Como consagrados a Virgem Maria, podemos pedir, colocar intenções, e oferecer orações, jejuns, penitências, sacrifícios e boas obras por uma pessoa ou causa?

Quando estamos para fazer a nossa consagração a Jesus Cristo pelas mãos da Santíssima Virgem Maria, as dúvidas que mais nos atormentam é se podemos pedir por nós mesmos, por outras pessoas ou causas e oferecer nossas orações, jejuns, penitências, sacrifícios e boas obras. Pois, a perfeita e total consagração de nós mesmos à Nossa Senhora “consiste em nos darmos inteiramente à Santíssima Virgem, para que por ela pertençamos inteiramente a Jesus Cristo”1. Isto significa que entregamos nosso corpo, com todos os sentidos e membros; nossa alma, com todas as suas potências; nossos bens materiais, presentes e futuros; “nossos bens interiores e espirituais, que são os nossos méritos, virtudes e boas obras passadas, presentes e futuras”2.

Como consagrados a Virgem Maria, podemos pedir, colocar intenções, e oferecer orações, jejuns, penitências, sacrifícios e boas obras por uma pessoa ou causa?

Imaculado Coração de Maria

Pela consagração, damos tudo o que temos na ordem da natureza e na ordem da graça, e tudo o que podemos vir a ter no futuro, na ordem da natureza, da graça ou da glória, a Jesus Cristo, pelas mãos maternas da Virgem Maria. Sobre esta entrega de amor, se tudo entregamos a Nossa Senhora, podemos perguntar: Não ficaremos desamparados? Podemos pedir por nós mesmos e pelos outros? Podemos oferecer nossas orações, jejuns, penitências, sacrifícios e boas obras? Não sofreremos muito no Purgatório? Continue lendo…

Conheça três coisas que um consagrado a Virgem Maria deve renunciar ou, pelo menos, evitar e alguns critérios de decisão para a nossa vida espiritual.

Um consagrado a Santíssima Virgem Maria deve renunciar a algumas coisas ou, pelo menos, evitá-las e, para ajudar nisso, trazemos três casos concretos, que podem ser muito úteis para nossa vida espiritual.

São Luís Maria Grignion de Montfort nos ensina, no seu precioso livro “Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem”, que a consagração torna a nossa alma “corajosa para se opor ao mundo em suas modas e máximas”[1]. Isso significa que, enquanto consagrados, devemos nos opor às modas e máximas do mundo e que recebemos as graças necessárias para isso.Conheça três coisas que um consagrado a Virgem Maria deve renunciar ou, pelo menos, evitar e alguns critérios de decisão para a nossa vida espiritual.

Nos doze dias preliminares de preparação para a consagração, empregamos pelo menos doze dias de oração pedindo a graça de nos desapegar do espírito do mundo, que é contrário ao de Jesus Cristo[2]. No entanto, depois de nos consagrar a Jesus e a Maria, permanecemos com muitas dúvidas: o que concretamente devemos renunciar? O que devemos evitar? Podemos ouvir músicas do mundo? O que o consagrado não deve ter? Podemos tomar bebidas alcoólicas? Por isso, neste artigo, trataremos dessas três coisas do mundo que deveríamos nos desapegar completamente ou, pelo menos, evitar e, por fim, de alguns critérios gerais de discernimento para nossa vida espiritual. Continue lendo…

Saiba o que damos concretamente a Virgem Maria na consagração ou escravidão de amor.

Se compreendemos bem a natureza da consagração total ou escravidão de amor, será fácil para nós ter uma ideia exata do que realmente damos a Jesus Cristo, pelas mãos da Virgem Maria. Certas pessoas experimentam escrúpulos, dúvidas, inquietações e sentem dificuldades no que diz respeito à santa escravidão por não compreenderem qual é a extensão da consagração que fizeram. Dessa falta de conhecimento começam as críticas e objeções que as pessoas comumente fazem contra esta devoção.

Saiba o que damos concretamente a Virgem Maria na consagração ou escravidão de amor.

