Meditemos sobre o mistério da perda e do encontro de Jesus no templo de Jerusalém entre os doutores da Lei.

Na oração do Santo Rosário, no 5º mistério, meditamos sobre a perda e o encontro de Jesus Cristo no templo de Jerusalém entre os doutores da Lei. “Remansit puer Iesus in Ierusalem, et non cognoverunt parentes eius – O Menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais se apercebessem” (Lc 2, 43).

Meditemos sobre o mistério da perda e do encontro de Jesus no templo de Jerusalém entre os doutores da Lei.

Jesus entre os doutores – Cima da Conegliano.

Conforme a tradição judaica, quando o Menino Jesus completou doze anos de idade, São José e a Virgem Maria levaram-No consigo à Jerusalém para participar da festa da Páscoa. No retorno para Nazaré, Jesus ficou no Templo, sem que seus pais se apercebessem, e só foi encontrado ao fim de três dias de procura e de muitas lágrimas de seus pais.

Com Jesus, aprendamos deste mistério que devemos deixar tudo, família, parentes e amigos, quando se trata de promover a glória de Deus. Continue lendo…

Conheçamos a especial e terna devoção de três grandes santos carmelitas ao Menino Jesus.

Três grandes santos carmelitas, doutores da Igreja, que com suas particularidades viveram experiências espirituais bem diferentes, tem uma coisa em comum: a devoção ao Menino Jesus. Estes santos não somente nutriram uma particular e terna devoção ao divino Menino, mas também foram grandes incentivadores e propagadores desta devoção.

Conheçamos a especial e terna devoção de três grandes santos carmelitas ao Menino Jesus.

Thérèse in Nazareth – 1925 – Sr. Marie of the Holy Spirit

Santa Teresa de Jesus, também conhecida como Santa Teresa d’Ávila, grande mística e reformadora do Carmelo, nutria uma especialíssima devoção ao Menino Jesus.

São João da Cruz, também grande místico, doutor do tudo e do nada, tinha igualmente uma particular devoção ao divino Menino.

Santa Teresa de Lisieux, doutora da vida, mais conhecida no Brasil como Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face, também nutria uma particular e terna devoção ao Menino Jesus. Continue lendo…

Meditemos sobre a presença de São José e a Virgem Maria nas alegrias e nos sofrimentos do Natal de Jesus Cristo.

O mistério do Natal de nosso Senhor Jesus Cristo que nós celebramos é rico de muitos aspectos, como todos os mistérios de Deus. Ao consideramos os acontecimentos exteriores do Natal, neles percebemos um contraste, uma antinomia[1] surpreendente. Consideramos a alegria do céu, a exaltação da Santíssima Trindade, a alegria e a gratidão imensas dos que gozam da visão beatifica, veem na luz de Deus a magnificência do mistério realizado: a união da divindade e da humanidade. Esta alegria, esta exultação, esta gratidão de todo o céu, traduzem-se na terra por ecos: os anjos, com seus cantos de ação de graças a Deus, e os cânticos que os acompanham comunicam algo dessa alegria.

Meditemos sobre a presença de São José e a Virgem Maria nas alegrias e nos sofrimentos do Natal de Jesus Cristo.

Adoração dos Pastores – Bartolomé Esteban Perez Murillo

Essa magnificência celeste que brota, que ilumina um instante a terra, é acompanhada de realizações terrestres antinômicas, quase desconcertantes. Esse acontecimento se produz em condições difíceis, com circunstâncias que parecem não contrariá-lo diretamente, mas que o envolvem de obscuridade, de humildade, de sofrimento. É num presépio, numa gruta, no meio do abandono dos homens que Jesus vem à terra. Que oposição já tocante entre a Sabedoria de Deus que reina nos céus, que estende seu reino na terra, e o pecado que ela aí encontra, a fraqueza humana, a sabedoria dos homens inspirada pela fraqueza, esta ignorância e este pecado.

E, agora, para completar o quadro, para tentar compreendê-lo no seu conjunto, vamos às personagens que estão perto de Jesus, a São José, o chefe de família, a Virgem Maria, que acaba de nos dar Jesus. Continue lendo…

Conheçamos a origem da devoção ao Menino Jesus de Praga e as causas da sua popularização pelo mundo inteiro.

A origem da devoção ao Menino Jesus de Praga remonta ao século XVII e está ligada a um convento dos freis Carmelitas Descalços, situado em Praga, a capital e a maior cidade da República Checa, conhecida como a “cidade das cem cúpulas”. O Convento dos carmelitas passava por inúmeras dificuldades até que algo inesperado acontece.

Conheçamos a origem da devoção ao Menino Jesus de Praga e as causas da sua popularização pelo mundo inteiro.

Imagem do Menino Jesus de Praga

A princesa Polyxene de Lobskowitz, impelida por uma força superior, compreendeu que devia desapegar-se de uma lembrança de família. Tratava-se de uma imagem do Menino Jesus, que sua mãe, princesa Manrique de Lara, que pertencia à família real espanhola, tinha-lhe oferecido como presente de casamento. A mãe, por sua vez, tinha recebido a imagem de Santa Teresa de Jesus, a grande reformadora do Carmelo feminino, também conhecida como Santa Teresa d’Ávila. Continue lendo…

Porque vós sabeis que não é por bens perecíveis, como a prata e o ouro, que tendes sido resgatados da vossa vã maneira de viver, recebida por tradição de vossos pais, mas pelo precioso sangue de Cristo” (1 Pd 1, 18).

Julho é o mês dedicado ao Preciosíssimo Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual fomos resgatados da escravidão de Satanás. Na Liturgia anterior à reforma feita pelo Papa Paulo VI celebrava-se a festa do Preciosíssimo Sangue de Cristo no dia 1º de Julho. Apesar de suprimida do calendário litúrgico, está prevista a celebração da Missa votiva ao Preciosíssimo Sangue de Cristo.

A devoção ao Preciosíssimo Sangue de Cristo remonta aos inícios da Igreja Católica. No entanto, o Preciosíssimo Sangue de Cristo passou a fazer parte do calendário litúrgico somente nos últimos séculos.

“Porque vós sabeis que não é por bens perecíveis, como a prata e o ouro, que tendes sido resgatados da vossa vã maneira de viver, recebida por tradição de vossos pais, mas pelo precioso sangue de Cristo” (1 Pd 1, 18).

O encontro de Jesus com Maria na subida do Calvário.

O Papa Bento XIV (1740-1748) ordenou que fossem compostos a Missa e o Oficio em honra ao precioso Sangue de Jesus. No século seguinte, a Missa do Preciosíssimo Sangue de Cristo foi finalmente foi estendida a toda a Igreja, por decreto do Papa Pio IX (1846-1878). No século XIX, São Gaspar de Búfalo propagou esta piedosíssima devoção e se tornou conhecido como “Apóstolo do Preciosíssimo Sangue”. Em 1815, o Santo fundou a Congregação dos Missionários do Preciosíssimo Sangue (CPPS). Em 2001, o Papa São João Paulo II, em sua Carta Apostólica Angelus Domini, convidou-nos a meditar acerca do valor infinito daquele Sangue, do qual “uma só gota pode salvar o mundo inteiro de qualquer culpa”[1] (Hino Adoro Te devote, de Santo Tomás de Aquino). Continue lendo…

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