O segredo da boa morte de Santo Afonso Maria de Ligório está no seu temor a Deus: “Timenti Dominum bene erit in extremis – Aquele que teme o Senhor será feliz no fim” (Eclo 1, 13).

Imaginemo-nos que presenciamos a preciosa morte de Santo Afonso Maria de Ligório. Este grande Santo morreu totalmente desapegado dos bens terrestres, com perfeita paz de consciência, com certeza da glória eterna, assistido por grande número dos seus filhos espirituais e, sobretudo, consolado pela doce presença da Santíssima Virgem Maria.

O segredo da boa morte de Santo Afonso Maria de Ligório está no seu temor a Deus: “Timenti Dominum bene erit in extremis – Aquele que teme o Senhor será feliz no fim” (Eclo 1, 13).

Santo Afonso Maria de Ligório em seu leito de morte.

Ó morte preciosa deste grande propagador das Glórias de Maria! Se desejamos uma morte semelhante à de Santo Afonso, imitemos a sua vida. Sejamos fervorosos devotos de Jesus Cristo no Santíssimo Sacramento e de Maria Santíssima, à imitação Dom Afonso, e procuremos promover com o maior zelo possível estas devoções também aos outros. Continue lendo…

Na memória de São Joaquim e Santa Ana, meditemos sobre a importância desses santos no mistério da Salvação, na vida de Jesus Cristo, da Virgem Maria e de cada um de nós.

Esta Celebração Eucarística (na memória de São Joaquim e Santa Ana) oferece-nos a ocasião para experimentar a bem-aventurança daqueles que ouvem a Palavra de Deus; que entram numa relação viva com o seu desígnio de salvação, através da comunhão com o Corpo, o Sangue e a Alma de Cristo, nosso Salvador.

Na memória de São Joaquim e Santa Ana, meditemos sobre a importância desses santos no mistério da Salvação, na vida de Jesus Cristo, da Virgem Maria e de cada um de nós.

The Holy Family, by Joseph Paelinck.

“Quanto a vós, ditosos os vossos olhos, porque veem, e os vossos ouvidos, porque ouvem. Em verdade vos digo: muitos profetas e justos desejaram ver o que estais vendo, e não viram, e ouvir o que estais ouvindo, e não ouviram!” (Mt 13, 16-17). Jesus faz com que os seus discípulos sintam a grandeza do dom recebido. Ele não lhes fala em parábolas do Reino de Deus. As parábolas velavam uma doutrina que a interpretação de muitos corria o risco de deturpar em sentidos nacionalista e material; a eles, que dóceis e humildes, Jesus comunicava a interpretação exata das parábolas: a felicidade e a libertação são para todos, acima de tudo para os marginalizados, os oprimidos, os frágeis, as mulheres, os excluídos, os pequeninos, os estrangeiros e os pobres; a origem desta libertação terrena e eterna é Deus, que Ele anuncia como Pai e Filho e Espírito Santo. Continue lendo…

Reflexão do Frei Raniero Cantalamessa ao Papa Bento XVI e à Cúria Romana sobre a proximidade entre a Santíssima Virgem Maria e o sacerdote.

Na carta a todos os sacerdotes, por ocasião da Quinta-Feira Santa de 1979, o Papa São João Paulo II disse que: “Há no nosso sacerdócio «ministerial» a dimensão estupenda e penetrante da proximidade da Mãe de Cristo”[1].

De Maria não se fala com muita frequência no Novo Testamento. No entanto, se prestarmos atenção, notamos que ela não está ausente em nenhum dos três momentos constitutivos do mistério cristão, que são: a Encarnação, o Mistério Pascal e o Pentecostes. Maria estava presente na Encarnação, porque ocorreu nela, estava presente no mistério Pascal, porque está escrito que: “perto da cruz de Jesus estava Maria sua mãe” (cf. Jo 19, 25); esteve presente no dia de Pentecostes, pois está escrito que os apóstolos “perseveravam na oração em comum, junto com algumas mulheres — entre elas, Maria, mãe de Jesus” (cf. At 1, 14).

Reflexão do Frei Raniero Cantalamessa ao Papa Bento XVI e à Cúria Romana sobre a proximidade entre a Santíssima Virgem Maria e o sacerdote.

Nossa Senhora, Mãe dos Sacerdotes

Cada uma destas três presenças revela algo da misteriosa proximidade entre Maria e o sacerdote, mas […] gostaria de limitar-me à primeira delas, aquilo que Maria diz do sacerdote e ao sacerdote no mistério da Encarnação. Continue lendo…

Meditemos sobre o amor de Deus manifestado em Pentecostes e na missão do Espírito Santo na santificação e na salvação de nossas almas.

No sacramento da Confirmação, todos nós recebemos o mesmo Espírito Santo que a Santíssima Virgem Maria e os apóstolos receberam abundantemente no Pentecostes. Consideremos o amor que a Santíssima Trindade nos mostrou neste sublime mistério, apesar dos maus tratos que o mundo infligiu a Jesus Cristo.Meditemos sobre o amor de Deus manifestado em Pentecostes e na missão do Espírito Santo na santificação e na salvação de nossas almas.

Já que o amor se paga com amor, roguemos ao Espírito de Deus, que abrase o nosso coração com Suas chamas ardentes de amor, e nos conceda que adoremos e louvemos as três Pessoas divinas com fervor e as façamos adorar e louvar pelos outros. Continue lendo…

Na memória da Virgem Maria Mãe da Igreja, o Cardeal Robert Sarah refletiu sobre a oposição entre a luz e as trevas neste mundo.

Homilia na catedral de Chartres, na França, dia 21 de maio de 2018.

Permitam-me, em primeiro lugar, agradecer calorosamente a Sua Excelência, Dom Philippe Christory, bispo de Chartres, pelo seu acolhimento nesta maravilhosa Catedral.

Na memória da Virgem Maria Mãe da Igreja, o Cardeal Robert Sarah refletiu sobre a oposição entre a luz e as trevas neste mundo.

Queridos peregrinos de Chartres,

“A luz veio ao mundo”, diz-nos hoje o Evangelho, “e os homens preferiram as trevas”.

E vocês, queridos peregrinos, acolheram a única Luz que não engana? Acolheram a Luz de Deus? Vocês caminharam durante três dias. Rezaram, cantaram, sofreram debaixo do sol e da chuva… Acolheram a Luz em seus corações? Renunciaram realmente às trevas? Escolheram seguir o Caminho, seguindo Jesus, que é a Luz do mundo? Continue lendo…

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