Nossa Senhora Imaculada Conceição

São Luís Maria Grinion de Montfort explica o que damos a Nossa Senhora pela consagração: 1º nosso corpo, com todos os seus sentidos e membros; 2º nossa alma, com todas as suas potências; 3º nossos bens exteriores, aos quais chamamos bens presentes ou futuros; 4.° nossos bens interiores ou espirituais, que são nossos méritos, nossas virtudes e boas obras, passadas, presentes e futuras. Em poucas palavras, entregamos tudo o temos na ordem da natureza, da graça e da glória. Tudo isso, entregamos sem reservas e para toda eternidade, sem pretender nem esperar outra recompensa que não seja a honra de pertencermos a Jesus Cristo por Maria e em Maria[1]. Isto significa que todo o nosso ser, todos os nossos membros, todas as nossas ações devem ser dirigidos para a maior glória de nosso Senhor Jesus Cristo, sob a direção de Maria Santíssima. Continue lendo…

A consagração a Virgem Maria é uma verdadeira escola de espiritualidade, testada a aprovada na vida de muitos santos e santas há séculos.

A consagração, ou escravidão de amor, a Jesus por Maria, é uma verdadeira escola espiritual. Graças a Deus, a Igreja Católica tem inúmeras escolas espirituais. Algumas delas são mais conhecidas, como a escola de Santa Teresa d’Ávila e as “Sete Moradas”, a de Santa Teresinha do Menino Jesus e a sua “Pequena Via”, a de São João da Cruz e a sua “Noite Escura”. A escola de espiritualidade mariana é uma dessas escolas consagradas pelos santos, como São Bernardo de Claraval e São Boaventura. Esta escola espiritual, que já havia se desenvolvido durante séculos na Igreja, recebeu com São Luís Maria Grignion de Montfort, uma formulação mais acessível para todas as pessoas, desde as mais simples até aquelas mais letradas. A consagração é um método extraordinário para entrar nesta escola de santidade, sem dúvida, inspirada pelo Espírito Santo.

A consagração a Virgem Maria é uma verdadeira escola de espiritualidade, testada a aprovada na vida de muitos santos e santas na Igreja Católica há séculos.

Nossa Senhora e São João Paulo II, o Papa Todo de Maria

Os ensinamentos de São Luís Maria a respeito da consagração a Virgem Santíssima estão presentes em todos os seus principais escritos: “O Amor da Sabedoria Encarnada”, “O Segredo de Maria”, “Carta aos Amigos da Cruz”, especialmente no “Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem”. Montfort deu à tradicional escola mariana de espiritualidade uma formulação que respondia a três tendências na Igreja do o século XVII: a espiritualidade barroca, bastante tradicional; a exaltação da razão, por causa das influências filosóficas do Racionalismo e do Iluminismo1; e a espiritualidade popular, mais simples e devocional. Esta característica profundamente católica deste método fez do Tratado um verdadeiro tesouro de espiritualidade mariana para a Igreja. Durante esses últimos trezentos anos a consagração difundiu-se pelo mundo inteiro. Mas, foi no século XX que a consagração ganhou uma visibilidade sem precedentes em toda a Igreja, especialmente por causa do Papa João Paulo II, grande propagador desta devoção, que tinha como lema do seu pontificado a expressão em latim: “Totus Tuus”, que significa “Todo Teu”, ou “Todo de Maria”. Continue lendo…

Saiba por que o Ano Mariano é um tempo muito oportuno para fazer a nossa consagração a Jesus por Maria.

Ao perguntar-nos por que fazer a consagração neste Ano Nacional Mariano, nós temos que ter em conta que todo o tempo dedicado a Virgem Maria é um tempo de graça. Tanto que o Verbo Eterno de Deus não quis vir ao mundo na idade de homem perfeito, independente de qualquer pessoa, mas veio como uma pobre e pequenina criança, dependente dos cuidados e do sustento de sua Mãe Santíssima. Poderíamos pensar que sua vida oculta foi um tempo perdido, que Jesus Cristo poderia ter aproveitado melhor seu tempo aqui na Terra, para pregar e consequentemente converter mais pessoas, realizar mais milagres, curar mais enfermos, libertar mais possessos.

Saiba por que o Ano Mariano é um tempo muito oportuno para fazer a nossa consagração a Jesus por Maria.

Papa São João Paulo II em sua primeira visita ao Santuário Nacional de Aparecida (1980).

No entanto, o Filho, “esta Sabedoria Infinita, que tinha um desejo imenso de glorificar a Deus, seu Pai, e de salvar os homens, não achou meio mais perfeito nem mais rápido para o fazer do que submeter-se à Santíssima Virgem”[1]. A submissão de Jesus a Maria era em todas as coisas, e não somente durante os oito, dez ou quinze primeiros anos, como as outras crianças, mas durante os trinta anos de sua vida escondida. Sendo assim, sigamos o Seu exemplo, sejamos também submissos e consagremos toda a nossa vida terrena a Nossa Senhora, pela salvação dos homens e para a maior glória da Santíssima Trindade. Continue lendo…

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