maria.

Saiba o que Frei Galvão tem a nos ensinar sobre a devoção a Virgem Maria e o sacerdócio na Igreja Católica.

Santo Antônio de Sant’Ana Galvão

Primeiramente, Padre Paulo nos recordou a profunda devoção de Frei Galvão a Virgem Maria. Depois, ele falou sobre a devoção mariana na vida dos sacerdotes e, finalmente, lembrou que Frei Galvão é um exemplo luminoso para todos os sacerdotes. Transcrevemos a homilia do Padre e disponibilizamos abaixo o texto, bem como o áudio: Continue lendo…

No Concílio Vaticano II, a Virgem Maria é exaltada pela graça de Deus acima de todos os anjos e de todos os homens, logo abaixo do seu Filho Jesus Cristo.

A partir do século XIX, uma grande onda de devoção mariana surge na Igreja. A proclamação dos dogmas marianos da Imaculada Conceição, em 1848, e da Gloriosa Assunção de Maria, em 1950, se dão em um contexto que foi marcado pelos recentes santuários marianos na Europa, particularmente Lourdes e Fátima. Esta onda de devoção esteve ligada a uma das correntes teológicas de mariologia, dita maximalista, que teve influência no Concílio Vaticano II; tendo, porém, que se harmonizar no Concílio com uma teologia renovada, que era emergente (cf. LAURENTIN, 1969, p.11).

No concúiclio Vaticano II, a Virgem Maria é exaltada pela graça de Deus acima de todos os anjos e de todos os homens, logo abaixo do seu Filho Jesus Cristo.

Nossa Senhora, Mãe da Igreja

A corrente teológica que primava pelo maximalismo mariano, via no Vaticano II uma oportunidade para a proclamação de um quinto dogma mariano através do título de corredentora. Uma segunda corrente teológica, emergente no Concílio e ligada à teologia renovada, com ênfase nas fontes bíblico-patrísticas, tendia a preocupar-se mais em purificar abusos ou deturpações na devoção mariana que pudessem prejudicar a ação pastoral da Igreja e o diálogo ecumênico (cf. LAURENTIN, 1969, p.11).

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